História Linha Tênue - Capítulo 3


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Categorias Christina Hendricks
Personagens Christina Hendricks
Tags Beth, Beth Boland, Christina Hendricks, Good Girls, Manny Montana, Rio
Visualizações 59
Palavras 2.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá leitoras do meu ♥

Bora pirar em mais um capítulo do nosso shipper comigo????
SHIPPO TANTO QUE NEM SEI DIZER O QUANTO!

Enfim, sem muito lero lero, porque vocês querem ler :D

Ótima leituraaa!!!!

Capítulo 3 - Um Acidente


  O dia amanheceu e o sol bateu no rosto das meninas, fazendo-as acordarem.

  - Uh! – Annie resmungou com a mão na cara – Precisamos pedir cortinas grossas.

  - Hmm. – Ruby revirou os olhos – Precisamos pedir calcinhas que é mais importante.

  - Verdade! Quem vai pedir? – Annie perguntou levantando a cabeça.

  - Bom dia pra vocês também. – Beth falou bocejando.

  As três levantaram e começaram a arrumar o quarto.

  - Minha cara ta horrível. – Beth falou se olhando no espelho.

  - Mas sua cara sempre foi horrível.  – Annie disse pulando do beliche.

  - Eu acho melhor você ficar bem quieta, porque depois do que você fez ontem. – Beth falou nervosa – Eu tive que me segurar pra não te pegar pelos cabelos.

  - O quê? – jogou o lençol e olhou para a irmã.

  - Meninas, ok, já deu! – Ruby aumentou a voz – Já sabemos que a Annie é um caminho sem volta, estamos fugindo do FBI, morando com um monte de bad boy lá embaixo e precisamos sobreviver. Então vamos todo mundo respirar, arrumar as camas e decidir quem vai pedir as calcinhas.

  - Bom! – Annie foi logo falando – Se eu sou um caminho sem volta então não devo ser a pessoa mais indicada pra pedir isso.

  - Eu diria que é sim! – Beth revidou – É a sua cara pedir uma coisa dessas.

  - O que você está querendo dizer? – e se aproximou dela.

  - Hey! – Ruby deu um grito.

  O quarto ficou em silêncio por um momento.

  - Me desculpe, mas eu não quero ser a mãe de vocês. – Ruby falou com calma – Somos três adultas, embora Annie ainda queira se aventurar com drogas no banheiro, mas – continuou a falar antes que ela interrompesse – mesmo assim também é adulta, então eu acho que por um ponto de vista mais coerente, a Beth seria a pessoa ideal pra falar com ele.

  Annie deu um sorriso convencido, olhando para a irmã.

  - Por um ponto de vista mais coerente? – Beth repetiu.

  - Sim amiga! – Ruby tentava convencê-la – Você é como se fosse a nossa porta-voz, não é que queremos jogar tudo nas suas costas, mas você é como se fosse uma líder, você é corajosa e enfrenta ele, então...

  Beth ficou pensando.

  - E ele tem uma queda por você, então... – Annie provocou.

  - Cala essa boca. – Beth falou entre os dentes – E como eu vou pedir isso? – olhou para Ruby – Olá, bom dia, vocês têm um dinheiro aí pra gente comprar calcinha? – simulou.

  - Eu acho melhor você dizer. – Annie se atreveu – Oi Rio, eu não estou usando nada debaixo da saia, será que você não poderia comprar uma calcinha pra mim?

  Beth ficou olhando pra ela com raiva.

  - Mas daí que ele não ia querer comprar mesmo. – Ruby comentou com humor.

  Beth a olhou surpresa.

  - Ah qual é? Precisamos nos divertir um pouco. – ela se explicou – Mas eu acho que você pode pedir de uma maneira mais sutil.

  - Como, por exemplo? – Beth quis saber.

  - Que nós precisamos de roupas, ué! – abriu os braços – Ele sabe que nós não fizemos as malas.

  Beth olhou para as duas e revirou os olhos.

  - Está bem, eu peço. – se deu por vencida – Mas só depois do café.

  - Yes! – Annie comemorou.

