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História Life Is Easier With A Vic - One Shot - Capítulo 2


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Notas do Autor


Yo, então,,, eu sei que isso era pra ser uma one-shot mas deu vontade de fazer uma continuação pq ehehhehehehehhe. É possível que quando eu tiver co vontade de escrever mais Kellic porn eu venha adicionar mais capítulos nessa parada mas não esperem muito de mim 😅

Capítulo 2 - Capítulo não tão único


Dizer que aquela tarde foi embaraçosa era um fato científico comprovado por Victor.

Vic tinha deixado escapar completamente que sua família vinha visitá-los, o que, bom, seria muito menos vergonhoso se tivesse se lembrado ou ao menos lembrado Kellin. Mas fora os olhares de desaprovação e os olhares (para Kellin) de repulsão e superproteção, a tarde foi ordinariamente boa. Deram risadas e tudo mais, Vic agradecendo mentalmente por seu "eu-do-passado" ter arrumado o quarto de hóspedes para seus pais e irmão no dia anterior quando encerraram a reunião familiar tarde.

Mas Victor não conseguia se livrar do sentimento de vergonha por sua família ter visto-o naquele estado. Ele achava, entretanto, que Kellin havia se esquecido durante o dia do ocorrido. Achava. Até o momento em que deitaram-se na cama, com Victor aninhado ao torso de Kellin, seu braço laçado em sua cintura e sua cabeça em seu peito, ambos com apenas calças confortáveis.

Dentro do silêncio do quarto, apenas a respiração fraca de ambos e o bater do coração de Kellin, para Victor, que Kellin permitiu-se gargalhar nervosamente de novo. Vic piscou surpreso, levantando a cabeça para encarar Kellin.

- Caralho! - Kellin riu, expressão de pânico. - O que foi hoje, você viu os olhares que teu pai me dava? Porra!

Vic gargalhou ao conseguir enxergar o medo e nervoso na face de Kellin, sentindo-se relaxar mais um pouco. Não era só ele que estava tenso.

- Yep, - Victor acenou com a cabeça, deitando no peito de Kellin mais uma vez, suspirando. - Melhor dormir com um olho aberto. - Vic brincou, rindo mais uma vez ao receber um tapa fraco no braço.

- Não quero nem ver amanhã, Jesus Cristo. - Vic permitiu-se fechar os olhos com o murmúrio de Kellin, seus corpos se moldando perfeitamente como sempre.

- Amanhã é amanhã, querido. - Victor bocejou, em seguida pressionando os lábios na pele de Kellin. - Quando amanhã chegar, deixa que a gente se fode. Não se preocupa agora.

- Realmente confortante, Victor. - Kellin revirou os olhos, um sorriso tomando os lábios. Vic concordou com um barulho, suspirando mais uma vez.

Minutos depois, minutos que passaram tão rápidos quanto segundos, Victor já havia entregado-se ao conforto, roncando levemente através de seus lábios partidos. Kellin demorou um pouco mais, mas o som de seu anjo tão despreocupado e tão relaxado foi como uma canção de ninar para Kellin.

Na manhã seguinte já não havia mais preocupações em relação à família de Victor - tinham esquecido novamente que não estavam sós.

Kellin acordara primeiro; geralmente era Victor quem acordava primeiro, sempre com uma energia inacreditável, mas toda vez que Kellin o fazia primeiro, sempre esperava que Vic acordasse também, analisando sua expressão facial tão pura e inocente pela manhã, tão suave. Kellin derretia-se todo com a visão do seu anjo tão delicado e vulnerável somente para ele.

Kellin permitia a ponta de seus dedos traçarem o rosto de Vic gentilmente, tão adorável. Kellin nem ao menos percebia o pequeno sorriso que havia tomado seus lábios, apenas suspirando suavemente. Até o nariz de Vic se contorcer e seus olhos se abrirem devagar. Kellin assistia tão apaixonado ao que Vic focava e processava o começo de um novo dia, direcionando seu olhar para Kellin novamente. Seu sorriso aumentou e um pequeno preguiçoso se formou nos lábios de Vic.

- Bom dia, flor do dia, - Kellin murmurou. Vic fechou os olhos por segundos antes de os abrir novamente, direcionando-os para Kellin novamente.

