História Lindo - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias EXO
Personagens Sehun, Suho
Tags Dirtytalk, Drogas, Obsessão, Pwp, Seho, Voyeur
Visualizações 232
Palavras 4.082
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E O MILAGRE ACONTECEU.
JUNMYEON AKA HETERO DE TAUBATÉ ESTÁ DE VOLTA.

Olá olá. Sei que por muito tempo vocês esperaram uma continuação para essa história, e nas últimas semanas me esforcei bastante para finalizá-la de um jeito diferente, bom e criativo. O resultado foi esse, e espero que tenha agradado. Já aviso logo que nesse capítulo não tem o lemon convencional, justamente pelo fato de os personagens não terem um relacionamento convencional.

Eu pretendia postar esse capítulo apenas quando uma nova capa para a fanfic estivesse pronta, mas não tive coragem de me atrasar mais, visto que faz meses que eu prometi que se tivesse um feedback positivo eu seguiria em frente e acabei não seguindo tão rápido quanto deveria.

Espero que gostem, real. Se isso aqui tiver mto ruim, podem me xingar nos comentários também, sem problemas shsksksj

Nesse capítulo procurei dar mais explicações acerca do lado do Suho, além de salientar mais o que ele pensa ou sente na história. Além disso, podemos observar também um lado um pouco mais obscuro do Hunnie, mais possessivo.

enjoy

Capítulo 2 - Junmyeon


O Oh não conseguiu mais pensar racionalmente a partir do momento em que Junmyeon abriu os olhos e encarou o invasor, sem parar os movimentos em si - indo ainda mais rápido com a mão do que já ia, até - e mesmo se tivesse pensado, não teria hesitado em seguir com o que estava planejando.


"Ah, hyung... eu já disse que você é lindo?" questionou o mais novo, sem o menor pudor com um sorriso de canto, entrando no quarto sem nem ao menos fingir que estava surpreso por encontrar o pequeno naquele momento tão íntimo. Rumou a passos pesados em direção à sua cama onde o menor se encontrava deitado e Junmyeon arfou raspando o dedão em sua glande rosada e inchadinha uma última vez antes de sentir o corpo pesado de Sehun se encaixar sobre o seu, decidindo sem pensar demais que este tomaria o controle da situação.





"S-Sehun-ah..."





***







Seria mentira se Sehun dissesse que ele havia pensado com cuidado nas consequências de suas próprias ações antes de executá-las. Quando o assunto era Junmyeon, o mais novo simplesmente não pensava com clareza. Não conseguia. A paixão era tanta que chegava a cegá-lo. Quando viu o Kim completamente desnudo daquele jeitinho, o olhando fixamente enquanto se masturbava, sem vergonha nenhuma do que fazia bem na sua frente, foi a gota d’água para que seu corpo agisse por conta própria.


Se Junmyeon queria prazer, era prazer que ele teria. Sehun faria seu colega de quarto ter o melhor orgasmo da vida dele, explicando da forma mais chula e simples possível.




Antes de tomar aqueles lábios avermelhados e cheinhos para si numa carícia desesperada e quase violenta movida pela vontade reprimida por tanto tempo, Sehun notou que Junmyeon estava arfando e suando muito, mas deduziu que era pelo prazer que sentia, então deixou ambos os fatos para lá, não dando muita atenção a isso. Junmyeon enroscou suas pernas ao redor da cintura delineada do mais novo o trazendo para mais perto de si, enquanto tinha sua língua sugada de forma deliciosa e viciante, correspondendo aos toques necessitados do outro. Porra, Sehun estava com um gostinho de menta na boca, era gostoso pra caralho beijá-lo; sua língua parecia de veludo ou de seda de tão macia e fácil que era para ela escorregar para dentro de sua própria boca.


“S-Sehun…” acabou por gemer dentre o beijo quando o mais novo passou a se esfregar contra seu corpo de forma ritmada, como se estivesse de fato o fodendo por cima das roupas, o que acabou por fazer com que arrastasse suas unhas pelas costas ainda cobertas do outro em uma tentativa frustrada de descontar todo o tesão em algum lugar. Junmyeon sentia que entraria em colapso a qualquer momento. 

