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História Like a Devil - Imagine Jungkook. - Capítulo 4


Escrita por: Angel05

Capítulo 4 - Jungkook, Sr. Mentiroso.


Fanfic / Fanfiction Like a Devil - Imagine Jungkook. - Capítulo 4 - Jungkook, Sr. Mentiroso.


Assim que entro no quarto, abro o armário e tiro um vestido preto qualquer do cabide, desesperada. E me pergunto se, além de tudo, Yoongi está realmente morto ou foi um susto. E me pergunto se o coração preto e pouco sangrento, realmente representa alguma coisa. 

Toco o tecido moderno do vestido e meus dedos se arrastam até a bainha, exatamente como vi as outras garotas fazendo antes. Não consigo deixar de me perguntar o que eu fiz de tão errado para não me incluirem em suas preparações de roupas. Por que tenho que ser excluída, para começo de conversa.

Minha mão descansa na pequena prateleira de madeira abaixo das roupas penduradas, e uma textura nada familiar roça minha pele. É áspera e estranha, mas ao mesmo tempo macia. Dou mais um passo em direção ao armário e respiro fundo, tentando ignorar as batidas desorientadas de meu coração. 

Jungkook não se atrasa. Tampouco bate à porta.

Estou calçando coturnos novos quando ele aparece sem dizer nada, sem fazer sequer um esforço para deixar sua presença ser notada. Seus olhos deslizam por todo o meu corpo. Respiro fundo e passo minhas mãos pelos cabelos, desconfortável.

— Você matou seu melhor amigo — pego-me dizendo.

— Ele não é meu melhor amigo — Jeon rebate, inclinando a cabeça. — E não está morto. Caso esteja preocupada.


Fecho a boca em surpresa e torço para que minhas mãos não estejam tremendo. Não sei se Min Yoongi está bem. Não sei o quão ferido está. Não sei o que Jungkook pode fazer, quão longe irá na busca pelo o que quer, mas a possibilidade de meu único amigo ferido é como um soco em meu estômago. Não consigo nem pensar. Tenho a sensação de que Min é a única pessoa; demônio, que se importa verdadeiramente comigo. 

Toco um pequeno papel que escrevi para ele, disfarçadamente, em meu bolso.

— É hora de irmos — Jeon diz.


Respiro fundo.

— Para aonde?


Saímos do quarto. Eu olho em volta. O corredor está abandonado, vazio. Onde está Yoongi...

— Gostei desse vestido — Jungkook elogia enquanto, estranhamente, desliza o braço pela minha cintura. Afasto-me com um puxão, mas ele me arrasta para perto, me guiando para o andar debaixo. — A cor combinou perfeitamente com seus cabelos. Ajuda a destacar suas características.

— Tenho dó da sua mãe. Se você tiver uma, é claro.


Jungkook quase tropeça nos seus próprios pés. Seus olhos estão sombrios. Ele para bem no final da escadaria, e então respira fundo.

— O que você quer dizer com isso?


Meu estômago se embrulha.

A expressão em seu rosto: tensão declarada, terror vacilante, apreensão repentina em seus músculos.

Eu estava tentando fazer uma piadinha, isso é o que não conto para ele. Coitada da sua mãe, era o que eu disse, por ter colocado no mundo um filho tão patético e maldoso. Mas não digo nada disso. 

Jungkook segura minhas mãos, olha em meus olhos. A urgência aparece em seus olhos.

— O que você quer dizer com isso?

— Nada demais — gaguejo. Minha voz parece mais trêmula do que antes. — Eu... Só queria fazer uma brincadeira.


Jeon solta minhas mãos como se elas tivessem o queimando. Desvia o olhar negro. Avança na direção da porta e não me espera.

Eu me pergunto o que ele esconde.

Só depois que ando para fora da mansão, entrando no enorme jardim, Jungkook olha para mim. 

— Bem-vinda ao poder da bruxaria.


