História Little boy . - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Gay, Jeon Jungkook, Jikook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lgbt, Min Yoongi, Park Jimin, Yaoi
Visualizações 122
Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar, tudo bom? ♡♡

Capítulo 5 - Date.


Eu nunca tinha ido ao trabalho de Jungkook, e fiquei um tanto surpreso em ver a grandiosidade do hospital onde ele fazia estágios. Os corredores longos, decorados com varais de desenhos coloridos e possivelmente feito por crianças, já que havia bastante delas passeando, com as mãos sendo seguradas por enfermeiros vestidos exclusivamente de branco e alguns deles usavam adereços e coisinhas como brinquedos pra chamar atenção dos pequenos pacientes. 

Porém de tantas pessoas estagiando, não pude ver Jungkook trabalhando ou nem mesmo em seu momento de descanso, então fiquei enviando mensagens à Hoseok enquanto aguardava na sala de espera até a hora de almoço de Jeon, o mais velho levava tanto tempo pra responder e imaginei ter acontecido alguma coisa com ele, estando sozinho em casa, era preocupante, mas pro meu alívio não. Jung normalmente ficava quieto, e as vezes precisamos chamar sua atenção na maior parte do dia, com os pensamentos avoados demais, pensando na saudade que sentia de Yoongi, e eu sabia que ele estava mal, e isso influenciava  

Mas, voltando ao ponto inicial. Ou seja, minha vontade de encontrar Jungkook chegava a ser decepcionante, sabia que ele estava em seu horário de trabalho e que logo estaria livre, nem que fosse por algumas horas e a angústia de ter que esperar, acabava comigo, além de estar com uma rela de pintura que, na minha humilde opinião de leigo no assunto, estava muito bonita, assim como todas as outras penduradas em casa. E como ninguém no mundo, consegue ser mais besta do que Park J. Jimin, a pessoa em questão resolveu que seria uma boa trazer um almoço para Jungkook, e claro, sabia que iria demorar demais até chegar aqui, então nada melhor que forçar seu melhor amigo a ficar e te ajudar com algo simples como cozinhar. 

Suspirei baixinho enquanto ainda digitava respostas toscas para as piadas horríveis de Hoseok, ele realmente andava demais com seu amigo Seokjin, esse que também ensinava-o algumas brincadeiras de tios em festas de família. Seria trágico se não fosse cômico. Vi dois homens deixando a sala de espera com pressa, levando a pequena garotinha nos braços, desde que estava ali esperando Jeon, a criança já reclamava no colo de um deles sobre um forte dor sobre o peito, ver ela pondo as mãozinhas em cima do coração, assustada acabou com qualquer graça das piadas que via no celular. 

Quando ambos foram amparados por médicos que estavam de passagem e receberam os primeiros socorros, devidamente, acabei ficando mais calmo e voltei ao meu lugar. Não que eu fosse alguém curioso ou que anda bisbilhotando a vida alheia, mas, nunca senti tanto medo e nem tão apavorado quanto à pouco. Sentia minha garganta fechar e meus olhos foram direto para a dupla que chegava pelo corredor principal. Como a porta estava aberta, eu tinha a total visão de quem ia e quem vinha. Jungkook caminhava devagar, com seu braço esquerdo pendurado no ombro de uma morena que também usava um jaleco parecido com o seu, que batia na altura dos joelhos, quase escondidos pelo vestido vermelho que a mulher vestia. 

Ela era muito bonita, com os cabelos negros, caindo sobre os ombros e as pontas davam uma pequena ondulada no fim. As maçãs do rosto coradas e o batom discreto tomava os lábios falantes da moça. Jungkook sorriu a encarando, parecia perdido nas palavras alheias, e depois lançou seu olhar em mim, fechando totalmente a expressão e puxando seu corpo de volta para perto de seu corpo, envergonhado. 

Ela não era coreana, muito menos aparentava ser de algum outro país asiático. 

Aquilo tudo parecia uma cena de filme, quando a mocinha está ansiosa esperando seu amado e se depara com ele junto de outra. Com as duas mãos segurando a sacola onde havia colocado o almoço de Jungkook e a tela pintada estava sobre um dos sofás eu acabei sorrindo, abatido e talvez de olhos marejados. 

Aish! Não que tivesse no direito de sentir ciúmes de alguém que sequer reconhece meus sentimentos e ainda tem a capacidade de me ver como uma pessoa na qual precisa de proteção à cada dois segundos. Jungkook me machuca sem nem perceber, pensar que aquela podia ser somente mais uma coisa rotineira ou a conversa de dois simples amigos, por parte acalmava meu coração,  e pela outra, despedaçava por imaginar que eles pudessem ter algo à mais daquilo. 

— Jimin, você veio. — Ele sorriu, passando na frente da mulher e entrando na sala branca. 

Levantei minhas sobrancelhas, assentindo com um mínimo olhar de desdém. 

— É hyung… eu vim. — Murmurei, soltando meu lábio devagar dentre os dentes. Inquieto. — Como eu não sabia se já tinha almoçado, eu te trouxe algo. 