Sehun afastou seus lábios dos semelhantes apenas para ver o rostinho corado do colega que se contorcia de prazer abaixo de si alguns minutos depois, e porra. Queria emoldurar aquela imagem pecaminosa e ao mesmo tempo fofa que tinha o privilégio de ver. Além de estar com os olhos fechados e bem apertadinhos pelas pálpebras, Junmyeon fazia um biquinho com a boca como se tentasse controlar os arfares cada vez mais frequentes e os gemidos, que Sehun não resistiu em morder. Junmyeon era lindo pra caralho. Perfeito até o último maldito fio de cabelo. Não havia ninguém que chegasse nem perto de seus pés.


Não sabia se era efeito do ecstasy consumido mais cedo ou não, mas o mais velho queria ainda mais do que estava recebendo. Queria ainda mais de Sehun, precisava dele! Cansado do mero esfrega-esfrega (que em sua opinião estava muito bom, mas se mostrava insuficiente), o hyung puxou Sehun para um novo beijo, dessa vez assumindo o comando da situação e aproveitou da distração momentânea e da surpresa do Oh para fazê-lo cair de costas na cama e sentar em seu colo em seguida sem quebrar o contato com as bocas. Sehun grunhiu com a bunda de Junmyeon chocando-se violentamente contra seu membro duro. Aquele garoto queria lhe matar, não era possível.


“Está vestido demais, Sehun. Droga!” o mais velho praguejou, quando, meio enrolado, não conseguiu tirar os botões da blusa alheia das casas. “Eu quero rasgar sua blusa.” rosnou impaciente e recebeu um sorriso travesso do mais novo, que tirou sua camisa tão rápido quanto pôde, jogando-a em qualquer lugar do quarto.


“Está impaciente, Junnie?” Sehun riu em escárnio em resposta, sentando-se apropriadamente na cama e colando seu peitoral ao do outro, ajeitando o colo dele com as mãos grandes e pesadas para que ficasse sentado bem em cima do seu pau coberto. 

Parou então por um segundo para pensar no que estava acontecendo. Sinceramente, não estava esperando essa vontade toda vinda do mais velho. Na teoria, inclusive, Junmyeon deveria ser heterossexual, não? Ele não deveria estar ansiando pelos toques de outro homem. Mas ah… que se fodesse qualquer coisa. Se aquilo era o que o Kim gostaria que fosse feito, então seria feito. Sem questionamentos, sem nada. Era assim que Sehun funcionava. “Calma, vou dar exatamente o que você quer, hyung." sorriu mais uma vez quando viu um brilho se acender nos olhos do seu semelhante. Junmyeon parecia tão doido por aquilo, tão agoniado e desesperado, caralho! Ele ainda ia deixar Sehun maluco, se é que já não estava.


Sehun se sentiu lisonjeado. Eram seus toques que Junmyeon queria. Sua paixão o desejava na mesma intensidade, na mesma profundidade. Era quase demais para ele lidar. Sem contar que o fato dele o desejar deixava-o ainda mais excitado.


Distraído demais com os próprios pensamentos, de novo, Sehun só se lembrou de voltar à Terra quando sentiu uma movimentação em seu colo. Junmyeon rebolava em cima de si, esfregando seu pau duro pelo abdômen agora livre de roupas do mais novo, talvez com a intenção de incitá-lo ainda mais a tocá-lo, talvez apenas para se livrar daquela tortura que era ficar duro e não se aliviar o mais rápido quanto possível. Sehun não tinha uma resposta para aquilo, não entendia muito bem as razões de Junmyeon, mas sentiu o próprio volume na calça jeans dar uma guinada conforme os gemidos do Kim gradativamente aumentavam, próximos de seu ouvido. Queria poder ter um gravador naquele momento e gravar cada belo som de prazer que ele emitia.


Sehuneu preciso… por favor...” Junmyeon gemeu levemente manhoso e abafado em tom de súplica, dentre uma rebolada leve ou outra se arrastando pela pélvis de Sehun, que prontamente entendeu o recado. Seu hyung estava necessitado, então o ajudaria.


Sem mais demora e enrolação, o Oh agarrou o pênis já melado com o próprio pré-sêmen do colega e iniciou uma masturbação rápida e ritmada, massageando toda a extensão, querendo que ele atingisse o ápice consigo lhe dando prazer e atenção total.