Jungkook segura a porta de entrada branca, uma porta que me leva diretamente ao jardim e estou tão perdida que mal consigo olhar o sol. Ele me puxa pelo braço de forma delicada mas apressada, e eu o encaro.

— Vamos para o jardim? — digo, porque sinto a necessidade de perguntar isso em voz alta. Porque ser convidada para ir ao jardim, o grande jardim da mansão, nunca fez parte da minha vida. Porque não consigo entender as intenções de Jeon Jungkook. Desvio o olhar do demônio para olhar as inúmeras flores e borboletas no ambiente. Encaro-o outra vez. — Por que me trouxe aqui?

— Temos dois assuntos para tratar.


Ele me puxa para continuarmos a andar e eu me afasto, tentando tocar nas flores que ainda se esquivam de mim. MinJin fez um feitiço para as proteger de meu toque. Disse que posso matar qualquer ser vivo e destruir qualquer coisa. O sol está alto e quente. Fico na ponta dos pés e lembro de quantas vezes o observei, sozinha enquanto observava as meninas brincarem descalças. 

Quero sorrir abertamente por estar andando por um lugar tão belo e com alguém me acompanhando, mesmo que seja o filho do diabo. Nunca, desde meus sete anos, andei acompanhada de alguém.

Jungkook toca meu ombro, e viro-me para ele. 

— Andar nesse jardim... — diz, erguendo os ombros e olhando tudo em nossa volta. — Te deixa feliz?

— Não estou acostumada a ter alguém me acompanhando por aqui — sou honesta. — Geralmente e raramente, eu me colocava sentada no balanço para ler algo.


Seus olhos parecem desconfiados, zombeteiros, agiados, interessados e confusos, tudo ao mesmo tempo. Ele nega com a cabeça. Tateia o casaco escuro em busca de algo. Puxa uma lâmina prata e com símbolos satanistas. Respiro fundo.

Ele observa a lâmina e a gira nos dedos de uma forma calculada, provavelmente tentando testar sua força e velocidade. Desliza-a por sua mão, os dedos passando pelo cabo. Vira-se e finalmente me olha. Quase dá risada.

— Não me olhe assim. Não é para você.

— Por que está armado? — Engulo em seco, com dificuldade, abraçando meu próprio corpo com força. — Por que me trouxe para o jardim?


Jungkook enfia a navalha novamente no bolso e vai até uma árvore pontuda. Acena para que eu o siga. Aproximo-me lentamente. Sigo seu olhar. Olho para a árvore estranha e não familiar. Não me recordo de tê-la aqui.

Quando observo com mais atenção, vejo algumas pontas queimarem com faíscas de fogo. Consigo perceber que não é obra de MinJin pela forma mais sombria.

— Viemos diretamente do inferno.


Não é uma surpresa.

— Sendo assim, não temos corações. — A voz de Jungkook penetra a atmosfera. — Min Yoongi não tem coração.


Me sinto estranha.

— Me acompanhe, (S/N).


Jungkook passa o braço por minha cintura. Eu tremo. Algumas silhuetas aparecem em meu campo de visão. Sinto medo demais para me afastar dele. 

— O mundano pode aparecer?


Meus dedos se fecham brutalmente. Não consigo ficar parada. O garoto ruivo, que pensei estar morto por minha causa, aparece em minha frente. Ele parece bem. 

— O primeiro assunto é que, Park Jimin teve o prazer de te conhecer ontem — prossegue Jeon. Pelo canto do olho, percebo que as garotas estão em um círculo, nos encarando. Não me chamaram para treinar com elas, mais uma vez. — Espero que não se importe em saber que, na verdade, ele é um demônio direto do inferno. — O moreno pausa. Ergo as sobrancelhas. — Ele possuiu o corpo de um pobre garoto devoto. E ficará conosco até eu cumprir minha missão aqui.


Do outro lado do jardim, Jennie Kim ajeita o chapéu preto em sua cabeça, furiosa por algum motivo. Acabo por desviar o olhar.

