História .limitless - YoungHo Seo, Yuta Nakamoto, Lee TaeYong - Capítulo 25


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, FemmeSlash, Ficção, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - - Johnny is out


Fanfic / Fanfiction .limitless - YoungHo Seo, Yuta Nakamoto, Lee TaeYong - Capítulo 25 - - Johnny is out

Limitless

YoungHo Seo, Yuta Nakamoto, Lee TaeYong – Johnny, Yuta, Taeyong

Kang Seulgi x Bae JooHyun – Seulgi x Irene

Chapter twenty five

Johnny is out

[• Hotel Riviera Seoul || 14:24

 • 737, Yeongdong-daero, Gangnam-gu, Seul 06071, Coréia do Sul

 • Point of view from: _________]

Após ter saído do carro de Taeyong, me dei o trabalho de chamar todos os empregados de todo o hotel, até mesmo aqueles que estavam ocupados com a limpeza semanal dos quartos dos inquilinos, na parte do hotel onde ocorriam os shows diários do Cirque Du Soleil por saber que neste horário não haveria artistas ali.

– Por favor, cheguem mais perto. – Os chamei com a mão e me senti estranhamente aliviada ao vê-los acatar à solicitação e se aproximarem, mesmo que esta aproximação tenha sido de poucos passos: – Como já devem saber, e se não o faziam, agora vão, Youngho está psicologicamente debilitado. E, por isso, acabou decidindo se retirar completamente da administração dos hotéis Riviera. – Os meus olhos automaticamente começaram a ficar marejados, e não era por estar triste pela partida definitiva de Johnny de qualquer parte do mapa da minha vida e tampouco por estar me sentindo feliz por ter conseguido rebaixá-lo ao nada tanto profissional, quanto fisicamente, mas por eu ter passado um tempo razoável com Taeyong e ter aprendido a como ser dissimulada e quando é necessário colocar tais aprendizados em prática. – Portanto, como sou a pessoa viva mais próxima dele, levando em consideração nosso grau de intimidade ou qualquer coisa desse tipo, acertamos entre nós que quem cuidaria de seus hotéis seria eu. É claro que todos os procedimentos legais da Coreia do Sul serão feitos, mas, por ora e até segunda ordem, quem está com a posse sob todos os bens do Seo sou eu. E espero que todos e todas consigamos ter uma ótima vivencia. – Abri um pequeno sorriso entre as minhas lágrimas dissimuladas e este, sim, era de felicidade.

O que se seguiu após a finalização do meu pequeno discurso, foi uma salva de palmadas que não me dei ao trabalho de dispensar. Era bom ser reconhecida e, mais que isso, ser reconhecida por um pequeno golpe de estado econômico cuja existência só rondava a sua mente e a de poucas pessoas conhecidas. Por falar em “econômico”, como acabei me desprendendo de todos os meus antigos pertences, preciso urgentemente comprar tudo novo, desde roupas até sapatos e acessórios; como tenho uma básica noção de quanto dinheiro aqueles hotéis lucravam semanalmente, certamente vou poder gastar tanto quanto quero e mais um pouco. E pensando nisso, dei meia-volta para pegar o elevador e ir ao apartamento que um dia foi compartilhado por mim e Johnny.

Ao chegar ao apartamento, procurei o pequeno local onde ele sempre deixava o próprio dinheiro, vasculhei aquelas notas valiosas por alguns minutos para ter noção de quantos wons estavam agrupados ali, as peguei e não me demorei demais naquele recinto. Contudo, após ter colocado meus pés no lado de fora daquela porta, me lembrei que não tinha mais as chaves do carro de Youngho e tampouco estava com vontade de colocar o apartamento de cabeça para baixo apenas para achá-las, então acabei decidindo ir ao complexo de lojas do Lotte Mall usando o metrô.

||•||

[• Ten’s house || 13:37

 • Yeongdeungpo-gu, Seoul, Coreia do Sul

 • Point of view from: Wong YukHei/Huang XuXi]

– Sorria pra foto, hyung. – Falei pela terceira vez, vendo Ten me olhar com uma clara vontade de me jogar pela janela mais próxima. – É só uma foto. Uma fotinha só para o seu filhote. Uma fotinha só, hyung do meu coração. – Balancei a minha câmera em frente ao seu rosto.

– Você não tem nada melhor para fazer, não? – Balancei a cabeça.

– A única coisa mais divertida que tenho para fazer além de te irritar é me masturbar pensando em você, seu maravilhoso. – Segurei o riso aproveitando para tirar uma foto do rosto incrédulo daquele tailandês que claramente não aguentava mais dividir seu apartamento comigo.

– Você tem sérios problemas mentais, Yukhei. – Ele me empurrou para trás, tentando pegar a polaroid que estava prestes a sair por baixo da câmera.

