História Lifeless «Jikook» - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic Bts, Fanfic Jikook, Ficção Cientifica, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Park Jimin
Visualizações 55
Palavras 2.933
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal!

Sherlock voltou com mais uma fanfic sim ou claro? 

(Esse é o segundo capítulo mas ignorem eu estar falando isso agr)

Enfim, eu realmente espero que vocês gostem da fanfic e qualquer pergunta que tiverem sobre ela é só dizer que eu responderei. É uma ficção científica, é fácil ficar confuso às vezes.

Só queria explicar o nome do capítulo também, pra quem não entendeu (ninguém entende minhas nóias asasajhs)

Bissextile é bissexto em inglês, ou seja, aqueles anos que tem um dia a mais.

E Alcatraz é o nome de uma fuga de prisão muito famosa que ocorreu no méxico se não me engango.

Ou seja, seria algo como "Fuga bissexta", encarem deste modo.

Espero que gostem!

2bj

Capítulo 2 - »Bissextile Alcatraz«


Abriu os olhos desconfortavelmente. O ambiente possuía um cheiro longínquo de cimento, estava deitado no chão, num local que tinha aproximadamente o tamanho de uma sala de estar, grande, mas nem tanto.

Jimin tinha medo de olhar ao redor, e ver que o lugar definitivamente não lhe mostrava saída alguma. Por um momento, se sentiu sozinho, perdido e esquecido, num local aonde não podia ao menos conversar com alguém. Por um ano todo.

Sentou-se, ainda com aquele sentimento devorando seu peito, fazendo com que ele tivesse ainda mais medo. Passou a mão pelas mechas loiras, percebendo que até mesmo o chão daquele lugar era cinza. Um cômodo completamente cinza.

Temia ficar daquela cor também.

Tomou uma coragem estúpida, ao seu ver, e se levantou analisando o próprio corpo. Usava agora uma roupa diferente, se tratava de um macacão bege (digno de um prisioneiro) e aquilo o deixava mais incomodado.

Estava acostumado com as simulações, não com as prisões nelas.

A sala possuía uma cama de solteiro, encostada numa das quatro paredes, um armário, com mantimentos (que sabia que se recarregariam todo dia), um chuveiro, um vaso sanitário, um livro sobre o colchão da cama, de capa marrom (e Jimin fez questão de folhear, estava em branco) e um lápis, ao lado do livro, provavelmente para o Park escrever seus pensamentos e opiniões, no qual ninguém nunca iria ouvir. Aqueles papéis seriam simplesmente jogados ao vento assim que acordasse da simulação. Até mesmo o seu diário seria imaginário.

Sem portas, sem janelas. Uma caixa.

E o fato mais agoniante daquela sala, na parede oposta à cama, do outro lado, havia uma televisão, ou simplesmente a tela, Jimin não saberia dizer. Mas ela mostrava claramente em números brancos:

"001"

Indicando que aquele era o primeiro dia.

Mas Jimin tentou inutilmente ser otimista;

Ora, só faltavam 364 dias.

●○●

Jimin se encontrava sentado na cama, comia os feijões vermelhos enlatados, prato já repetitivo e que sempre aparecia no armário. Já havia decorado o cardápio, não passava de feijões enlatados, água mineral, proteína sólida e raramente uma maçã.

Levantou os olhos para encarar impaciente (como sempre) a tela da televisão, na parede à sua frente.

"096"

Já haviam se passado noventa e seis dias e Jimin já não aguentava mais. Mas nem mesmo gritar adiantaria.

Quem iria ouvir?

Suspirou e deixou a lata de feijões do lado assim que acabou de comer. O livro, sempre mantido embaixo da cama ainda tinha suas folhas num completo branco, Jimin nunca havia se importado tanto em escrever algo nele, porque, se o fizesse, alguns palavrões direcionados a Jong seriam bem explícitos.

Raiva e desespero era tudo o que ele menos procurava naquele ano.

Suspirou profundamente e se jogou completamente no colchão, afundando seu rosto no travesseiro, como se isolasse a si próprio da isolação.

