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História Like a Demon and an Angel - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente, obrigado por estarem lendo essa minha fanfic. É sem dúvida muito importante pra mim <3

Os capítulos provavelmente não vão ser muito frequentes por conta de outros projetos pessoais e que criatividade alguns (como eu) não tem tanta assim kkkk

Bem, mas fiquem com o 2º Capítulo

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Like a Demon and an Angel - Capítulo 2 - Capítulo 2

[ Peter On ] 

 

... 

 

Acordo com o a luz do sol que entrava entre as brechas das cortinas da janela.  

Me espreguiço na cama e percebo que eu estava descoberto. Então me sento na cama e me sinto meio zonzo. Olho para a escrivaninha e vejo lá um grande calendário. 

- Hm, já é sexta-feira de novo – resmungo. 

Levanto e vou ao banheiro. 

 

∞ 

 

Saio do banheiro já vestido e ouço batidas na porta. 

- Oi? Filho? Já está acordado? - minha mãe pergunta e abre a porta. 

- Bom dia mãe - digo e vou dar um beijinho na bochecha dela 

- Bom dia. 

Olho para ela e ela parece meio... preocupada. 

- Hm, aconteceu alguma coisa? - pergunto 

- ...Não, nada. O café já está na mesa. 

Pelo jeito que ela demorou para responder já pré-estabeleci que havia acontecido sim alguma coisa. Fui até a cozinha e enchi uma xícara com café. Ando até a janela e observo a paisagem. 

Morar em cidade do interior tem suas vantagens não? - penso enquanto dou um leve sorriso.  

Saio de perto da janela e me sento a mesa. Minha mãe chega na cozinha e senta-se junto a mim. Pego uma fatia de pão e um pote de geleia. 

- Então - dou uma pausa para abrir o pote - Não está trabalhando hoje? 

Olho para ela. Parecia meio distante, distraída. 

- Mãe, está bem? 

- Preciso conversar com você filho. 

Pronto. Só não desmaiei e caí duro no chão porque eu estava sentado. Senti minha mão suar. 

O que? Notas? Algo que fiz errado? Não, minhas notas são muito boas sempre e quase nunca me meto em confusão... 

- Nós vamos nos mudar. - minha mãe finalmente diz 

Suspiro de alívio e quase no mesmo momento quis engolir aquele suspiro. Como assim nos mudar??? 

Acho que ela viu minha cara de espanto, pois sorriu e continuou: 

- Seu pai foi promovido na polícia. Agora ele ia ter que ficar mais tempo fora por causa da distância. E conversando com ele optamos por nos mudar. 

- Hã, top – Eu ainda estava diluindo as informações, mas como assim “Top”? Eu nunca falo top! 

- Entendo que pode ser um choque para você, pois moramos aqui desde de sempre, mas quem sabe não vai ser algo bom para você? - ela para e envolve suas mãos nas minhas, dando um sorriso – E além disso, Tinkle e sua família irão também. Ana achou que ir para a civilização seria bom para os negócios dela. 

Não sei se fiquei aliviado ou não com essa última parte. Tinkle sempre foi minha amiga desde infância, mas agora ela esteve... diferente demais. 

- Tudo bem então - olho para ela e forço um sorriso. 

Tiro minhas mãos de dentro das de minha mãe e continuo a comer, pensando o quanto minha vida poderia mudar agora. 

 

∞ 

 

Depois de comer e ajudar minha mãe na cozinha, ponho um calçado e saio de casa com minha bicicleta. 

Acho que andar com ela me faz aliviar sentimentos. Começo a descer pela rua de terra, passando pela frente da casa de nossos vizinhos, os pais de Tinkle. Penso ter ouvido ela ter gritado meu nome, mas ignorei. Simplesmente não quero me incomodar mais hoje.  

Vou pedalando pela estrada até chegar a uma pequena abertura em uma cerca de arame farpado. Passo a bicicleta pela abertura e subo nela novamente para andar pela trilha no meio da grama, que eu mesmo havia feito ali por ter feito tantas vezes aquele mesmo trajeto.  

A trilha levava até um pequeno lago em meio a uma mata pouco densa. Um lugar que pelo mais simples eu achava lindo. É aqui aonde venho para relaxar, extravasar emoções ou simplesmente vir. 

Deitei minha bicicleta no chão, caminhei até a margem do lado e me sentei. 

Sempre morei nessa cidade pequena. Mas pensando bem, não faria diferença alguma se nos mudássemos agora. Nunca tive muitos amigos, tive só aqueles com quem eu conversava na escola e tal... Sendo assim não tenho nada para me apegar aqui. Além desse lugar que eu já fiz a muito tempo de meu ponto seguro. 

Suspiro. 

Meu pai. Na verdade, morei somente com minha mãe a maior parte do tempo pois ele sempre esteve fora no trabalho. Isso fez com que ele fosse bem ausente na minha vida e fosse estranho ter ele em casa. Quando ele está em casa eu sinto ele me observando, como se perguntasse se era eu mesmo. 

Eu ainda me lembro da vez que contei para ele meu desejo de ser policial como ele. 

ha ha, sonhar faz bem filho. Mas só porque você joga esses... joguinhos não quer dizer nada” 

Peguei uma pedrinha no chão e joguei em direção ao lago. Joguei com tanta força do ódio que a pedrinha afundou como um meteoro. Abracei minhas pernas com meus braços. 

- Eu tenho capacidade pra isso pai. - Pelo menos é isso que eu digo pra mim todos os dias. 

E já que estou só relembrando coisas ruins... Uma vez na educação física, estávamos jogando vôlei. E estava extremamente quente para o Outono aquela época. 

Já estavam todos suando, cansados, mas ainda tínhamos muito tempo naquela matéria pela frente. Então um colega meu que estava no meu time resolveu tirar a camisa. 

Não sei o que aconteceu bem nesse momento, mas senti meu rosto queimar e alguns outros colegas começaram a olhar fixamente pra mim. Então alguns risos abafados. 

- Babando hein, Pete? - disse uma garota do time adversário. 

Nesse momento eu quis simplesmente morrer ali, cavar um buraco no chão da quadra e me enterrar, ir pra Nárnia... Qualquer coisa pra sair daquela situação.  

Meu rosto ficou ainda mais vermelho por conta do comentário de minha colega. Mas graças a Deus o professor deu uma pausa e fui correndo ao banheiro, da onde não saí mais aquele dia. Já tinha passado vergonha suficiente aquele dia 

Então o perfeitíssimo Peter não é tão perfeito assim... 

Tem razão. Não sou nem um pouco perfeito. 

Me deito na grama, e fico lá deitado, tentando pensar em nada até começar o entardecer. 

 

∞ 

 

Ao chegar em casa novamente, vou ao meu quarto para a arrumar minhas coisas para começar a mudança amanhã. Mas eu estava com muita preguiça então, resolvi jogar um pouco de Free Fire para relaxar. 

O que vocês já podem imaginar que não aconteceu. 

 

 

 

 


Notas Finais


Introduzindo nosso segundo protagonista : Peter!

Vocês gostariam que eu fizesse ao longo da fanfic capítulos adicionais só para descrição e apresentação de personagens?


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