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História Limítrofe - Capítulo 2


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Notas do Autor


Hei pessoas

Voltando aqui para postar um momentinho que passou pela minha mente durante uma aula um tanto tediosa essa manhã cheia de nuvens cinzas, dia bonito demais para chover. Este pequeno momento é com a menina Taeng g!p, mas sem nenhuma dessas perversões que vocês costumam ler tsk tsk é um capítulo sem nenhuma pretensão mesmo, mesmo, mesmo.

Capítulo 2 - Mais uma manhã..


Fanfic / Fanfiction Limítrofe - Capítulo 2 - Mais uma manhã..

 

Aquela era uma manhã cinzenta que dava boas-vindas ao inverno rigoroso que se aproximava da cidade de Seul. Kim Taeyeon já se encontrava de pé em plena cinco e meia. Taeyeon com o decorrer do tempo tornou-se uma mulher de hábitos, odiava quando sua rotina mudava bruscamente por qualquer obstáculo que fosse; e nesse dia, o obstáculo era o temporal que caía lá fora. Calçou seus sapatos de saltos medianos e pretos, para combinar com sua calça jeans de cintura baixa, e camisa social branca. Dobrou as mangas compridas até os cotovelos, pegou sua bolsa da Louis Vuitton e caminhou à porta. Estava prestes a sair quando sentiu uma tontura que a obrigou a se apoiar na parede.

Taeyeon sabia muito bem que não deveria sair daquele apartamento pelas próximas três semanas, por ordens médicas. Não era novidade nenhuma que a morena era chamada de workaholic pela sua melhor amiga e sócia Kwon Yuri. Tinha sido Yuri a arrastá-la para uma consulta médica na tarde anterior após desmaiar ao sair de seu escritório. Taeyeon estava com o corpo exausto e por isso foi forçada a ficar em casa em repouso, mas ela era muito teimosa e viciada em trabalho para ficar quase um mês de molho fazendo nada. E ali estava ela, suando frio com a respiração dificultada.

 

— Taeyeon? — Perguntou Tiffany sonolenta, caminhando em direção à sala enorme do apartamento em que vivia há dois anos e quatro meses com sua mulher e as três filhas, Joohyun (de 16 anos), Jiyoong (de 15 anos) e Erika (de 03 anos e dois meses). — Ai meu Deus, Taeyeon.

 

Tiffany correu para amparar sua mulher que cairia no chão caso não fosse acudida em segundos. É claro que Taeyeon não disse nada sobre a ida ao médico e muito menos sobre as recomendações dele. A morena sabia que se Tiffany soubesse disso, com certeza, a impediria de sequer fazer uma ligação para Yuri perguntando de como as coisas estavam indo na empresa. Além disso, receberia uma verdadeira bronca daquela ruiva de gênio fortíssimo.

Taeyeon apoiou-se na mulher e ambas caminharam até o sofá de couro. Não tinha mais para onde correr, teria que contar para Tiffany sobre seu estado de exaustão tanto física quanto mental. A ruiva desabotoou os dois primeiros botões da camisa de Taeyeon e enxugou o suor da testa dela, afastando os fios lisos e negros já molhados. Alguns minutos passaram e a tontura foi embora. Taeyeon sentou-se apropriadamente no sofá, sendo examinada minuciosamente por Tiffany, que tinha sabido da consulta médica da morena, da ordem de repouso e dos medicamentos solicitados - na noite anterior - através de uma ligação de Jessica, namorada de Yuri, perguntando como Taeyeon estava. Ela só tinha ficado quieta aguardando Taeyeon comentar alguma coisa sobre o assunto.

 

— A Yuri te contou, não foi? — Taeyeon respirou fundo, encolhendo os ombros e mostrando à ruiva sentada diante de si (com uma expressão brava e, ao mesmo tempo, preocupada) um olhar culpado. E isso nunca funcionou para amenizar a zanga de Tiffany, e nunca funcionaria. — Eu vou matar aquela bocuda.

 

— Você não vai matar ninguém. E quem me contou foi a Jessica. — Tiffany deu um tapa no braço de sua mulher. — E quando mesmo você pretendia me dizer sobre sua ida ao médico, hein, Taeyeon?

 

— Eu ia te contar logo.

 

— Você deve me achar muito tapada para acreditar nessa história. Olha só, eu não quero saber de mais nada. Levanta daí e volta para o quarto, e se eu te encontrar sem o pijama e fora da cama pode se preparar para a pior semana da sua vida. Entendeu? — Taeyeon soltou um muxoxo antes de levantar. — Muito bem. 

