História Life Issues - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Tom Hardy
Personagens Barbara Palvin, Tom Hardy
Tags Tom Hardy
Visualizações 19
Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Só alguns avisos:
• Fanfic com incesto, se não gosta desse género: NÃO LEIA!
• Tiffany Jackson: Charlotte Riley.
• Zoe Collins: Barbara Palvin.
• Tom Collins: Tom Hardy.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Life Issues - Capítulo 1 - Prólogo

- Zoe Collins -

 

Levanto da cama após mais uma noite mal dormida, estralo minhas costas e relaxo meus músculos, ando de modo devagar até meu banheiro, vejo minha situação no espelho e apenas suspiro baixo, não gosto do que vejo. 

Não que eu seja uma menina feia, eu sei que sou bonita, todos dizem. Mas hoje eu apenas não me importo, não me importo em pentear meus cabelos ou passar um batom, depois de tudo que aconteceu. Não deixei somente as maquiagens de lado, foram os amigos, as festas... deixei tudo se esvair no ar, por causa da minha covardia

 

Entro debaixo do chuveiro, começo a analisar meu corpo e vejo que estou melhorando aos poucos, desço minhas mãos de modo suave em meus braços fazendo voltas em meus hematomas, meus olhos ardem com as lágrimas que seguro, prometi que não choraria. Eu não aguentaria desabar mais vezes. 

 

Saio do banho e me visto com uma roupa confortável, reviso minha mala e me jogo na cama, esfregando minhas mãos em meu rosto de modo agressivo. A ideia de passar dois meses com meu pai de sangue faz todos os pelos de meu corpo se arrepiarem. Não importa se eu tenho o DNA daquele homem, pai é quem cria e ele nunca teve qualquer participação durante minha criação. 

Eu entendo que tudo é culpa da minha mãe, que não queria qualquer contato meu com ele, só que ele nem sequer foi atrás de mim.

 

Aqui em casa não tem fotos dele, eu não sei qual é a sua aparência, apenas sei que ele paga minha pensão todos os meses. Crio imagens de como ele pode ser, faço isso todos os dias desde que Tiffany, minha mãe, anunciou que iria passar as férias em sua casa. 

 

Eu tenho dó dela, imagine você ter uma filha que se excluiu totalmente do mundo, que fica reclusa em seu quarto e você nem sequer sabe o motivo. Dentre todos os problemas na vida dela, eu sou o maior. 

 

Pego minhas malas e desço as escadas, vendo-a fazer o desjejum, sento na mesa com ela e começo a comer. 

 

- Bom dia, Zoe. - ela diz, tentando puxar assunto - Dormiu bem? 

 

Eu sei que quando ela pergunta se dormi bem não é somente uma pergunta, que fazemos só para não sermos grossos, mas é uma pergunta séria, uma vez ela me viu tendo meus surtos durante a noite. Lembro-me que ela chegou a chorar me vendo naquele estado, foram dias difíceis... não que agora sejam fáceis.

 

- Sim, mãe... - dou um pequeno sorriso, abaixando a cabeça e voltando a comer.

 

- Eu acho que irá fazer bem para você, os dias com seu pai. - um sorrisinho brota em seus lábios, ela tenta me passar uma sensação de conforto. 

 

- Hum. - respondo curta - Vamos quando?  

 

- Daqui a pouco, eu liguei para ele, não foi trabalhar hoje só para estar lá quando você chegar. - ela fala curta, sua voz sai baixa e me soa nervosa - Filha, a mãe não queria que você fosse, mas eu não tenho mais opções. Se você pelo menos contasse para mim o que aconteceu... - ela súplica, de novo. 

 

- Nada mãe, não aconteceu nada. - eu digo e termino o assunto.

 

Terminamos o café em silêncio e partimos para a casa de meu pai, no caminho eu coloquei o álbum da Halsey para tocar em meus fones, ele fala comigo.  

 

- Eu estava sentada sozinha na cama até a manhã, estou chorando, eles estão vindo atrás de mim... - cantarolo baixo, afundando meu corpo no banco de couro da Tucson. 

 

O tempo passou devagar, eu sei que não ficamos mais de 30 minutos dentro daquele carro, mas para mim me soou horas, os dias começaram a passar assim, os minutos se tornaram horas, as horas se tornaram dias e os dias se tornaram semanas. O tempo passava lentamente e com ele ia minha sanidade. 

 

- Chegamos. - falou Tiffany, dando um suspiro que me soa muito ruim, no final da palavra. 