- Bom dia, meu amor, - Victor sorriu preguiçosamente, enterrando seu rosto no pescoço de Kellin com um suspiro prolongado.

Permaneceram deitados por mais alguns minutos, apenas aproveitando o momento, tão quentes e aquecidos por dentro pela presença da sua alma gêmea.

- A gente precisa se levantar, anjo, - Kellin afagou a cintura de Victor, beijando seus cabelos, fazendo-o grunhir.

- Cala boca, - Vic suspirou, rolando para longe de Kellin e ficando de frente para a parede. Tudo ficou quieto por uns segundos. - Ai!- Vic exclamou, virando a cabeça para encarar Kellin, sua mão acariciando a carne que Kellin havia deixado um tapa estalado. - Pra que isso? - Vic franziu o cenho, fazendo um biquinho.

- Me respeita, rapaz, - Kellin murmurou, se sentando, uma expressão de desaprovação em seu rosto. Vic piscou, logo sorrindo com um ar envergonhado.

- Me desculpa, - Victor mordeu o lábio inferior, fazendo o olhar já escuro de Kellin escurecer ainda mais. Victor logo percebeu, tirando o lábio dentre seus dentes, encarando Kellin através de seus cilios. Kellin engoliu seco, se levantando.

- Tô com fome, - Kellin disse, coçando a cabeça.

Em pouco tempo, ambos os pombinhos estavam na cozinha, Kellin misturando uma massa em um pote enquanto Vic separava uns pratos para eles.

- Faz aqui para mim, meu anjo, - Kellin pediu, entregando o pote para Vic enquanto separava umas bebidas para eles. Victor fez, pegando uma frigideira e começando a fritar as panquecas. Kellin, que já tinha deixado tudo pronto, laçou seus braços ao redor de Victor, apoiando seu queixo em seu ombro.

Com um beijo em seu pescoço, deixou que seus olhos traçassem cada movimento que Victor fazia. Seus braços trabalhando, fazendo com que seus músculos se mexessem embaixo da pele, sua respiração tão pacífica, seu rosto tão suave, seu rosto bem definido, seu torso exposto também tão bem definido. Kellin amava as expressões de Victor quando estava por cima dele, tão fundo e rápido que Vic mal conseguia respirar, amava a forma que o corpo de Vic se ondulava sobre ele quando cavalgava em Kellin, amava a forma que Vic se deleitava completamente com cada toque de Kellin... Porra, Victor era um gostoso do caralho.

Kellin permitiu-se deixar outro beijo no pescoço de seu noivo, fazendo com que os lábios do menor se curvasse para cima. Kellin suspirou, permitindo que suas mãos vagassem por toda a extensão do torso do seu pequeno, os lábios achando pontos aleatórios para, bom, marcar ainda mais.

- Kellin, - Victor deixou uma risadinha fofa, permitindo-se usar Kellin como seu encosto. Seus olhos se arregalaram uma vez que o fez, sentindo sua parte traseira encostar na frente de Kellin. Victor deu outra gargalhada, negando com a cabeça. - Não acredito nisso, - Victor olhou para seu noivo brincalhão, vendo o seu olhar luxurioso direcionado para Victor e Victor apenas. - O dia mal começou e já está duro assim?

Kellin deu de ombros, sorrindo sapeca para Vic, novamente grudando sua boca em seu pescoço, chupões arroxeados adornando a pele de Victor por onde os lábios de Kellin passavam. Vic gargalhou mais uma vez, mas quase engasgando quando uma das mãos viajantes de Kellin tomou um rumo mais abaixo, a palma cobrindo a extensão de seu membro através das calças que usava.

- Porra, Kellin... - Vic grunhiu ao que Kellin o apertou, começando a massageá-lo, as unhas da outra mão passando em seu torso de forma provocante, sua boca mordiscando seu caminho até a mandíbula, mordendo-a sutilmente, tirando os lábios e deixando que sua respiração que começava a acelerar pairar sobre a bochecha de Victor.

- Não pode me culpar, - Kellin selou os lábios na bochecha de Victor por um segundo, o sorriso malicioso voltando. - Você me deixa assim a qualquer momento. - Kellin mordeu o lábio, rindo quando Victor ofegou, investindo contra a mão de Kellin.

