História Like a Flower (Helianthus) - Capítulo 7


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Categorias Stray Kids
Personagens Lee Felix, Seo Chang-bin
Tags Changbin, Changlix, Felix, Stray Kids
Visualizações 21
Palavras 624
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - 007


Fanfic / Fanfiction Like a Flower (Helianthus) - Capítulo 7 - 007

A monotonia retornou à vida de Felix rapidamente. Ele se levanta, toma café da manhã, lê, rega os girassóis, come de novo, e vai para a cama; aquela era a rotina que vem fazendo há muito tempo, mais do que sua mente poderia lembrar. A tontura desapareceu e aquela pressão perturbadora em seu peito também, Felix acredita que tudo o que ele sentiu na semana anterior já desapareceu de seu sistema, assim como aquele garoto de cabelos morenos.

Quando pensou em finalmente se render à aquela vida sem graça, Changbin ressurgiu novamente.

Changbin apareceu quando Felix regava os girassóis como de costume. Jogou sua bicicleta na grama e quase pulo para cumprimentá-lo com aquele sorriso brilhante que tinha.

- Loirinho! - falou com alegria ao o ver. Felix ficou desconfortável quando seus olhos castanhos começaram a correr pelo seu rosto como se estivesse examinando-o por fora - Você está bem, está se sentindo bem?

Felix se afastou um pouco.

- Sim...

- Isso é o suficiente para mim! Oh, olha, eu te trouxe uma coisa. - Changbin em seguida se virou para pegar algo na mochila que trazia consigo. Felix nesse meio tempo reparou no uniforme branco que vestia, similar ao que usava na primeira vez que o viu, era esse o típico uniforme que usava um enfermeiro.

Changbin então com um grande sorriso tirou uma pequena caixa azul de sua mochila e estendeu para ele. Felix hesitara entre aceitar aquele objeto ou não, sua mente entrou em conflito, um conflito entre recordar de sua mãe lhe falando para "não aceitar nada de estranhos" e o sorriso brilhante do garoto cheio de alegria. Felix não sabia se estava fazendo o certo ou não, e embora tivesse medo das consequências, resolveu pegar aquela caixa azul entre as mãos.

- Não é nada de mau loirinho, pode abrir - diz Changbin com expectativa.

Enquanto suas mãos tremem, ele desajeitadamente abre a caixa sob o olhar atento de Changbin. Felix sente algo quente viajar desde seu peito até a ponta do seu estômago quando vê um pequeno cupcake com um belo girassol como decoração.

- Quando eu saí do meu turno eu o vi na vitrine de uma loja que fica próxima ao hospital e imediatamente pensei em você. Sempre te vejo regando esses girassóis, então pensei que você fosse gostar.

Felix queria falar que não era muito chegado a girassóis, que são flores simples e sem sentido, mas preferiu ficar calado. Sabia que aquele sentimento era puro, sabia porque era aquilo que rondava seu sistema nesse momento.

Deixou um sorriso escapar de seus lábios, fazendo com que os olhinhos de Changbin brilhassem.

- Obrigado. - sua voz saiu quebrada, mas torcia para que o castanho sentisse a sinceridade em sua ali.

Changbin então disse adeus, alegando que teve um turno muito cansativo, Felix assentiu silenciosamente e observou como este se afastava pedalando sua bicicleta. Sem querer acabou passando seus olhos pelos girassóis, e pôde jurar novamente que estes deixaram de acompanhar o sol para direcionar suas pétalas diante o caminho por onde o castanho foi. Felix voltou pensar novamente que sua mãe está errada, os girassóis não seguem o sol.

Assim que o garoto saiu de sua vista, felix comeu alegremente seu presente antes de entrar em casa.

[...]

- Mãe, tem certeza que os girassóis seguem o sol? - Felix pergunta enquanto come sua janta.

A mulher o olha com uma cara nada boa.

- Felix já discutimos isso muitas vezes, sim eles seguem.

- Como você tem tanta certeza?

- Porque foi assim que foram criados e assim será até o dia em que murcharem. Agora come toda a sua comida e deixe de perguntar bobagens.

Felix decide se calar e não comentar com sua mãe sobre o comportamento das plantas amarelas que presenciou mais cedo. Comeu em silêncio diante o olhar acusador de sua mãe.



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