História Like a rollercoaster - Capítulo 4


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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


GENTE, FOCA AQUI, VEM CÁ <3
Oi, amores, como vocês tão? Espero que bem e recuperados pós Enem (relaxa que tá todo mundo na mesma merda e 1/3 dos candidatos não fizeram segunda fase, ou seja, mais chances né).
Sooooo, amanhã (no caso hoje) a tia vai lá fazer matricula numa faculdade né (particular, no caso, já que as públicas ainda tão por vir e é bom ter uma garantia né) e podem considerar esse capítulo como o pré Unesp já <3
PS: dia 18 tá chegando e pra quem não sabe, é meu aniversário, manda um salve aí pros meus 19 aninhos.
*Divirtam-se*

Capítulo 4 - Rainha do Twister e da organização


Depois do almoço, Astrid, Thalia e Alaska foram em direção a casa dos Rivers, seguindo as instruções que a mãe deles havia dado. As três pararam em frente à casa e Astrid tocou a campainha, vendo Rupert vir com a mãe até elas. Ele as apresentou e a mãe do menino convidou Thalia e Alaska para ficarem um pouco. 

Digamos que Alaska foi convencida quando ela citou um bolo de chocolate na cozinha. 

Quando entrou na casa, Astrid viu Angie e Charlotte conversando ao pé da escada, as duas sorrindo para ela quando a viram. 

– Vem, vou te apresentar a parte que realmente importa – Charlotte disse e puxou a mão de Astrid pelas escadas. Ela indicou os quartos de Rupert e George, mas passou quase reto por eles, indo até o fim do corredor e deixando que a menina entrasse. – Seja muito bem-vinda.  

Astrid observou o ambiente e teve uma ideia a mais de quem Charlotte era. Uma leitora, a julgar pela grande quantidade de livros em sua estante, música, já que havia um violão pendurado, e ousava arriscar que ela gostava de fotografar, já que viu uma máquina em cima da mesa e diversas fotos na parede. 

– Você que as tirou? – Astrid viu a amiga assentir e então perguntar o que iriam fazer. 

– Já sei – Angie disse e cochichou no ouvido de Charlotte. 

– Você é uma exibida, isso sim – Charlotte reclamou, mas Angie deu de ombros e foi até o cômodo ao lado do quarto de Charlotte, voltando com uma caixa nas mãos. 

– Twister? Juram? – Astrid ergueu uma sobrancelha. 

– Você está olhando para a rainha suprema desse jogo, Astrid querida – Angie disse e viu os outros três revirarem os olhos ou darem uma risadinha. – Podemos começar? 

Então eles estenderam o tapete e começaram a jogar. Em menos de cinco minutos de partida, ela e Rupert já haviam sido expulsos e ficaram ao lado de George, que girava a roleta. 

"Ok, eu acho que vou ter que sentar em cima de alguém. De quem é essa mão embaixo de mim?" "Rupert, eu não faria isso se fosse você. Não acho que nos conhecemos a tempo suficiente pra minha mão te conhecer desse jeito" e então os dois estavam fora do jogo, deixando apenas Charlotte e Angie. 

Era a vez de Charlotte tentar alcançar uma das bolas vermelhas e Angie havia feito questão de atrapalhar bastante o jogo, ficando de ponta cabeça. Ela sussurrou alguma coisa para George e o menino ficou de pé. 

– George, eu vou te amaldiçoar até a décima geração se você... – mas era tarde demais. Ele já havia feito cócegas no pé livre de Charlotte e a menina caiu, dando uma brecha perfeita para Angie sentar em cima dela. 

– Parece que a rainha continua invicta – ele disse e Charlotte o mandou para um lugar nada delicado enquanto Angie ficava de pé e puxava a amiga para cima. 

– Foi um bom jogo, Rivers – ela estendeu a mão para Charlotte, mas a menina apenas empurrou levemente Angie enquanto pegava o tapete do jogo. – O que acham de comer alguma coisa? Fiquei sabendo que temos até bolo hoje. 

– Você e George podem tratar de ir buscar enquanto eu falo mal de vocês pra Astrid – Charlotte resmungou. – Podem demorar bastante, estou muito chateada por terem roubado no jogo. 