Kellin, com um sorriso travesso, tirou sua mão para longe do membro de Victor, fazendo com que ele exclamasse, virando a cabeça para encarar Kellin descrente.

- A panqueca, Victor, - Kellin riu, fazendo Vic bufar e rapidamente tirá-la do forno, desligando o fogão, tudo em tempo recorde antes que virasse a cabeça para implorar ao seu noivo com os olhos.

O maior, sabendo que Victor precisava de mais, permitiu que sua mão adentrasse a calça moletom do seu noivo, fazendo-o gemer ao que segurara particularmente forte antes de deixar que sua mão relaxasse um pouco, começando a fazer movimentos estimulantes.

Kellin agora apenas segurava a cintura de Victor, seu queixo no ombro do menor, atentamente assistindo cada expressão que ele fazia, cada ofego e gemido que escapava sua garganta, cada mordida de lábio, cada contorção do nariz. Victor era fodidamente perfeito e Kellin era fodidamente sortudo.

- Ke-Kellin, - Victor gemeu embargado, rebolando de volta contra a pélvis de Kellin, gemendo suavemente. Kellin sorriu, mordendo o canto da boca ao que puxara Victor para fora de seu moletom ao mesmo tempo que, aumentando a velocidade de sua mão, simplesmente pulsando com cada pequena reação de Victor. Kellin direcionou seu olhar para Vic Jr, vendo que ele não somente pulsava agora mas como o pré-gozo começava a se acumular e como ele estava já tão endurecido e pesado em sua mão. Kellin sorriu ainda mais, orgulhoso.

Victor, a esse ponto, deixava pequenos gemidos sôfregos, a cabeça tombada para trás no ombro de seu noivo, suas mãos segurando pela sua vida nos braços de Kellin, os dedos do pé se apertando e seu quadril investindo contra a mão de Kellin. Estava tão perto de seu ápice, tão perto daquele sentimento incrível, tão perto de gozar.

- Vic? Já acordou? - Kellin colocou Victor de volta em seu moletom rapidamente, se desgrudando de Victor em poucos segundos e pegando um folheto qualquer que estava jogado por ai, fingindo-se alheio ao que Mike entrava na cozinha. Victor, que mal compreendia, quase choramingando, teve que se segurar na bancada para não cair. Engoliu em seco ao se virar para Michael, olhos arregalados, bochechas coradas.

Mike arqueou as sombrancelhas, o olhar intercalando entre Kellin e seu irmão. Fez uma expressão de nojo segundos depois, vendo que Kellin escondia muito mal sua ereção e que Vic estava todo bagunçado.

- É, acho que acordou, - Michael murmurou, apertando os lábios em uma linha, parecendo fora de lugar. Kellin suspirou.

- Bom dia, Mike, - Kellin disse, dando um último olhar para Victor, um olhar cheio de desejo e luxúria que fez o pequeno estremecer no lugar, e se retirou da cozinha, indo para a sala de jantar. Vic respirava fundo, tentando regular a respiração, ligando o fogão de novo. Mike levantou uma sombrancelha para Victor.

- Bom dia, Victor, - os lábios de Michael se curvaram para cima, vendo a desolação no rosto de Vic. Victor grunhiu.

- Empata-foda do caralho. - Vic continuou fazendo o resto da massa com um bico enquando Mike apenas dava risada para sí e quase vomitava com as imagens mentais.

- Que bom, né? - Mike perguntou sarcástico. - Pelo menos agora eu não vou ter que comer panqueca sabor porra de anão.

Nem Vic conseguiu segurar a risada, torcendo o nariz.

- Essa panqueca nem era pra você. - Vic deu língua para Mike, focando de novo em fazer mais uma. Mike deu de ombros.

- Aposto que a mãe vai adorar saber as coisas que vocês fazem na cozinha, - Michael deu um suspiro falso, balançando a cabeça. Vic o lançou um olhar mortal, levantando a espátula para Mike.

- Você não ousaria, - Vic disse enquanto balançava a espátula no ar. Mike sorriu maldoso. Vic bufou. - Seu merda, - resmungou, dando um prato para Mike, que se retirou da cozinha todo feliz. Segundos depois, Kellin estava subindo no balcão, assistindo Vic terminar de fazer suas coisas depois de vestir uma das blusas em sua mão e dar a outra para Vic.