 

Eu saio do carro e vou até o porta-malas para pegar minhas coisas, não posso mentir que estou muito curiosa para saber como ele, essa situação é uma das coisas mais emocionantes que me aconteceram nesse último ano.

 

Fomos para o elevador do prédio após passarmos pela portaria, o prédio é um dos mais luxuosos que eu já vi, a recepção era magnífica e pela caminhada que fiz até chegar nela pude ver piscinas, um parquinho e até mesmo padaria. Fico ainda mais curiosa para saber qual é seu trabalho. 

 

Vi que Tiffany apertou o botão do vigésimo andar, o último daquele bloco. Uma música irritante começa a tocar, e eu apenas abaixo minha cabeça sentindo meu coração bater mais rápido. Porque estou ansiosa? 

 

As portas se abrem e saímos, há apenas duas portas em vez de quatro, como normalmente tem. Mamãe bate na porta que continha o número 82, e um homem abre a mesma. 

Tiffany havia me avisado que ele morava sozinho, então só podia ser o mesmo que atendeu a porta. Só podia ser meu pai. 

 

Ele está com uma camiseta que tem um tigre como estampa, usa uma calça jeans escura e uma jaqueta de couro. Sua barba é grande, seu cabelo cortado dos lados e um pouco bagunçando em cima. Sua postura está longe de ser perfeita, ele é curvilíneo e também é grande, de todos os jeitos. Deve ter em média 1,80 de altura, mesmo com toda aquela roupa, posso ver que é bastante musculoso e também percebo seus ombros largos. Eu parecia um animal indefeso, meus 1,60 e magreza não me ajudaram de nada, encolho-me um pouco. 

 

Foco em seus olhos e vejo que o mesmo me encara, ele não tem o brilho receptivo que outras pessoas tem no olhar, ele tem algo feroz em seus olhos caramelizados, como uma besta

Parece um pouco assustado me vendo e eu apenas dou um sorriso pequeno, enquanto aperto minha mão direita em meu pulso esquerdo. Nunca fui boa conhecendo pessoas novas.

 

- Tom, por favor... - diz mamãe, quebrando nossa troca de olhares e andando até o canto, pedindo para ele segui-la. 

 

Eles conversam por uns dois minutos, eu apenas dou batidinhas leves com meu all star no chão, enquanto o tempo não passa. Começo a analisar os dois, eles mantêm uma distância considerável, vejo uma intensidade em seus olhares enquanto se encaram e noto que Tom só concorda, com sua cabeça, enquanto mamãe usa sua expressão severa. 

Queria ser uma mosca para saber o que eles estão falando, mesmo que eu já tenha uma ideia em mente. Estão falando sobre a minha "condição", sobre o meu show. 

 

Eles voltam e mamãe me dá um abraço, eu o retribuo envolvendo sua cintura em meus braços de modo fraco. 

 

- Eu te amo, tá bom? - ela diz, então deposita um beijo em minha testa e da uma olhada para Tom, logo em seguida  entra no elevador, sumindo de vista e indo embora. Agora somos só eu e ele.

 

- Quer ajuda com as malas? - ele pergunta, pela primeira vez pude ouvir sua voz, ela combina perfeitamente com seu físico: é grossa e tem uma pequena raspadinha no final. 

 

- Quero, por favor. - respondo baixo, colocando uma nas costas e pegando outra com minha mão direita, na esquerda carrego meu celular.

 

Olho de relance e vejo Tom carregando minhas outras duas malas, entro na casa olhando para os lados, não há nada de cor viva (como eu gosto), os tons vão de branco a um cinza quase escuro, tudo é muito organizado, o apartamento cheira a whisky e consigo ver bitucas de charuto dentro de um cinzeiro. Não sabia muito bem o que fazer, nem o que perguntar. Somente que devia falar falar algo, então pergunto: 

 

-  Tem quarto de hóspedes ou vou ficar na sala? Não que eu esteja sendo grossa ou algo do tipo, é que eu não conheço sua casa e... - digo, me atrapalhando. 

 

- Tem um quarto de hóspedes no final do corredor. - ele me interrompe, dando um sorriso após minha falha. 

 

- Ah, obrigado... - sorrio, abaixando minha cabeça. 

 

Deixo minhas malas no chão do quarto e deito na minha cama. Abraço minhas pernas e coloco alguma música que não me recordo o nome nos fones, será longos dois meses.


Notas Finais


Beijos ❤️


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