– Não é roubo, querida, é estratégia – Angie disse com uma voz doce e correu do quarto de Charlotte quando a menina jogou a roleta em sua direção.  

George a seguiu e deixou os três sozinho. 

– Depois ele não quer que eu o chame de puxa-saco. 

– Você sabe que é mais do que isso – Rupert respondeu e pegou a roleta, entregando a ela. 

– Eu não acho que alguns beijinhos sejam capazes de fazer isso. 

– Talvez não sejam só alguns beijinhos e nós estamos deixando Astrid confusa a toa. 

– Ah, é – Charlotte disse e deixou a caixa em cima da cama. – Digamos que George e Angie têm um tipo de amizade colorida. Bastante colorida, no caso deles. 

– Isso explica eu achar ele fosse beijá-la no primeiro dia de aula – Rupert assentiu. 

– Começou um pouco antes de nosso aniversário ano passado, em novembro – Charlotte disse. – Você vai ver por si só algum dia, eles não são exatamente discretos. 

– Percebe-se – Astrid riu e os dois voltaram, trazendo bolo para o restante dos amigos. Eles desceram para a sala e resolveram ver um filme, agradecendo quando Michele, mãe de Rupert e dos gêmeos, levou pipoca para eles. Não demorou muito para a mãe de Astrid aparecer e dizer que já estava indo, então eles todos foram até o lado de fora com a menina, despedindo-se. – Vejo vocês amanhã – ela acenou e entrou no carro. 

Então Astrid perguntou a mãe o que ela e Michele haviam conversado e a mãe fez a mesma pergunta a ela depois de contar. 

– E ela faz um ótimo bolo – Alaska sentiu necessidade de complementar, o que fez Astrid rir e concordar. 

Ela chegou em casa e viu algumas mensagens de Leo no celular, contando a ele – depois de ele xingá-la até a morte por ter se esquecido dele – sobre seu dia. Ele logo perguntou detalhes sobre os amigos e logo entendeu quem era o "favorito" de Astrid. 

– Não tente mentir para mim, Foster, te conheço melhor que isso – Astrid revirou os olhos e deu um jeito de desconversar, perguntando como Leo estava e como era a nova escola. Os dois ficaram horas conversando até Astrid decidir ir dormir depois de se despedir do amigo. 

*** 

– Vocês vão o que? – Astrid perguntou, colocando sua bolsa em cima da carteira. 

– Nós vamos a praia esse final de semana e a senhorita está mais que convidada – Rupert disse e Charlotte assentiu.  

– Eu adoraria – Astrid respondeu e logo mandou mensagem para a mãe, não esperando pela resposta, já que a tal Sabrina apareceu sabe-se lá de onde estendendo convites para os três. – E o que seria isso? 

– Convites, bobinha, pra minha festa a fantasia – a menina respondeu e começou a perguntar se Rupert iria, quase jogando o convite de Charlotte. 

Se Astrid tinha dúvidas de que Sabrina não gostava de Charlotte e vice versa? Não mais, mas sabia que ela não deixaria de convidar Charlotte, os irmãos não iriam a lugar algum sem ela. 

– Máscaras? – George perguntou quando viu seu próprio convite, pouco depois, ao chegar junto com Angie. – Como se não fosse trabalho suficiente ir atrás de fantasias. 

– Fala como se não fosse dar um jeito de conseguir tudo no mesmo lugar. Na última hora possível – Angie o encarou e George deu de ombros. 

– Praticidade, meu bem – ela revirou os olhos e foi se sentar, vendo que o professor já estava na sala. 

*** 

– Nós o que? – Astrid perguntou depois de avisar a mãe que almoçaria na casa de Angie daquela vez e já tendo certeza de que a mãe havia falado com a mãe da amiga. 

– Vamos atrás de fantasias, óbvio – Angie respondeu. 

– Mas a festa é daqui duas semanas. 

– Astrid, Astrid, você não sabe no que se meteu – Charlotte disse e Angie deu uma cotovelada em seu braço. 

