História LittleAmanda (Pequena Amanda) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Pequenaamanda
Visualizações 10
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heey!
Boa noiteee

Capítulo 1 - LittleAmanda: Origem


Amanda era uma pré-adolescente de 12 anos, boa na escola, era modelo, tinha uma mãe rica... uma vida perfeita.

"Perfeita".

Quando Amanda nasceu, os médicos alertaram os pais de que ela tinha poderes sobrenaturais. Porém, eles não deram ouvidos até que Amanda, com apenas 5 anos, matou seu pai enquanto fazia uma tesoura flutuar.

Por causa desse evento, a mãe de Amanda começou a bater muito nela, e a proibiu de entrar em certos cômodos da casa.

-Mãe, por que você me trata assim?-Perguntou Amanda, uma vez quando tinha 7 anos.

-Não me chame de mãe. Me chame de senhorita. Você não merece um pingo do meu carinho, você tirou quem eu amo de perto de mim... Saia daqui agora. 

E ela teve que sair. 

O poder que ela tinha era de controlar objetos com a mente. Porém, a mãe sabia que ia além disso. Se ela se esforçasse, poderia ler mentes, controlar o fogo... Coisas horríveis aconteceriam.

Amanda, como todas as outras meninas do seu colégio, tinha uma paixonite por alguém. Isso era difícil para Amanda, que sendo modelo recebia pedidos de namoro quase diariamente, aos quais recusava, por que já havia alguém em sua mente, em seu coração. 

Sim, era Jeff, o assassino. Ela amava ele, apesar da sua mãe e seus colegas ficarem desencorajando ela, ela sabia que lá no fundo, em algum lugar.... Ele a observava.

Enfim, voltando ao agora, Amanda estava andando nos corredores do seu colégio, ignorando os fãs atrás dela com perguntas irritantes, e indo para a diretoria. 

-Olá, Amanda- Disse a diretora com cara de brava enquanto Amanda se sentava na cadeira de couro em frente ao escritório da velha.

-Sim,  senhorita Bing? (Detalhe: a velha era chinesa)

-Eu vou ter que chamar sua mãe aqui na escola. A situação está séria.

-O que aconteceu?-Amanda já sabia que se a mãe viesse ela levaria o triplo de surra.

-Um menino diz estar depressivo por sua causa. Ele disse que ss declarou pra você e recebeu um tapa.

-Eu não fiz isso.

-Hum.... mesmo assim, quero sua mãe aqui, amanhã, ás 15 horas da tarde.

-Por favor, não faça isso!- Amanda estava quase chorando, se levantou da cadeira e olhou bem nos olhos da diretora.

A diretora deixou escapar um suspiro, e Amanda soube na hora que ela não era má. Mas isso não importava.

A velha fez uma cara de desconfiada no terceiro 'por favor'.

-Por que está tão desesperada? Você sofre algum tipo de abuso?- A Srta. Binga arregalou os olhos e se aproximou de Amanda com uma expressão preocupada.

-N-não,  senhorita Bing....- Amanda desviou o olhar. Sabia que não estava sendo convincente.

-Amanda, você precisa me dizer a verdade para eu poder te ajudar.

-NÃO! EU NÃO PRECISO DA AJUDA DE NINGUÉM!- Amanda gritou a saiu correndo da sala. Ignorou os gritos de 'volte aqui' da diretora e correu até o banheiro. 

Ela entrou e quebrou um espelho, e com o caco cortou um círculo em volta de todo o pulso. Fez o mesmo com o outro. O sangue não parava de escorrer, mas Amanda começou a rir muito. Ela teve de se segurar na pia para não cair no chão e rir. Depois, os risos se transformaram em lágrimas, e quando Amanda foi secar elas, esqueceu dos cortes no pulso e ficou parecendo que havia chorado sangue. 

Ela, por fim, caiu. Mas depois de cinco minutos jogada ali uma voz masculina mandou ela levantar. Quando ela olhou pra cima, sim, era Jeff, o seu maior ídolo. 

