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História Listen to your heart - Capítulo 23


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Notas do Autor


🥵🥵🥵🥵

Capítulo 23 - Delivered Again


Fanfic / Fanfiction Listen to your heart - Capítulo 23 - Delivered Again


P.O.V. EVE

Eu revirava o bolso de minha calça jeans sem parar, olhei dentro de minha bolsa e nada! Retirei as almofadas sobre o sofá e as joguei no chão, passei a mão por todo sofá e nada novamente! Droga, droga, mil vezes droga! Eu ainda não acreditava que elas haviam nos trancado, quase que nos mantendo em cárcere privado.

Ok, isso é exagero.


–Posso perguntar o que você está procurando? De braços cruzados segurando o riso, ela se atreveu a perguntar o mais óbvio. É claro que eu estava procurando uma maneira de nos salvar, de nos tirar daqui...

Exatamente como ela deveria estar fazendo. Não parecia nervosa, devia estar incomodada assim como eu por estarmos praticamente presas.


–Meu celular, mas acho que elas levaram! Elas me pagam!

Joguei a almofada no chão em um momento de pura raiva. Eu queria socar uma parede. Elena e Izzy haviam abcacado de libertar meu lado bruto. Porque elas fizeram isso? Céus, agora eu teria que ficar aqui com Villanelle ! 


–Villanelle, pegue o seu! Ligue. 

Ordenei inclinando a cabeça em direção ao bolso de seu short onde provavelmente deveria estar.


Ela coçou a nuca, desconfortável, com uma cara de quem havia feito uma idiotice.

–Ficou dentro do carro...

Disse baixinho, esperando minha reação,ficando na defensiva e fechando os olhos.

- ÓTIMO! Lancei as mãos para o alto. E agora como vamos sair? Não temos como ligar pra ninguém! Vou gritar pela janela, talvez mamãe escute... Eu já estava indo, quando senti suas mãos puxarem meus braços em sua direção e me impedir.

–Eve, sua mãe já deve estar dormindo, você realmente quer incomodá-la? Ela deve estar cansada, chegou ontem de viagem...

Parei para considerar e, infelizmente, ela estava certa. Eu teria que lidar com a situação e depois quem sabe matar certas garotas.

Suspirei fundo. Ou ela estava apenas arrumando desculpas para ficarmos no mesmo ambiente? Me obrigando a ficar ali com ela?

–Você tem razão. Mas, como vamos sair? E o seu pai? Tentei achar uma saída mais uma vez. Eu realmente não queria ficar aqui. Algo realmente muito errado podia acontecer com villanelle e eu na casa sozinhas e presas.

Poderia não acabar bem, ou poderia, bem até demais...

Park, pare com esses pensamentos sujos!


–Ele vai passar a noite com mamãe no hospital. Essa semana ela já volta pra casa! - Contou com um sorriso satisfeito e não pude deixar de retribuir. Eu sabia que estava sendo ruim pra ela ficar sem sua mãe, sabendo que ela está hospital... Realmente não deve ser nada fácil.

–Então... O que vamos fazer? - Derrotada, fechando os olhos,cansada de tentar lutar contra, perguntei pela milésima vez.

- Acho que você terá que passar a noite aqui. Ela me olhou de um jeito! Já podia sentir minhas bochechas ruborizarem.

–Certo! Desviei meu olhar, pois eu já estava começando ficar em algum estado de transe ou hipnose com aqueles lindos olhos verdes. – Eu ficarei aqui essa noite. Cada um em seu quarto. Amanhã vamos fingir que nos acertamos e que voltamos ser amiguinhas coloridas com arco-irís e tudo mais, assim elas nos soltam! O plano era esse. Contei com garantia e convicção do que falava.

Apenas fingiríamos e nada mais.


– Não precisamos fingir. – Aproximou-se de mim. Dei alguns passos para trás, não deixando que ficássemos em uma proximidade bastante perigosa e que resultasse em um caminho sem volta. Tal proximidade poderia me fazer mudar de ideia de um segundo pro outro.

Levantei a mão impedindo ela de continuar.

– Claro que precisamos, só assim vamos sair! Dã! – Sorri sarcástica.

–Não foi o que eu quis dizer. Você me entendeu! Podemos realmente nos acertar,esclarecer nossa situação. Nós... - Ofereceu a oferta de paz amigavelmente, tentando manter um estado estável e civilizado entre nós.