“A-Ah! Meu Deus, S-Sehun…” Junmyeon arfava e os gemidos acabavam por arranharem sua garganta ao escaparem, mas isso não lhe importava. Precisava gozar desesperadamente. “Ah… Hunnie…” passou os braços pelas costas dele em um abraço desajeitado, tentando se apoiar em algo. 


“Está gostoso, hyung?” Sehun murmurou provocativo e acabou por se aproximar ainda mais de Junmyeon, lambendo o lóbulo da orelha esquerda bem de leve, sentindo o menor tremer pelo contato. O Kim era particularmente sensível naquela área, o que fazia cada toque ali o arrepiar até os pelos da nuca. “Eu excito você? Você quer que eu te faça gozar bem gostoso?” prosseguiu, em um tom sacana, interessado e focado única e exclusivamente em dar mais tesão (se é que era possível) ao mais velho, enquanto raspava o dedão pela glande sensível, se deliciando com a textura da região e dos movimentos afoitos de Junmyeon no seu colo, que investia o quadril contra sua mão com certa violência em busca de mais, como a situação lhe impelia a fazer. “Diga, Myeonnie, se está gostando ou não...” ordenou, dessa vez murmurando em tom quase inaudível, enquanto diminuía os movimentos com a destra. Sua mão estava molhada, tamanha era a quantidade de pré-gozo que escorria do pau de Junmyeon. Ele estava excitado pra caralho. Chegava quase a ser anormaI; e isso só servia para deixar o mais novo mais contente.


“Sehun!” o outro resmungou, sôfrego, arranhando as costas do rapaz por impulso; estava próximo de finalmente se libertar. “S-Sim, você me excita! Muito, me excita muito, agora me deixe gozar…” murmurou em resposta meio sem jeito, ainda com o rosto escorado no vão entre o pescoço e o ombro esquerdo do Oh, com as orelhas e as maçãs do rosto quentes e avermelhadas pela vergonha de ter que ser tão claro. Era seu dongsaeng ali, poxa. Mesmo que ele fosse tão gostoso e o excitasse tanto, ainda era constrangedor ter que admitir em voz alta que queria que ele lhe fizesse chegar ao limite da sanidade.


“Eu quero muito te chupar.” Sehun segredou rouco, sexy demais para que Junmyeon pudesse aguentar muito tempo além daquilo. O hyung ofegou desacreditado do que tinha ouvido, a mente escurecendo completamente com aquela obscenidade toda e quase colapsando. Aquilo tinha lhe deixado excitado ainda mais e seu baixo-ventre repuxava, um calor gostoso se instalava na boca do estômago. Sehun desceu a cabeça em direção a jugular daquele sentado em cima de si e não resistiu em deixar um chupão forte ali, que ficaria roxo depois, seguido de outras mordidas tão possessivas quanto a primeira. Queria deixar sua marca em seu hyung, física e figurativamente falando. O Kim grunhiu pela dor, mas Sehun o distraía bem dela distribuindo beijinhos e lambendo por onde marcava. “Eu quero chupar seu pau todinho, te fazer tremer e pulsar dentro da minha boca, quero sentir seu gosto. Quero te fazer sentir tanto prazer que nunca mais vai esquecer de mim. Quero também que você foda minha garganta, até se sentir tão excitado que não vai ter escolha a não ser gozar na minha língua...”


Sehun… c-cala a-a b-boca…” o mais velho o interrompeu dentre gemidos descontrolados, perigosamente próximo do orgasmo. Se ouvisse a voz grossa de Sehun novamente lhe dizendo mais baixarias perto do ouvido, morreria, sem dúvidas. Se receber uma punheta do mais novo já era como estar no próprio inferno, receber uma chupada dele seria como sentar no colo do capeta.


