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História Like that - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Wong Yukhei (Lucas) - NCT


Fanfic / Fanfiction Like that - Capítulo 1 - Wong Yukhei (Lucas) - NCT

Saio frustrada do apartamento do Lucas. Como ele não consegue entender que eu não tenho culpa dos turbilhões de sentimentos no calor do momento? E também não tenho culpa de ser ciumenta, e ainda com razão!

Apesar dos 'incríveis' argumentos que ele me deu, de que não era o que eu tava pensando, eu estava ocupada demais pensando em como assassinar de várias formas aquela vadia.

Assim que chego no meu apartamento, jogo minhas coisas em qualquer lugar e me jogo no sofá. Eu estava tentando impedir as lágrimas, porém foi impossível. Por mais que eu não me ache totalmente errada, não consigo controlar o sentimento de culpa e tristeza por esta brigada com ele.

Sei que quando tudo isso acabar, ou se acabar, vou me arrepender muito dos meus pensamentos de agora, mas estou com muita raiva dele por ser essa pessoa tão importante na minha vida e de eu amá-lo tanto. Argh, apenas ranço.

Com as sensações que eu estava, não tive noção nenhuma do tempo, só sei que eu sai dali com o pensamento que eu não deveria simplesmente chorar por aquilo, entretanto, desisti disso assim que avistei minha cama. Eu realmente acho que quando olhei para ela, captei a mensagem dela me chamando para deitar e sofrer mais.

Sem perceber, acalmei meus nervos, nada melhor do que dormir para acalmar. Creio que passei bastante tempo dormindo, pois fui olhar as horas e passava tarde da noite, confesso que fiquei com esperanças de ter pelo menos alguma mensagem dele, como sempre fui iludida e sem nem ao menos ter recebido um simples 'oi'. Suspirei profundamente e fui para a cozinha em busca de comida. Minha vontade era de sair correndo naquele momento e ir atrás dele, mas o meu orgulho é maior.

Me senti privilegiada por encontrar pedaços de pizza na geladeira, esquentei e a devorei. Não sei como irei agir amanhã quando encontrar ele na faculdade, estou em dúvida se devo ouvir minhas vontades ou o meu orgulho.

Cansada de pensar e sofrer, logo fui deitar novamente, mas como previsto, virei na cama mais do que dormi.

━━━━━━━ •♬• ━━━━━━━

No dia seguinte, levantei com a mínima vontade de ir para a faculdade. Não estava muito inspirada em me arrumar, no entanto lembrei que eu não podia dar esse gostinho a ele, queria causar sensações nele. Apesar de não estar perfeito, acho que meu 'look' do dia irá pelo menos deixá-lo me encarando.

Como eu não estava com fome, segui para a faculdade. Ao chegar lá, encontrei minha querida amiga, mas nada de eu ver ele... Comecei a ficar inquieta e logo ela notou.

— O que você tem? Está assim desde que chegou.

— Tive uma briga séria com o Lucas ontem a noite.

— Sério? Por quê? — perguntou Hee Young, curiosa.

— Aquela vadia da Myung-Hee ficou se esfregando nele durante a aula, e quando fomos todos para a lanchonete, fez a mesma coisa na minha frente!!! E ainda, ficou insinuando coisas inapropriadas para ele e, claro, que eu não ia ficar só olhando e aplaudindo, porque se for para aplaudir, só na cara dela.

— Lindíssima, falou tudo. Mas como você sabe que ela ficou se esfregando nele durante a aula? Vocês nem fazem o mesmo curso.

— A naja, maravilhosa do Minhyuk me contou, claro.

— Não sei porque ainda pergunto. — diz, após, ambas rirem.

— Pois, perguntei a ela no meio da lanchonete se ela estava na cio para estar com aquele fogo todo. E ainda, ele disse que foi muito grosseiro da minha parte. E que eu estava pensando de maneira errada, começamos a brigar ali mesmo. Em seguida, ele me arrastou praticamente a força pro apartamento dele, onde continuamos a brigar.

— Acho que o lance de você ter feito esse comentário desagradável no meio de todos, deve ter contribuído para ele ter ficado mais irritado, ele preza muito a educação.

— Deve ter sido isso mesmo... você o viu por aí?

— Não, achei estranho.

— Entendo... — falo, um pouco chateada. — Vamos para a aula, já está na hora, não quero me atrasar para aquela aula daquela criatura maléfica que chamamos de professor.