– Meus problemas mentais são parte do meu charme, por que você acha que sou tão charmoso? – Ergui o meu braço que estava portando a câmera para cima com a intenção de não deixar o mais velho pegá-la usufruindo, claro, da sua falta de altura. – Vou guardar essa foto como amuleto da sorte. – Peguei a polaroid, a olhei e acabei decidindo mostrá-la daquela mesma altura para ele.

Ten desistiu de pegar aquela foto e voltou a ficar imerso dentro daquela tela lisa do seu computador enquanto seu corpo mofava no sofá como estava fazendo antes de eu chegar e iniciar um processo de irritação contra ele que serviu apenas para chamar a sua atenção e espantar meu tédio por alguns poucos minutos. O vendo respirar profundamente ao retornar ao seu mundo virtual, caminhei em direção da cozinha, abri o congelador da geladeira, furtei um dos potes razoavelmente grandes com sorvete sabor Chocolate Fudge Brownie da marca Ben & Jerry’s comprados pelo meu companheiro de apartamento, peguei uma das colheres de chá agrupadas com outros talheres, caminhei de volta ao sofá e me sentei ao lado dele:

– Agora, falando sério... – Abri o pote, jogando sua tampa na mesinha de centro. – Acho que estou gostando de uma pessoa e... – Ele me interrompeu.

– Eww, confissão de amor. – Se ajeitou no sofá, levantou e saiu andando na direção do próprio quarto. Ele voltou segurando um frasco de perfume raramente usado e borrifou um pouco do seu líquido cheiroso por toda a sala, inclusive sobre mim e sobre si. – O amor está no ar e eu não quero me infectar. – Cantarolou.

– Idiota. – Ameacei jogar a colher cheia de sorvete em sua direção e ele voltou ao seu lugar ao meu lado no sofá.

– Eu não consigo entender por qual motivo, hipótese ou circunstância você escolheu a mim para falar sobre isso. – Seus olhos recaíram sobre o meu pote de sorvete que há cinco ou seis minutos atrás um dia pertenceu a ele. – E você roubou o meu sorvete...

– Você é meu companheiro de apartamento, por que eu não te escolheria? – Ten me olhou de maneira sugestiva. – Talvez eu estivesse com preguiça de ligar para a Seulgi-noona? Talvez, só um pouquinho. Mas, cara! Se sinta lisonjeado por eu ter te chamado para me ajudar! Isso é uma honra. – Abri um sorriso divertido, embora estivesse sentindo um frio na minha barriga. – Sabe, já sai com muitas garotas... assim, muitas mesmo... mas, não sei como ir até ela e chamá-la pra sair, acho que sempre só precisei trocar alguns poucos olhares com a garota que eu queria e uns minutos depois já estávamos... – Ele me interrompeu.

– Já entendi, já entendi. – Resmungou. – Se você conhece ela, fica mais fácil de, por exemplo, chamá-la pra ir em algum lugar que tenha algo que ela goste, como livros ou sei lá. Ou levá-la em algum restaurante que ela goste. Não sou uma garota, não sei do que elas gostam.

– Se você saísse com garotas, saberia que não dá para saber do que todas elas gostam, porque assim como você não gosta, por exemplo, de frutas, eu gosto; e assim como gosto demais de jogos de computador, você prefere jogos de videogame, deu pra entender? – Ele deu de ombros. – Você dá péssimos conselhos, cara. Vou pensar em algo sozinho.

– Se você já sabia que me pedir ajuda ia dar em um grandioso nada, por que pediu?

– Porque eu queria passar um tempo. – Respondi, me levantando e andando até o meu quarto. – Não me perturbe até amanhã de manhã.

Entrei e tranquei a porta tão rápido que tive a certeza de que pareceria suspeito para Ten, caso ele ao menos tivesse prestando atenção no que ocorria fora da tela daquele computador. Larguei meu pote de sorvete no criado-mudo e fui  vasculhar minhas gavetas em busca de achar a chave da caixa onde geralmente guardava as polaroids, especialmente as tiradas recentemente. Talvez eu devesse começar a me importar mais em manter meu quarto mais organizado ou em ter uma memória um pouco melhor.

Depois de uns bons dez, onze minutos, consegui encontrar aquela pequena chave prateada e finalmente abri a caixa detentora das minhas preciosas fotos, que não demorei a pegar com o máximo de cuidado possível. As espalhei pela cama fazendo uma pirâmide mais estética do que relevante e fazendo um pequeno esforço para colocar a polaroid contendo a fotografia mais bonita como o pico mais alto da pirâmide. Aquele corpo feminino tinha boas curvas como um rio e podia ser alucinógeno como alguma planta ou fruta silvestre. Se tornaria desafiante tirar fotos melhores que aquelas, especialmente por eu ter de me manter discreto, mas a minha meta atual era conseguir ser capaz de gravar os momentos de êxtase intenso daquela garota em uma série de fotografias. Levar uma garota para a cama nunca me pareceu tão desafiante, porque, além de ter se separado recentemente de um relacionamento de merda, parecia muito fácil deixá-la magoada.