“Depois que você gozar, acho que ainda não será suficiente para você. Você vai querer que eu te foda hyung, bem fundo, bem forte, bem gostoso. Quer sentir meu pau te fodendo, não quer hyung? Quer ficar de quatro para mim? Ou melhor, você quer rebolar no meu colo, quicando bem rápido até se sentir preenchido pelo meu gozo?” Junmyeon gritou de êxtase dessa vez, totalmente envolto em sua própria imaginação, que praticamente o obrigava a pensar e criar todas aquelas situações que Sehun descrevia em sua mente. Estava extremamente próximo de gozar. O pau chegava a escorrer excitação aos montes, seu corpo sofria espasmos violentos e nem mesmo conseguia mais manter a boca fechada de tanto que gemia. “Vem pra mim, hyung. Goza bem gostoso pra mim. Goza pro seu Hunnie.” Sehun ignorou a ordem do outro e acabou por provocar uma última vez, aumentando novamente a velocidade com a destra, sentindo todo o prazer de Junmyeon explodir em sua mão, bem quentinho e espesso, molhando sua mão e ambos os abdomens com os jatos de sêmen esbranquiçados. O outro, por si só, deixou um último gemido morrer na garganta, enquanto todo seu líquido era expelido para fora do próprio corpo. Acabou por rebolar no colo de Sehun e contra sua mão até se derreter por completo, e quando acabou, caiu de costas exausto no colchão desfrutando de todas as sensações que aquilo proporcionava, se desvencilhando de Sehun por alguns segundos.


“Porra Sehun, isso foi tão…” deixou a frase morrer engolindo em seco. Tinha sido intenso demais, ainda nem conseguia pensar em como ia se recuperar daquilo. Sua respiração continuava desregulada, o peito subia e descia com rapidez, sem um ritmo certo. Caralho. Onde Sehun tinha aprendido a arte de excitar alguém?


Sehun por si só estava hipnotizado e inquieto. Junmyeon era tão lindo. Tão perfeito, tão maravilhoso. Seu rosto corado, seus cabelos pretos bagunçados e ele imerso naquele torpor pós-orgasmo era algo tão belo que deveria de ser proibido. De fato, vê-lo assim ao vivo era infinitamente melhor do que apenas imaginar. Por fim, se deixou ficar eufórico por alguns segundos, mesmo que não tenha sido ele próprio a gozar. Tinha dado prazer a ele! Tinha-o excitado e levado ao limite! Ele em momento algum o afastou, o pediu para parar… nada. Ele tinha lhe retribuído, tinha lhe beijado e tinha praticamente implorado por mais. Sehun estremeceu pensando nessa última parte.


Caralho. Junmyeon lhe deixava tão insanamente duro. Sehun daria qualquer coisa para fodê-lo.


“Ah…” o Oh ofegou em alívio, quando finalmente se deu a liberdade de se livrar do tecido pesado da calça jeans, que por sinal já tinha uma mancha escura na frente, tamanha era sua excitação. Estava muito dolorido e seu pau pulsava inquieto dentro da cueca, negligenciado até então. “Ah hyung... veja como você me deixa.” Sehun meio manhoso e choroso chamou pelo Kim, que prontamente se apoiou nos cotovelos e ergueu o corpo para fitar a ereção do outro, marcada pela boxer preta. Sehun era tão grande que a cabecinha avermelhada do pau dele chegava a escapar por cima da cueca e umedecia o próprio abdômen levemente sarado e definido. Junmyeon lambeu os lábios com a visão inconscientemente e o pau de Sehun sofreu um espasmo em resposta àquela provocação involuntária e desceu a cueca até os joelhos. 


Junmyeon refletiu brevemente. Como seria chupar um homem? Sehun tinha feito parecer, alguns minutos atrás, enquanto sussurrava em seu ouvido, uma boa ideia. E se....


Sehun.” chamou o outro, já certo do que iria fazer. Sehun ergueu o olhar curioso. “Me deixa chupar você.” pediu, mas foi mais uma ordem mesmo. 

Sehun arregalou os olhos por um segundo e então abriu um sorriso largo. Seu hyung lhe olhava fixo, quase que faminto, mas ainda sim com um olhar curioso. Sehun presumiu que era a primeira vez dele com um cara e sentiu uma puta felicidade com aquilo. Porra, Junmyeon conseguia surpreendê-lo de formas tão boas… Seu coração até passou a bater mais rápido e era como se mais sangue corresse por suas veias. A adrenalina lhe atingiu em cheio, assim como a ansiedade. A boca de Junmyeon era perfeita, mas ela preenchida pela extensão dura de Sehun… Oh, aquilo seria divino.


