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História Liga das Mães Superpoderosas - Interativa - Futanari - Capítulo 3


Escrita por: RaianaFuta

Notas do Autor


Tem muita coisa para eu falar aqui, espero não esquecer nada, primeiro, eu não coloquei a Mei e os filhos dela por já terem aparecido, segundo, para quem ainda não mandou ficha, eu vou manter as vagas até o próximo capítulo, então vocês tem uma ou duas semanas restantes mais ou menos para mandar, terceiro, eu estarei sendo bem mais exigente com as fichas seguintes, já que é difícil trabalhar com mais de 25 personagens não contando futuros NPCs, bom, acho que é isso, boa leitura.

Capítulo 3 - Conhecendo as famílias


 Emily era filha de Abigail, igualzinha a mãe, cabelos loiros longos, seios medianos, até que grandes para sua idade, quadris bem definidos e ela se diferenciava por ter duas tranças dos lados das orelhas com nenhum volume suspeito entre as pernas.

 — Cheguei! — Disse Abigail fechando a porta de sua casa e entrando na sala.

 Emily estava sentada no sofá jogando no seu Nintendo Switch quando ouviu a mãe e disse sem tirar os olhos da televisão:

 — Oi, mãe, como foi no trabalho?

 — Ah, foi bem. — Respondeu Abigail se aproximando por trás da filha. — E você, quando ia me contar que tinha tirado a carteira de motorista e começado a dirigir?

 — Dirigir? Mas eu nem tenho um carro. — Questionou Emily vidrada no jogo.

 — Não, mas e esses faróis aqui? — Perguntou Abigail apalpando os seios da filha pelas costas.

 — Ah, mãe! — Gemeu Emily com os toques macios da mãe, depois reclamou ao soltar o videogame no sofá para proteger seu busto. — Não faz isso, mãe!

 — Ah, querida, eu não posso, depois de chegar cansada do trabalho, apertar as terrinhas da minha filha? — Questionou Abigail.

 — Não, é estranho... — Falou Emily corada de vergonha protegendo seus seios.

 — Ah, não é estranho, quando você era menor fazia isso com os meus e até chupava eles. — Disse Abigail se sentando do lado da filha no sofá.

 — Mas eu era um bebê! — Retrucou Emily envergonhada.

 — Ah, você sempre será o meu bebê! — Disse Abigail carinhosamente abraçando a filha pelos ombros. — Me diz aquela coisa que você me dizia quando era menor?

 — Eu dizia várias coisas quando criança. — Reclamou Emily.

 — Aquilo que você dizia de quando crescer querer casar comigo. — Especificou Abigail se aconchegando no ombro da filha.

 — Tá... “Quando eu crescer eu vou casar com a mamãe e ter um monte de filhos”. — Disse Emily para deleite de Abigail.

 — Eba, eu vou casar com a minha filha! — Disse Abigail levantando a cabeça do ombro da filha. — Agora me dá um beijinho.

 Abigail queria que fosse na boca, mas Emily só beijou a bochecha dela, o que já foi suficiente para a mãe ser agradada.

 — Que beijo gostoso! Fez o meu dia! — Disse Abigail se levantando e deixando Emily voltar a jogar, sem mostrar o grande volume de sua ereção por baixo das roupas.

 Casa da Mercedes, descendo as escadas vinha Paola, loira de cabelo comprido também com aparência latina, como a mãe. Ela segurava um pequeno haltere em uma mão e na outra um caderno do tamanho de uma agenda, enquanto levantava o peso com um braço, a garota ria lendo.

 — Do que é que você está rindo? — Perguntou Madalena, a irmã de Paola, assustando a garota com a agenda, que tentou esconder nas costas.

 Madalena era igualzinha à irmã, só que de cabelo curto, ela usava roupas bastante provocantes: um biquíni um tanto quanto apertado e um shortinho que mal cobria as pernas de tão pequeno, no momento, segurava um balde de água e um esfregão.

queno — Nada, nadinha, foi uma piada que eu pensei. — Disfarçou Paola com um sorriso de nervosismo.