–Aí é que está! Não existe "nós"! – Imediatamente o corrigi. Seus olhos me olhavam atentamente, procurando algum vestígio de mentira ou brincadeira.

Provavelmente não encontrou, pois baixou seu olhar. - Fim de história. Não temos nada para esclarecer.

-Eve... - Quando ela tentou novamente, eu já tinha virado as costas e saído.



Fui em direção ao banheiro, entrei e tranquei a porta. Suspirei fundo. Céus, eu sairia viva hoje? Nós iríamos brigar muito? Eu tentaria evitar o máximo, tinha que a respeitar,afinal, estava na casa dela. Eu precisava de um banho, precisava ir deitar e relaxar, tentar manter a distância, pois eu poderia acabar caindo em seu assunto novamente.

Abri o armário e peguei a toalha que havia ali. Me despi, entrei debaixo do box e liguei o chuveiro. Imagens rondavam em minha mente,imagens da última vez que estive dentro desse banheiro. Eu estava arrepiada apenas por lembrar...

Villanelle junto comigo, suas mãos, seus beijos,seu corpo contra o meu, o cheiro inebriante...

A água caindo por nós...

O som de nossos gemidos e corpos batendo...

Céus, eu sentia tanta saudade!

Concentre-se!

Me esforcei o máximo para tirar as imagens de minha cabeça, tentar tirar ela de minha cabeça e continuei com meu banho.

Terminei e me enrolei na toalha, sai e soltei meus cabelos e...

Não acredito!

Com que roupa eu dormiria? Eu não iria usar a mesma, seria muito desconfortável e mal odor. Droga, não pensei nisso!

A única solução era pedir a ajuda de Villanelle,mesmo contra minha vontade. Eu não iria ficar andando de toalha por sua casa. Abri uma fresta da porta do banheiro e coloquei meu rosto pra fora.


Villanelle! Nada aconteceu, não recebi nenhuma resposta. – Astankova! – Gritei novamente,dessa vez mais alto e desesperada.

Logo avistei ela vindo correndo pelo corredor, desesperada, ao parar na frente da porta do banheiro, estava ofegante procurando por ar.


–Céus, baby, você está bem? O que...

Ela parou de falar, desviando seu olhar e não. olhando mais para meu rosto. Acompanhei e percebi que ela estava olhando para meu busto.

Eu estava só de toalha e segurando-a para não cair. Seus lábios entre abriram e sua respiração acelerou mais ainda. Ela engoliu seco e parecia tão constrangida quanto eu pela situação, mas ainda sim não desviava seu olhar do meu corpo. Senti um arrepio subindo por minha espinha apenas por presenciar seu olhar daquela maneira, como se ela fosse um caçador e eu a presa.

De repente, sentia-se como se aquele banheiro não possuísse nenhuma ventilação!

- Você.. Pode... Respirava ofegante assim como villanelle, envergonhada já que ela não olhava em meu rosto. Como eu poderia me concentrar desse jeito? Pode me emprestar uma... roupa sua? – Soltei uma lufada de ar.

–Claro... Eu vou... Dizia, andando em direção ao quarto, mas ainda me olhando. Ela deveria olhar por onde anda! Eu vou... Ali buscar... Ok. Ao virar-se acabou batendo de cara na parede. Apertei meus lábios juntos,tentando segurar o riso e não gargalhar.

Ela ficava tão fofa quando estava nervosa!

Ela riu sem graça e saiu. Em um pulo, ela já havia me entregado um vestido de seda preta e saído às pressas. Fechei a porta novamente e respirei fundo novamente, céus, eu precisaria tomar outro banho? Balancei a cabeça e pus minha lingerie e o vestido por cima.

Deus, o cheiro do vestido! Era o cheiro dela. Como eu poderia evitá-la e esquecê-la se o cheiro inebriante dela estava em mim?

Eu provavelmente ficaria ruborizada ao sair do banheiro, o vestido era um pouco grande, mas ainda sim deixava minhas pernas muito descobertas.

Como se ela já não tivesse me visto nua por inteiro...

Escovei meus dentes, arrumei meus cabelos que estavam um pouco despenteados e abri a porta.

