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História Like a Demon and an Angel - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente, bem, se alguém está lendo isso, bem vindo a minha primeira fanfic! >w<"

Nunca escrevi uma, então talvez não fique muito boa...

Todos os personagens envolvidos são de minha autoria.

Capítulo 1 - Capitúlo 1


Fanfic / Fanfiction Like a Demon and an Angel - Capítulo 1 - Capitúlo 1

 

[ Félix On ]

...

Chego no portão da escola e vejo uma bagunça de pessoas lá. Me espremo entre elas e descubro pelo cartaz colado ali o que estava acontecendo. Em Greve de Professores.  

- Tch, Brasil – penso 

Giro os calcanhares e faço o caminho de volta para casa. 

 

 ∞ 

Abro a porta e jogo a mochila em cima da mesa. 

- Ué, você não tinha ido para a escola?  - Perguntou meu coroa, jogado no sofá como sempre 

- Tinha, mas cheguei lá e eles estavam de greve. 

- Hm 

Vou até a pia e encho um copo d’agua e vou para o quarto. Chegando lá encontro Lucca com muitas folhas, cadernos, canetas e livros amontoados em sua cama. 

- Estudando muito? - Pergunto com um sorrisinho 

- É, e você? Deixe- me adivinhar, matando aula?  

- Bem que queria mas não - rio – Greve  

Tiro meu blusão (o que é difícil por causa das minhas asas) e fico só com a camiseta de baixo. Tomei um gole da água e coloco o copo na bancada. 

Subo no meu beliche e deito com os braços atrás da cabeça. Olho por um momento para o Lucca e depois olho para cima. Tiro a mão de baixo da minha cabeça e levanto até alcançar a foto no teto que eu havia grudado ali quando mais novo, junto com milhares de estrelinhas fluorescentes. Arranco-a e encaro por um momento. Então pergunto para Lucca: 

-Você acha que ele está melhor? Tipo, depois daquilo. 

Sinto ele levantando a cabeça para me observar. 

- ... Bem, ele já esteve pior. - respondeu Lucca. 

Concordei com a cabeça e colei a foto novamente no teto. 

∞ 

 

... Era uma manhã muito agradável, ensolarada, feliz.  

Eu estava sentado à mesa junto com meus pais, tomando café da manhã. Eu estava muito feliz, sem nenhum motivo especial, mas só por estarmos juntos. Éramos felizes, mesmo com as dificuldades.  

Nossa casa não era nem grande nem pequena, era em um bairro calmo e com vizinhos que (pelo menos o que eu me lembrava) eram gentis. 

Conversávamos e riamos, até meu pai ouvir um barulho vindo da parte de trás da casa e ficamos em silencio. Meu pai se levantou e então 3 caras encapuzados surgem armados. 

Minha mãe se assusta e meu pai se adianta e se posiciona entre mim e minha mãe.   

- Passa tudo – disse um deles, olhando para minha mãe, e a pontando a arma para meu pai 

Ela se levanta e um dos homens dá um sinal para outro acompanhar minha mãe, então ambos vão para o quarto pegar sei lá o que. 

Ouvimos um baque muito forte, então minha mãe reaparece “armada” com um cabo de vassoura. 

- Vão! - gritou ela  

Meu pai me pega no colo e corre para sair de casa. Um dos outros 2 homens que haviam ficado de pé deu um tiro em nossa direção, mas meu pai se desviou. 

Ao chegar lá fora, ouvimos troca de tiros, o que deu entender que ela havia pegado a arma de um dos homens. 

Eu não estava entendendo muita coisa, até pouco tempo estávamos lá dentro comendo e rindo e agora ouço barulhos altos e eu e papai estamos do lado de fora da casa. 

Meu pai tira o celular do bolso e chama a polícia. 

Nesse momento eu escuto algo semelhante com alguém ligando um fogão a gás. Tic, tic, tic, tic... então uma explosão ocorre. Eu grito, meu pai chama por minha mãe e a casa começa a cheirar a fumaça, surgindo labaredas. 

Minha mãe surge no hall da casa sem nenhum dano, somente com as roupas chamuscadas. Ela vem em nossa direção e todos nos abraçamos. Nos separamos e meu pai começa a brigar com minha mãe sobre como era arriscado usar as faíscas dentro de casa e que ela poderia ter se machucado, e que a polícia ia chegar em breve. 

Mas, de repente, uma rajada de tiros. Minha mãe cai de joelhos diante de nós, descobrindo a visão para um dos homens no arco da porta, em estado deplorável por causa do fogo, segurando uma metralhadora. 

A única coisa que eu consegui fazer era encarar minha mãe sobre meus pés. Já meu pai, se desesperou. O homem que havia atirado em minha mãe faz menção de atirar e o faz, porém, seu corpo já não aguentava o próprio peso, que dirá o da arma. Errou o tiro, então, mais uma explosão. Desta vez ele acertou o botijão de gás na cozinha. 

Então meu pai se abaixou e chamava por minha mãe, que respondeu com um gemido. Ele levantou o tronco dela, e então ela olhou para ele com um olhar já perdido. Em sua mão havia uma pequena caixa que ela reuniu suas forças e empurrou contra ele 

- Cuide de nosso filho – disse ela, então, ficou fria. 

Papai começou a soluçar, e eu o acompanho em choro desesperado. Então ele encara a caixinha que ele recebeu da mamãe. Abre, e desaba. 

De repente, a polícia chega e tudo começa a ficar confuso em minha mente. Não podemos mais morar em nossa casa? Para onde estamos indo? E porque mamãe não está respondendo aos meus gritos? 

Mamãe... você se orgulharia de quem eu sou hoje? 

 

Acordo ofegante, nem havia percebido que acabei adormecendo. Olho para baixo, o quarto estava escuro e Lucca havia saído. Meu pai possivelmente estava na sala ou tinha ido com o Lucca ao bar onde ele se apresenta. 

- Ridículo, já faz 12 anos. - E continuo tendo sonhos sobre isso. 

Levanto, desço do beliche e pego uma jaqueta do cabideiro atrás da porta.  Saio do quarto, atravesso a casa e abro a porta da frente. Abro as asas. A noite ainda estava apenas começando. 

 


Notas Finais


Personagens com histórias tristes>>>>>>>>

Desculpem pelo capítulo curto, dei o meu máximo mas não sou tão bom escrevendo....


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