História Linked Destinations - Capítulo 3


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Categorias Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Anna, Elsa, Hans, Kristoff
Tags Jelsa
Visualizações 18
Palavras 1.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Conversation with friends


Dentro de seu confortável carro, o homem de meia idade se encontrava sério enquanto conduzia o veiculo requintado com tanta maestria. Havia saído mais cedo do que de costume da sede para visitar o velho amigo, que pediu que comparecesse a sua casa para uma “pequena” prosa. Achou estranho, pois não se viam há um tempo, devido a correria. Depois que adentrou no famoso bairro Bel – Air algumas quadras mais a frente viram os portões de aço metálico e a pequena cabine que formava a portaria.

  O patrão já deviria ter os informado sobre sua chegada, porque nem precisou se identificar para permitirem sua passagem, o homem que estava no interior da cabine apenas acenou com a cabeça e escancarou o imenso portão. Passando este admirou o belo jardim e a arquitetura clássica, de cor branca. Estacionou seu aston martin vanquish branco, colocou os óculos de sol estilo aviador e desceu observando o amigo ruivo descer as escadas da imensa porta na fachada, com seu jeito todo carismático veio lhe dar um abraço:

- Mark!!! Que bom te ver amigo – exclamou empolgado apertando o homem que acabara de chegar. – Por favor, entre. – fez sinal para que o amigo o acompanhasse.

- Digo o mesmo, Richard... – seguiram para dentro da mansão, passando pelo hall de entrada. Era incrível como eram tão diferentes, e se davam demasiadamente bem. Mark que também era pai, marido, e homem de negócios, nunca soube ser tão sentimentalista. Achava que o mundo não se poderia confiar em ninguém e o pior de tudo era sistemático.

  A medida que andavam para dentro da imensa casa do amigo sentia a curiosidade bater forte. Quando atravessaram mais outro corredor pode localizar uma porta de madeira antiga a qual o colega abriu sem muita delicadeza. Pasou a soleira da porta e visualizou o famoso escritório, sabia que o ruivo amava ficar ali, pois nunca era incomodado.

   Só pensou nessa ultima palavra e a porta foi aberta novamente revelando a mulher de longos cabelos castanhos e olhos claros, com um vestido básico para estar dentro de casa. Essa senhoras e senhores eram estonteante Sra. Snow, mais conhecida como...

- Madeleine querida... Estamos em reunião, diga-me oque deseja!? – perguntou cordialmente a esposa.

- Ah Mark já chegou? Que bom te ver de novo... – abriu um sorriso tão lindo e deu um beijo amigável na bochecha do moreno.

- O prazer é todo meu, Made

- Olha só para você! Não envelhece por nada deste mundo... – brincou com o velho conhecido. – Porque não trouxe Kristen? Estou com saudades da minha amiga.

- Infelizmente ficou em casa, esse abençoado do seu marido me ligou no meio do trabalho para vir aqui... – falou um pouco mal-humorado, porem eles sabia que era apenas brincadeira, estaria ai para ajudar no que fosse.

- É uma pena... Venha nos visitar mais vezes! Ah querido antes que me esqueça vim lhe avisar que um dos investidores acabou de ligar, querem falar com você...

- Sim, pode deixar já retorno... -  proferiu vendo a mesma se apartar da sala. – Então como vai? Quer tomar algo? – se levantou indo em direção ao móvel onde guarda as bebidas.

- Não, muito obrigado! Mas desembucha... O que queria falar comigo?

- Bom... Eu te chamei porque queria desabafar... – disse tomando um gole do liquido do copo – As coisas não estão nada bem, Mark! A empresa não está bem...

- Mas isso é impossível? Uma empresa do porte da sua não tem como sair dos eixos... – declarou pensativo, havia algo de errado nessa historia.

- Realmente, é impossível... Mas se houver algum tipo de escândalo... Vou ser mais direto, algumas semanas atrás fizeram uma denuncia anônima!               

- Que tipo de denuncia?

- Informação privilegia... Fora que se lembra daquele incidente na mina da Noruega? – dessa fez terminou de sorver todo o conteúdo para se sentar na frente do amigo.

- Sim, é claro que me lembro... Foi um pequeno desastre que acabou matando 5 pessoas, graças a Deus nada de mais absurdo aconteceu...

- Isso também chegou aos ouvidos das autoridades... E fizemos de tudo para que as pessoas fossem socorridas e encobrir esse imprevisto. O que quero dizer é que tenho quase certeza que alguém quer me prejudicar...

- Mas... Eles não possuem provas... Não pode ser preso!

- Exato... Mas quando os acionistas querem saber de algo, eles sabem!Isso acabou deixando um tanto desconfiados, fazendo com que se distanciem um pouco dos negócios da empresa...      