Jungkook inclinou a cabeça pra frente, chegando um tanto mais próximo de mim. Estendi minhas mãos e ele pegou a sacola com cuidado, apoiando a destra em baixo, pra que nada caísse. 

— Obrigado, meu anjo. Ahn, essa é a Jessi. Minha professora e supervisora. 

Ah claro, não que eu gostasse do jeito que a maioria das pessoas sexualizão a profissão de professoras e achassem sexualmente atrativo o fato de aprender com uma mulher bonita em meio a uma sala cheia de carteiras e tudo mais. Mas, eu realmente me culpei por ter imaginado ela se insinuando para Jungkook, nem toda mulher bonita dá em cima de homens solteiros e bonitos. 

— Jessi, esse e o Jimin. Lembra dele? — Apontou pra mim e, saiu da visão alheia. Encarei os olhos negros dela e vi seu rosto ser puxado, pela tentativa fracassada de ser simpática. 

— Aigoo. Finalmente nos conhecemos. Jungkook fala muito de você. — Apertei sua mão contra-gosto. Ouvindo o sotaque em sua voz.  — Ele é todo tagarela e, nossa. Como aguenta? 

— Fala é? Deve ser por isso que minhas orelhas queimam. — As cobri com as mãos. — Com o tempo se acostuma, se pedir com jeitinho ele até cala a boca.  

Jungkook me deu a língua, bravinho e revirou os olhos. 

— Eu não falo mal de você. — Se defendeu. — E nem sempre sou tagarela. Seu bonitão, vai mesmo me difamar na frente da minha supervisora? 

Bonitão, isso foi bem lá no fundo da minha alma. Acho que amo um homem

— Uhum, isso tenho que concordar, eu nunca acreditei quando Jungkook me disse que morava com uma obra arte. Você é um, bonitão. — Franzi o cenho. — Mas, agora tenho certeza. 

Ela estava tentando ser engraçada, irônico ou apenas confundindo minha mente. 

— Ah é, lá no nosso apartamento tem bastante quadros dele e tudo mais. — Jungkook olhou de canto para Jessi e riram entre si, me deixando ainda mais deslocado. 

— Ya! Jungkookie, ele é um anjinho. — Disse com a voz aguda, como se falasse com seu cachorrinho de estimação, só me faltava que ela quisesse vir apertar minhas bochechas falando "iti malia". — Jimin, me diz, ele leva muitas mulheres pro apartamento? 

Arregalei os olhos e neguei, vendo as bochechas de Jungkook ficarem levemente rosadas. 

— Ah, ele não te falou? — Arqueei minhas sobrancelhas. Jungkook passou a língua entre os lábios, apreensivo. 

Ficamos nos encarando durante segundos. 

— Jimin, isso é um segredo. — Reforçou me fazendo engolir em seco. — Aqui não é lugar pra falar desse tipo de assuntos. 

— O que? Jungkook, o que não me falou? — Ela perguntou animada. 

— E-ele, prefere contatos virtuais. Por isso não vejo muitas mulheres lá em casa. Jungkook é reservado, discreto. — Gesticulei. — Anda passando por uns problemas, lá em baixo... mas, já está cuidando disso. Não é, Jeon?

— É eu estou cuidando disso. 

— Que rapaz moderno, eu te recomendaria um médico mas, vejo que já está em tratamento. Bom, eu preciso ir. Muito trabalho, não demore no almoço, quero você aqui logo logo. — Sorriu grande antes de acenar fraquinho, saindo da sala com seus sapatos finos. 

Jungkook suspirou tranquilo, andando para um dos sofás brancos, sentado-se ao lado de sua tela. Fiquei um tanto assustado com a reação dele ao tocar no assunto de sua sexualidade. 

— Eu já vou indo. Aproveita minha boa vontade de ter feito almoço pra você. — Ri baixo, indo me despedir do moreno. — Se cuida…tá? 

— Fica aqui. Eu ainda tenho bastante tempo, e não quero passar ele escutando a Jessi, me perguntando de mulheres. Precisava falar dos meus problemas de ereção?

Balancei os ombros e sentei ao seu lado. 

— Desculpa. Não sabia que isso ainda era segredo. 

— Tudo bem… nossa, que cheiro bom. Minnie, não precisava. 

E lá vai Park J. Jimin passar vergonha de novo. Encostei minha cabeça em uma almofadas e o encarei, certamente com os olhos despejando meus amores por Jungkook. 

— Posso te contar uma piada enquanto almoça? 

— É piada boa? 

— Não, eu aprendi com o Hoseok, que aprendeu com um amigo dele. — Expliquei. — Por que a Sia nunca prende o cara certo? 

Jungkook fez uma cara de desgosto, largando o garfo na boca. 

— Essa não. Jimin, isso é muito ruim. 

— Ya! Não estraga minha alegria, vai diz… sabe ou não? 

— Pra te deixar bem, não eu não sei. — Falou ainda mastigando a comida. 

— É sierrando, que Siaprende

— Jimin, se isso fosse um encontro. Eu teria brochado. Na hora! 

Bem que eu queria ter um encontro com você



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