História Little Things - Dylan O'Brien - Capítulo 19


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Categorias Arden Cho, Cameron Dallas, Crystal Reed, Dylan O'Brien, Holland Roden, Magcon, Teen Wolf, Tyler Posey
Personagens Arden Cho, Cameron Dallas, Crystal Reed, Dylan O'Brien, Hayes Grier, Holland Roden, Personagens Originais, Tyler Posey
Tags Aspen Mansfield, Cameron Dallas, Comedia, Dylan O'brien, Magcon, Teen Wolf
Visualizações 79
Palavras 1.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeiii

Capítulo 19 - Revelações


Fanfic / Fanfiction Little Things - Dylan O'Brien - Capítulo 19 - Revelações

Alana Walker.

Semanas depois…


Agora sim, eu estava sendo respeitada por todos a minha volta naquele colégio. Eu me sentia a rainha! Dylan as vezes me olhava com desprezo, Crystal evitava me encontrar nos corredores e nas salas de aula, ela sentava bem distante de mim. Tadinha! Holland foi excluída por todos do colégio por causa de sua sexualidade! Minha mãe diria que é depressão da parte dela. Que dózinho!

Hey babe. – digo ao ver Tyler em seu armário e dou um beijo em sua bochecha. – O que está fazendo de bom? – encosto no armário ao lado e arrumo meu cabelo no reflexo do meu celular.

– Só tô pegando alguns livros para a próxima aula. – ele deu uma risada.

Nerdzinho.

– Sou nada.

– Por que Crystal Reed continua te encarando? Essa garota não consegue aceitar que acabou o lance entre vocês?! Meu Deus, cara.

– Deixa ela se iludir.

– Tadinha. – rimos.

– É… – Tyler. – Nem parece que ela ajudou o Dylan com as mensagens anônimas assinadas como "Dob". – gargalhou.

PARALISEI!

– O quê? – ergo uma sobrancelha.

– Hã? – ele fecha seu armário.

– Eles fizeram o quê, Tyler?

– Eu disse alguma coisa? – ele estava com uma expressão assustada.

– FILHOS DE UMA PUTA! – grito, fazendo todos que estava no corredor me olharem confusos.

Meu sangue começou a ferver, eu estava prestes a matar um por um!

– Calma docinho, foi coisa do passado!

Saio pisando firme pelo corredor a procura deles. ELES VÃO ME PAGAR POR TEREM MENTIDO PRA MIM ESSE TEMPO TODO! Ando o colégio todo a procura deles, por sorte encontro os mesmos na mesa do refeitório almoçando.

– FILHO DE UMA PUTA! – grito me aproximando e empurro a bandeja dele fazendo cair no chão. – QUAL É O SEU PROBLEMA?!

– Primeiro foi o meu copo com suco, agora a minha comida? Qual é o seu problema cara? – Dylan me olha.

– Alana, calma! Deixa isso pra lá. – Tyler veio até mim e segurou o meu braço.

– FILHO DE UMA CADELA MAL COMIDA! VOCÊ É DOENTE? – me solto e começo a bater em Dylan.

– Para, para! – Crystal tenta separar. – Por favor, para!

– VOCÊ SABIA DE TUDO! – vou pra cima de Crystal. – VOCÊ SABIA O TEMPO TODO SOBRE AS MENSAGENS ANÔNIMAS E MESMO ASSIM VOCÊ DEIXOU PASSAR PRA ME FAZER DE TROUXA O TEMPO TODO! – as lágrimas começaram a escorrer pela minha face.

– EU NÃO TIVE NADA A VER COM ISSO! – Crystal começa a chorar junto comigo e segura os meus braços. – Eu disse pra ele não fazer isso e mesmo assim, ele fez! Eu não queria que isso tivesse acontecido, eu queria que fosse diferente porque você é a minha melhor amiga!

– Alana… – Dylan levanta. – Me escuta, por favor!

– NÃO QUERO OUVIR SUA VOZ, DYLAN! – grito entre o choro. – VOCÊ É UM LIXO HUMANO! – me solto.

– Por favor, para de gritar e vamos conversar com calma!

– Não Dylan, você já mentiu o suficiente pra mim!

