História Ligados Pelo Amor - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Romance/ Escola / Opostos
Visualizações 5
Palavras 770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Confusões


Meu corpo estava fora de sintonia e toda aquela confusão estava me deixando ainda mais estressada. 

- Não vou sentar ao lado desse idiota, eu já disse! - falei o mais claro que consegui. 

-Você não é mais criança Valentina. - alertou o professor com cara de poucos amigos, mas eu não estava ligando no momento, a sensação que eu tinha era que estrangular alguém nesse momento seria muito interessante.

- Valentina é melhor você se acalmar. - comentou a garota ao meu lado. 

- Olha eu só estou expondo o que eu estou sentindo e eu sinto nesse momento que eu não quero sentar ao lado desse babaca durante todo o ano letivo.  Ponto. - cruzei meus braços.

- Olha garota... - o professor começou a dizer mas foi interrompido por Enzo.

- Tanto faz, nos desculpe por atrapalhar sua aula. Vamos conversar sobre isso depois, no entanto quero pedir desculpas para essa aí, agora. - Enzo começou a dizer estranhamente o que me deixou muito intrigada,  ele não é o tipo que pede desculpas do nada e nisso nós combinamos. 

- Essa garota não. - repreendi.

- Que seja. - sua mão quente me puxou pelo braço enquanto em sua outra mão estava minha mochila. 

Quando  chegamos no corredor do banheiro ele me olhou irritadamente e jogou a mochila em mim. 

- Está me expulsando da sala agora senhor nervosismo? - perguntei batendo um dos meus pés no chão. 

- Queria, mas não.  Olha a sua calça atrás. -  sorriu.

 Me virei desajeitada, mas não é como se eu fosse uma coruja. Então ele puxou meu celular do meu bolso e o mesmo não tinha senha ( algo que precisa mudar ) e logo acessou algum aplicativo. 

- Vira de costas. - pediu me virando, mas logo me recusei segurando sua mão que tocava meu ombro .

- O que você está fazendo...

- Só cala a boca e vira de costas. -  irritou-se.

Um barulho de câmera foi acionado e senti minha cara esquentar.

- Não fique envergonhada. Não é  como se eu me interessasse por sua bunda. 

- Agradeço. - Falei pegando meu celular e vendo a foto. 

Minha calça estava completamente suja atrás com uns círculos ao lado das laterais da calcinha. 

 - Droga! - passei a mão pela cara vermelha se vergonha. 

- Não vai me agradecer?  - perguntou sorridente.

- Não. Você não fez mais que sua obrigação como ser humano.

O sinal tocou e todos saíram como animais fora da gaiola.

- Oi Enzo, tudo bom? - Caique apareceu.- Caramba Valentina sua calça está toda...

- Fala mais alguma coisa e faço com que todos saibam da verdade na cabana na festa passada. - Enzo repreendeu irritado. 

- Nossa, eu só ia.. 

- Ia nada, você não tem que se meter onde não é chamado. - alertou soltando o braço do garoto. 

- Nem você. - respondi o deixando sozinho com Caique. 

...

...

O primeiro dia de aula foi um inferno e para completar cheguei em casa mais cedo o que fez com que meus pais super protetores quisessem um relatório completo do porquê. 

Mas isso não foi tudo logo eles quiseram me levar ao médico para terem a certeza se tudo estava bem.

- Já disse que isso é normal. - comentei enquanto comia meu pão com manteiga e tomava nescau.

- Mas se continuar avise sua mãe. - alertou meu pai preocupado. 

Eu amo esse homem.

- Tudo bem... - murmurei. 

- Tina, querida..

- O que foi mãe?  - disse com a boca cheia. 

- Engula a comida e depois fale. - meu pai chamou minha atenção. 

- Hoje termos uma reunião com meu sócio. - meu pai se pôs a falar. 

Minha cara fechou e eu vou dizer o porquê. 

"Tudo começou quando eu tinha sete anos, meus pais são administradores e tinha se conhecido na faculdade e depois se casaram logo me tendo e quando eu completei a idade que eu já citei ( 7 anos ) eles fundaram um empresa com um outro casal que tinha um filho da minha mesma idade.  Esse casal são como meus tios hoje, já que são dez anos de convivência,  mas esse garoto é o meu karma. Nunca nos damos bem, bom , que eu me lembre.  E esse garoto se chama Enzo."


- Não há outra saída. - murmurei. 

Minha mãe sorriu e tentou não se abalar por essa guerra ainda existir. 

...

...

Sou filha única,  mas meus pais sempre me ensinaram o valor das coisas o que explica de certa forma o porquê de eu ser tão apegada com certas coisas. 

E por isso sou tão apegada ao Bryan,  meu quase namorado, que também estaria presente hoje. 









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