Desde os primórdios do momento em que nos conhecemos, estive a observando para conseguir gravar toda a graciosidade da maneira como seu corpo se move do lado para o outro enquanto seus pés caminham de maneira afoita ou despreocupada. Acho que posso dizer que, enquanto falava com ela naquele dia, sempre fiquei pensando em como se fosse ela, teria detectado de cara que estava com uma pessoa psicologicamente perigosa e sairia do recinto rapidamente sem a intenção de encontrar aquela pessoa novamente, contudo, não vou deixá-la escapar. O desfecho da minha história com a última garota que tentou fugir não foi bom e creio que a família dela ainda me odeia.

Confesso ter vontade de levá-la à boate mais próxima e pedi-la para dançar comigo por alguns minutos apenas para ter alguma desculpa para poder observá-la mais de perto e ter noção de quais pontos em seu corpo mais me atraíam. Entretanto, a tarefa de conduzi-la a uma boate sem que ninguém a acompanhasse parecia tão cansativa e, mais que isso, um pouco surreal. Mas, mesmo assim, eu queria amá-la até que ela começasse a me odiar não por nossa relação eventualmente se tornar um jogo perturbador de gato e rato, e, sim, pela minha psique sempre estar pronta para me fazer mostrá-la o que é amor louco de verdade.

Esse tipo de jogo de caça e presa sempre começa do mesmo jeito, com os dois estando dentro e saindo do nada para virar algo, até ela se afastar. Tenho plena certeza que posso ser diferente em tudo do último dela, mas, com o passar do tempo, provavelmente vou começar a fazer o mesmo, embora diga que o que temos irá durar para sempre – e o meu “para sempre” não é tão longo quanto parece. No fim de contas, vai ficar claro para ela que ambos costumávamos ter sede um do outro, porém chegou um momento onde sua mente não aguenta mais a pressão de estar comigo e agora quer ser livre.

Duvido, sim, que a teia tecida por mim cuidadosamente não a faça sentir que vou amá-la até que doa e como sou capaz de fazer o que for necessário para tê-la, afinal, sei como aquela garota nunca conheceu ninguém que a satisfez como eu, porque, embora seja um fuckboy de primeira e não seja uma pessoa assim tão honrável, ainda tenho a manipulação necessária para fazê-la implorar para me ter até que sinta que respira por mim, é capaz de fazer qualquer coisa por mim e acorde e dorme por mim. Às vezes, tenho até a impressão de que a nossa atração irá se tornar um pouco mentalmente letal.

Toc;

Toc;

Toc.

Quanto tempo passei admirando aquelas fotos? Não sei dizer, mas, pelo barulho de um punho fechado batendo contra a porta do meu quarto, posso dizer que se passaram ao menos uns bons dez minutos. Mesmo depois de ter começado a organizar e guardar todas as polaroids, ainda fui capaz de sentir calafrios subindo e descendo pela minha cervical por causa da adrenalina desnecessária da possibilidade de ser descoberto assim tão cedo pela última pessoa que eu queria que tomasse conhecimento do intuito real das minhas pequenas escapadas.

– Lucas? Está tudo bem? Ai dentro está muito quieto para você. – Ten falou e deu para perceber que sua voz estava abafada por causa da proximidade do seu rosto com a porta do quarto.

– Sim, está. – Respondi de maneira ríspida e terminei de arrumar as fotos para só então guardá-las, respirar por alguns minutos e logo ir abrir aquela porta. – O que foi, anjo da coroa do Senhor?

– Eu pedi pizza, mas você pareceu não ter escutado quando te chamei, então, vim bater na sua porta. – Deu de ombros.

– Sério? – Passei por ele e literalmente “segui” o cheiro da pizza. – É de bacon, não é?

– Você só serve pra descobrir o sabor da pizza mesmo, Lucas. – Ele começou a cortar um pedaço dela para si próprio.

||•||

[• The Venetian || 19:35

 • 3355 S Las Vegas Blvd, Las Vegas, NV 89109, EUA

 • Point of view from: Jung YoonOh/Jung JaeHyun]

– Pode falar. Estou escutando. – Falei, ainda com os olhos abaixados para terminar de ler o contrato que o dono da Sands Corp queria fazer os administradores de todas as propriedades da já citada empresa assinarem.