– Eu só gosto de estar preparada e sem deixar nada pra última hora, só isso – Angie respondeu e acenou para os meninos, que foram embora no outro carro. Se eles haviam sido convidados pra fazer compras? Claro que não. 

Angie apresentou Astrid para sua mãe e as quatro foram até a casa da menina conversando sobre seus planos para as fantasias. Depois de almoçarem – e de Astrid conhecer o maravilhoso quarto de Angie que, diga-se de passagem, era a coisa mais delicada e organizada que ela já vira – as três pegaram um táxi para o shopping, conversando sobre suas vidas antes de se conhecerem e suas famílias. 

– Bem, vocês já conheceram grande parte de minha família – Astrid disse. – Tenho um irmão mais velho estudando do outro lado da cidade e meus pais se mudaram pra cá por causa do emprego deles. Ah, e eu fui totalmente esfaqueada nas costas pelas duas meninas que eu considerava como melhores amigas. 

Então as duas pediram para ela explicar aquilo melhor enquanto iam até a loja de fantasias. 

– O namorado de uma delas me culpava por eu não ficar incentivando minha amiga a transar com ele e o namorado da outra amiga tentou me beijar numa festa. 

– Deixe-me adivinhar, elas acreditaram nas versões de cachorrinho sofrido deles? – Charlotte cruzou os braços e Astrid assentiu. – Mais típico do que eu gostaria que fosse. 

– Elas até tentaram se desculpar, mas eu não conseguiria confiar nas duas depois disso. 

– Bem, Astrid, está com as pessoas certas para se evitar isso – Angie disse e segurou um cabine, olhando para ela. – Se tem uma coisa que Charlotte e eu sempre concordamos, e olha que é bem difícil nós duas concordarmos em algo – a morena assentiu – é no bom e velho lema "sisters before misters". Sempre.

– Exatamente – Charlotte disse e puxou o ombro de Angie, abraçando-a. – E agora você faz parte disso, loira – ela abraçou Astrid com o braço livre e observou a roupa de Angie. – Angie, de jeito nenhum que você vai de Alice de novo. 

– Droga – ela reclamou e então voltou a sorrir de repente, devolvendo a roupa. – Eu já sei – ela saiu correndo e deixou Charlotte e Astrid escolhendo suas roupas, voltando pouco depois com um tecido brilhante nas mãos. – Bem melhor – Charlotte sorriu e elas foram experimentar suas roupas, saindo e vendo as roupas umas das outras. Elas foram para o outro lado da loja e escolheram suas máscaras, pagando e indo até a praça de alimentação, voltando a conversar sobre suas famílias. 

– Bem, você conheceu minha mãe, Diana – Angie disse. – Eu moro com ela desde que ela e meu pai se separaram, uns cinco anos atrás. 

– Sinto muito, Angie. 

– Não sinta, Astrid – Angie sorriu. – Meus pais nunca se deram muito bem como casados. Eles brigavam muito por coisa boba e eu acho que só estavam juntos por minha causa depois de um tempo. Quando eles se separaram, eu achei que nunca mais veria meu pai ou coisa do tipo, mas ele sempre aparece lá em casa pra me visitar e me busca quase todo sábado de manhã pra gente tomar café juntos. Ele ajuda e muito minha mãe com minhas despesas e eles são ótimos amigos agora, parecem se dar melhor do que antes. Meu pai já se casou de novo três anos atrás e eu tenho uma irmãzinha – Angie sorriu. – E minha mãe anda saindo com um carinha que mora no fim da rua, embora ela não saiba que eu sei – as meninas riram e Astrid pediu para Charlotte falar sobre sua família. 

– Bem, George e eu fomos adotados com pouco mais de seis anos, depois que nossos pais sofreram um acidente. Nossos pais adotivos sempre foram muito amigos de nossos pais biológicos e, depois de conversarem com nossos avós, eles aceitaram que nós fôssemos adotados, com a condição de que sempre os visitássemos. E nossos pais adoraram essa ideia e aqui estamos, os três mosqueteiros mais Angie e mais você – elas riram. – Acho que já podemos mudar nosso nome pra Clube dos Cinco. 