Olhei pelo corredor e aproveitei que ela não estava por perto e corri para o quarto de hóspedes. Não queria encontrar com ela novamente. A tensão sexual entre nós era óbvia, era algo sempre presente quando estávamos perto. O desejo sempre parecia falar mais alto, sempre parecia nos vencer de alguma maneira e agir sem que permitissemos. Eu não podia correr o risco de perder e me entregar á ela. Isso não aconteceria!

Ou aconteceria?


Afastei tudo isso de minha mente e arrumei cama, esticando o lençol e preparando-me para ter uma bela boa noite...

Deitei e demorei para pegar no sono, encarei o teto alguns minutos, pensando o que ela estaria fazendo a essa hora.

Pensando que ela estava apenas a alguns cômodos de distância...

Sem que eu percebesse, acabei pegando no sono.




P.O.V. Villanelle 


Adivinha? Tive que tomar um longo banho após ver Eve apenas de toalha. Céus, meu desejo reprimido por aquela garota estava presente em cada célula de meu corpo. Meu corpo reagia apenas em vê-la.

Ela podia estar incomodada pelo fato de terem nos trancado, mas eu não, na verdade, eu achava Elena e Izzy geniais por isso.

Eu me revirava de um lado para o outro na cama, mas não conseguia dormir. Eu apenas pensava que Eve estava aqui, em minha casa, apenas de vestido, dormindo inocente...

Precisava de ar e de um copo d'agua.

Me levantei e andei até a cozinha, me deparei com a luz acesa e com a imagem do paraíso. Eve estava em cima do balcão da cozinha, de pernas cruzadas, apenas com meu vestido curto de seda, atacando a torta que minha mãe havia feito antes de ir pro hospital. Ela amava torta, Deus! Parei no encosto da porta e fiquei a observando. Suas pernas gloriosas descobertas, seus belos cachos caindo pelos ombros, ela levando o pedaço de torta até a boca... A mulher era realmente meu inferno e ao mesmo tempo meu céu, ela provocava-me sem ao menos perceber.

E aquela mulher me amava... Estava ali na minha frente, na minha casa, pelo resto da noite. Como eu poderia não fazer nada?


–Te peguei! Ela sobressaltou pelo susto. Riu seguidamente, uma gargalhada gostosa e me surpreendeu por não ficar na defensiva ou me destratar como de costume ultimamente.

Aquilo era música pros meus ouvidos.

—Villanelle! Que susto! Pôs a mão no peito. – Desculpa, mas é que eu apenas estava com tanta vontade... - Apontou para a torta.

-Tudo bem. Falei aproximando-se dela. – Posso te acompanhar? – Fiquei em sua frente, em uma aproximidade bem perigosa,quase sentindo seu corpo contra o meu.

Olhando no fundo daquele mar de chocolate, os quais foram em direção a minha boca e ela apenas assentiu.


Era a minha chance.




P.O.V. Eve


Como dizer não? Ela estava aparentemente um inferno por baixo daquele robe,céus... Não conseguia desviar meus olhos daquele corpo. Não pode ser real! Tirou a colher da minha mão, pegou um pedaço de torta e levantou até seus lábios,olhando dentro dos meus olhos.

Seu olhar puro fogo...

Ao ver ela botando aquele pedaço de torta na boca, todos os pêlos de meu corpo eriçaram e o desejo cresceu. Ao mastigar a torta, ela não desviava os olhos dos meus nem por um minuto. Aquilo era tão excitante, tão quente... Eu sabia que estava em uma área perigosa, mas eu não conseguia pensar direito no momento, meus pensamentos estavam fora de ordem, o pouco de juízo que tinha já havia ido embora.

Era disso que eu tinha medo. A proximidade, o contato visual, o desejo ressurgindo e indo para o caminho sem volta.


Quando estávamos envolvidas e próximas assim... Não tinha forças para relutar e impedir que houvesse continuação.

–Está calor aqui, não é mesmo? – Ela lançou um sorriso diabólico em minha direção.

- Muito. – Concordou com a voz rouca e sugestiva.

Para me vingar, levei um pedaço de torta até minha boca, botando o garfo lentamente dentro da mesma e o tirando, tentando provocar e parece que funcionou. Seu olhar estava cada vez mais intenso! Os olhos verdes agora mais escuros. Eram cinqüenta tons de verde nesse caso. Ela ergueu um de seus dedos e passou na lateral da minha boca, limpando o vestígio de chocolate que havia ali. Minha respiração saiu em um arquejo. Ela estava levando o dedo até seus lábios, mas a parei.

