História Linha Paralela - Capítulo 1


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Categorias Arrow
Personagens Laurel Lance, Oliver Queen (Arqueiro Verde)
Tags Canário Negro, Dinah Drake, Dinahsiren, Katie Cassidy, Laurel, Laurel Lance, Lauriver, Linha Do Tempo, Oliver Queen, Sara Lance
Visualizações 8
Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoas do Spirit como vão?
Bem, a um tempo atrás eu já tinha postado aqui porém n deu em nada e cá estou eu tentando de novo
Predendo fazer 4 histórias:
-Lauriver
-Dinahsiren
-Lauriver
-Dinahsiren
É isso espero que gostem! Siga-me no Instagram @katie_cassidy_my_love e chama pra conversar!

Capítulo 1 - Ainda Preciso de Você na Minha Vida


Os braços de Oliver ao redor de seu corpo com a intenção de lhe transmitir um pouco de conforto eram a única coisa que impedia Laurel Lance de cair de joelhos. Sua irmãzinha… Sua Sara estava morta e ninguém podia fazer nada para mudar aquilo.

Parecia tão estranho… Dois dias atrás ela estava com Sara no topo de um prédio, conversando sobre a volta de Sara e fazendo piadinhas sobre férias da liga dos assassinos. E então a mais nova tinha dito “Laurel Lance, sempre tentando salvar o mundo”. Ela tinha dito “eu te amo”, foi como se estivesse dizendo adeus… 

Ela queria gritar. Gritar com o mundo! Pegar uma faca e cravar lentamente no coração de quem fez isso com a sua irmãzinha! Queria que aquela fosse apenas um sonho, que ela iria despertar suando frio e receber uma ligação de Sara, avisando que ainda estava aqui!

Meu Deus! Por que doía tanto? Por que ela não podia simplesmente pegar um punhado de terra e jogar sobre o caixão, não podia simplesmente dizer a Sara que ela podia ir em paz?

Lágrimas molhavam sua bochecha pálida, ela podia senti-las escorrendo. Podia sentir o polegar de Oliver tentando afastá-las, mas sabia que seria inútil.

Sentiu os joelhos começarem a cederem quando Roy pegou a pá e pediu permissão para começar a jogar a terra.

-Não!- Laurel soluçou, enquanto sentia Oliver apertar o abraço. - Ela não pode ir! Não pode ficar ali sozinha… E se ela sentir frio? E se ela estiver assustada? - a loira tentou sair do abraço e se debruçar sobre o caixão, mas Oliver foi mais rápido e a segurou.

-Não faz assim minha linda.- ele pediu, sentindo os próprios olhos ficarem cheios de lágrimas. - A Sara não vai sentir frio, ela está em paz agora. Vem, vou te levar para casa, vai te fazer mal ficar aqui. Sei que é difícil, mas Laurel…

-Oliver… - Roy estava novamente fazendo menção de começar o enterro. - Eu posso?

-Pode. - respondeu Oliver, dando um beijo demorado no topo da cabeça loira de Laurel. - Não precisa olhar. - Ele garantiu, fazendo um carinho no cabelo dela.

A Lance havia encostado a bochecha no peito de Oliver e - apesar de doer muito - ela às vezes observava Roy e Diggle cobrirem Sara de terra.

O baque da terra batendo contra o caixão era horrível - pelo menos para Laurel - e fez com que ela desejasse trocar de lugar com Sara.

Podem ter demorado apenas cinco minutos - na realidade demoraram exatamente sete minutos, mas nenhum deles cronometrado no relógio - mas para Laurel foram como se horas tivessem se passado.

-Pronto. - Oliver disse, segurando a mão dela. - Vou te levar pra casa.

Mas Laurel se sentia colada ao chão, como se nada fosse capaz de movê-la. Não ouviu Felicity dizer que era melhor Oliver levar logo Laurel para casa e passar as próximas horas junto dela - Felicity temia que a Lance tentasse alguma loucura - e a ajudasse emocionalmente.

-Vem cá. - Oliver se aproximou de Laurel e a pegou nos braços no estilo nupcial, a permitindo deitar a cabeça em seu ombro.

Sem falar nada, ele a levou até o carro dele, colocou no banco do passageiro- e nesse meio tempo percebeu que ela tinha emagrecido bastante desde a última vez que a carregou, dois anos atrás - e foi até o banco do motorista.

-Pode dormir. - ele disse a ela, começando a dirigir.

-Não consigo. - Laurel garantiu, com a voz rouca.

Eles foram o resto do caminho em silêncio. Laurel deixou a cabeça pender e encostar no vidro. Toda a vez que paravam em algum sinal vermelho, Oliver estendia a mão e lhe dava um leve apertão no ombro.

-Pronto. Chegamos. - Ollie declarou, saindo do carro e abrindo a porta para ela. - Consegue andar? Ou vai cair na primeira escada? - ele brincou, não conseguindo arrancar dela nem meio sorriso.

Laurel estendeu os braços para ele, que a puxou para fora do carro, a fazendo aterrissar com a cabeça em seu peito.

De braços dados - ou melhor, ela se jogou nos braços dele, que passou os braços em torno dos ombros dela e juntos caminharam até o apartamento - eles foram até o apartamento e assim que entraram, quase se arrastando, ela desabou no sofá.

-Está com fome? - Oliver perguntou, fazendo uma espécie de massagem nos ombros tensos dela.

-Não. 