  As três desceram e viram a mesa cheia de coisa para comer. Pão, manteiga, presunto, queijo, café.

  - Uau! – Ruby ficou impressionada.

  - Será que é tudo roubado? – Beth pensou alto.

  - E eu lá quero saber! – Annie foi logo se sentando.

  - Espera! – Beth pediu antes que ela pegasse as coisas – Mas será que eles já comeram?

  - Claro que já! – Ruby respondeu – Olha o tanto de farelo na mesa.

  - Eles estão lá fora. – Annie apontou para a janela.

  As duas olharam e viram mais homens lá fora.

  - Ai meu Deus, espero que sejam só visitantes, porque não cabe mais ninguém nessa casa. – Ruby falou preocupada.

  - Vamos comer então. – Beth sentou – Se não ficaremos sem.

  As três comeram e foram para a sala e ligaram a TV.

  Logo Rio apareceu na porta.

  - Bom dia meninas, dormiram bem? – perguntou ajeitando os ombros e olhando pra elas com um meio sorriso.

  - Bom dia. – Ruby e Beth falaram juntas.

  - Dormimos maravilhosamente bem. – Annie respondeu.

  Beth fechou os olhos e respirou fundo.

  - Eu vou ter que dar uma saída agora. – ele falou com as mãos entrelaçadas uma na outra – Então sugiro que vocês não saiam daqui em hipótese alguma.

  - Ok. – Beth concordou.

  Annie e Ruby olharam pra ela.

  Ruby cutucou o seu braço.

  Beth fez uma cara tipo: “O que foi?”.

  Rio ficou esperando.

  - Bom, então até mais tarde. – ele falou impaciente.

  - Espera! – Annie o chamou – A Beth quer falar com você uma coisinha... –e bateu no braço dela.

  Rio voltou na mesma posição e esperou.

  - Melhor na cozinha! – Beth levantou depressa e foi pra lá.

  Rio a acompanhou com os olhos, depois olhou para as duas, balançou a cabeça e foi para a cozinha.

  Beth estava arrumando as coisas na mesa.

  - E então? – Rio parou e colocou as mãos no bolso do casaco.

  - Então... – ela parou o que estava fazendo e olhou pra ele – Já que vocês vão sair, nós pensamos que talvez na volta... – ficou pensando em como dizer.

  Rio continuou focado nela com uma sobrancelha arqueada.

  -... Comprasse roupas pra nós. – falou depressa.

  Rio olhou pro lado e sorriu, tirou uma mão do bolso e a passou nos lábios.

  Beth observava cada detalhe inconscientemente.

  - Roupas? – ele repetiu olhando pra ela.

  - Sim. – respondeu engolindo a seco – Não sabemos quantos dias vamos ficar aqui então precisamos de roupas.

  - Que tipo de roupas? – ele perguntou mordendo o lábio inferior.

  - Blusas, calças, meias, tudo! – Beth respondeu nervosa.

  - Hum. – Rio sorriu, não resistindo o jeito dela – Ok. – falou com a voz rouca.

  Beth continuou imóvel do outro lado da mesa.

  - E qual o tamanho que você usa? – ele perguntou gostando daquela tensão entre os dois.

  Ela ficou vermelha, sentindo suas pernas tremerem.

  - Pode ser qualquer tamanho. – respondeu desconfortável e com a respiração rápida.

  Rio ficou olhando pra ela e sorriu. Aquele jeito nervoso que ela ficava deixava-o louco.  Mas ele precisa resistir mais uma vez.

  - Ok. – ele falou por fim e deu uns passos pra trás – Você quer mais alguma coisa? – perguntou só para provocá-la.

  - Não. – respondeu quase sem voz – Mais nada.

  - Ok. – ele a analisou com os olhos e saiu dali.

  Beth fechou os olhos e soltou a respiração.

  Logo as meninas entraram correndo na cozinha.

  - E então? – perguntaram.

  - Ok, ele vai trazer roupas.

  - Você pediu roupas? – Ruby quis saber.