Ele sabia que não adiantaria mas se pudesse, pediria desculpas a Jung Hoseok.

Mesmo não sendo o culpado de tudo aquilo, conseguia se sentir um completo idiota por não supervisionar direito os códigos. Agora, o seu amigo se encontrava em coma, e não seriam por apenas dois minutos como Jimin.

Durante aqueles noventa e seis dias, Park chorou muitas vezes, mas, naquela altura ele já havia aceitado o fato de até mesmo suas lágrimas não eram de verdade e se quisesse sair dali teria que se 'comportar'.

E os dias se seguiram assim, monótonos, sem sentido, chatos, sozinhos, e nem mesmo cair à beira da loucura faria sentido. Jimin apenas ficava em silêncio, às vezes, cantarolava uma música para não se sentir tão sozinho, ele gostava de imaginar o som da bateria e da guitarra junto com sua própria voz, como se a banda estivesse ali, bem ao seu lado. 

Ficava imaginando quão pequeno poderia ser naquele mundo imaginário, tinha certeza que provavelmente, nem mesmo meio minuto havia se passado na vida real, e ali, ele já não aguentava mais. Seu pai estava na sala de testes, bem ao seu lado, enquanto ele dormia? E Taehyung, observava cuidadosamente o corpo do amigo em transe para que nada acontecesse?

Foi a partir do dia que a televisão marcou "200" que Jimin começou a escrever no livro em branco, numa tentativa de quebrar seu silêncio de alguma forma. Os parágrafos cheios que se formavam pareceram ser gratificantes, e ele se sentiu melhor em por os sentimentos para fora, mesmo que em alguns dias de raiva, ele apenas rabiscasse as páginas. Escrever melhorava, e ele notava isso. Mesmo que parecesse uma garotinha do colegial que conta seus sentimentos à um diário, ele escrevia sobre como se sentia estúpido em estar ali, sozinho e largado, talvez. Escrevia como não sabia sair daquele lugar por mais que procurasse uma saída.

Infelizmente, a partir do dia "250", Park notou que aquelas páginas sempre contavam a mesma coisa "sozinho" "medo" "entediado", todas aquelas páginas pareciam formar um ciclo infinito da mesma melancolia solitária. Foi então que passou a parar de escrever os sentimentos para escrever códigos, na verdade, tentou escreve-los.

Imaginar que foi por causa daqueles infinitos números que ele registrava no diário, foi por causa daquilo que ele estava aqui, preso. E se continuasse, entraria no mesmo ciclo.

Decidiu parar de escrever, então. Enquanto estivesse naquela alucinação, não sairia daquele vai e volta do mesmo assunto. Encolhia as pernas e apenas olhava para a televisão que parecia zombar dele, os dias passavam devagar, como um domingo preguiçoso. Porém, a agonia de saber quando ele sairia dali o expremia por dentro.

Pense bem, funciona como se você dissesse à uma pessoa que dia ela morrerá, e ela esperará por este dia a vida inteira, querendo ou não.

○●○

Jimin estava com as pernas cruzadas, sentado no chão e de olhos totalmente fixos na televisão.

"365"

Era o último dia, e seu coração batia rapidamente, não podia parar, e a ansiedade que corria nas veias do rapaz fazia com que seus dentes se cerrassem, pressionados.

Quando mais algumas horas se passaram, ele se levantou do chão, tinha seus punhos fechados e a expectativa que aumentava cada vez mais fazia um sorriso bobo aparecer em seu rosto.

Ah, a quanto tempo ele não sorria.

Mesmo não tendo uma noção muito certa de dia e noite, ou quão rápido as horas passavam, ele sabia que aquele dia estava quase em seu fim e em questão de horas, ou até mesmo minutos, ele abriria seus olhos, saindo da simulação.

E então, a luz da televisão ameaçou ficar mais forte, isso sempre acontecia quando os dias viravam, a televisão iluminava e o número mudava.

Mas isso não iria acontecer desta vez, porque, ele finalmente iria sair dali.