— Verdade, vamos. — concordou Hee Young, se levantando rapidamente.

Seguimos para a aula e como previsto a aula foi muito chata, francamente se eu encontrasse uma gravata, juro que amarrava no pescoço.

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Para a minha felicidade a aula acabou, finalmente podemos C O M E R.

Estava distraída, conversando com Hee Young e não percebi que Lucas estava sentado no refeitório com os seus amigos, ao avistá-lo, quase cai para trás. Próximo a mesa dele, vi o Minhyuk sozinho numa mesa, provavelmente nos esperando. Eu e Hee Young fomos ao encontro dele. Assim que chegamos, ele fala conosco.

— Gostou do lugar que eu escolhi para hoje, baby? — falou ele, em um tom sexy, me olhando.

— Adorei, 'BB' - falei piscando o olho, notando pelo canto dos olhos, o olhar matador do Lucas.

—- Sentem-se mulheres da minha vida. — disse o Minhyuk, se levantando e puxando duas cadeira para nós duas. Voltando pro seu lugar logo em seguida.

— Está nos chamando de lixo? Por quê sua vida é bem lixa. — falou Hee Young enquanto devorava um hambúrguer enorme.

— HA-HA, engraçadinha você. Por isso prefiro minha babe. — disse ele, apertando minhas bochechas delicadamente.

— Pare!! Não tenho nada para te dar por essa bajulação. — comento, enquanto tiro suas mãos da minha bochecha.

— Você sabe se não tem nada mesmo para me dar?  — falou ele com uma voz um pouco rouca. Juro que me arrepiei toda, mesmo sabendo que era brincadeira.

Assim que ele disse aquela frase, quase pulei da cadeira com o barulho atrás de mim. Quando olho para onde veio o mesmo, vejo Lucas com as mãos sobre a mesa, em pé.

Ele passou ao lado de Minhyuk e deu uma esbarrada na cadeira dele. Assim que Lucas se foi, Minhyuk se pronunciou:

— De nada, amor.

— Eu tenho o melhor amigo do mundo, Yes or Yes? — falo, enquanto dou um sorriso sorrateiro.

— EIII!! Só porque não sirvo para fazer ciúmes, não quer dizer que vocês tem que me excluir — diz Hee Young, depois de muito tempo calada.

-— Ninguém liga. — fala Minhyuk, simples e seco.

Logo em seguida, Hee Young faz uma cara de deboche e Minhyuk fala:

— Você sabe que eu também te amo.

Após aquela confusão toda, Minhyuk seguiu para o outro turno do seu curso. Eu e Young fizermos o mesmo logo depois.

━━━━━━━ •♬• ━━━━━━━

Na hora da saída, como esperado, os corredores do campus da faculdade estava muito movimentado.

Não consegui avistar o Minhyuk, nem meu namorado. "E o que é que tem o Lucas?" Estou cagando pra ele.

Young e eu resolvermos esperar o nosso amigo na portaria. Só estavamos esperando o próprio porque ele iria nos dar carona.

Quando tudo ficou mais calmo, vi Lucas saindo, ele estava vindo em nossa direção. Meu Deus, de repente eu comecei a ficar nervosa, senti até uma vontade de sair correndo dalí. Céus, o que este homem faz comigo?!

Realmente, ele veio até nós, para ser mais exata, veio falar comigo.

Assim que chegou mais próximo de mim, falou:

— Podemos conversar? — perguntou, olhando em meus olhos.

— Aqui? Agora? — pergunto, bastante receosa.

— Se você puder me acompanhar, eu agradeço muito.

— Ela não pode ir com sua pessoa no momento.

Do NADA, ouço a voz da naja do Minhyuk interrompendo a "conversa". Ótimo.

— E por que não? Posso saber o motivo? — perguntou Yukhei, parecendo estar bastante impaciente com o Hyuk. Não é de se admirar, pois, eles nunca se deram bem.

— Nós três, temos compromissos. — disse Minhyuk, expressando seu maravilhoso sorriso cínico.

— Está bem, quando você estiver apita a dar atenção para nosso relacionamento e parar de deixar os outros responderem por você, me procure. — respondeu lucas, falando diretamente comigo.

Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, ele saiu do ambiente. Não vou negar, suas palavras me deixaram um pouco abatida.

Quem ele pensa que é para falar "dar atenção para o nosso relacionamento"?

Sendo que ele foi quem deu espaço para aquela tribufu dar em cima dele, foi o próprio, e agora ele quer vir achando que tem razão?