  - Sim! – Beth respondeu como óbvio – Vocês acharam que eu ia dizer calcinha pra ele?

  - Como se ele não soubesse o que é isso. – Annie comentou rindo.

  - Mas e agora? – Ruby ficou preocupada – E se ele trouxer só roupas?

  - Nós pegamos algumas blusas e fazemos calcinhas com elas. – Annie deu a ideia.

  Ruby a enforcou com o olhar.

  - Ai pelo o amor de Deus, não sejam imaturas! – Beth chamou a atenção delas – Você mesma disse pra eu falar roupas. - olhou para Ruby - E é lógico que ele sabe que precisamos de roupas íntimas. Eu não precisava dizer, ele sabe!

  As duas olharam pra ela e decidiram concordar.

  - Ok. – Ruby se acalmou – E o que vamos fazer enquanto isso?

  - O que acha de arrumarmos a casa? – Beth sugeriu.

  Observaram a casa e realmente precisava de uma ordem.

  Então elas se dividiram, Annie ligou o rádio num som alto, Beth foi lá e abaixou, e assim as três limpavam o lugar.

  Estavam felizes, dançando e até esqueceram que estavam escondidas e em perigo, quando de repente, Annie e Ruby ouviram um barulho de vidro se quebrando.

  - Ah!! – Beth deu um grito.

  As duas foram correndo até a sala ver o que tinha acontecido com a amiga.

  Quando chegaram viram vários cacos de vidro pelo chão e o pé dela sangrando muito.

  - Beth! – Annie ficou assustada com tanto sangue.

  - Meu Deus! – Ruby ficou apavorada.

  - Eu quebrei o vaso dele. – Beth falou preocupada – E agora?

  - Oh meu Deus! E eu lá quero saber do vaso menina! – Ruby falou desesperada – Olha o seu pé!

  - Eu estou bem, só fez um corte! – falou sem se importar – Mas eu acho que esse vaso era de cristal.

  - Meu Deus do céu! – Ruby não se conformava.

  - Beth, vem! – Annie a chamou – Vamos cuidar disso.

  - Precisamos tirar os cacos da sala antes que eles cheguem. – Beth falou pegando a vassoura.

  - Larga isso! – Annie tirou da mão dela – Vem aqui. – e pegou em seu braço.

  - Ai! – ela sentiu dor quando tentou andar.

  - Ai meu Deus, tá vendo? É grave! – Annie a abraçou de lado e a levou até o sofá.

  - Eu vou buscar alguma coisa! – Ruby falou sem saber o que fazer e foi correndo para a cozinha.

  - É só um corte, Annie! – Beth insistia.

  - Um corte grande! – a irmã a alertou – Precisamos estancar esse sangue logo.

  - Eu trouxe um monte de pano. – Ruby veio correndo – Trouxe água, trouxe tudo o que vi pela frente.

  - Ok, vamos lavar.

  - Espera gente! – Beth pediu – Não vamos fazer isso aqui, eu já sujei tudo de sangue, vamos lá pra fora.

  - O Rio vai nos matar se nos vir lá fora. – Annie a lembrou.

  - Ele vai nos matar de qualquer jeito. Eu acabei de quebrar um vaso caro, eu sei lá o que isso significava pra ele.

  - Será que era o vaso da mãe dele? – Ruby entrou no raciocínio.

  - Gente, que se dane! – Annie gritou – Já fizemos coisa pior e ele não nos matou.

  - Isso não quer dizer que ele nunca irá nos matar, Annie. – Beth falou brava.

  - Por causa de um vaso Beth? Me poupe. – A irmã discordava.

  - Vamos pra fora então! – Ruby decidiu às pressas – Precisamos limpar isso logo.

  As duas ajudaram Beth a se levantar e foram para o quintal. Lá jogaram água, o que fez com que ela gritasse muito, e enfaixaram o pé com um pano e fita crepe.

  - Ok, agora vamos limpar a sala. – Beth falou se levantando do chão com dificuldade.

  - Você vai ficar quieta aqui. – Annie a acompanhou até o sofá – Eu e a Ruby vamos limpar.

