História Liga da Justiça - Capítulo 1


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Categorias Liga da Justiça
Tags Heróis, Liga Da Justiça, Lutas
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Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, essa história é baseada no filme Liga da Justiça só que com um outro contexto, uma nova história, uma continuação em si do filme mas com um enredo diferente. Espero que gostem.

* O capítulo foi pequeno porque é um prólogo e também não quis deixar muitas coisas evidentes do próximo capítulo.

* Se tiver algum erro ortográfico, já de antemão peço desculpas.

Boa leitura a todos vocês.

Capítulo 1 - Prólogo


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Num mundo onde existem super heróis tudo é imbatível. Era isso que todos os repórteres, policias, políticos e cidadãos pensavam, mas chegou um dia em que o fácil se tornou difícil e o que podia ser leve para os heróis se tornou complicado. Nada mais havia poder suficiente para dominar o que todos chamavam de Decapitanios, a praga.

Mas havia uma exceção, uma exceção que somente um dos milhares vilões conhecia para acabar com essa praga. Mas até achar o vilão, a missão seria terminada com o fim do mundo e tudo seria por água abaixo. A população já estava desesperada, e desde então quando soube que a solução era impossivel todos recuaram e desistiram da ideia de que a Liga da Justiça conseguiria resolver aquilo.

No entanto, não era porque todos achavam que seria impossivel que os supers heróis não estavam tentando. E quando menos achavam que conseguiriam, mais resultados apareciam, e isso era algo oculto ao mundo.

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A polícia cercou o pequeno celeiro, desligando as viaturas. As denuncias se firmavam naquele lugar, e o que tudo indicava, era mais um ataque da praga. Eles sabiam disso, já havia várias ocorrências de vultos estranhos passando por aquele lugar e era a última denuncia que eles teriam, eles estavam prontos para acabar com aquilo. Ou pelo menos iam tentar.

Quando o senhor Horald mais conhecido como o inspetor da polícia civil desceu do automóvel ele já tinha em mente que aquilo não acabaria bem, mas o que ele poderia fazer a não ser o seu papel? Ou era ir cumprir mesmo sabendo que não resultaria em nada, ou era ser demitido e deixar de sustentar sua família. Todos pensavam da mesma forma e tinham o mesmo problema.

Seu parceiro John também saiu do veículo, caminhando até a enorme porta do celeiro. Mais uma inspeção por aquele lugar, seria a última vez. A última vez torcendo para que não aparecesse nada, até porque, como eles agiriam? Como iriam contatar os heróis tão rápido? Armas não era uma das coisas que acabaria com em si a praga, nenhum tiro era bastante para matar aquilo. Nada matava aquilo.

- Mais uma vez em mais um dia. – John falou, enquanto os restos dos policiais e investigadores pegavam seus equipamentos. – Acha que dessa vez iremos encontrar vestigios da praga, ou algo assim?

- Não. – Horald disse entrando no celeiro. – O máximo que achariamos seria aquela gosma no chão ou algumas pegadas. – John não discordou de seu parceiro, ele tinha razão, era o de sempre que eles encontravam, e aquilo era péssimo. Já havia mil cópias da gosma, identificações das pegadas, não havia para que aquilo novamente.

Os oficiais e os demais entraram no celeiro miúdo. Poderia soar aconchegante ou confortante, mas ninguém sabia a verdade que se passava ali. Haviam boatos de vultos, as próprias pragas rastejando por ali e insetos, até mesmo cabras mortas. Era macabro.

- Oficiais Adam, Troy e Zaqueo investiguem o piso e tente achar qualquer passagem. O resto dos oficiais se dividam para nos cobrir aqui dentro e por fora, procurem em lugares improvavéis e mantenham-se de olhos abertos. O dia irá ser longo.

Nicolas era o mais novo da equipe e também o novato, se todos pensassem que por esse motivo o faria inferior todos estariam errados. Era o mais sábio e havia sido contratado por o delegado, o currículo do rapaz era impecavel e tinha diversas habilidades. Poderia ser facilmente conhecido como um herói sem poderes. Como um nato homem esperto ele sabia que deveria procurar em lugares improvaveis, e foi isso que ele fez, até ver um vulto.

- O que foi isso?! – Ele exclamou até todos se virarem para ele. Aquele vulto com certeza não era uma pessoa, aquilo iria incrementar a investigação. – Vocês não viram?!

O vulto voltou e os políciais o viram. As últimas palavras foram de Horald, e ele não poderia parar de repetir:

- Chamando todos os carros, repito, chamando todos os carros. Estamos no celeiro na rua Augusto, nós acabamos de presenciar...

E ouviu-se um grito pelo o rádio.


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim.

* Se quiserem podem me dar dicas, opiniões e também dizer o que acharam do capítulo nos comentários.

* Os personagens são aleatórios, sem nenhuma inspiração e não são baseados em ninguém.

Até o próximo capítulo!


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