Em pouco tempo, todos estavam reunidos na mesa, comendo e conversando entre sí. A mãe dos meninos elogiava a panqueca, com Kellin adicionando um comentário sobre como a comida dela era melhor. Quando Vic o olhou torto, Kellin sussurrou no ouvido dele que Vic era a coisa mais gostosa que ele já tinha comido. Vic corou, não respondendo mais nada depois disso, fazendo Kellin gargalhar.

Então eles comeram e conversaram, se reunindo novamente na sala de estar. Kellin não conseguia deixar de se sentir libidinoso, querendo tanto tacar o foda-se e jogar Victor no ombro, o levando para o quarto deles e tendo seu jeito com seu pequeno. Victor não estava muito diferente, tão frustrado por ter sido negado quando estava tão fodidamente perto. Era como uma tortura ter Kellin tão perto mas não poder fazer nada a respeito.

Para a sorte deles, o clima estava "ruim", o que sempre deixava os pais de Vic sonolentos. Então no meio da tarde, eles se retiraram para dormir mais um pouco, deixando apenas os jovens adultos na sala e o adolescente. Ficaram em silêncio por um período até Mike suspirar.

- Vai lá, - Mike disse, pegando o controle remoto. Vic franziu o cenho, Mike o olhando pelo canto dos olhos. - Já ta ficando um saco essa tensão sexual ai. E é nojento ver vocês se comendo com os olhos. - Para provar um ponto, Mike torceu o nariz. Vic corou um pouco, deixando uma exclamação ao sentir Kellin o pegando no colo e se levantando.

- Te devo uma, Michael, - Kellin piscou para o mais novo, o fazendo gargalhar.

Em pouco tempo, a porta estava trancada e Vic estava pressionada contra ela, as pernas laçadas nas costas de Kellin, as mãos desesperadamente puxando a camiseta de Kellin, as bocas sedentas pressionadas uma na outra, línguas se entrelaçando e lábios inchando com a força que usavam.

Vic gemeu ofegante enquanto Kellin pressionava os quadris juntos, os membros se tocando através de todo aquele pano desnecessário. Kellin puxou Vic para a cama, se deitando sobre ele, ainda movendo o corpo inferior contra Victor.

Vic separou os lábios deles para ofegar, os olhos permanecendo cerrados enquanto suas unhas se cravavam nos bíceps de Kellin, as pernas tremulando de leve por todo o estímulo que estava recebendo. Kellin o assistiu por uns momentos antes de grunhir, se levantando da cama. Vic choramingou do ponto onde estava, assistindo Kellin com toda a atenção do mundo.

- Onde você ta indo?! - Vic ofegou, engolindo enquanto tentava não se remexer muito com o quão desesperado estava. Kellin o fitou por um segundo enquanto olhava a mesinha do lado da cama.

- Tira a roupa, - Kellin demandou, pegando o lubrificante, se livrando de sua camisa. Victor o fez também, se mexendo todo para se livrar de seu moletom, completamente exposto para os olhos de Kellin, o assistindo com aqueles grandes olhos mocha. Kellin estava tão nú quanto Victor, engatinhando na cama para ficar entre as pernas de Vic. Mas não se encaixou ainda, apenas sentou em suas próprias batatas. - Se vira pra mim, hm? - Kellin pediu, fazendo Vic engolir em seco e ficar de barriga para baixo.

Kellin deixou um barulho de aprovação, espalhando o líquido viscoso pelo seus dedos, com a outra mão puxando o quadril de seu noivo para cima, para que ficasse com as costas arqueadas e seu inferior ainda mais exposto. Devagar, inseriu dois dedos dentro de Vic, os movendo devagar antes de começar a fazer movimentos de tesoura, mordendo o lábio inferior. Vic respirava pesado, o rosto enterrado no travesseiro, o lençol em seus punhos cerrados enquanto lutava para não gemer.

