História Little Psycho - Capítulo 4


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Esquizofrenia, Hospicio, Mabel X Bill, Mabill, Terror
Visualizações 17
Palavras 1.991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola, desculpem a demora, tive uma feira na escola para gerenciar kkkkk
mas eu trouxe boas noticias, semana que vem eu praticamente não vou ter aula, já que vai ter um monte de feriado, então eu vou ter mais tempo para postar capítulos kk
espero que gostem
beijinhos.

Capítulo 4 - Hospício?


Fanfic / Fanfiction Little Psycho - Capítulo 4 - Hospício?

Estava sentada em uma cadeira, do lado de fora do possível hospício, ainda não sei que lugar é esse, pelo que parece, me trouxeram por que algumas das freiras e meninas do convento me viram falando com o Bill, mas como ninguém vê ele, ficou parecendo que eu estava falando sozinha.

A Raquel, que me trouxe, junto com o homem enorme que estava junto com ela, me levou para uma sala, com uma mulher de cabelo loiro firmemente preso e arrumado em um rabo de cavalo alto, ela estava usando um jaleco branco, então na hora eu pude afirma que, ou ela era enfermeira, o que seria estranho, ou uma psicóloga/psiquiatra. E eu estava certa ela era uma psicóloga, ela só me fez umas perguntas simples.

 

 

 

-Você costuma ouvir vozes, Mabel?

-Não – neguei logo, preferia ser o mais rápido o possível para que eles ligassem para o meu irmão ou até para um dos meus tios.

Já fazia um tempo que eu estava respondendo ela assim

Ela suspirou

-Eu preciso da sua cooperação, se não iremos ficar aqui por mais algum tempo.

Foi minha vez de suspirar, olhei para ela e vi um sorriso vitorioso, escutei Bill rir no fundo da minha cabeça como uma provocação.

-Tudo bem – dei de ombros – pergunte qualquer coisa

O seu sorriso aumentou, ela parecia ser alguém legal, vou tentar fazer o meu melhor por ela – e para ir embora logo, é claro-

-Então... Responda a minha pergunta!

-Não, eu não costumo ouvir vozes.

-Ok, então pode me explicar por que as freiras e algumas das meninas disseram que viram você falando sozinha?

Respirei fundo já com a mentira preparada por Bill, infelizmente tive que concordar com a mentira dele, não iria conseguir inventar uma mentira correndo.

Fiz minha melhor cara de cachorrinho abandonado

-Estava me sentindo só – dei de ombros dramaticamente

 

“Não exagere” Ele reclamou segurando o riso, eu não o via, mas sabia que ele estava se segurando para não rir.

 

-Com assim? Aquele convento sempre foi bem cheio e tem tantas meninas que podem ser suas amigas – ela olhou para o lado um pouco receosa - Bem, na verdade algumas daquelas meninas podem não ser tão amigáveis, mas não são todas que são assim. Você tentou conversar com elas?

Eu ri amarga, puro drama é claro.

-Sim, eu tentei algumas vezes, mas elas me ignoravam ou eram bem ruins nas palavras comigo.

-O que elas diziam?

Droga, não pensei que ela iria perguntar, abaixei a cabeça.

-Não quero falar sobre isso

Ela levantou as mãos para o ar, como se estivesse se rendendo.

-Tudo bem, não irei te forçar a dizer nada. Só tenho mais uma pergunta

Suspirei, isso não acaba nunca

-Por que você foi para lá, no convento, digo, todas tiveram um motivo para estar lá, conseguimos olhar os documentos de inscrição que seus tios preencheram, mas não tinham nada lá que dissesse o por quê de você estar lá, pode me dizer?

Franzi o cenho, não deveria ter algum documento com esse tipo de informação?

Decidi ser sincera com ela, pelo menos nessa pergunta.

-Bem, na verdade eu não sei, não me lembro de quase nada antes de eu acordar no convento.

Ela fez uma cara de confusa, então decidi continuar.

-A ultima coisa de que me lembro é...

 

Flashback 2 em 1

 

 

Dipper tinha acabado de chegar em casa, fazia tempo que a gente não fazia alguma coisa juntos, estava com saudades dele, mas como entramos no ensino médio estamos cheios de responsabilidades diferentes, principalmente agora que estamos escolas diferentes, ele conseguiu passar na prova para entrar no colégio, eu me esforcei pois queria muito ficar junto com ele, mas não consegui, enfim, por causa da escola nós não estávamos conseguindo passar muito tempo um com outro.