— O segundo assunto é uma pauta extremamente complexa mas muito importante — o filho do diabo prossegue, embora não pareça contente em falar. Seus olhos se estreitam na direção do grupo de garotas aprendizes, estilhaços de sombras se espalhando de forma veloz. — MinJin tem uma notícia para o clã.


Ele passa uma eternidade simplesmente encarando minhas colegas, deixando suas palavras martelarem suas mentes. Deixando que se preocupem. As torturando em dúvidas.

Jungkook passa um longo tempo em silêncio, se aproximando do grupo feminino. Nenhuma delas fala nada.

Começo a temer por minha vida, mesmo desconfiando que ele não tocaria um dedo em mim. Começo a me perguntar se talvez eu não seja a causa. Se talvez seu papel aqui fosse exterminar a bruxa desnecessária. Finalmente me atrevo a encarar Jungkook. Ele me olha no mesmo segundo e não tenho ideia do que isso significa.

— MinJin — ele chama a suprema, ainda olhando para mim. — Pode parar no meu lado.


Saindo da porta principal, a mulher loira surge das sombras com vestes escuras e um cigarro aceso em sua boca. Não parece completamente confortável. Baixa o olhar por questão de segundos. 

— Me chamou, Jeon?


Jungkook finalmente encara MinJin, quase que mortalmente quando a suprema para ao seu lado esquerdo.

— Diga o que aconteceu.

— Temos uma acusação contra a aprendiz Mina Mowon.


As garotas ficam congeladas em nossa frente, de alívio, medo, ansiedade. Ninguém se mexe. 

— Mina Mowon.


Duas palavras pronunciadas por Jeon e vários pescoços apontados para uma direção. Mina saí do meio das quatro garotas, com os cabelos presos em um coque mal feito. Em suma, ela parece desesperada.

— A bruxa aprendiz Mina Mowon foi encontrada em seu quarto, fazendo pactos desonestos contra uma colega. Ela roubou vestes e fotos antigas do meu escritório. Não se sabe se estava entregando a alma da colega antes do tempo.


Jungkook olha para MinJin quando ela termina. 

— Mina Mowon, você nega as acusações?

— Não.


Jungkook assente. Respira rapidamente. Morde o próprio lábio. E  arremessa a navalha de uma única vez em direção a testa de Mina.

Ninguém se mexe.

O rosto de MinJin parece horrorizado enquanto o corpo de Mina caí no chão. Fico tão impressionada com a impossibidade disso tudo que não sei se estou sonhando ou vivendo a realidade. Poças de sangue se formam em sua volta, mas ninguém se mexe. Ninguém diz nada. Ninguém entrega uma única reprovação.

Continuo com os olhos arregalados, os olhos marejados. Mesmo Mina sendo cruel comigo em muitas vezes, fico triste.

Jungkook se agacha, agarra a navalha grudada na testa da bruxa morta.

— Aprendizes, vocês estão dispensadas.


As garotas fazem uma reverência e Jennie parece ser a única a sorrir maliciosamente para o filho do diabo. Isso me incomoda.

Jungkook limpa a lâmina na própria roupa e a logo após a guarda no bolso. O garoto precisa me puxar pelo braço para que eu saia do lugar onde estou colada. Tropeço em meus próprios pés. 

Jungkook tenta me empurrar para dentro da mansão.

— Você a matou — sussurro com dificuldade. — Você acabou de matar uma pessoa...

— Você deveria me agradecer.

— Te agradecer por matar uma garota que vivia comigo? 

— Fique de olhos abertos, (S/N). Agora não é hora para ser dramática.


Puxo seu paletó. O impeço de andar. Uma raiva dolorosa se espalha por meu corpo antes que eu possa me controlar. Empurro-o com força, batendo suas costas na porta.

— Você me dá nojo — encaro seus olhos gelados. — Você não pode pisar aqui e sair matando minhas...


Ele me gira no ar e me segura contra a porta em que acabei de prendê-lo. Segura meu rosto com as mãos gélidas e sustenta meu olhar. As mesmas mãos que acabou de matar uma colega de clã.