- O que eu tenho haver com isso??

- Quero sua ajuda para descobrirmos quem é esse sujeito(a).

- Sim, pode contar comigo... Também faço questão de lhe dar um empréstimo, para ajudar com os prejuízos.

- Ah Mark, sabe que não é necessário, estou apenas preocupado com as proporções do que essa situação pode nos causar.

- Faço questão – respondeu – alias também preciso lhe confessar uma coisa...

 

Alguns minutos antes...

 

De forma assídua o sinal tocou indicando a todos o término do período,  guardou os matérias e em seguida ajeitou o uniforme meio amassado, saindo em seguida com as amigas para o corredor. Ambas iriam para a mesma direção, e se nos corredores estava um caos imaginem o estacionamento. Quando chegaram finalmente no lugar, pode avistar sem dificuldade alguma o carro prateado de Hans, com o dono fora do mesmo esperando apenas a loira aparecer.

- Tchau meninas... Até amanhã! Depois a gente planeja direitinho a festa. – exclamou a platinada

- Tchau, Elsa!!!! – gritaram juntas e em seguida adentraram no carro de Rapunzel.

Andou na direção do namorado que estava como sempre impecável  e lhe deu um selinho como comprimento, logo em seguida subiu na Mercedes  GLC Coupé. Tinha que admitir que amava aquele carro, logo que subiu sentiu o aroma de ‘‘ novo” a qual o carro emanava juntamente com o cheiro do perfume do ruivo ao seu lado. Viu as meninas ao lado e deu um breve aceno pelo vidro. Escutou o ronco do motor e logo iniciaram a partida.

 

  Em quanto voltava juntamente de seu namorado, a pequena ruiva se encontrava de baixo de um toldo na parte exterior da escola próximo ao jardim. Não estava sozinha, e sim com as novas amigas que fizera. A risada era constante pareciam velhas conhecidas, eram apenas quatro contando com a ruiva, mas eram capazes de fazer uma baderna. Por um lado foi bom já chegar e conversar com elas, visto que ficou um pouco desanimada em descobrir a separação entre a antiga panelinha. Essas que nem as viu direito pelo resto do dia... Grandes amigas! Pensou irônica.

  No entanto, mesmo com toda a bagunça as quatro puderam ouvir passos vindos do interior para o exterior onde se encontravam, por ser baixinha apenas viu uma cabeleira castanha passar e as meninas se alarmassem... Fazendo com que todas pousassem os lhos sobre  a pessoa que estava chegando. Assim que a viram mudaram as feições curiosas para uma cara amarrada e desgostosa. E isso não passou despercebido pela pequena, que apenas ficou confusa por tal ato.

- Não acredito que ela vai continuar aqui... – comentou uma das meninas, Ariel, se não lhe fala a memória.

- Essa garota é estranha... – murmurou Jasmine.

E assim seguiram fazendo diversos comentários pelas costas da pobre garota, que de pobre não tinha nada. Anna conhecia muito bem aquela guria, eram amigas de infância... Mas aos poucos pararam de se falar. Emma sempre fora muito reservada em lugares como a escola, talvez seja por isso que não se falavam mais com freqüência. Mas nunca percebeu que a mesma sofria bullying.

- Cuidado! Se não o chão te engole. – falou Aurora a mais popular e comunicativa. Viu que a garota em momento algum em quanto andava olhou para trás se defendendo, pelo contrario calada estava calada ficou.

- Algum problema, Aurora? – perguntou Anna, irritada com a situação – Porque fazer um comentário tão desnecessário para alguém que nem te fez nada.

- Por que ela é esquisita e molenga... Precisa aprender a sobreviver!

- Acho que deveria cuidar da sua vida... Deixe-a, é apenas tímida!

- Ficou com pena da pirralha?

- Não acho legal ficarem maltratando os outros... – guspiu as palavras perdendo a paciência. Engraçado que até horas atrás pareciam ser legais. Apenas andou alguns passos mais para frente tentando alcançá-la enquanto as outras ficaram observando.

- Emmaaaa, espera!!! – gritou, mas infelizmente não pode ouvi-la, já havia partido. Mas não a deixaria na mão, procuraria a mesma para conversarem. Tinha que admitir que acabou deixando a garota por simples capricho, para estar em uma panelinha com as amigas, que agora haviam lhe abandonado.  Sozinha, na calçada ficou pensando. Sorte que depois de alguns minutos viu o motorista da família Snow estacionar o carro onde estava para que pudesse sair daquela escola.   


Notas Finais


Por favor não deixem de comentar... vou ver se consigo adiantar as tretas kkkkk


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