A tela iluminou o cômodo e então, o dia acabou.

Mas Jimin não abriu seus olhos e muito menos saiu do lugar.

Olhou para a tela na parede, curioso e o que viu, fez um grito preencher o local.

"001"

O grito estridente de Jimin ainda ecoava pela pequena caixa cinza quando seus joelhos caíram no chão, algumas lágrima quentes de desespero automático rolaram pelas bochechas brancas do rapaz, como se seus olhos ardessem de agonia.

A contagem havia reiniciado, e ele não entendia o motivo, ele ficaria ali pela eternidade? Até quando a alucinação aconteceria?

O medo que sentia tornou-se um estranho sentimento de sair dali, não que não o sentisse antes, porém agora, era tão grande que parecia ser parte dele, como um demônio.

Soltou um outro grito, dessa vez, arranjando forças nas pernas.

Jimin já tinha passado por crises de raiva durante aquele ano, mas aquela era diferente. Aquela era verdadeira, muito maior que as outras.

Ele tinha vontade de destruir tudo dentro daquele maldito cubículo. E foi o que fez.

Começou chutando a cama, em seguida, agarrou o livro que um dia já havia sido motivo de consolo e o rasgou, todas as folhas, rasgadas e largadas ao chão, como um tapete de palavras. Prosseguiu então, batendo as mãos no armário de comida, jogava as latas para fora, mas sabia que não adiantaria, em questão de minutos o armário estaria cheio de novo.

Mas não suportou a grande ira dentro de si e virou a cabeça para a televisão, que ainda zombava de Jimin, mostrando o número um na tela. Ele levantou o punho e bateu com toda a sua força e com toda a sua raiva no aparelho, mas apenas uma única vez não bastou. Então ele socou mais uma, e outra, até a tela se encontrar completamente quebrada.

- Maldição!

Toda a adrenalina do seu corpo parecia gritar, assim como ele. Sentiu o ardor dos cortes na mão mas não se arrependeu nem um pouco.

Procurava pensar num modo de sair dali, não suportava mais a idéia de ficar nem mais um segundo dentro daquela caixa cinza sem janelas e portas. E a situação do local mostrava isso.

Mas parecia impossível sair dali, era algo programado, além disso, como? Sem portas e janelas, imaginar uma saída era como sonhar alto.

Puxou a mão machucada contra o peito, mordendo o lábio inferior pelo ardor incômodo e dolorido. Foi quando olhou mais uma vez para a tela quebrada do que antes era uma televisão, totalmente decepcionado.

Mas um fato havia chamado sua atenção, um pequeno fato que, se não olhado com atenção, passaria despercebido. Na televisão quebrada, num dos cantos, uma pequena forma sem o vidro da tela, Jimin viu uma coisa intrigante, quase como se visse algo pela fresta de uma porta.

Aproximou-se da pequenina parte quebrada e abriu melhor seus olhos. Para então, ficar espantado com o que a fresta mostrava.

Era a luz do sol.

Jimin pensou melhor, perplexo, não estava louco? Aquilo era realmente o que parecia ser? Se aproximou mais uma vez. Não, não podia estar louco.

Ele ignorou a mão machucada e o ardor que percorria nela e se determinou a quebrar mais aquela televisão. Seus dois punhos agora acertavam aquela tela com a maior determinação que já se vira. Ele precisava quebrar aquilo para chegar ao outro lado.

Havia um outro lado, a luz do sol lhe dizia isso.

A luz que pareceu servir de esperança era a única coisa que mantinha Jimin quebrando aquela tela, ignorando a dor de seus punhos.

O vidro quebrou por completo, e Jimin teve uma visão ampla do que seria sua liberdade. Suas mãos tremiam, mas não era somente pela dor, a emoção também se fazia extremamente presente.

Recuperou o fôlego, quase imóvel quando percebeu que havia algum cenário ali fora.

A televisão era uma janela disfarçada. E ele tinha a estranha sensação de que fora Taehyung quem programou isso escondido.