– O que faria completo sentido – Astrid concordou e se sentiu bem por ter encontrado amigos tão bons como aqueles. 

*** 

No dia seguinte, durante o recreio, as meninas estavam sentadas numa das mesas, conversando aleatoriamente sobre nada em específico quando Charlotte começou a rir, indicando a cena que via para elas.  

– Tenho tanta pena de Rupert – ela disse, observando o irmão conversar meio sem jeito com Sabrina, que jogava os cabelos pro lado e ria alto por motivos bastante óbvios. "Me note, Rupert". 

– Por que ela tem tanta fixação em seu irmão, afinal? – Astrid perguntou e viu Charlotte e Angie se entreolhando. – Ah, não comecem, vocês duas. 

– Eu sei o motivo – Charlotte disse. – Outro dia eu estava no banheiro... 

– Fofocando. 

– Fazendo meu trabalho – a morena respondeu e começou a prender seus cabelos. – Sou escorpiana, meu amor, eu descubro coisas como essa. De qualquer forma, eu estava lá, conversando com as meninas e então Sabrina e suas duas seguidoras fiéis entraram no banheiro. Ou ela não deve ter me visto ou estava realmente muito bêbada, porque estava contando para as meninas sobre a noitada que havia tido com meu irmão naquele final de semana. 

– E como sabe que não teve? 

– Rupert e eu estávamos vendo filme naquele final de semana enquanto o "não casal" – ela fez aspas com as mãos – "pegava pipoca" na cozinha. 

– Por que é que está fazendo aspas? – Angie perguntou. – Nós estávamos fazendo pipoca. 

– Por meia hora? – Charlotte sorriu e Angie abriu a boca para responder, mas então desistiu e olhou pra baixo, o que fez Astrid rir. – De qualquer forma, eu tenho certeza de que Rupert não fez nada do que aquela menina dizia que fazia. 

– Faz sentido. Ou nem tanto. Eu contei pra vocês do que ela fez no primeiro dia de aula? – as meninas negaram e Astrid contou a pequena conversa com Sabrina naquele dia, vendo Charlotte começar a rir e agradecer por Astrid existir no mundo. 

– Do que é que vocês estão rindo? – George perguntou quando os dois voltaram e as meninas desconversaram, voltando para a sala e deixando os dois curiosos. 

Quando a aula terminou, Angie chamou Charlotte e Astrid na saída. 

– Ok, vocês não ouviram isso de mim, mesmo que eu seja a única a saber, mas no começo do mês que vem nós já começaremos a fazer os testes de líderes de torcida. 

– Charlotte não estava brincando quando disse que você gosta de se adiantar. 

– Mas isso não é a única coisa – ela continuou. – Como nós vamos a praia no sábado, acho que está na hora de nossa primeira noite das garotas por aqui – Angie sorriu. – O que acham? 

– Acho que eu vou adorar – Astrid e Angie se viraram pra Charlotte. – E você? Vai dar o braço a torcer? 

– Não é uma festa se Charlotte não estiver lá e você sabe disso, McLean. Pode contar comigo – ela respondeu e seguiu os irmãos até o carro. 

– Vejo você amanhã – Angie se despediu e cada uma foi para um lado. 

*** 

– Você e Rupert são duas fofoqueiras, isso sim – Angie disse quando ela, Charlotte e Astrid já estavam usando seus pijamas, sexta feira a noite, enquanto esperavam por sua pizza, no quarto da menina.  

– O que? Ela iria descobrir de qualquer jeito – Charlotte se defendeu e Angie revirou os olhos. 

– Bem, então só me resta admitir a verdade – Angie disse e Charlotte a empurrou. 

– Não ouse falar assim do meu irmão, McLean. Eu sei que ele pode ser um pé no saco as vezes, irritante quando quer, teimoso, meio mandão... – Charlotte então parou e pensou um segundo. – Pensando bem, eu tenho um pouco de pena de você. 

Astrid e Angie riram e as três ouviram a campainha tocar, indo até a porta e pegando sua pizza, vendo a mãe de Angie no fim do corredor, completamente arrumada e pronta pra sair. 

