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História Lilly - Capítulo 7


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Notas do Autor


"Mama loves you baby, daddy loves you too..."

Capítulo 7 - Amanhã é outro dia, não é?


O Exército do Império mandou seu comboio da cavalaria após seu primeiro ataque. Olhando cobrir o horizonte escuro enevoado, as luzes das pontas de flechas em chamas lembravam as lanternas do lago.

- PREPARAR! APONTAR! FOGO!

“- Lilly, faça um pedido!”

- Eu só queria que tudo acabasse...

Com as flechas se aproximando ela respira fundo, não seria a primeira vez que faria isso, ao menos seria a última, dessa vez não tem mais volta. Em um suspiro, ela dispara atavessando as flechas que incendiavam as ruas desertas enquanto seguia cortando e desviando e se aproximando da linha de arqueiros que intensificam as ondas de flechas conforme a aproximação. Num momento em que ela deu a sua investida a formação da linha de frente foi rasgada ao meio jogando dezenas de soldados mortos para trás. No centro da formação eles erravam os tiros que não eram desviados por sua espada acertando os próprios soldados que ela usava de escudo enquanto cortava os que ainda estavam vivos e chutava as cabeças dos mortos derrubando-os de seus cavalos apenas para seguir ao próximo.

Enquanto isso, A primeira ordem do Exército havia flanqueado o centro da cidade para guardar o Hospital e outras construções vitais, seguindo pelos telhados de cal até lá, ela encontra dois adultos sozinhos na rua, então vai até eles:

- Mamãe, Papai...

Diz ela quase chorando por não ver eles a dias.

- Lilly querida, onde você estava?

Pergunta Jasmy enquanto a Lilly os abraça forte.

- Me leva para casa papai! Amanhã tudo vai voltar ao normal, amanhã é outro dia, né?

- Claro filha!

Diz ele abraçando ela. A espada atravessa o abraço, seus pais vão ao chão ainda abraçando a filha, a morte deles foi bem rápida. Chorando ela dizia:

- Desculpa!... Desculpa...

*John e Jasmy para Lillian:

A mamãe te ama muito meu bem, papai ama também. Nos desculpe por não termos estado lá por você, não era isso que queriamos para nossa filha, nós sempre quisemos o melhor para você, nós te amamos e sempre iremos te amar, nossa querida Lillian.

Antes de eles sairem às ruas:

- Hunter. Seu pai e eu vamos procurar pela sua irmã, ela provavelmente está em perigo nesse ataque à cidade. Você fica aqui em casa, tranca as portas e as janelas e não saia!

- Mas eu quero ir junto!

Sua mãe está certa, fique aqui.

Alguns minutos depois deles sairem, roendo as unhas tentando conter a ansiedade, ele vai atrás dela.

Hunter vê a cena com a angustia subindo a garganta: corpos dos soldados da Primeira Ordem do Exército do Império, mortos em volta da sua irmãzinha chorando, com o sweater cinza sujo de sangue e espada em guarda.

- Eu não queria que acabasse assim Hunter!

Diz Lillian enxugando as lágrimas e apontando a lâmina para ele. Ele reconhece a espada e pergunta:

- Por que você me odeia tanto assim?

Diz ele de olhos marejados e voz embargada.

- Por que você não consegue me odiar?

Grita Lilly com uma investida com a espada, ela ficou sem reação.

A espada atravessa o corpo infantil de Hunter.

Ele poderia ter desviado, mas não desviou, Lillian olhava espantada para seus olhos verdes cheios de lágrimas e a boca de sangue. Respondendo a pergunta, ele diz:

- Porque você é minha irmãzinha e... eu te amo...

Ela o coloca no chão.

Agora, sem mais ninguém vivo na cidade, só resta a Lilly se juntar ao irmão.

- Hunter!

Diz ela acenando. De longe, depois da aula, Lillian vê Hunter e Vincent na praça com um violão, Hunt estava ensinando ele a tocar. Ali, naquele momento, por um instante, tudo era perfeito. Ela os surpreende dando um abraço nos dois. Hunt pergunta rindo:

- O que foi isso?

- Nada. É só que eu amo vocês dois.

Eles se entreolham.

- Nós também te amamos Lilly.



Notas Finais


The End


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