-Mabel? – Dipper passou com olhar preocupado do meu lado

-O que foi? – perguntei

-Digo eu – Ele riu – Você estava parada olhando para o nada com uma cara estranha

-Estava? –Não percebi que estava fazendo isso, me sentei no sofá ao lado de Dipper – Onde você estava agora?

Puxei meu cabelo para o lado, já que ele ainda estava molhado do banho, ele aproveitou e colocou o braço sob os meus ombros, ele nem precisa se esforçar para fazer isso, já que ele ficou consideravelmente mais alto que eu.

-Estava na biblioteca – Ele suspirou – Está ficando cada vez mais difícil lá

-Você se arrepende? – Apoiei minha cabeça no ombro dele

-De entrar na escola não, mas me arrependo por ela ter me afastado de você.

Ele me apertou em um abraço.

Sim, nos dois parecemos um casal de namorados, mas fazer o que?

-Sabe – Ele continuou –Eu pensei da gente, deixar tudo isso de lado por um momento.

Me virei para ele

-Como assim? – Perguntei

-Uma viagem! – Ele exclamou animado, me soltando e se virando para mim. –Sabe, eu estou com saudades da minha irmãzinha

Ele bagunçou o meu cabelo e eu fiz bico

-Eu sou a mais velha

-Que seja – Ele revirou os olhos e eu ri – Por favor, Mabel, vamos?

Ele fez uma carinha de cachorro abandonado e juntou as mãos

-Primeiro; E a escola?

-É fim de semana, quando a gente voltar eu te ajudo a estudar.

-Segundo; Para aonde a gente vai?

Ele abriu um sorriso, já sabendo que eu tinha cedido.

-Gravity falls

Dei um pulo

-Ah fala serio!! – Ele riu da minha animação excessiva – Se tivesse dito antes eu já teria concordado

Ele riu mais ainda

-Por isso eu não disse nada.

Me joguei em cima dele o derrubando

-Ai sua louca – Nos dois gargalhamos –Sai de cima

Me levantei de cima dele.

-Vai arrumar suas coisas, nós vamos agora.

-Tudo pelo meu irmãozinho – Zoei e corri pra cima para pegar a minha mala.

Escutei ele rindo baixo lá de baixo.

 

Flashback 2 em 1/off

 

-Isso tudo aconteceu no sábado passado, iriamos ficar em Gravity falls no sábado, domingo e segunda, na terça feira iriamos voltar, mas, assim que chegamos em Gravity Falls eu não me lembro mais de nada, até que eu acordei no convento.

Ela pareceu surpresa com a minha história, mas sorriu e disse

-Querida, você pode esperar lá fora por um momento?

Concordei com a cabeça e sai, era muito melhor do que ficar lá dentro respondendo perguntas e mentindo.

 

 

 

Flashback original/off

 

E aqui estou, entrou algumas pessoas na sala, mas nenhuma saiu, estou começando a ficar com medo do que eles pretendem fazer comigo.

-Eles vão te prender aqui! –Bill brotou do nada na minha frente me fazendo dar um sobre salto na cadeira de susto

-Quer parar com isso!!!

Quase gritei, mas lembrei que na situação que eu estou não estou podendo ficar gritando sozinha por ai.

-É serio! Eles vão te prender aqui, eles acham que você é louca.

-Pff, claro que não, ela estava acreditando nas minhas mentiras.

Ele revirou o olho e suspirou.

-Não, você mentiu surpreendentemente bem, mas eles acham que você tem algum problema mental, vão prender você aqui!

Revirei os olhos

-Duvida? – Ele continuou – Se você encostar a cara naquela maldita porta, você vai ouvir eles falando de você.

Revirei os olhos de novo e me levantei da cadeira e antes de colocar o ouvido na porta disse:

- Fica vigiando se alguém vir pra cá

Não consegui ouvir muita coisa da conversa, mas ouvi uma coisa importante.

“Eu não sei muito bem o que ela tem, não sei se é transtorno de personalidade, ou esquizofrenia, mas com certeza ela tem alguma coisa.”

“Eu não sei muito bem, preciso ficar vigiando ela 24 horas para ter certeza de alguma coisa”

 

Não, eu não quero ficar mais tempo aqui, eu não quero ficar mais longe da minha família.

Senti algumas lagrimas descendo, o meu peito apertou.

 

Cadê você Dipper?

 

Bill parou flutuando do meu lado, com um olhar meio assustado e preocupado.

-Corre, eu te ajudo a sair daqui.

Respirei fundo e funguei

-Por que você esta me ajudando?

Ele deu de ombros e flutuou em minha volta.

-Se continuar parada aqui, irão te pegar.

Não sabia para onde ir, então comecei a seguir as orientações de Bill.