Estou presa. Com as mãos do filho do diabo em meu rosto. E seu polegal roça minha bochecha ainda machucada.

— A vida é uma armadilha assustadora — sussurra. — Mas tudo piora quando você pisa no inferno. Sua amiga será bem recebida lá.


Jungkook me acompanha até o quarto.

— É melhor você dormir de verdade. Parece ser a única coisa para que você presta — ele diz. É a primeira vez que fala comigo desde que brigamos na porta de entrada. — Não recomendo que saía do quarto. As garotas devem estar terrivelmente bravas com você.

— E onde está Yoongi?


Jungkook ergue as sobrancelhas antes de recuperar sua postura.

— Por que se importa?

— Você disse que ele estava bem mas até agora não o vi. Isso significa que você mentiu?


Eu me sinto uma idiota. Eu me sinto corajosa porque sou uma idiota. Minhas palavras não são medidas antes de serem jogadas.

— Eu sou o próximo diabo, dono do inferno, não seria uma surpresa eu plantar mentiras em sua cabeça, meu amor.

— Mas você não mataria seu amigo...

— Ele não é meu amigo! — Jungkook corrige. — E já está morto.


Abro um sorriso triste.

— Pode tirar o resto do dia para descansar. Nosso treino de verdade começa amanhã. Min Yoongi vai levá-la até mim. — Ele olha fixamente em meus olhos. Engole um sorriso perverso. — Até lá, tente não trombar com as outras garotas.

— Eu não tenho culpa por seus atos — digo, furiosa. — Elas não podem me culpar.

— Para ser sincero, não acredito nisso.

— Acha que podem responsabilizar minha... Minha doença... Por sua insanidade? 

— Doença? — Jungkook quase grita. — Você acha que tem uma doença? — berra. —  O que você tem é um dom! Nem todas as bruxas nascem com poderes extraordinários como o seu.

— Elas me tratam mal justamente por isso! Por não ter um dom formal e...

— Elas estão erradas! — ele me lança um olhar penetrante. Não tenho outra forma de descrever. Posso dizer que, nesse momento, ele me odeia. — Todas elas estão erradas por te ignorar por ser diferente!

— Bem, você é o filho do diabo — afirmo. — Deve saber bem sobre diferenças.


Seu sorriso é torturador.

— Vá dormir.

— E você vá para o inferno!


Ele move o queixo.

— Quando meu trabalho acabar por aqui, amor.




São oito horas da manhã e estou sentada com as demais aprendizes. Usando um macacão antigo e velho, como de costume. É uma peça mais simples do que qualquer outra comparado as novas roupas que ganhei. 

Jennie e o restante do grupo não me olham. Me deixam sozinha quando me sento na mesa, e sou tomada pela vontade de chorar. Toco o bolso do macacão, sentindo o bilhete para Min nele.

— Você colocou novamente as roupas velhas.


Jungkook aparece das sombras como de costume. Sozinho.

Meus olhos automaticamente vão para minhas botas gastas e me pergunto se estou muito simples para sua formalidade em pessoa. Ergo o olhar e ele está parado bem em minha frente.

— Tranças de lado... — Jeon comenta, com um sorriso idiota. — Você está linda desse jeito. Realmente te deixa mais ingênua.

— Não sou ingênua.


Ele ri.

— Eu é que sou.

— Quantos anos você tem?


Jungkook para de rir.

— Você quer mesmo saber?

— Fiquei curiosa.


O moreno se senta na mesa e  estranho seu comportamento.

— Não vou responder minhas perguntas se não olhar para mim enquanto falo com você.

— Você matou uma das minhas colegas. Machucou a única pessoa que quis falar comigo. É grosso comigo — faço uma pausa. — Olhar para você me deixa confusa.

— Você é muito mais teimosa do que eu imaginei.

— Estou aceitando sua ajuda sem saber para que bens serei útil para você. Estou aturando a pior ignorância nessa casa. E estou sendo tratada como uma tola.