“Não precisa fazer nada se não quiser, hyung. Eu posso me virar.” Sehun decretou, em resposta, mesmo estando absurdamente dolorido e teso. “Ter te feito sentir prazer já foi o suficiente pra mim, isso aqui eu posso resolver no banheiro.” sorriu, verdadeiro, finalizando a sentença. Não importava o que Sehun queria. O importante era fazer Junmyeon se sentir bem, e aquela missão já havia sido cumprida com honras.


“Mas eu quero, Sehun. Quero te ajudar como me ajudou.” Junmyeon retrucou, com atitude. Sehun acabou por ficar de joelhos na cama e o Kim se aproximou, erguendo o corpo e ficando de quatro no final, segurando com força as coxas alheias para ter apoio.


Antes que fizesse qualquer coisa, Sehun segurou nos cabelos da nuca de Junmyeon e o obrigou a erguer o olhar.


Tão sexy.  Tão lindo. Tão perfeito em cada mínimo detalhe…


“Hyung. Você acaba comigo assim.” suspirou derrotado. Era incrível como aquele garoto lhe desmontava inteiro. “Tem certeza que está confortável com isso?” perguntou só para ter certeza, com o último fio de voz que lhe restava. Precisava saber se Junmyeon estava 100% certo daquilo.


Junmyeon não o respondeu. Em contrapartida, sua língua que Sehun insistia em comparar com o paraíso logo alcançou a glande avermelhada do mais novo, esta que seus lábios rosados logo rodearam. Começou então a beijar e sugar para dentro da boca apenas aquela área, lembrando-se do fato de que ele mesmo e os homens no geral eram muito sensíveis ali.


“Caralho!” Sehun rosnou involuntário. Não era a primeira felação que recebia na vida, mas estava certo de que seria a melhor de todas. “H-Hyung...” choramingou, tenso até o último fio de cabelo. Podia gozar só com a linguinha dele rodeando a cabeça de seu pau e experimentando o pré-gozo que saía de lá.


Junmyeon, por si só, tentou prosseguir com o que ele considerava certo de se fazer na hora. Nunca tinha feito nada do gênero em um homem, mas já tinha recebido muitas chupadas de outras pessoas, então esforçou-se para se lembrar de todos os passos daquilo.


Levando em consideração que os gemidos de Sehun aumentavam gradativamente, Junmyeon chupava apenas a pontinha do pênis dele como se experimentasse um pirulito para testar suas reações. Estava meio que curioso para ver como ele agia naquelas situações. Queria observar o que ele seria capaz de fazer para sentir mais daquilo. Não resistiu e olhou para cima enquanto tinha-o na boca, se deparando com ele o encarando tão intenso como se fosse devorá-lo ali mesmo. Ainda sim, dava para ver claramente que ele se esforçava para não ir longe demais e acabar forçando seu pau todo para dentro da boca de Junmyeon, forçando a algo que talvez pudesse ser desconfortável para o pequeno. O Kim por sua conta entendeu que Sehun tinha medo de extrapolar seu tesão e levou aquilo quase como uma demonstração de carinho e preocupação consigo.


Satisfeito com o autocontrole dele e a preocupação consigo e seu bem-estar, o mais velho prosseguiu com aquilo avançando aos poucos com a boca, explorando o terreno e o deixando ganhar espaço em si, indo mais fundo bem lentamente enquanto masturbava o que não estava em sua cavidade molhada com certa avidez. O mais alto evitava a todo custo segurar no cabelo de Junmyeon com força demais com medo de machucá-lo, mas porra, estava quase impossível de se segurar. Queria estocar na boca dele, queria sentir sua garganta úmida e quentinha rodeando seu pau. Estava tão excitado que sentia sua cabeça doer e as pernas fraquejarem. Não ia durar muito tempo naquilo. Junmyeon o excitava demais.


O hyung tomou os devidos cuidados com os dentes e lembrou de relaxar a garganta. Nunca achou que fosse gostar daquilo, muito menos tinha imaginado que faria aquilo, mas droga, era Sehun ali naquele momento. Só o fato de ser ele ali já o deixava duro de novo. Não fazia nem 5 minutos que tinha gozado e já se sentia excitado novamente. O que aquele moleque estava fazendo consigo e seu corpo, droga? Procurou justificar e pôr a culpa nos comprimidos do ecstasy consumidos mais cedo. Talvez fossem eles que o tivessem deixando tão excitado. O colega que o havia fornecido a droga bem que o havia avisado dos efeitos, mas não era como se Junmyeon tivesse dado muita bola antes de experimentar aquilo. Agora, pensando bem, tinha sido má ideia ingerir aquilo. Toda sua pose de hetero tinha ido ralo abaixo, e ele sabia que logo logo deveria explicações a Sehun do porquê daquilo.