Kellin inseriu um terceiro dedo, se abaixando para deixar mordidas e chupões na parte de trás das coxas de Victor e acelerando a velocidade de seus dedos, sorrindo vitorioso quando ouviu o choramingo ofuscado de seu anjo. Momentos depois, estava retirando seus dedos e se ajoelhando, passando o lubrificante por toda a sua extensão pulsante. Limpou sua mão no lençol, separando os fartos músculos da bunda de Vic para poder se colocar dentro dele, já ofegando em antecipação.

Vic tencionou ao sentir a cabeça de Kellin em sua entrada, o alargando devagar enquanto se esforçava para deslizar para dentro dele, se movendo para que seus cotovelos ficassem ao lado da cabeça de Vic o seu peitoral se encaixando nas costas de Victor enquanto se enterrava completamente dentro de Vic.

Vic abafava seus gemidos necessitados e seus barulhos manhosos, mal conseguindo respirar. Não conseguia mais os impedir então apenas os abafava enquanto Kellin começava a se mover, o fazendo queimar ainda mais, seu corpo tremulando quase inteiramente. Kellin começou a acelerar o movimento de seu quadril, ofegando pesadamente. Percebeu, então, o quão alto Victor estava, então deslizou uma mão por entre o braço e peito dele para segurar o seu ombro enquanto colocou a outra na boca dele, deixando a cabeça pender, ficando nas costas de Victor.

O pequeno conseguia respirar melhor mas ainda estava cem porcento a mercê de Kellin, para ser usado e abusado como Kellin bem quisesse. Ele tremulou completamente com o grunhido que Kellin liberou perto de seu ouvido, os olhos apertados.

Vic estava fraco; Kellin parecia acertar cada ponto dentro dele que o levava ao delírio, seu membro estava precionando contra a cama e Kellin cobria seu corpo inteiramente com o dele, fazendo Vic sentir como se fosse entrar em combustão a qualquer momento.

Sentia seu peito inchar, seu coração bater, seu corpo queimar. Estava apaixonado, completamente entregue. Estava no paraíso.

Kellin mal conseguia conter seus barulhos, também. Victor conseguia ser tão apertado e quente, ele conseguia o envolver tão bem que Kellin fraquejava. Seus lábios partiram, seus olhos esverdeados/azulados pesavam, sua pele suava junto com a de Victor. Kellin podia jurar que sua alma realmente havia deixado seu corpo quando Vic começou a jogar o corpo contra o de Kellin.

A melodia composta por aqueles homens se misturava silenciosamente naquele quarto, uma sinfonia maravilhosa para ambos, marcadas para sempre em cada canto de seus seres; uma melodia daquelas era, inevitavelmente, inesquecível. A sincronia em que se moviam era invejável, o amor que exalavam era invejável, o fogo que queimava dentro de seus seres era invejável.

Eles não poderiam desejar estar em um lugar melhor. Não achavam que existia. Para eles, realmente não existia.

Vic enterrou as unhas no braço de Kellin, o cenho franzido, os olhos cerrados com força, grato por ter Kellin abafando seus quase-gritos pois sabia que provavelmente teria acordado seus pais se não tivesse.

– Vic, – Kellin ofegou. – Eu, ah porra, eu vou, – engoliu em seco, grunhindo no fundo da garganta. Vic gemeu, balançando a cabeça em concordância rapidamente, a pele se eriçando, o ventre queimando.

Momentos depois e Kellin estava liberando tudo o que tinha dentro de Victor, gemendo o nome de seu noivo repetidas vezes, os olhos se fechando. Vic choramingava, segurando a respiração. Ele estava tão perto que era doloroso.

Kellin manteve a mão cobrindo a boca de Victor mas o puxou para cima so ambos estavam de joelhos, ainda conectados. Com a outra mão, Kellin pegou Victor, o masturbando rápido, o fazendo se arquear todo antes que estivesse liberando-se também.

Depois que Vic tinha se desfeito completamente, Kellin retirou a mão da boca dele, o corpo de Vic pendendo para trás, completamente cansado.

Kellin se retirou de dentro de Victor, deixando que o menor caísse para frente, no travesseiro. Kellin deu uma risada, balançando a cabeça. Pegou uma blusa qualquer do chão, se limpando e Vic também. Vic se virou para encarar o teto, ainda ofegante. Kellin se aninhou contra ele, dando uma leve gargalhada.

– Pelo menos dessa vez os seus pais não sabem. –



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