Ergo os olhos para fitá-lo e ele já está me olhando diretamente. Por um instante, a força em seu olhar me deixa sem reação.

— Você é lerda — ele sussurra.


Quero tapear o filho do diabo.

— Eu sou lerda? — seus olhos e lábios disputam o direito de falar. Desvio o rosto. — Eu estou perdida! Você troca de personalidade a cada momento!

— Bem, eu costumo comer sozinho — Jungkook continua, sua voz fria. — Mas imaginei que após o acontecido com Mina, as coisas piorariam para seu lado. Especialmente se considerarmos que a colega que ela estava fazendo pactos malignos, era você.


Arregalo os olhos.

— Pacto para mim?

— Exatamente — Jungkook responde. — Ela queria oferecer um bom corpo para um dos meus demônios em troca da sua alma.


Ergo o olhar e percebo que ele está muito, muito sério.

— Isso é uma falha sem perdão para nós, ainda mais se são do mesmo clã. Espero que a recebam bem no inferno, pois eu não terei tamanha paciência para isso.

— Yoongi a levou? Você não podia fazer isso pessoalmente?


Jungkook solta o talher da mão e fico surpresa por não quebrar o prato embaixo. Ele resmunga algumas palavras em outra língua, talvez latim, e quase temo.

— Você só pensa nesse demônio? — pergunta, áspero.



Respiro fundo.

— As pessoas daqui tem nojo de você — continua, seus lábios se abrindo. — Todos daqui te odeiam. Correm de você. Abandonam você. Excluem você. Seus próprios pais a entregaram, ofereceram para uma mulher louca. Estavam desesperados para se livrarem de você. Para acabar com o problema que era você.


Meu rosto parece arder.

— E mesmo assim... — Jungkook ri maldosamente. — Eu sou o garoto que deveria ir ao inferno ou o vilão. — Ele me encara nos olhos. — Eu estou tentando te ajudar. Estou te dando uma oportunidade que ninguém parece te dar. Estou disposto a te tornar a melhor bruxa dessa geração. Estou disposto a te deixar no topo e, acima de tudo, posso colocar poder em suas mãos. Posso fazê-los sofrer pelo o que lhe causaram. Eu sou capaz de melhorar sua vida.


Ele está errado.

— Não se atreva a me odiar tão rápido porque não sou seu padrão de príncipe encantado — continua. — Pode ser que se pegue gostando dessa situação. Para sua sorte, estou disposto a ficar mais tempo do que o proposto nesse clã — Jungkook me encara. Apoia os cotovelos na mesa. — De todo o modo, o fato de você ser perigosamente linda não atrapalha meus planos.


Sei que estou corada.

Ele foi criado para mentir e manipular. Não deveria acreditar nele.

— Nós somos mais parecidos do que você imagina. Talvez seja melhor Yoongi tê-la recebido no inferno.


Seu sorriso é tão irritante que quero socá-lo.

— A propósito, tenho 20 anos.

— Perdão?

— Tenho 20 anos — esclarece. — Eu sei, vocês esperavam que o filho do diabo fosse bem mais velho. Mas, teoricamente na terra, tenho 20 anos. No inferno... — Jeon conta mentalmente. — Talvez uns 120 anos.


Arregalo os olhos.

— Você é um velho. 

— O tempo no inferno é diferente, meu amor — Jungkook explica. — 120 anos no inferno é como 20 anos aqui. Aliás, se apresse com essa refeição. Temos muito trabalho a fazer.














Notas Finais


Postei +1 porque não sei quando postarei o próximo.

✨Você pode acompanhar nossa playlist via Spotify: https://open.spotify.com/playlist/3LAVCIem4HLkTd1izKvuhN?si=hT1LPa8LRmyD9-uBvhV_Ew&utm_source=copy-link&dl_branch=1

E agora, falando super sério, vocês estão gostando? Não sei se está ficando bom e penso que talvez deva apagar a história...

Bom. Boa noite ❤️✨


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