Parecia que o cérebro havia se desconectado do corpo, já não pensava no que era certo ou errado, não com ela em minha frente. Não com o calor do momento.


Peguei sua mão e levei seu dedo até minha boca, chupando o mesmo lentamente.

Um gemido alto saiu de seus lábios. Me deixou fazer um movimento de vai e vem no seu dedo,tornando a situação erótica. Eu estava fora de controle! Não podendo se conter mais, ela entrelaçou os dedos em meus meus fios e apenas agarrou minha nuca da maneira possessiva que tanto desejei e me beijou intensamente, como se não conseguisse parar nunca mais. Ela mudou de posição, ficou entre minhas pernas, que agora entrelaçaram- se em seu quadril, a puxando para mim, quase nos fundindo uma a outra. Nossas bocas moviam-se em movimentos quentes e rápidos,sua língua explorava cada canto de minha boca. Estavámos tão loucas, envolvidas naquela sensação, finalmente liberando desejo reprimido dentro de nós.


Uma parte de minha mente, meu lado racional, me avisava para parar, pois não era certo, mas não dei atenção á isso. Atendi meu desejo... O desejo de me tornar sua mais uma vez.

Nós não estávamos só presas dentro da casa... Mas, também, presas uma a outra.

Suas mãos passavam inquietas pela lateral de meu corpo, esfregando, me descobrindo mais uma vez. Me levantou do balcão, ainda com seus lábios cobrindo os meus em um beijo sôfrego cheio de saudade e segurou-me pela cintura no alto. Ela andou comigo até a parede mais próxima, me prensando na mesma com força .

Ofeguei ao sentir o sólido frio em contato com minhas costas.

Entrelacei meus dedos em seus cabelos, os puxando para trás com robustez e sem me importar se aquilo doeria. Como vingança pela dor em minhas costas. Como vingança pelo prazer enlouquecedor.

-Eve... Seu gemido saiu sufocado.

Era o melhor som do mundo, ouvi-la chamando e clamando por mim. Céus, me enlouquecia ouvir meu nome saindo por sua boca daquele jeito, um pedido, uma súplica. Me deixava fora de si, me fazia sentir poderosa e no controle.

Ela prensou seu quadril contra o meu fazendo nossas intimidades chocarem mesmo por cima das malditas roupas. Ela abafou meu gemido com seus lábios, beijando sem nenhuma delicadeza, apenas atendendo ao descontrole e afobamento. De uma maneira possessiva.

Contorci-me, tentando de alguma forma acabar com a pulsação em minha intimidade...

Eu pulsava por ela.

Passei minhas mãos por dentro do seu robe sentindo seus seios macios e delicados. Ela arrepiou-se por inteiro com meu toque. Suas mãos chegaram ao nó do robe o desfazendo, assim como me desfez do vestido que eu usava sem nenhuma calma, isso fez apenas meu desejo aumentar.

Me desceu de seu colo e a arrancou fora pelos meus braços e fiquei apenas de lingerie.

Minha respiração saia em um arquejo...

Tomada pelo desejo.

Percebeu que eu gostava de toda a selvageria e que não estava reclamando. Queria com mais força.


Villanelle nos guiou até seu quarto e ao fechar a porta do cômodo, me prensou contra a parede novamente e deixou nossos corpos mais uma vez grudados um no outro. O beijo que trocávamos era algo extremamente novo para nós, mesmo que fosse evidente a costumeira urgência e desejo entre deliciosos movimentos de nossas línguas. Durante esse tempo, reprimimos e escondemos aquele sentimento, mas finalmente estávamos ali dividindo aquilo sem nenhuma restrição.


Ela ergueu meus braços pra cima, me deixando presa entre a parede e seu corpo, suas mãos em um aperto forte em meus pulsos. Fechei meus olhos em puro deleite ao sentir seus beijos molhados e quentes em meu pescoço,por toda sua extensão.

– Vill... Oh! – Arqueei meu corpo e bati minha cabeça contra parede. Seus beijos me deixavam fraca, sem força alguma e rendida. 

Logo senti um chupão sendo distruibuido ali, o que deixaria uma marca.