Myeon, a-ah…” Sehun soltou uma lufada de ar e acabou por apertar o couro cabeludo de Junmyeon com mais força, o que resultou em um gemido do mais velho que reverberou por todo seu pau. “D-Desculpa hyung…” Sehun corou de vergonha ao pensar que o tivesse machucado e rapidamente soltou a mão de onde estava, com medo de ter feito algo que desagradasse sua "paixonite". Mas não. Não tinha feito nada de errado, e Junmyeon fez questão de lhe mostrar aquilo.


“Sehun.” o chamou com a voz rouquinha ao se afastar. “Fode minha boca. Fode até gozar. 'Tá tudo bem.” garantiu, o encarando sem nem mesmo piscar.


Sehun não pensou muito mais. Era o que Junmyeon queria, não era? Então seria feito.


Começou então uma série de impulsos com o quadril em direção a boca dele, seu pau encontrando a garganta do mais velho diversas vezes, que acaba por engasgar um pouco com aquela amostra de brutalidade do mais alto. Não que o Kim se incomodasse com aquilo. Estava sendo gostoso sentir ele em sua boca também.


Sehun sentiu aquele calor insuportável se instalar por sua barriga e soube que iria gozar. Fechou os olhos e diminuiu os movimentos aos poucos querendo prolongar o momento, mas não deu muito certo, porque Junmyeon continuava usando sua língua de uma forma fodidamente gostosa, então nem deu tempo de avisar que ia chegar ao orgasmo. Quando sentiu o líquido preencher-lhe a boca, Junmyeon parou com tudo que fazia e apenas apreciou o gostinho, que não era nem muito doce nem muito salgado. Sehun soltou um gemido rouco denunciando o quanto estava sendo gostoso, e se sentiu no direito de ficar ali daquele jeito até que se desfizesse por completo.


Caralho, que delícia. Nada nunca ia chegar aos pés aquela sensação arrebatadora que lhe atingiu. Tinha gozado na boquinha perfeita do colega de quarto, sua maior paixão, seu amor, seu anjo, seu tudo. Nada nunca seria tão gostoso quanto sentir a língua dele se esforçando para sorver tudo que havia saído de sua fenda, nada nunca ia se comparar com sua língua e seus lábios lhe chupando todinho. Bom, talvez uma coisa fosse tão boa quanto, talvez até melhor, mas Sehun não queria pensar nisso agora.


Deu uma última olhada naquele rosto angelical mas não inocente do seu semelhante e caiu na cama, momentaneamente cansado. Tinha sido muita coisa por um dia.


“Hyung…” esticou o braço pela cama e com os olhos chamou Junmyeon para que ele se deitasse ao seu lado. “Eu não sei se é o…” parou a fala para respirar por um segundo quando sentiu ele afundar ao seu lado no colchão, com a cabeça colada em seu peito, os olhos atentos em si. “Não sei se é o momento ideal para falar disso, mas…” tentou buscar na própria mente palavras para descrever o que tinha acontecido, mas parando para pensar agora, tudo era muito surreal.


“Mais cedo, eu tomei alguns comprimidos de ecstasy, Sehun.” Junmyeon prontamente se justificou entendendo o rumo da conversa e Sehun arregalou os olhos em descrença. Bem que achava que Junmyeon estava arfando e suando em excesso. “Eu estava estressado com a semana de provas que se passou, porque acabei descobrindo que em algumas avaliações eu tirei notas muito abaixo do que eu esperava. Fiquei puto demais. Eu estudei muito durante bastante tempo, estudei durante semanas antes desse inferno de época de avaliações começar, você viu que estudei!” acabou elevando o tom de voz sem querer e Sehun apenas concordava e assentia com a cabeça. Queria ouvi-lo se explicar. “Eu não tava com cabeça para assistir nenhuma aula hoje. Aí eu acabei ligando para um amigo meu aqui da universidade que mexe com essas coisas e ele me explicou que essa droga era a mais indicada pro que eu queria, falou também que eu ia relaxar, ficar mais solto, que ia me sentir mais leve... e eu acabei ficando mesmo. Só que de quebra, comecei a pensar em…” abaixou a cabeça e Sehun jurou que viu ele corar.