Apesar de tudo, eu não aguento mais ficar com esse assunto mal resolvido, que graças a meu querido melhor amigo isso acabou ficando tardio.

— Você não perde a oportunidade, né? Sua naja descarada. — indagou Hee Young, se referindo a nossa naja de estimação.

— Se eu perdesse essa maravilhosa oportunidade, não seria eu.

— Pois é, né? Já está na hora se você trocar de pele, não? — disse Young,  em um tom sério, e ao mesmo tempo brincalhão.

— Parem vocês dois. — digo, bastante impaciente.

— Não aguento mais vê-la sofrer por aquele idiota!

— Mas, infelizmente, é este idiota que eu amo.

— Vai falar com ele, então. — se pronúncia Young, tentando me encorajar.

— Talvez, eu pretenda ir mais tarde. Preciso esfriar um pouco a cabeça. — falei em um tom exausto.

— É melhor mesmo, eu acho. — disse ela, aparentemente me compreendendo.

O Minhyuk continuou calado. Seguimos para o carro do mesmo, onde como sempre ele e a Young brigavam, desta vez, fiquei calada, observando. Aposto que um dia eles irão se casar. E, eu estarei bem plena sendo a madrinha do casório. Se eles me pegam pesando sobre isto, com certeza me ameaçaria de morte, não é difícil imaginar isso.

Assim que ele me deixa no meu apartamento, vou na maior preguiça para a minha cama, pensar no bolo de fone recém tirado do bolso que eu chamo de vida.

Após minutos tentando desenrolar o maldito fone, vulgo o amor da minha vida,  finalmente consigo.

Deitada na cama, ao som de "Lost in the Dream", não pude evitar que duas únicas lágrimas descessem dos meus malditos olhos.

Depois de um tempo, saiu decidida da minha casa, primeiramente, vou ouvir o que ele tem a dizer, e assim tirar minhas conclusões.

Assim que chego em frente a porta de sua casa, sinto minhas mãos começaram a suar. Assim mesmo, crio coragem e toco a campainha.

Demorou uns três minutos para abrir a porta. Acho que ele estava dormindo, pois, tinha uma cara de sono, o que o deixava extremamente lindo, mais do que já é.

Depois de uma pequena troca de olhares, ele murmurou um "entre" bastante rouco, qual eu poderia ouvir o dia todo e botar como toque.

Adentro a casa rapidamente. Logo  ele me pediu para sentar no sofá, o que fiz assim que entrei.

— E então? O que você tem a me dizer?

— O que eu tenho a dizer? — pergunto indignada. Foi ele quem disse que queria conversar comigo...   — Okay, vejamos... — procuro palavras para expressar-me. —  Não gostei da forma que você agiu com a tribufu lá que nem lembro o nome, de tão insignificante, você sabe quem. E ainda chamou a atenção de todos os nossos amigos e até desconhecidas. Você sabe que não gosto desse tipo de coisa.

— Você deveria ser mais sensata e compreender a situação.

— Eu deveria ser  mais sensata? Olha aqui, me desculpa se eu não consigo  pensar se estou sendo sensata, enquanto uma jararaca, se oferece de todas as formas para o MEU namorado!

— Eu não acredito que ouvi isso. — diz ele, rindo ironicamente.

— Não acredita por que? E, 'tá rindo de que, palhaço? — cruzo meus braços, indignada com o comentário do garoto.

— Eu não acredito que você é tão lerda, ao ponto de ver que você comparada a ela na minha vida, ela não é nada. Você é a pessoa que tocou meu coração, que entre tantas conseguiu chamar minha atenção. A única que me fez ficar curioso em descobrir você, me fazer me sentir um bobo quando penso em ti. Estou rindo porque apesar de você me fazer me sentir isso tudo, você dúvida de que possa ser substituída, o que é totalmente impossível. Eu te amo, porra. Você definitivamente é meu amor insuperável e será para sempre minha, assim como para sempre eu serei seu. — disse ele, com as duas mãos agarradas no meu rosto.

Fiquei paralisada com suas palavras, não justifica ele ter deixado ela agir daquela forma, mas, saber que eu sou especial e única pra ele, me deixou confortável, eu só queria tê-lo para sempre.

Tomei a iniciativa de beijá-lo. O beijei como se fosse o nosso último beijo. Ele correspondeu da mesma forma, ambos estávamos morrendo de saudades e aliviados por termos nos acertado.

                             FIM?!


Notas Finais


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