Com um força incrível, ela me prendeu mais ainda e puxou minhas panturrilhas, deixado-me com as pernas em volta de sua cintura, totalmente a sua mercê. Suas mãos apalpavam minhas coxas com vontade. As minhas mãos percorriam as costas dela,aproveitando cada centímetro de pele arranhando levemente...

Sua pele fervia sob meu toque.

Um rastro de fogo sendo deixado por minhas mãos em sua coluna.Suas mãos foram até o fecho de meu sutiã e o abriu sem problema algum, o puxou, tirando por meus braços. Fiquei apenas de calcinha em sua frente tal qual ela estava. 


Afastou-se apenas para me analisar. Seus olhos me admiravam e caminhavam por cada quadrado de meu corpo, como se o mesmo pertencesse á ela e, na verdade, no momento eu sentia como se pertencesse mesmo.

-Você é tão maravilhosa! Sussurrou parecendo encantada. Veio até mim, acariciando meu rosto em um gesto carinhoso e apaixonado. Fechei meus olhos e aproveitei aquilo, sentindo seus dedos decorando todo meu rosto numa leveza e carícia. Ao abrir meus olhos, pude perceber os seus sobre mim de uma maneira amorosa, e eu podia ver que ali, naquele momento, havia sim algo que era mais que desejo…


Era paixão…


Carinho…


AMOR.


Fui deitada com delicadeza na cama e Villanelle se colocou sobre meu corpo no mesmo momento em que me aconcheguei no colchão.

Suas mãos caminharam de meu pescoço, descendo pelo meio de meus seios, minha barriga, quadril, o deliniando, apertando tudo que podia...

Pedi totalmente

- Villanelle... Eu quero você!

extasiada.

Ela sorriu.

Depositou um selinho lento e demorado em meus lábios . Ela os desceu e eu permanecia com meu coração como uma metralhadora, minha respiração acelerada e totalmente entregue, tanto psicologicamente quanto fisicamente. Ela parou no vão entre meus seios, onde começava distribuir selinhos delicados pelo local. Senti algo molhado neles e então soltei um grunhido alto quando ela abocanhou meu seio direito,massageando o outro e dando atenção aos dois. Eu gemia descontrolada, puxando seus cabelos, enquanto sua boca chupava meus seios com movimentos lentos e sensuais. Ela começou a brincar no local, aproveitando, me proporcionando a prévia de prazer que eu sentiria logo em seguida. Acelerou os movimentos, o que me fez revirar os olhos de prazer e socar a cama.


O robe semiaberto dela já estava incomodando,então pedi para que tirasse, ela atendeu e tirou. A única coisa que nos atrapalhava eram nossas roupas intimas. 

Ela se apoiava com uma mão na cama para não derrubar todo seu peso em mim, enquanto guiava os beijos para o meu pescoço,outra mão percorria meu corpo me deixando em êxtase com a combinação de seus toques firmes e beijos molhados sendo distribuídos. Desceu beijando minha barriga dessa vez, sua língua percorrendo o local,fazendo-me arrepiar e agarrar os lençóis. Puxei sua cabeça pra mim, para que pudesse beijá-la com todo o desejo que sentia e fazê-la entender, pelo menos um pouco, do quanto necessitava dela.

Nossos lábios se encontraram em um beijo sôfrego e coberto de paixão, mordi seu lábio e o puxei, enquanto ela sorria lindamente.

Ao quebrar nosso beijo novamente, ela desceu por meu corpo, surpreendendo-me quando suas mãos rasgaram minha calcinha, deixando-me agora totalmente nua. Subiu por minhas coxas, apertando com força e descontando nelas seu tesão... Sentia que explodiria a qualquer minuto se ela não me tomasse de uma vez por todas.


– Você é tão linda! Eu te quero... Tanto!


-Eve... Ela gemia, enquanto eu arqueava o corpo pelos seus toques, pedindo por mais. No meio de tudo, soltava palavras desconexas,elogiava e dizia o quanto me queria... O quanto eu era bonita. Eu já não tinha mais forças para nada. Nem para retribuir ou dar à ela a certeza do quanto também a queria. Não conseguia reagir muito à ela, acabava com todas minhas energias... Me deixando cega pelo desejo.