– Vem Alana! – Tyler segurou meu braço novamente e começou a puxar para sairmos dali.

FOI O TYLER QUE INVENTOU ESSA HISTÓRIA DE ESTARMOS NAMORANDO HÁ 1 MÊS NO HOSPITAL! – Dylan gritou, fazendo com que eu o olhasse. – A gente tava discutindo no dia do tiroteio, Alana! Nós NUNCA namoramos! Eu tentei sim, me aproximar de você, mas não saiu do jeito que eu esperava.

Abaixo o olhar enquanto as lágrimas ainda escorriam.

– Alana! – Tyler ia tocar o meu braço, mas eu me afastei.

– Vocês mentiram pra mim o tempo todo! – olhos eles ainda chorando. – Vocês todos mentiram pra mim, ao invés de me dizer a verdade desde o início!

– Alana… – Crystal estava se aproximando de mim.

– Não, Crystal! Fique aí! – arrumo minha bolsa no ombro. – Vão se foder! – saio correndo.

Corro até o banheiro e me tranco em uma das cabines, não tive outra opção a não ser deixar as lágrimas caírem! Eu me sinto um lixo nesse momento, eu me sinto traída por todos! A minha vontade é sair daqui o mais rápido possível, mas vou ter que esperar até tocar o sinal. Minha vida é uma mentira, sempre foi! Não demorou muito e eu adormeci dentro da cabine, sentada no vaso sanitário. Foda!

{…}

Tem alguém aí? – a mulher da limpeza começa a bater na cabine que eu estava.

Acordo assustada e abro a porta, ela ergueu uma sobrancelha quando me viu com a cara inchada.

– O que houve com você?

– Que horas são? – pergunto, enquanto pego a minha bolsa.

– São quase 5pm, o colégio está quase fechando.

– Certo, vou pedir pra diretora ligar pra minha mãe. – coloco a bolsa no ombro e saio do banheiro.

{…}

Pra variar, minha mãe veio o caminho todo reclamando e falando o famoso sermão! Eu nem tava ligando pra isso, a única coisa que me importava era chegar logo em casa.

Você está me ouvindo, Alana? – ela alterou a voz.

– Uhum.

– Inacreditável!

– Eu vou pra casa do meu pai na próxima semana, então vamos evitar as discussões por que vamos ficar um bom tempo sem nos ver!

– A única coisa que eu quero, é você longe de problemas!

– Eu longe de você, vai ser uma benção para todos! – olho pra estrada. – Me desculpe se eu não sou a filha que você queria.

– Não começa com o drama, Alana!

– Não é drama, é a realidade! Eu tô indo pra casa do meu pai na bandeja, vou terminar o ensino médio lá e depois cada uma segue o seu rumo? – meus olhos começaram a marejar. – Eu queria ser feliz com os meus pais juntos! Tudo isso que aconteceu comigo é culpa sua.

– E por que é culpa minha? – ela revirou os olhos.

– Porque no momento em que eu mais precisei de uma mãe, ela me abandonou! Meus pais se separaram e ela me deixou por causa de um novo casamento. Eu tô sofrendo e ela não se importa em me ajudar ou perguntar se eu tô bem! – começo a chorar descontroladamente. – Você me abandonou depois que casou com esse homem drogado!

– Isso só pode ser uma brincadeira! – ela estaciona o carro na garagem. – Você está de castigo até ir pra casa do seu pai!

– Não sou mais uma criança! – desço do carro e entro em casa sem deixar ela falar mais coisas.

Subo pro meu quarto a milhão, entro no quarto e tranco a porta chorando. Encosto na parede e vou descendo até chegar no chão, abraço minhas pernas e fico olhando pras fotos no meu closet.

{…}

Pego um caderno velho no baú e começo a escrever tudo que eu estava sentindo naquele momento.