  Beth decidiu obedecer.

  Depois de um tempo, quando olhou para o seu pé, ele estava inchado e o pano todo manchado de sangue.

  Ela sabia que aquilo não era nada bom.

  - Meninas... – falou baixo.

  - O que foi? – Ruby olhou pra ela.

  Quando olharam para o chão, arregalaram os olhos.

  Nisso ouviram o barulho de carros chegando.

  - Ai meu Deus, o que vamos fazer? – Annie perguntou para Ruby.

  - Ok. Deixa que eu me resolva com ele. – Beth pediu.

  Sentaram do lado da amiga no sofá e esperaram ele entrar.

  - Pelo menos a sala está limpa. – Beth falou pra elas com um sorriso, tentando amenizar a situação.

  Rio abriu a porta com os seus homens e vários sacos na mão.

  Quando olhou as três sentadas e reparou no pé de Beth, levou um susto.

  - O que aconteceu? – perguntou preocupado, era visível em seu rosto.

  - Eu estava limpando a sala e sem querer quebrei o vaso que estava ali naquela estante. – ela apontou.

  Rio nem olhou pra direção que ela mostrou, estava fixo nela.

  - E o que vocês fizeram? – perguntou olhando para o pano cheio de sangue.

  - Não sabíamos o que fazer. – Ruby respondeu desesperada.

  - Na verdade não tinha o que fazer! – Annie a corrigiu – Só tínhamos água e pano.

  - Vocês são loucas! – Rio jogou os sacos no chão e foi correndo tirar aquele pano do pé dela.

  As três se olharam admiradas com a preocupação dele.

  - Eu estou bem. – Beth disse sem se mexer.

  - Ligue para o Jim. – Rio falou para o Eddy, ignorando o que ela tinha dito.

  Quando ele tirou o pano e viu o tamanho do corte e o quanto o pé dela estava roxo, passou a mão na cabeça, apreensivo.

  - Caramba. – se levantou e olhou pra ela – Vai precisar de ponto.

  Beth apenas concordou com a cabeça.

  - Esses sacos são as roupas. – Rio apontou – Vocês podem levar lá pro quarto depois. – falou olhando para Ruby e Annie.

  - Ok. – concordaram.

  Não demorou muito, o tal de Jim chegou.

  Beth arregalou os olhos com medo.

  - Fique tranquila. – Rio falou, percebendo – Ele é de confiança.

  - Ok. – ela tentou se acalmar.

  - Eu sugiro que todos saiam. – Jim pediu.

  - Eu sou a irmã dela, vou ficar. – Annie falou.

  - Você vai ser a primeira a gritar e deixar sua irmã desesperada. – Rio a contrariou.

  - Não, eu...

  - É verdade Annie! – Ruby interrompeu – Vamos pro quarto. Assim que terminarem voltaremos.

  - Vai dar tudo certo maninha. – segurou firme na mão dela.

  - Ok. – Beth estava mega nervosa.

  Rio tinha percebido isso.

  Depois que todos saíram, ficando só os três na sala, Jim pediu para que Beth deitasse no sofá e logo pegou uma agulha.

  - Ai meu Deus. – ela falou apavorada.

  - É anestesia. – o cara explicou.

  - Elizabeth! – Rio chamou sua atenção – Mantenha os seus olhos focados em mim – pediu do lugar onde estava de pé no meio da sala.

  Beth obedeceu, e enquanto sentia que o homem estava mexendo em seu pé, aquele olhar de preocupação que Rio lançava pra ela conseguia lhe prender de qualquer coisa que acontecesse naquela sala.

  Ela evitava acreditar com todas as suas forças que aquele gangster malvado e perigoso poderia sentir alguma atração por ela. Mas depois da cena do dia de hoje, ela percebeu que tinha mais poder do que poderia imaginar.


Notas Finais


Ai ai ai Beth Boland, meu amor......vc nao imagina o poder que tem ;)

gente eu amo esses dois!!!!

To deixando a historia me levar, espero que vcs estejam gostando.

Até o próximo ep???

Beijos ♥


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