– Tivemos algumas mudanças de planos para os próximos meses, YoonOh. – Wendy falou, enquanto erguia uma única folha contendo um enorme texto com uma assinatura abaixo dele que meus olhos conseguiam perceber que não pertencia ao YoungHo mesmo meu corpo estando razoavelmente distante do da minha noiva. – O senhor Seo não é mais dono da rede Riviera. Ele... – Os olhos dela se abaixaram para mapear as palavras da folha novamente: – foi internado na Asan Medical Center por causa de problemas mentais.

– Quem assumiu seu lugar?

– Sua namorada.

– Uma garota... – Murmurei. – Isso é estranho. Para ela ter assumido, Johnny no mínimo deve ter passado as escrituras do Riviera para o nome dela, mas, conhecendo-o como conheço, ele dificilmente teria dado seus hotéis de bandeja para uma garota porque tem noção de que homens constroem impérios enquanto mulheres os dissolvem. – Peguei a minha caneta de tinta preta que eu geralmente usava para assinar contratos vindos apenas dos meus superiores da Sands Corp e voltei a falar apenas quando deixei aquele amontoado de papeis de lado: – Me faça o favor de mandar um e-mail para a caixa executiva do Riviera cujo teor seja principalmente o questionamento sobre se a nova dona mantem a intenção de Youngho de fechar contrato com o The Venetian, Wendy. Coloque algo como “Seria de extrema importância tê-los como nosso mais novo aliado” ou qualquer coisa desse tipo, tanto faz. Só preciso que ela assine o contrato que Johnny já deveria ter assinado há exatamente três semanas atrás.

– E se ela não assinar?

– Se ela não assinar, vou pedir permissão ao Sheldon Adelson para construir um hotel da Sands Corp em Seoul para falir o Riviera. Meu trabalho é ganhar dinheiro; se eu precisar desabrigar algumas casas sul-coreanas para construir um hotel e casino fantástico e cativante, que assim seja, ainda vou conseguir dormir como um anjo de noite. – Respondi e pude perceber Seungwan engolindo em seco antes de mexer a cabeça positivamente. – Ah, e quase fui esquecendo. E o desfile da Dolce & Gabbana na Las Vegas Fashion Week? Domenico Dolce aceitou o patrocínio da Sands?

– Até o momento, a assessoria italiana do senhor Dolce não mandou nenhum e-mail ao senhor Sheldon, então, creio eu que ele ou Stefano Gabbana ainda não se decidiu sobre o patrocínio. E por falar em Stefano Gabbana... – Ela limpou a garganta antes de continuar: – Houveram alguns incidentes misóginos e homofóbicos por parte dele, tanto que o último mais recente acarretou à uma redução de 60% das ações econômicas da Dolce & Gabbana. Não seria ruim atribuir o nome da Sands Corp á ela?

– Daqui a umas duas semanas, a grande massa já vai ter esquecido do ocorrido com Stefano, uma prova disso é que mesmo depois de supostos casos de misoginia e homofobia, a Dolce & Gabbana continua sendo um dos polos mais potentes em moda e, claro, venda de remédio para anorexia. Nem mesmo aquele pessoal desocupado da Greenpeace conseguiu mover uma ação válida de desinfectação de roupas com substâncias tóxicas da D&G que foram parar nas lojas de Hong Kong. Esse ativismo com base na internet não é capaz de derrubar grandes nomes por um grande período de tempo. – Dei de ombros enquanto abria o arquivo do meu computador que me mostrava o PDF da minha agenda pelas próximas duas semanas: – Esse pessoal que comanda empresas de moda adora deixar tudo para a última hora, não é? Mas, caramba, preciso saber logo da decisão deles para decidir como administrar o The Venetian na semana da Fashion Week.

– Você não precisa se preocupar tanto com isso por enquanto, querido. Qualquer coisa, você poderá contar comigo para ficar na administração do Venetian enquanto estiver desfrutando dos desfiles da Fashion Week. – Wendy respondeu.

– Não quero ter uma mulher no meu lugar por nem sequer um dia, imagina por dois. Não que eu tenha problemas com mulheres em cargos de chefia em uma empresa, não tenho, mas o real problema é que Sheldon Adelson pode achar que te coloquei como CEO temporária porque você é minha noiva.

– E qual seria o problema nisso? – Levantei meu olhar para ela e respirei profundamente.

– Nenhum, querida. Nenhum. – Respondi.


Notas Finais


KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKOLÁMENINEXXXXXXXXXXXXXX
Bom dia, Coreia do Sul.
Boa tarde, Brasil.
Demorei? Demorei.
Mas era porque eu estava em Las Vegas, meus anjos da coroa do Senhor~

É ISTO


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