-Vire a direita

Virei no enorme corredor e encontrei a recepção, parecia um grande hospital, mas com pessoas estranhas, tinha uma garotinha ajoelhada na cadeira de plástico azul e rindo sozinha. Senti pena dela, mas logo Bill me empurrou fortemente, me fazendo continuar correndo porta a fora.

Quando sai dei de cara com um dos guardas que estavam do lado de fora

-Ei! Você não deveria estar lá dentro?

Quando ele desviou a atenção de mim para a porta, para ver se tinha alguém atrás de mim eu corri. Corri como se minha vida dependesse disso, e talvez dependesse.

Peguei um pedaço de pau que tinha no inicio de um beco, ainda enquanto corria

Porém, assim que eu ia atravessar a rua eu senti um braço forte me puxando para o lado dele e por completo reflexo levantei o pedaço de pau com a mão livre e bati na pessoa, quando abri os olhos meu coração quase parou.

Era o guarda que estava do lado de fora, coloquei as mãos na minha boca em choque.

 

O que eu fiz?

 

O que eu fiz?

O que eu fiz?

 

Eu sou um monstro

 

Eu sou um erro

 

Por isso Dipper me deixou

 

O sangue escorria rapidamente da cabeça do senhor que estava caído no chão, ouvi uma mulher gritando no fundo, mas eu não conseguia desviar a atenção que estava focada no homem a minha frente, não sabia se ele estava morto ou não, mas acho que prefiro não saber. Meu ouvido estava apitando, não ouvia mais nada, provavelmente pela adrenalina

Quando fui gritar o Bill me parou.

-Não grite, vão te achar, ignore ele e corra, sua vida esta em perigo agora... Se eles te prenderem agora, nada disso vai ter valido a pena.

Como assim?

Respirei fundo, virei de costas para o corpo que estava no chão e corri.

 

-Moço – parei a primeira pessoa que passou na minha frente, depois de vários minutos correndo, quando o senhor, já de idade olhou para mim perguntei – Pode me dizer que cidade é essa?

Ele arqueou a sobrancelha, mas me respondeu.

-Estamos em Berkeley.

Ai meu Deus!!! Isso é consideravelmente perto de Piedmont, iria cansar muito indo andando, mas não tenho dinheiro para ir de ônibus.

-Desculpe também, mas o senhor pode me emprestar um celular, por favor?

Ele puxou, desconfiadamente, um celular smartphone mais antigo e me entregou.

Peguei o celular apressadamente e disquei o numero que já sabia de cor. Chamou e chamou, mas ninguém atendeu, liguei de novo, depois de alguns toques a pessoa atendeu.

-Dipper??!! – Gritei assim que a pessoa atendeu

-Alô? Quem é? – Reconheci a voz idosa e meio rouca na hora

-Tio vô Stan?

-Sim, sou eu! Quem é? Quem esta falando?

Magoou ele não ter reconhecido minha voz, já que eu reconheci logo de cara.

-Sou eu tio vô, a Mabel! – Quase pulei no lugar ao ouvir ele respirando profundamente

-Você só pode estar brincando não é? – A voz dele de repente ficou agressiva, me fazendo ficar um pouco assustada – Pare de me fazer trote e nunca mais me ligue!

-Tio vô? – Ele desligou antes que eu dissesse alguma coisa.

-Você está bem? – tinha me esquecido totalmente do senhor que estava ate agora me olhando, esperando eu devolver o celular.

Enxuguei as lagrimas que até agora eu não tinha reparado que estavam ali.

-Sim, estou bem. – Devolvi o celular para ele e agradeci, pela informação e pelo celular.

Me virei e com o peito apertado de dor chorei enquanto corria

 

O que esta acontecendo?

Por que o Dipper me deixou?

Por que o tio vô Stan ficou tão exaltado quando disse meu nome?

Eu sou tão inútil assim para ele não querer nem ouvir meu nome?

 

 

 

 

Bill gargalhou e cada segundo que se passava parecia que a gargalhada dele aumentava cada vez mais


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Eu nao gostei muito desse capitulo, por que eu estava querendo que ela fugisse logo e acabei apressando as coisas, mas daqui pra frente vai tudo acontecer beeeeemmmmmm devagar kkk
por favor comentem, me ajuda bastante com a motivacao dos capitulos
Ha, uma dica, tudo que aconteceu nesse capitulo, vai ter uma consequencia importante nos capitulos a seguir kkk entao prestem bastante atencao aos detalhes kkk
ah e me digam as suas teorias, eu adoro ver teorias sobre as minha fanfics kkk


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