História LittleAmanda (Pequena Amanda) - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Pequenaamanda
Visualizações 7
Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


EU NÃO SEI O QUE TO FAZENDO DA MINHA VIDA
eu critico fangirls obsessivas, mas eu sou uma, to cheia de fanfic que me autoshippo com o Jeff!
Mano, bri-sa-dão
E as notas não têm nada a ver com a história. Palmas pra essa anta chamada Trouxa.

Tá, OK, eu vou falar: Se vc não gosta de shippar creepypasta ou tal, vc devia ter parado no primeiro cap., pq o resto da historia é só um monte de shipp brisado msm.

Capítulo 2 - A Creepypasta


Amanda acorda num sofá, com um rosto inteiramente branco olhando para ela. Ela se levanta e olha em volta.

-Onde.. eu estou?

A criatura de rosto inteiramente branco pega um caderno decorado com glitter rosa e uma caneta, e escreve. Depois, vira o caderno para Amanda para que ela possa ler.

"Seja bem-vinda á Creepypasta. Eu sou o Slenderman. Sally está animada para te conhecer"

Depois de um tempo, Amanda entende que como ele não tem boca, ele se comunica pelo caderno. Ele vira o caderno para ele e deixa ela ler de novo.

"Qual o seu nome?'

-Eu me chamo Amanda. É um prazer te conhecer, Slender. Eu posso ver o Jeff?

Ele escreve de novo e vira o caderno.

"Ele não mora aqui, tem sua própria mansão"

-Então ele me abandonou aqui? 

"Não, ele disse que você ficaria aqui até se recuperar. Ele já volta pra te buscar."

-Ah, entendi. Então... onde está Sally?

"Ela já vem aí"

Do nada, a porta do quarto abre. Era Jeff.

-Jeff!- Amanda pula da cama e o abraça. As mãos dele permanecem coladas na lateral do corpo, mas pelo menos ele não a empurra.

-Onde você estava?- Ela sai do abraço, mas seus braços ainda estão pendurados no pescoço dele, mantendo uma proximidade que Jeff quebra, tirando os braços dela dos ombros dele. 

-Fazendo uma coisa importante.

-Tipo...?

-Matando sua mãe.

Os olhos dela brilharam.

-Obrigada! Obrigada, obrigada, obrigada! 

Ele apenas revirou os olhos.

-Vamos? Obrigada por cuidar dela, Slender.

"De nada. Cuidado no caminho."

-Sim, sim.- Jeff pega Amanda pela mão e sai andando da Creepypasta. Eles andam até uma floresta, e mais adentro tem uma mansão. Quando eles chegam lá, um interfone é ligado e uma voz feminina motorizada pergunta qual a senha. Jeff se aproxima e tenta sussurrar, mas Amanda acaba ouvindo: "A senha é BenDrowed é um babaca"

'Correto' disse o interfone em resposta, e o portão abriu. Jeff o empurrou  foi levando Amanda por um labirinto até chegar na verdadeira entrada da casa. Lá, ele solta a mão dela.

-Uau! Eu sempre achei que você morava com os outros personagens.

-Achou errado. Não repara a bagunça.

Mas era difícil não reparar a bagunça, até por que não havia nada sujo ou desarrumado. Estava tudo lindamente organizado.

Ele se jogou no sofá, e ela ficou de pé ao lado dele, assistindo o programa dali mesmo. 

-Senta aqui também. 

Amanda obedeceu e se sentou ali. 

-Alguma coisa que queira ver?

-Eu tenho um canal favorito, mas não sei se ainda está no ar.

-Faz tempo que você não vê uma televisão?

-Na verdade, faz sim. Acho que a última vez foi com quatro anos. 

Jeff lembrou do que assistia todo dia. Amanda chegava em casa, a mãe batia nela, bebia, quando a mãe adormecia Amanda ia comer algo sem a mãe vigiando. Ás vezes, a mãe pegava Amanda no flagra comendo e batia nela com o dobro da força. Amanda nunca assistia e passava a maioria do seu tempo no quarto, se é que dava pra chamar aquilo de quarto. Era uma sala escura com um travesseiro e um cobertor, suja, isolada, sem luz a não ser por uma janela minúscula, que infelizmente continha uma grade de ferro. Jeff lembrava de assistir Amanda chorando todas as noites, enquanto a mãe dormia num lugar luxuoso, tinha ate uma pequena fonte na frente da cama, tinha TV, banheiro no quarto, café na cama servido por empregadas, várias roupas.... 

Ele até gostou de matar aquela mulher.

-Jeff?- Diz Amanda, trazendo o assassino de volta á vida real.

-A? A, sim.. O que foi?

Ela olhou para o chão com um sorriso pequeno.

-Você lembra, né? 

-Você esqueceu?

-Não, eu não esqueci. Eu só... bloqueei essas memórias. Agora que estou com você nada mais me importa, eu te amo!

Ela fechou os olhos e sorriu, Jeff corou. 

O canal que ela havia indicado era de animes.

-Aha! Sabia!- Ela comemorou. Começou a passar um anime sobre um deus que resolveu fazer um jogo com pessoas que conseguem prever o futuro com o celular. O que mais chamou a atenção de Jeff foi a protagonista,  era fofa e linda, mas se mexiam com o senpai dela, virava uma assassina a sangue frio, uma pessoa cruel que matava qualquer um.

-Huummm- Gemeu Amanda enquantonse espreguiçava. Quando Jeff viu, percebeu que passaram duas horas assistindo anime. 

-Uau... esse anime é viciante.

-Gosta de animes?

-Eu...não...

Jeff corou e ficou vermelho. Amanda riu.

-Jeff, não precisa ter vergonha....

-Tá! Eu gosto de um...

-Qual?

-Jigoku Shoujo

-Viu? 

Ela chegou bem perto de Jeff, perto o bastante para um beijo, porém ela não o fez e ficou séria.

-Eu não vou te julgar como as outras pessoas, Jeff. Eu acho você especial e tudo o que você faz maravilhoso. Se sinta a vontade para fazer ou falar qualquer coisa pra mim.

-S-sim...- Jeff estava nervoso e vermelho.

Ela voltou ao lugar.

-Aaah... eu estou cansada....

-Quer dormir?

-O que VOCÊ quer fazer?

-Sair na noite. 

-Então eu vou sair com você! 

Jeff olha para ela de cima a baixo. Ainda tinha os olhos sujos de sangue, os pulsos com curativos, a boca com uma linha de sangue... isso pra ele era normal, já que ele tinha um sorriso cortado no rosto. O que ele viu foram as roupas.

-Você não pode ir com esse uniforme sujo.

-Pois é... mas eu não trouxe nenhuma roupa.

Jeff andou até o quarto e trouxe uma sacola.

-Eu... comprei isso pra você.

Ela olhou para a janela, sorriu e começou a chorar. Jeff achou aquilo estranho.

-Por que você tá chorando? Ta tudo bem?

-Sim... mas é que... obrigada....

Ele achou estranho mas não falou nada, só entregou a sacola. Lá dentro, tinha uma saia e uma blusa.

-Ah, obrigada!

-É... 

E ela começou a tirar a camiseta, Jeff quase viu seu sutiã. Ele a alarmou e virou para trás.

Ela se trocou e pediu para ele se virar. Ele se virou e viu ela na roupa, estava linda. 

-Então




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