 — Tá, poderia voltar lá pra cima enquanto eu lavo aqui? — Pediu Madalena.

 — De novo? — Questionou Paola. — Não faz nem meia semana que você limpou a casa.

 — É que eu não quero que a mamãe chegue cansada, veja o chão sujo e tenha que limpar com a gente não fazendo nada. — Explicou Madalena.

 — Sei. — Disse Paola com um olhar malicioso para a irmã. — Mas saiba que isso não vai fazer a mamãe chupar o seu pau.

 — É o quê? — Perguntou Madalena envergonhada e nervosa.

 — É que estava escrito aqui. — Disse Paola mostrando o caderninho.

 — Meu diário! Como você achou, enxerida! — Gritou Madalena correndo para perto da irmã.

 — Olha só, eu gostei dessa parte: “Querido diário, ontem a mamãe me viu tomando sol perto da piscina, quando eu percebi, ela estava com um volumão que chegava na barriga, talvez se eu andar de biquíni pela casa, eu consiga seduzir ela”. — Dizia Paola rindo. — Então é por isso que você se veste como piranha? Por que não simplesmente fala para ela: “mamãe, eu acho você muito sexy, vamos trepar”?

 — Deixa de ser ridícula, garota! — Disse Madalena tomando o diário das mãos da irmã. — Ela é minha mãe, ela me acharia uma doente se eu fosse direta assim.

 Naquele instante, Mercedes abriu a porta e entrou em casa.

 — “Hola”, como estão minhas “chiquitas”? — Disse a mãe com os braços abertos para abraçar as filhas.

 Paola olhou Madalena maliciosamente e correu para abraçar Mercedes.

 — Mamãe! Eu posso dormir com você hoje? — Pediu Paola para surpresa das outras duas.

 — Nossa, tão de repente, por quê? — Perguntou Mercedes sorrindo.

 — É que hoje eu senti saudades de quando eu dormia com você. — Explicou Paola. — Posso?

 — É claro que pode. — Confirmou Mercedes carinhosamente deixando Madalena boquiaberta.

 Já em casa, Linda lavava a louça, atrás dela estava Emma, sua filha, igualzinha a mãe, com exceção do cabelo que era mais liso, desenhava em seu caderno sentada à mesa, ela permaneceu quietinha na cadeira até que Klaus, o irmão gêmeo, apareceu lentamente por trás dela e deu um grito alto para assustá-la.

 — Ah! — Gritou Emma assustada. — Mãe, olha o Klaus de novo!

 — Klaus, o que eu disse de você ficar assustando a sua irmã? — Gritou Linda para o garoto.

 — Ah, mãe, é só brincadeira, é engraçado ver ela pulando de susto. — Se justificou Klaus dando de ombros para a bronca da mãe.

 — A-a-a... Atchim! — Gritou Emma espirrando na cara do irmão.

 — Ah, mãe, olha aqui! Ela espirrou na minha cara! Meu cabelo tá cheio de catarro! — Reclamou Klaus enojado.

 — Bem feito, para não mexer mais com sua irmã, agora vai lavar seu rosto que daqui a pouco eu faço o jantar. — Disse Linda.

 Assim que Klaus foi em direção ao banheiro, Emma parou de desenhar, ficou vigiando o irmão até não dar mais para vê-lo, então se virou para a mãe e pediu:

 — Mãe, será que você poderia fazer “aquilo” comigo de novo, esta noite?

 — Ah, filha, já era para você fazer isso sozinha. — Disse Linda parando de lavar um prato.

 — Por favor. — Suplicou Emma.

 — Tá, tudo bem... — Suspirou Linda com pesar após aceitar a proposta.

 Na casa dos Smith, Heather terminava de almoçar e se levantou para levar o prato à pia, foi quando seu filho, Ravi, um garoto loiro de cabelos espetados, percebeu o volume da mãe através do shorts, ele ficou envergonhado e assustado por ver aquela monstruosidade, então perguntou:

 — É... Mãe, o povo do hospital onde a senhora não estranha... a sua virilha?