– Indo a algum lugar, dona Diana? – Angie cruzou os braços e sorriu, vendo a mãe corar. Inversão de papeis? Coisa mais do que constante naquela casa e Angie adorava aquilo, trocar de papel com a mãe as vezes. 

– Não que eu lhe deva satisfações, senhorita Angélica – Angie desmanchou o sorriso e sua mãe voltou a sorrir. E a ordem natural das coisas entra em vigor novamente. – Mas eu vou sair com minhas amigas pra jantar. 

– Hum, sei – Angie disse e Diana foi em direção as meninas, abrindo a porta. – E alguma dessas amigas tem barba, cabelos castanhos e vai a mesma academia que você todos os dias? – então Diana parou na porta, se virando para Angie. 

– Você está proibida de continuar a bancar a detetive, senhorita McLean – ela apontou para a filha e pegou suas chaves. – Mas já que parece saber mais do que deveria, não me espere acordada. 

– Mãe! – Angie reclamou, mas sua mãe já havia saído e fechado a porta, deixando Astrid e Charlotte livres para poderem rir da amiga. – Isso mesmo, riam da minha desgraça ao saber que minha mãe fará... Coisas – ela parecia totalmente enojada com aquilo. 

– Quanto mais cedo você aceitar que seus pais fazem sexo, McLean, mais fácil será sua vida. 

– Não os meus pais – ela cruzou os braços e as meninas começaram a voltar para as escadas.  

– Você não foi feita com um dedo, meu amor, lide com isso. 

– Charlotte, se eu um dia tiver filhos, quero que você explique pra eles de onde os bebês vem – Astrid disse. 

– Ficarei honrada – Charlotte respondeu e as três escolheram um filme para assistir, voltando a conversar quando o filme e a pizza terminaram. Falaram sobre o dia seguinte, sobre a praia, sobre as pessoas de sua sala (não fazia mal fofocar um pouco, fazia?) e sobre o que mais tinham direito, até resolverem ir dormir.  

No dia seguinte, acordaram pouco antes da hora do almoço, com a mãe de Angie chamando pelo nome das três. Escovaram os dentes e desceram, vendo que ela preparava algo para as meninas comerem. 

– Nós vamos nos trocar então, mãe – Angie disse e as meninas voltaram para o quarto. 

– Você percebeu que ela estava tentando esconder algo com o cabelo, não percebeu? – Charlotte disse. 

– Eu prefiro não pensar nisso, Lotte. Me ajuda a dormir a noite – as outras duas prenderam o riso e terminaram de se trocar, avisando os meninos que almoçariam ali e depois estariam prontas para sair. 

Depois do ótimo – e um pouco engraçado – almoço com Diana (tia Di, depois de algum tempo ali naquela casa), Charlotte ligou para os irmãos e eles disseram já estar a caminho da casa de Angie. Alguns minutos depois, elas viram o carro dos pais de Charlotte virando a esquina e, quando parou em frente a elas, George colocou a cabeça para fora. 

– Prontas, madames? 

– Vamos logo – Charlotte disse e as meninas subiram no carro depois de se despedir da mãe de Angie. Enquanto não chegavam até a praia, a mãe dos meninos ia repassando todas as regras para o dia. "Não saiam da praia", "usem protetor solar a cada três horas", "Charlotte, especialmente você filha, sua falta de melanina é preocupante, meu bem" e "Angie, estou deixando você como responsável".  

Depois disso – e de algumas músicas a mais junto com algumas reclamações de Charlotte sobre quem estava no comando – os cinco chegaram até a praia. 

– Lembrem-se das regras e liguem se precisarem. Estarei na casa de uma amiga aqui perto. 

– Sim, senhora – Rupert respondeu e, depois dele e dos irmãos beijarem a mãe, os cinco desceram do carro e pararam no calçadão antes da areia. 

Eles se entreolharam e, depois de sorrirem uns para os outros, tiraram os chinelos e correram em direção à areia. 


Notas Finais


Gente, sintam esse capítulo no coraçãozinho de vocês com muito amor <3
Espero que tenham gostado.
Beijinhos.
- A


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