Ela se levantou bem lentamente, sem tirar os olhos do assassino. Ele abriu a boca pra dizer alguma coisa, mas ela o beijou antes que qualquer palavra pudesse sair da boca dele. Depois, ela ainda o abraçou, mas recebeu um empurrão de volta.

-Me larga! Quem você pensa que é?

Ele a olhava com nojo e repugnância. Ela assumiu uma postura fofinha e afinou a voz. 

-Me desculpa, Jeff senpai! Eu sonhei tanto com esse momento que isso foi meio que meu instinto.

Ela soltou uma risada baixa e adorável. 

-Não me chame de Jeff senpai.

-Então que tal Senhor Jeff?

-Hummm.... pode ser.

-Ok, senhor Jeff! O que faremos agora?

-Um curativo nos seus pulsos. Se perder mais sangue, vai morrer.

Eles saem do banheiro e Amanda olha em volta. Uma menina grita aterrorizada e sai correndo. Depois disso, o colégio vira uma baderna, gente gritando pra lá, garotos correndo pra cá, meninas tirando fotos... Porém, Jeff agia normalmente. Tudo ia 'bem' até que um garoto tentou bater em Jeff. Ele tentou puxar Amanda para longe do assassino, mas a menina deu um chute no saco do garoto e chutou a canela dele. 

-Por que está defendendo esse horroroso? Ele é um terrorista, sua idiota!

Amanda ignorou as palavras dele. Ela sentia uma chama queimando dentro dela. Uma vontade imensa de matar.

-Isso não importa. Você xingou e machucou Jeff. Vai pagar caro por isso.

Ela levantou a mão e uma faca veio do nada voando até a mão dela, e ficou flutuando até ela pegar o cabo. O garoto se levantou com muita dificuldade e saiu correndo, ela andando.

Por mais que ele fosse bem mais rápido que ela, que apenas andava, com um simples movimento de mão Amanda fez o menino cair. Ela subiu em cima dele e começou a esfaquear o peito do garoto. Até depois de matar ele, não parou de enfiar e tirar a faca de seu abdômen. 

Uma menina tentou tirar ela de cima dele, mas ela estava com tanta raiva que nem a turma inteira conseguiu. Assim que terminou, ela levantou o braço e todas aquelas meninas que puxavam ela pelas costas saíram voando, arremessadas para longe. Jeff assistia aquilo tudo maravilhado. Ela retornou á forma fofa e com um sorriso continuou a andar do lado de Jeff. 

-Sabia que você tinha matado seu pai, mas aquilo... foi incrível- Jeff comentou sem tirar os olhos da frente.

-Eu te amo muito pra deixar um idiota daquele te machucar e sair ileso. Durante toda a minha vida eu sentia que vivia por um propósito e hoje eu descobri qual: Proteger você, nem que isso custe minha própria vida!- Ela afirmou alegremente. 

Eles andaram e saíram do colégio. Lá fora, policiais já os esperavam.

-Já sabe o que fazer- Disse Jeff calmamente enquanto sacava uma faca. Ele avançou na viatura do meio, enquanto Amanda levantou os carros da direita e da esquerda. Os policiais viram que as armas eram inúteis comparadas com aquele poder e tentaram fugir, mas Amanda os acertou com os próprios carros antes que ganhassem a corrida. 

Amanda olhou para o lado e viu que Jeff precisava de ajuda. Ela tentou se aproximar por trás, mas não conseguiu e acabou levando um soco no queixo. Ela caiu desacordada, e Jeff vendo a cena, chutou a mão do policial e pegou sua arma. O homem morreu com um tiro na cabeça. 

Jeff olhou para o corpo do policial e olhou para Amanda, esticada na rua. 

O final, vocês não precisam saber. Só saibam que toda ofensa dirigida á Jeff The Killer, a pequena Amanda não consegue deixar ileso.

 

 

 


Notas Finais


Ficou, ó.....
uma bosta ;-;


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