 — Hum, como assim? — Perguntou Heather voltando a se sentar.

 — Ele perguntou se não estranham a sua rola grande. — Explicou Dália, a outra filha.

 Dália não era tão volumosa como sua mãe, apenas os quadris e o tamanho do pênis sob os shorts que lembravam a Heather, a filha também tinha cabelos loiros, mas tingia para ficarem da cor rosa.

 — Mocinha, não use essas palavras feias dentro de casa! — Reclamou Heather antes de responder a pergunta do filho. — Bem, não, não estranham, eles compreendem a minha condição de hermafrodita e não costumam reclamar.

 — Mesmo que você trabalhe na área pediátrica tendo que ficar perto de várias famílias e crianças? — Perguntou Ravi deixando a mãe encabulada.

 Heather não era pediatra de verdade desde que o incidente aconteceu com as mães, então aquela pergunta atingia profundamente os segredos da mulher, a deixando sem fala.

 — Nossa, imagina só as criancinhas olhando para ela e perguntando: “papai, por que aquela mulher está com um salsichão na calça?” — Morria de rir Dália imaginando a situação.

 Heather se levantou e deu um cascudo na testa da filha, em seguida, repreendeu-a:

 — Não deboche de mim, menina, que eu sou sua mãe! E não fala do meu pinto que o seu não é tão pequeno assim não, cavala!

 — Ai, isso doeu! Não bate em mim que eu não sou criança! — Gritou Dália com a mão na testa.

 — Mas continua agindo como criança! — Retrucou a mãe.

 Ravi revirou os olhos enquanto as duas mulheres brigavam em sua frente, então voltou a comer seu jantar, pois ele não era louco de ficar entre aquelas bestas indomáveis com dezenas de centímetros na virilha.

 Por fim, na casa dos Nakano, mãe e filha estavam jantando, Yui, a garota com cabelos castanhos e corpo bem mais modesto em comparação com a dona da casa, olhava para Itsuki, mas especificamente para o busto dela, que parecia um tanto quanto maior que das outras vezes, a mulher percebeu e questionou de boca cheia:

 — É... filha, porque você está com esse olhar tão para baixo?

 — Ah, nada é só que... — Dizia Yui tentando criar coragem para falar. — É que os seus peitos parecem maiores, já os meus nunca crescem.

 — Eu esqueci de diminuir o tamanho deles! — Pensou a mãe se assustando com a percepção da filha.

 Itsuki continuou comendo para disfarçar, ou simplesmente por gula mesmo, então, percebendo a insegurança da filha quanto ao próprio corpo, ela respondeu complacentemente:

 — Ah, filha, você não precisa se importar com isso agora, você ainda tem muito para se desenvolver, e você não precisa de um corpão para que os outros gostem de ti, eu te acho muito bonita do jeito que é.

 — Obrigada, mãe. — Falou a garota ainda assim não tirando os olhos dos seios da mãe.

 Assim que terminou de comer, Yui foi para seu quarto, certificando-se de que a mãe não estava perto, a garota encostou a porta, retirou suas roupas, ficando só de calcinha, que, por baixo dela, se formava um volume também modesto.

 — Até nisso ela é maior que eu. — Pensou Yui retirando seu pênis de baixo da calcinha e começando a agarrá-lo com a mão e esfregá-lo. — Os peitões da mamãe parecem tão apetitosos, que vontade de abocanhá-los!

 Yui ficou se masturbando pensando na própria mãe, mas o que ela não percebeu é que, através de uma fresta na porta, Itsuki via tudo encabulada, e mais, também se formava um volume, bem maior dessa vez, sob as roupas da heroína.



Notas Finais


Então, o que acharam? Comentem o que quiser, de preferência críticas construtivas ou sobre partes do capítulo, isso me deixa bastante feliz e lisonjeada, até o próximo capítulo então.


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