Isso fez a preocupação de Oliver chegar no limite. Rapidamente, ele contornou o sofá e sentou ao lado dela, novamente a abraçando.

-Fala comigo. - ele pediu.

-Eu pensei que seria mais fácil… - ela soluçou, deixando a nova onda de lágrimas escorrer. - Mas não foi. Foi mais difícil que da outra vez pois ela estava lá! Dessa vez não tem como ela voltar e dizer que passou dois anos na liga! Merda! Devia ter sido eu! - Laurel praticamente gritou as últimas palavras.

-Nunca mais repita isso por favor minha linda! Eu ainda preciso de você na minha vida! Sempre vou precisar! Nunca mais fale isso, promete?

-Prometo.

-Fica aqui que eu vou lá na cozinha pegar algo pra você comer tá?

-Eu já disse… Não tô com fome…

-Minha linda, por favor. Você chega a estar pálida… Vai lá, toma um banho e eu vou preparar uma sopa.- ele ordenou. -  E não estou te dando escolha tá? - brincou.

Laurel se levantou lentamente, ignorando a brincadeira do final. Praticamente se arrastou até o banheiro - chutando para longe os sapatos no caminho - e quase se esqueceu de qual porta que era. no meio do caminho, lembrou-se de ir até o quarto e pegar o pijama longo cinza. Foi para o banheiro, jogou o pijama sobre o vaso sanitário, retirou as roupas pretas, ligou o chuveiro e entrou.

A água quente batendo em sua pele gelada pelo ar da noite era reconfortante. Lembrava-se das mãos de Oliver a tocando enquanto tomavam banho juntos na época em que namoravam.

Acabou passando mais tempo lá do que deveria. Mas o toque suave na porta a trouxe de volta a realidade.

-Precisa de ajuda? - Oliver perguntou. - Eu prometo que fecho o olho! - acrescentou.

-Eu já to saindo. - Ela garantiu, desligando o chuveiro e se enrolando numa toalha.

Secou o corpo rapidamente, vestiu o pijama e saiu do banheiro, se deparando com um cheiro agradável de sopa, mas que a deixou nauseada ao  mesmo tempo.

-Vem. - Ele a puxou até o sofá, sentou ao lado ela ficando frente a frente e pegou o prato de sopa. - Vai comer por bem ou por mal? Abre a boca. - ele não esperou a resposta dela.

Ainda meio nauseada, Laurel abriu a boca e deixou ele levar a colher de sopa até lá.

-Não consigo comer mais. - Ela declarou alguns minutos depois.

-Seis colheradas, isso foi recorde. - Ele brincou, colocando o prato sob a mesa que ficava no meio da sala.

-Ei, pode ir pra casa, eu vou ficar bem.

-Sem chance, gatinha. Você vai enjoar de mim.

-Sem chance disso acontecer. Mas é que é meio estranho. Ainda te amo.

-Sabe que eu também te amo. 

-Então por que Ollie? Por que não podemos simplesmente ficar juntos?

-Laurel, olha o que eu faço…

-Não é por causa disso. É a Felicity.

-O que têm a Felicity?

-Eu vi o jeito que ela te olha. Ela te ama. E ano passado quando Slade nos sequestrou eu já sabia da sua escolha: Felicity. Ele me contou o que você disse para ela…

-Isso tudo era parte do plano… Mas o seu psicológico está abalado demais para falar disso agora. 

-Depois continuamos?

-Pode apostar. Quer dormir?

-Segura a minha mão?

-A noite toda.

Ele se levantou e a tomou nos braços novamente, a levando até o quarto, deitando na cama, cobrindo e sentando ao seu lado.

-Quer um comprimido? - Oliver perguntou, fazendo um carinho no cabelo dela.

-Sobriedade. - Laurel lembrou, dobrando as pernas.

-Então o que posso fazer para te ajudar a dormir?

-Me abraçar.

E foi isso que ele fez. Oliver abraçou Laurel até que a respiração dela indicasse que tinha mergulhado num sono profundo. E quando teve certeza que ela já estava sonhando, murmurou:

-Ainda preciso de você na minha vida.

******

EPÍLOGO

12 anos depois…

Parada em frente a janela de seu apartamento, Laurel Lance Queen observava a chuva cair, enquanto acariciava sua barriga. Sentiu Mia chutar novamente. Ela andava chutando bastante nos últimos dias e realmente estava a cansando, embora já estivesse prestes a dar a luz.

Muita coisa tinha acontecido naqueles doze anos. Laurel ressuscitou sua irmã e também foi brutalmente esfaqueada. Depois disso, ficou fora por um ano, viajando com as Lendas, deixando todos pensar que estava morta. E quando retornou, descobriu que Oliver e Felicity estavam noivos.

Mas quando ele a viu, a primeira coisa que fez foi beijá-la. 

Laurel e Felicity tiveram uma briga realmente horrível, mas provocada pela garota do QI avançado. 

Porém, todos sabiam com quem Oliver iria ficar.

E após a Crise nas Infinitas Terras, que quase matou a ambos, Laurel descobriu sobre Mia.

-Oi princesa. - Oliver chegou por trás e a abraçou, massageando sua barriga.

-Aí! - Laurel sentiu uma contração.

-O que aconteceu?

-Ollie sua filha quer nascer… agora mesmo!

 

FIM!

 


Notas Finais


É isso gente! Se vcs gostarem eu faço mais!


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