Sorriu orgulhoso, mesmo que algumas gotas de sangue pingassem da sua mão ate até o chão de cimento. Ele se aproximou mais da janela e analisou o retângulo agora com alguns pequenos cacos de vidro.

Apoiou as mão machucadas, empurrando com a força restante, subindo na 'janela'. Sentia-se como um garoto adolescente fugindo de casa.

A sensação revigorante de sobrevivência e por conseguir sair dali, o fazia fazer as coisas muito mais rápido. Como aqueles momentos na infância quando você acha que há algum monstro no corredor e passa por ele muito mais rápido do que o normal.

Caiu no chão de fora, mas não se importou com os joelhos recém ralados (muito menos com os cortes que sangravam nas mãos). Apenas sorriu mais uma vez e olhou ao redor, quase emocionado ao ver a luz do dia novamente.

Ele estava num galpão abandonado, a caixa era um cômodo sozinho no meio do local, o que fez Jimin concluir que haviam apenas construído uma simulação de prisão dentro de uma outra simulação qualquer. Pelas janelas altas e sujas, ele pode ver melhor os raios de sol entrarem. Virou a cabeça para trás, totalmente confuso e talvez, surpreso. Sua prisão estava no meio de uma simulação normal o tempo todo, dentro de um galpão.

Mas não podia estar tão fácil, e Jimin sabia disso, alguém deveria estar vigiando a caixa, seguranças, no mínimo. 

Ele tentou não fazer barulho, porque causo houvesse alguém lhe vigiando, o ouviria rapidamente. O Park juntou as mãos doloridas no peito e se aproximou mais da parede externa da prisão, a fim de ninguém lhe ver e em seguida analisou ao redor. 

Haviam quatro, todos vestidos com um casaco azul escuro e uma arma visível na cintura, Jimin teria que ser esperto para escapar dali. Mas eles já se aproximavam dele, com toda certeza haviam ouvido o rapaz quebrar o vidro da tela. Desesperado, seus olhos procuravam cuidadosamente qualquer deixa para que suas pernas corressem o mais rápido que conseguiam dali.

Como um animal amarrado, tudo o que ele queria era liberdade.

A adrenalina voltou a fazer seu coração bater mais rápido ainda, e novamente, as dores em seu corpo foram ignoradas e tudo que ele queria era sair dali e não voltar para aquela prisão. Porém, a maneira autoritária com que os guardas se aproximavam fazia desencadear no rapaz um certo instinto de sobrevivência e medo.

Tudo o que ele fez foi se virar e correr.

As pernas ainda desacostumadas com um espaço grande tropeçaram, mas nada que fizesse o corpo do rapaz cair, o mesmo macacão bege ainda estava em seu corpo, mas agora totalmente rasgado nos joelhos. Jimin, enquanto corria, tentava guardar o fôlego caso precisasse correr muito mais, não sabia aonde estava, poderia estar num galpão numa ilha e nem mesmo saber.

Alcançou a porta do local, enferrujada, e pouco aberta. Foi quando sentiu algo estalar na porta (e teve a sensação de que erraram, e deveria acertar nele), e somente quando Jimin fixou seu olhar no pequeno buraco arredondado formado na porta que notou que aquilo se tratava de uma arma.

E mais tiros vieram, Jimin colocou toda a sua força na porta, arrastando-a um pouco mais do que já estava aberta, era pesada, mas assim que uma fresta grande o suficiente abriu, o rapaz passou expremido pela mesma, por sorte, nenhum dos tiros havia acertado nele.

Tudo acontecia tão rapidamente que, parecia não notar direito os detalhes ao redor, aonde estava? Era um pouco familiar, mas nada que pudesse reconhecer a tempo pelo desespero acumulado. Era uma cidade, mas não conseguia raciocinar qual. As pessoas que andavam pela rua eram corenas, e isso talvez fosse um bom sinal (porém, todas as pessoas eram simulações e estavam programadas apenas para serem figurantes e nada mais). O trânsito era cheio.

Como fugir em meio à uma selva de prédios?

