História Linguiça ou esfirra? - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chen
Tags Baekchen, Baekhyun, Chen, Chenbaek, Comedia, Exo, Jongdae
Visualizações 120
Palavras 1.094
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, LGBT, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Uniq


A música alta tocando fazia o coração de Jongdae disparar. Seu colega havia sumido e o deixado completamente sozinho e à deriva em seu primeiro bar gay.

Nunca sequer sonhou em entrar em um local como aquele, e agora estava lá, deixado de lado, sozinho, abandonado, trocado por uma rola mequetrefe! Era inaceitável!

O pior não era nem ter sido deixado de lado, mas sim ter mais de vinte pares de olhos vidrados em seu corpinho, e sem brincadeira, Jongdae se sentia uma gazela — para não dizer outra coisa — cercado por seu predador. Eram tantos que até mesmo pensou em se agarrar em algum segurança para ficar mais calmo, porém seu bom senso falou mais alto. Só não mais alto do que o bêbado bonitão que chegou cambaleando e se pendurando no pescoço do Kim como se fossem conhecidos de época.

— Fala ae, meu patrão… — gargalhou o desconhecido — tá acompanhado? — questionou olhando ao redor esperando encontrar algum brutamontes consumidor de whey ou alguma droga pra cavalo.

— Tô com meu amigo mas ele desapareceu… — murmurou Jongdae, pegando o braço do loiro e retirando-o de seu pescoço com determinado esforço — você…

— Byun Baek… — soluçou, seguido de uma risada esganiçada, e mesmo que o local estivesse escuro e o Byun quase caindo de bêbado, achou aquele sorriso maravilhoso — Baekhyun.

— Jongdae. Kim Jongdae.

— Jongdae — disse lentamente, como se testasse o nome em sua boca – na verdade ele tentava assimilar — aceita beber alguma coisa? — e pronto. Antes que pudesse negar, Baekhyun berrou para algum barman — traz um coquetel igualzinho a esse rapaz aqui!

Com a plenitude de quem já ouviu a mesma cantada mais de vinte e cinco vezes na noite, o barman apenas riu, encarou Jongdae por alguns segundos e devolveu ao Byun.

— A gente não tem coquetel feio — Jongdae quis cair na gargalhada, mas ao mesmo tempo entristeceu-se por ter sido chamado de feio.

Poxa vida, pelo menos ele era engraçado!

— Olha, Baekhyun… — murmurou — eu sei que esse é um bar… hm… um bar…

— Gay.

— Sim, gay… — pigarreou — mas… eu só vim com um amigo mesmo e… eu não sei se quero me atracar com algum rapaz daqui, sabe? Eu sou hetero… ou quase.

Baek pensou por alguns segundos, ou parecia estar pensando. Encarou Jongdae de cima a baixo, reparando em suas roupas, corte de cabelo, postura.

— Você é gay sim — devolveu ao Kim — gay, gayzissímo. Mais gay do que você só eu, agora usa essa rola e fode meu cu até eu pedir piedade, vamos pro banheiro.

Ah pronto! Pensou Jongdae, agora teria que comer o cu de um qualquer? Pois mataria Xiumin assim que tivesse a chance. Mataria o salafrário nojento por tê-lo deixado sozinho naquele bar idiota.

— Baekhyun, eu não vou comer seu cu, porra! — Quase gritou, chamando atenção de alguns que estavam por perto, coisa que fez o Kim encolher-se todo em suas próprias roupas e querer sumir.

— Tudo bem… — Baek respondeu — você é hetero mesmo? — perguntou por fim.

— Porra cara, eu sei lá, tá ligado? — murmurou baixinho, sentando-se no banco em frente ao bar — eu nunca fiquei com um cara, mas ficar com meninas também já não é uma coisa tão legal como há alguns meses…

— Tá, e… você já transou, né? Com menina?

— Já. Lógico… mas acontece, Baek, que… sei lá, nunca foi bom, entende? Lógico, eu gozava, mas… não sei — disse por fim.

Jongdae não fazia ideia de porque estava expondo sua vida para um bêbado qualquer que se agarrou em seu pescoço em uma hora inoportuna no bar, mas contar isso para alguém que certamente não lembraria nem o próprio nome em alguns minutos era quase que reconfortante. Podia assemelhar-se a uma máquina do tempo. Jongdae falaria com Baekhyun e por fim, no dia seguinte, o Byun ao menos lembraria que esteve no bar com ele! Parecia o plano perfeito.

— Certo… olha, digo por experiência: o melhor jeito de saber se gosta de algo, é experimentando. Por que você não testa? — perguntou. Baekhyun parecia mais sóbrio com o olhar sério que continha — podemos ir pro canto se você quiser, ou mesmo pro banheiro, bem escondidinhos. Se a questão for vergonha ou medo, ninguém saberá.

— Podemos… ir pro banheiro. Tipo, sei que ninguém vai julgar mas… — riu — nunca se sabe, minha cara deve ser feia beijando.

Baekhyun gargalhou enquanto puxava o Kim pela mão até um dos banheiros, onde entrou apressado, jogando Jongdae na parede de uma das cabines com tanta força que as viu tremer. Jongdae temeu quebrar alguma, mal tinha dinheiro para comprar passe de metrô!

Sentiu logo os lábios de Baekhyun sobre os seus, e de início se assustou, mantendo os olhos abertos.

Baek fechou a porta atrás de si com um dos pés, enquanto com a outra mão, empurrou Jongdae até que este caísse sentado na privada  – que deu graças a deus por estar com a tampa fechada. Imagina sentar em mijo alheio?

Não passou de um selinho demorado, mas Jongdae sentia algo estranho em seu estômago. Não, não eram borboletas.

Baekhyun tinha cheiro de álcool, e isso tornava as coisas mais reais.

Os lábios de Jongdae tremiam levemente e suas mãos formigavam, seus pés estavam gelados.

— E aí? Algo diferente? — Questionou Baek.

— Na verdade… sim, poderia fazer novamente? — E Baekhyun fez.

Avançou novamente nos lábios finos de Jongdae, e dessa vez, tentou morder o inferior do Kim antes de pedir permissão com a língua para adentrar sua boca e explorar os cantos.

Jongdae sentia-se nas nuvens, e não por ser apenas Baekhyun, mas por ser um rapaz.

Sentiu os lábios de Baekhyun chupando sua língua, beijando sua bochecha e após isso, seu pescoço, traçando uma linha de selinhos até o maxilar e voltando. Era muito bom, e por ser muito bom, mal percebeu ter uma ereção crescendo no meio de suas pernas –  Jongdae não percebeu.

Baekhyun, mesmo de olhos fechados, tinha a mão boba pronta pra percorrer o corpo do Kim.

Enquanto uma segurava a cabeça do moreno, a outra descia por seus ombros e peitoral, até chegar no pênis rijo.

Os gemidos de Jongdae eram claramente identificáveis a quilômetros de distância, e não demorou muito para que este já estivesse satisfeito e ofegante, enquanto Baekhyun sorria ainda de joelhos.

— E aí, como foi? — questionou.

— Gay — respondeu Jongdae recuperando-se do orgasmo — eu aceitaria sua bebida agora, se ainda estiver disposto a pagar.

E assim que os dois chegaram ao bar, Baekhyun lançou a mesma cantada ao barman novamente, porém desta vez, um cara diferente.

— Quero uma coquetel que se pareça com ele, aqui — apontou para Jongdae.

— Não tem coquetel com cara de hetero aqui não.


Notas Finais


aí gnt desculpa tá um cocô beijoes


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