História Littlest Things - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Osomatsu-san
Personagens Osomatsu Matsuno, Personagens Originais, Todomatsu Matsuno
Tags Osotodo, Shortfic
Visualizações 25
Palavras 538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! >w< To postando esse junto com o primeiro porque já tava escrito, asldkasldkas. Os próximos podem não ser tão rápidos... ou será que to errada? Bem, só acho que só o futuro dirá.

Boa leitura!

Capítulo 2 - II: Contrato.


Por mais que Osomatsu tenha feito birra para ir junto, como se ainda fosse uma criança de cinco anos e não um adulto de vinte e poucos, Todomatsu recusou todos os pedidos feitos por ele com muito prazer, obrigado.

No entanto, para seu azar, aquilo não havia sido suficiente para fazê-lo desistir. E, antes mesmo que percebesse, Osomatsu surgiu atrás de si no momento em que apertou a campainha da residência de Nakamura-san.

Todomatsu soltou um gritinho. “AH— O que você tá fazendo aqui?”

“Você não me deixou vir com você,” pontuou Osomatsu, sorrindo bobamente, “mas não disse nada sobre não seguir você, Todomatsu.”

“Você é o que, um stalker agora?” perguntou, indignado.

No lado de dentro, Todomatsu escutou passos se aproximando. Aquilo foi o suficiente para concluir que — de maneira nenhuma —, poderia deixar sua patroa saber da existência do seu irmão fracassado.

Precisava dar um jeito em Osomatsu, e rápido.

“Eu só queria acompanhar você porque sou seu irmão, oras.” Osomatsu enxugou uma lágrima sincera do rosto. “Você tá sendo tão frio, Todomatsu. O que aconteceu com você... AH—”

A resposta de Todomatsu para a pergunta dele foi repentina — ele simplesmente observou que haviam duas moitas ao lado da porta de tamanhos grandes e empurrou Osomatsu para uma delas.

Aquilo foi o suficiente para escondê-lo por inteiro, para sua alegria.

E no momento certo, pois logo a porta se abriu e Nakamura-san o convidou para entrar.

Depois Todomatsu se desculparia sobre aquilo.

Já dentro do casarão, Nakamura-san o chamou, pegando uma bolsinha que havia deixado na mesa a poucos segundos. “Que bom que conseguiu voltar rápido, Matsuno-san! Vou precisar sair para o trabalho agora. Deixo o Hiro aos seus cuidados; ele está dormindo no primeiro quarto do andar de cima.”

Dessa forma, a mulher se despediu. E, para surpresa mútua, ela se deparou com Osomatsu no momento em que abriu a porta.

Ele estava com um monte de folhas presas no cabelo e com as roupas sujas de poeira. No entanto, ele riu e cumprimentou a mulher de negócios.

“Oh,” ela deixou escapar, em surpresa. “O que...”

“Sou o irmão do Matsuno-san, o Osomatsu.” Osomatsu se apresentou. “Vim ajudar no que puder.”

Todomatsu histerizou por dentro. Se estivessem sozinhos, teria pulado no pescoço dele naquele momento sem pensar duas vezes.

“Isso é ótimo! Não acha, Matsuno-san? Ou melhor... Todomatsu-san, já que agora são dois.” Nakamura-san se virou para ele, com altas expectativas no olhar e um sorriso. Todomatsu simplesmente não conseguiu dizer não a ela. “Se fizer um bom trabalho, posso te contratar também, Osomatsu-san.”

Eles apertaram as mãos e, logo após aquela pequena conversa, ela foi embora para seu próprio trabalho dirigindo um carro preto.

“Oba!” exclamou Osomatsu, dando soquinhos no ar. “Cara, nem acredito que ela pode me contratar!”

Tudo aquilo havia sido tão repentino que Todomatsu não proferiu nenhuma palavra durante alguns longos minutos. Estava simplesmente perplexo.

“Nem eu,” comentou, com o tom de voz frio.

Precisava fazer alguma coisa sobre aquilo. Afinal, não queria que Osomatsu começasse a trabalhar consigo; seria o inferno ter que aturá-lo até mesmo ali.

Por isso, para salvar a si mesmo daquele destino, Todomatsu teria que garantir que Osomatsu não fosse contratado.

Era a única forma.


Notas Finais


Obrigada por ler!


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