Jimin se pôs a correr novamente, mesmo que não soubesse aonde ia, preferiu confiar nos seus instintos de sobrevivência. Seguiu por um lado da rua, mais barulhos de tiros vieram, assustando os cidadãos, fazendo com que alguns gritos assustados preenchessem a rua. O Park deu uma rápida olhadela para trás enquanto corria desesperadamente, os quatro guardas se mantinham fixos em persegui-lo, não importa aonde fosse.

Park Jimin precisava ser mais rápido que eles;

Ele precisava de um carro.

Quando alcançou a esquina, virou sua cabeça para os lados, analisando algum carro vago, não gostava de pensar que iria roubar um deles (pegar emprestado para sempre seria mais agradável em sua mente), mas afinal, aquilo era realmente uma questão de vida ou morte, mesmo que estivesse numa maldita alucinação.

Nem mesmo uma moto vaga havia por ali, todos ocupados, Deus! Por que Jimin tinha que ser tão azarado?

Mas do outro lado da rua, havia um carro amarelo, estacionado, a placa de "Táxi" estava presa em cima do automóvel e Jimin pode ver que nele não havia nenhum passageiro, apenas o motorista.

Arriscou sua vida quando atravessou desesperadamente a rua movimentada, algumas buzinas foram direcionadas à sua estupidez, outros carros pararam, bruptamente quando viram um rapaz atravessar como um louco.

Jimin sem nem mesmo pensar direito, adentrou o táxi, no banco do passageiro (o que não era o comum, porém os tiros pareciam ser muito menos). 

- Anda! Anda! Liga esse carro!

Batia no ombro do motorista, que por mais uma vez, pela obra do azar, carregava em cheeseburguer nas mãos e ouvia alguma música com seus fones de ouvido (e talvez por isso, não havia ouvido os tiros, que continuavam a perseguir Jimin).

- Meu Deus! - O motorista tirou seus fones e suspirou, indignado - Olhe, estou no meu horário de intervalo, pode sair do carro, não vou levar ninguém a lugar nenhum!

Jimin arregalou seus olhos, como aquilo podia estar acontecendo? Encarou com desespero no olhar o rapaz que ainda comia seu cheeseburguer. Ele era mais alto e tinha os cabelos castanhos, seus olhos escuros estavam concentrados em devorar aquele lanche.

Mas um tiro acertou o capô do carro e o motorista se engasgou com a mordida que havia dado segundos antes.

- Mas que merda é essa?! - Olhou para trás, vendo que os guardas se aproximavam correndo com suas armas apontadas para o táxi, os tiros continuavam.

- Eu disse para você andar! - Jiin gritou de volta, impaciente - Liga esse carro senão a gente MORRE!

Dessa vez, o rapaz que dirigia confirmou enquanto tentava ligar o carro, e assim que colocou a chave, um dos guardas botou seu rosto do lado da janela do motorista, revelando sua expressão séria com o cano da arma apontada para os dois. O rapaz apenas encarou com raiva o guarda e jogou o cheeseburguer recheado de ketchup no rosto do homem, quase no mesmo momento que pisou no acelerador.

O corpo de Jimin foi automaticamente para trás antes mesmo de ele pensar em rir da situação do segurança, o táxi corria realmente muito rápido, talvez, rápido demais. Mas não poderia reclamar, ainda mais que para não desistir, os seguranças ainda ousavam quebrar o vidro de trás com mais alguns tiros perigosos.

Jimin por precação, colocou o cinto de segurança e engoliu em seco. O rapaz que dirigia o táxi não tirava seus olhos da rua um só momento e o Park pode notar o mesmo desespero pela vida que sentia nos olhos dele.

Passou a mãos pela testa enquanto olhava pelo retrovisor, o corpo ameaçador dos quatro ficava para trás mas ele sabia que não desistiriam tão fácil assim.

Por outro lado, o motorista do táxi também não.

---



Notas Finais


Gente eu to muito ansiosa com essa fanfic alguém me ajuda
Alguem sabe quem e motorista? Hudhdidjdjr

Tomara que tenham gostado
Até o proximo
2bj


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