Villanelle apoiou minhas pernas sobre seus ombros e lambeu meu sexo com toques provocativos e aveludados contra a pele sensível. Minhas mãos agarraram travesseiros, meu peito subia e descia enquanto villanelle continuava com a tortura. Gemi bem alto, remexendo incansavelmente os quadris na direção daquele tormento delicioso,sentindo meus músculos enrijecerem diante da necessidade de terminar tudo aquilo logo.


– Sim! Ahhhhh! - Gritava por mais.

Os vizinhos provavelmente escutariam, ou seja,minha mãe. Quando estava próxima do ápice,ela parou e me olhou com um sorriso malicioso, sapeca e diabólico.

Bufei e troquei nossas posições.

Ao ficar por cima dela, desci meus lábios por seus seios, beijando lentamente cada um.

Pequenos rosnados saiam por sua garganta.

Minha mão foi em direção a sua calcinha sentindo a sua excitação com vigor, enquanto suas mãos puxavam meus cabelos, não com força, apenas o suficiente para aumentar meu desejo de  fazer enlouquecer assim como ela havia feito comigo.

—Eve...por favor.. Rosnou baixinho, sua voz gutural me fez arrepiar e tremer inteira. Seu cheiro entrava por minhas narinas e me deixava embriagada,tonta. Tirei sua calcinha, enquanto ela me ajudava.

Ela nos encaixa de modo perfeito  Devagar, ela começa a rebolar deslizando nossas intimidades de forma sincronizada. 

Não tiro o olhar do seu, ela fecha os olhos enquanto investe, de uma forma que parece a saciar mais. Abre levemente os lábios e deixa escapar um ofego, depois volta seu olhar em chamas pro meu. Ela agarra minha cintura,puxando-me mais para ela ,enquanto eu rebolava num vai e vem delicioso me agarrando no seu ombro.


Estamos em meio a uma própria disputa íntima de quem demora mais a render-se a sensação envolvente que nos cobre.


Rebolei mais rapidamente sentindo um novo nível de prazer. Mordi seu ombro, deitando minha cabeça no mesmo e respirando ofegante contra seu pescoço.


-Isso... Mais rápido! Awwww! Gemia rouca em seu ouvido quando meu corpo convulsionava pra cima. Sentindo como se nada que ela fizesse fosse o suficiente para atender toda minha necessidade. Villanelle fez um barulho estranho ao me ouvir. Aumentando nossos movimentos, com suas mãos em meus seios. 

Estávamos em um vai e vem delicioso incansável totalmente nos libertando depois de todo tempo.


Neste momento aumento o ritmo de meus quadris contra o seu criando uma sensação indescritível e ela solta um gemido agudo assim como eu. Seguro seu rosto em minha mão e nossos olhares se encontram, deslizei minha mão por sua pele quente e suada, tentando de alguma forma demonstrar que não estava sendo apenas sexo pra mim. Por um momento, eu podia ver que para ela o sentimento era o mesmo.

–Você... É... Tão... Gostosa!! Disse ofegante e sorri com seu descontrole e exaustão. O som dos gemidos e choque de intenso de intimidades é o que me leva ao topo, e meu corpo recebe uma descarga elétrica tão forte,todos meus músculos se contraem. Atingimos nosso ápice juntas, em um ritmo frenético e insaciável.


Foi intenso, uma sensação inesquecível.


Caímos uma do lado da outra, ofegantes e exaustas. Eu já começava pensar que havia acabado de cometer um erro, teria que falar com ela sobre isso, não é? Ao pensar isso, senti seus braços envolverem minha cintura e seu rosto afundar em meu pescoço, como se ali fosse seu lugar favorito. Alguns minutos se passaram e mexi levemente seu ombro e senti seu suspiro... Já havia dormido.Villanelle estava agarrada a mim, como se dependesse de mim e não quisesse mais me soltar.

Eu cai mais uma vez no seu charme, cedi mais uma vez ao desejo...

O que eu faria agora?


(...)


Notas Finais


Tentei fazer esse hot um pouco mais forte que o primeiro! E aí como foi???? Eu realmente não sou muito fã de meus hots, como vocês já sabem, mas eu me esforcei!
Opiniões por favor! <3

OBS: Ltyh não é Ltyh se não tiver pegação kkkkkkkkkkkkk
Até sexta 🤲✨


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