“Acorde para a vida Alana, e pare de tentar não enxergar o que está exposto até demais na sua frente. Fingir que não está vendo não fará doer menos! Encare de cabeça erguida, não se engane novamente. Não se deixe depender tanto de alguém que não dá a mínima para os seus sentimentos. Sabe tanto que faz um drama todo baseado em alguém que não existiu e tenta se convencer com as próprias mentiras! Você não precisa fazer isso. Você não é obrigada a engolir sapos por uma pessoa que liga quando sente falta e quando tudo está bem, esquece da sua existência. Eu sei que dói aceitar que tudo foi apenas uma diversão para ele enquanto para você foi amor, mas, às vezes, para algo parar de doer, é necessário que a gente cutuque a dor até ela se tornar insensível!”


Respiro fundo enquanto as lágrimas escorrem.


“Dá saudade, a gente perde a respiração, quer voltar atrás, não quer se desfazer de nada, mas escuta: não precisa jogar nada fora! Guarde algumas fotos, guarde todas as lembranças que sentir necessidade, guarde todo esse amor dentro de você, guarde o que aprendeu, mas não minta para si mesma. Não seja tão injusta com você. Não se prive de ser feliz! Mas quer um conselho? Para essa "mudança" acontecer, primeiro, você tem que começar a se amar, porque se você não amar a si mesma, como vai amar alguém de novo? Não deixe que um amor mal resolvido faça a sua vida não valer a pena, porque ela vale e um dia, quando for a hora certa, alguém vem para ficar!”


Olho o caderno e depois olho o violão dentro do meu guarda roupa. Eu ganhei ele do meu pai no meu aniversário de 15 anos, eu tocava algumas vezes pra ele… depois que meus pais se separaram, nunca mais toquei! Acho que eu tô um pouco enferrujada.

Vou engatinhando até meu guarda roupa e pego meu violão, posiciono em meu corpo e começo a tocar.

You were the shadow to my light. Did you feel us? – começo a cantar.


(Você era a sombra para minha luz. Você sentiu nossa conexão?)


– Another start. You fade away afraid our aim is out of sight, wanna see us… Alive!


(Um novo começo. Você desaparece com medo de que nosso objetivo esteja distante, quer nos ver… Vivos)


– Where are you now?


(Onde você está agora?)


– Where are you now? – toco suavemente nos cordões do violão.


(Onde você está agora?)


– Where are you now?

(Onde você está agora?)


– Was it all in my fantasy?


(Foi tudo minha fantasia?)


– Where are you now?


(Onde você está agora?)


– Were you only imaginary?


(Você era apenas imaginário?)


– Where are you now?


(Onde você está agora?)


Deixo algumas lágrimas caírem e respiro fundo.

– Atlantis. Under the sea, under the sea… Where are you now?


(Atlântida. Sob o mar, sob o mar… Onde você está agora?)


– Another dream


(Outro sonho)


– The monsters running wild inside of me… I'm faded!


(Os monstros correm selvagens dentro de mim… Estou cansado)


Desabo novamente no choro enquanto toco o violão.

– I'm faded. So lost… I'm faded, I'm faded. So lost… I'm faded…


(Estou cansado. Tão perdido… Estou cansado, estou cansado. Tão perdido. Estou cansado)


– These shallow waters, never met ohat I needed…


(Nestas águas rasas, nunca encontrarei o que eu precisava)


– I'm letting go… A deeper dive. Eternal silence of the sea, I'm breathing… Alive…


(Eu estou desapegando… Um mergulho mais profundo. Eterno silêncio do mar, estou respirando… Viva)


– Where are you now? Where are you now?


(Onde você está agora? Onde você está agora?)


– Under the bright, but faded lights… You set my heart on fire…


(Sob o brilho, mas as luzes estão desbotadas… Você pôs calor no meu coração)


– Where are you now? Where are you now?


(Onde você está agora? Onde você está agora?)


– Where are you now? Atlantis


(Onde você está agora? Atlântida)


– Under the sea, under the sea… Where are you now?


(Sob o mar, sob o mar… Onde você está agora?)


– Another dream, the monsters running wild inside of me… I'm faded…


(Outro sonho, os monstros correm selvagens dentro de mim… Estou cansado)


– I'm faded. So lost… I'm faded, I'm faded. So lost… I'm faded… – Minha voz quase não sai.


(Estou cansado. Tão perdido… Estou cansado, estou cansado. Tão perdido. Estou cansado)

Olho meu reflexo no espelho. Eu estou totalmente acabada!



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