 

Assim que a morena dobrou na quina da sala para o corredor rumo aos quartos, Tiffany levantou e conferiu a chuva raivosa - que caía sem previsão nenhuma para terminar - ao abrir as cortinas grandes e largas que iam do teto ao chão. Parecia que ainda era madrugada e com o tempo tão ruim, a última coisa que faria seria sair de carro para deixar as crianças no colégio. Era sexta-feira, que mal faria as meninas faltarem um dia?

Foi para o quarto verificar Taeyeon, mesmo ainda brava com ela. No entanto, assim que abriu a porta precisou rir da morena dormindo toda largada em cima da cama; nem sequer tinha tirado a roupa de aparência executiva casual (que deixava Taeyeon muito, muito, muito sexy). Tiffany entrou e trancou a porta atrás de si. Começou a tirar as roupas de Taeyeon com um pouco de esforço, a deixando apenas de sutiã e cueca de compressão. Ela havia se acostumado há anos com o fato de ter se apaixonado por uma moça intersexual. Tiveram sua primeira filha, Joohyun, aos dezesseis anos e não demorou para Jiyoong ser produzida também. Foi uma barra sustentar duas crianças pequenas quando ainda eram adolescentes, quando suas únicas preocupações deveriam ser relacionadas aos estudos.

Ainda bem que tudo deu certo no final das contas. Conseguiram criar as duas meninas da melhor forma que puderam. E há três anos e dois meses veio Erika. Erika tinha puxado muito as características de Taeyeon, herdou até mesmo um sorriso travesso de quem tinha aprontado e jamais admitiria ter feito alguma coisa errada (mesmo que todo mundo já soubesse sobre a traquinagem); e embora parecesse, ela também não foi uma filha planejada. Uma noite em comemoração ao aniversário de sete anos de casamento, com direito a vinho, jantar à luz de velas, cama coberta por pétalas vermelhas, uma música lenta bem baixinha e uma morena sem a mínima vontade de usar camisinha pelas próximas seis horas foi o suficiente para Tiffany ter enjoos repentinos três semanas depois e ir à farmácia comprar dez exames de gravidez que deram resultados positivos.

Tiffany colocou em Taeyeon uma camisa branca do Pluto, a preferida dela, e a fez acordar somente para se ajeitar na cama e cobrir-se com o edredom. Fazia frio de ar-condicionado. Depois disso, foi verificar Joohyun dormindo o sono dos justos, toda embrulhada e encolhida sob os lençóis. Seria muita crueldade acordá-la naquela manhã chuvosa, cinza e fria de sexta-feira para ir à aula. Em seguida, abriu a porta de Jiyoong apenas para descobrir que essa já não estava mais em sua cama. E por fim, Tiffany foi ao quarto de Erika que parecia um anjinho do senhor Jesus dormindo; só parecia mesmo, porque quando acordada parecia muito mais um anjinho matreiro de Lúcifer.

Vistoria finalizada, caminhou para a cozinha. Se não tivesse mais o que fazer, voltaria para o quarto e dormiria agarradinha com Taeyeon por mais algumas horas.

 

— Por que você acordou? — Perguntou à Jiyoong, que estava sentada ao balcão de mármore escuro, toda debruçada e de olhos fechados. — Volte para a cama. É muito cedo ainda.

 

— Eu não preciso ir pro colégio hoje? Ainda é sexta-feira, mãe. — Disse a garota de cabelos castanhos e bagunçados, rouca de sono.

 

— Eu sei. Mas ninguém em sã consciência pisaria os pés fora de casa com o céu quase desabando em água. Volte para a cama, Jiyoong-ah.

 

A ruiva sorriu e escoltou a filha do meio até o quarto dela. Não demorou muito para voltar para o próprio quarto e deitou perto de Taeyeon, que dormia de barriga para cima. Encostou a cabeça no peito da morena e a enlaçou com o braço direito, colocando a perna por cima das de Taeyeon (com o joelho esmagando o pênis desperto de sua mulher). Tiffany fechou os olhos e se aninhou mais no momento em que os braços da outra a abraçaram e apertaram. Taeyeon sorriu ao sentir os fios vermelhos dos cabelos de Tiffany roçando em seus lábios e bochecha, sugou todo o cheiro bom de xampu que emanava deles. Logo se entregou ao sono novamente.

 

Essa era mais uma manhã nas vidas da família Kim-Hwang.

 


Notas Finais


Well... foi apenas isso mesmo, desculpa se eu decepcionei rsrs minha era soft renasceu em 2020.


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