“Você pensou em mim, hyung? Ou começou a pensar apenas em sexo e eu cheguei na hora certa?” Sehun usou os dedos para gentilmente levantar o queixo dele com a mão, olhando-o nos olhos. Estava esperançoso de que ele havia pensado em si, porque, afinal, ele estava na sua cama quando tudo começou e ele o ouviu do outro lado da porta.


Junmyeon respirou fundo e depois soltou todo o ar preso nos pulmões.


“Eu pensei em você, Sehun. A tarde toda. Comecei a ficar eufórico depois que os efeitos da droga bateram e a pensar em você. Quando me dei conta, tava duro, excitado e latejando. Não resisti e acabei batendo uma pensando em você. Pensando em nós, na verdade, nos imaginando na sua cama, exatamente como estamos agora.” ele lhe respondeu e pegou na mão do mais novo, levando-a novamente até seu membro, que de fato, estava ereto e pulsante, tal como descrito. Sehun sentiu todas as suas estruturas internas se abalarem fortemente. Seu hyung tinha pensado em si o dia inteirinho. Para ele, isso era como ganhar na loteria. Talvez até melhor. “E então, visto que suas aulas acabaram por hoje e que temos tempo, porque não resolvemos meu problema até o efeito do ecstasy acabar?” sorriu meio sugestivo, e nem precisou de muito mais para que Sehun avançasse em si, beijando-o com voracidade.


O resquício de tarde e a noite que estava por vir seriam longos, mas Sehun esperava ansioso por isso. Que se ferrasse qualquer coisa. Junmyeon precisava estar e ser satisfeito e o mais novo se encarregaria disso com o maior prazer do mundo.


Afinal, Junmyeon era lindo e perfeito demais para não ter seus desejos atendidos, fossem eles quais fossem.


























Notas Finais


BOOOOOOM!
O que acharam? Mereço uns tapas pela demora na atualização, né? Eu sei. Sou uma pessoa horrível shskaksjdhk

NÃO.
USEM.
DROGAS.

Não façam o que o Suho fez na história. Tem outras maneiras de desestressar, vocês não precisam recorrer a coisas pesadas como narcóticos. Fazer ele recorrer a isso na fanfic foi uma maneira que encontrei para explicar o porque do tesão incontrolável dele pra com o Sehun naquele momento.

Agora, faço questão de frisar pra vocês que o Sehun não reprimiu nem brigou com o Suho (como um bom amigo deveria fazer) por ele ter usado drogas, por causa da obsessão pra com ele. "Ah Kim, mas como assim?" Simples. O Sehun é TÃO OBCECADO com a felicidade, a satisfação e o prazer do Suho que ele é INCAPAZ de enxergar o que ele faz de errado. O Sehun nessa fanfic jamais acharia que qualquer coisa que ele faz/fez é errado. O Suho SEMPRE vai estar certo. Porque ele é teoricamente perfeito, sacaram?

JUNMYEON HETERO PRA CARALHO COMO VCS PODEM VER, PENSANDO NO AMIGUINHO ENQUANTO BATE PUNHETA. Junmyeon falso hetero e ze droguinha, pois é gente kjjkkjj

Espero que tenha valido a pena a demora e que o capítulo tenha agradado. O mundo precisa de mais fanfics seho com putaria. Amém? 

Aliás, estou estudando a hipótese de fazer MAIS UM capítulo, dessa vez com o lemon inteiro e mais algumas explicaçõeszinhas. O que vocês acham?

Como vocês sabem, eu sempre deixo aqueles links de uns vídeoszinhos marotos UNGIDOS POR DEUS nas notas finais pra vocês curtirem no tumblr durante a noite, então... enjoy!

📌https://bansextan.tumblr.com/post/175885969064/tastykook-taehyung-was-talking-to-one-of-his-guy

📌http://horny-lester.tumblr.com/post/153780513503/pastelpowerbottom-okay-but-littledan-bouncing


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