História Live And Let Die - Capítulo 75


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Dizzy Reed, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Slash, Steven Adler
Tags Alan, Amber, Axl, Duff, Emma, Izzy, Naomi, Slash, Steven
Visualizações 67
Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 75 - Who made this?


Fanfic / Fanfiction Live And Let Die - Capítulo 75 - Who made this?

POV Axl

— Você já tem 27 anos, tem o seu trabalho, tem sua própria casa, por que ainda fica aqui? — Stephanie perguntava.

Eu já estava com vontade de estrangula-la, ela não parava de falar sobre esse assunto e aquilo estava me irritando.

— Eu quero ficar aqui com os meus amigos. — Eu falei pela milésima vez.

Será que essa mulher tem minhoca na cabeça?

— Eu só acho que você deveria ficar na sua casa, fora que a sua ex vive aqui e você sabe muito bem que não gosto dela!

— Já tem uma semana que eu e a Amber não trocamos uma palavra.

— Uma semana? Posso saber o que vocês conversaram uma semana atrás?

Caralho! Que mulher insuportável! Quanto tempo de cadeia eu pego se eu matar uma mulher?

— Stephanie... — Falei me sentando na cama. — Para! Ok? Esquece a Amber, não existe mais nós dois! Se for pra você ficar com ciúmes toda vez que ela entra por aquela porta, é melhor a gente acabar por aqui porque eu não vou sair dessa casa tão cedo!

Ela finalmente calou a porra da boca. Meu quarto ficou um silêncio agradável, voltei a me deitar e encarei o teto. Eu não sei o que deu na Amber semana passada, mas se ela tivesse concordado com o que eu disse, largaria a Stephanie na hora e fugiria com ela para as Bahamas, mas ela me ignorou completamente.

— Desculpa. — Stephanie suspirou. — Eu não vou mais falar sobre esse assunto.

— Tudo bem. — Falei e ela deitou em meu peito.

— Eu tenho que ir daqui a uma hora. Vou ficar um mês sem te ver.

— É. — Falei acariciando seu cabelo.

Me lembrei da primeira vez que Amber disse que ia viajar.

Flashback-on

— Axl... — Ela começou parando de mexer na câmera. 

— Hum... — Murmurei ainda olhando o disco da banda.

— Eu vou viajar. — Ela falou encarando a câmera. 

— Quando? 

— Bom... — Ela encarou o relógio em seu pulso. — Daqui a três horas.

Parei de mexer no disco e a encarei.

— Três horas? — Perguntei. 

— É. 

— É sempre bom avisar antes.

— Eu fiquei sabendo agora no trabalho, culpa do Miles.

— E pra onde você vai?

— São Francisco. 40 minutos de voo.

— Quantos dias você vai ficar fora?

— Três dias.

— Ok. — Dei de ombros e voltei minha atenção ao disco.

— Só isso? — Perguntou erguendo a sobrancelha.

— O que queria que eu dissesse?

— Que vai sentir minha falta.

— Eu preciso dizer?

— Claro.

Ri dela.

— Eu vou sentir sua falta, sabe disso. — Falei sorrindo e ela riu. 

— Falso. — Ela disse se levantando da cama.

— Onde vai?

— Arrumar minha mala.

[...]

— Fica aqui até eu chegar lá, assim eu ligo pra cá e te passo o número do hotel. — Amber falou.

Eu estava com ela na porta do seu apartamento.

— Tudo bem. Eu espero. — Falei e dei um selinho demorado nela.

— Vê se me espera viu. — Ela falou começando a andar para ir ao elevador.

— Vou pensar no seu caso. — Falei zoando e ela riu.

Flashback-off

Nunca tive um relacionamento igual esse com a Amber. Admito que nós éramos uma bagunça mesmo, mas era divertido, eu sinto falta de ter aquilo.

— Eu já vou indo. — Stephanie falou me tirando dos meus pensamentos.

— Tudo. — Falei me levantando da cama com ela. — Quer que eu vá com você?

— Não precisa. — Ela falou me dando um beijo demorado. — Eu te ligo assim que eu chegar lá.

— Ok.

Ela pegou a mala e saiu do meu quarto.

POV Amber 

Eu estava com ódio de mim mesma. Sério! O cara que eu amo quer um filho e eu não posso dar isso a ele. É errado desejar dar um filho pra um cara com namorada? Ah, foda-se, quem gosta da Stephanie? Bom, Axl gosta. Quem liga para o que o Axl gosta? NINGUÉM!

Hoje eu estou com vontade de desaparecer. Resolvi pegar o carro e dar uma volta pela cidade, pois eu estava me sentindo sufocada, quero mesmo é encher a cara e fumar muito.

POV Axl

Desci as escadas e encontrei Naomi amamentando na sala. Me sentei no outro sofá e fiquei a encarando.

— É estranho eu ficar excitado com isso? — Perguntei.

— Deixa de ser tarado! — Ela disse jogando uma almofada na minha cara. — Para com isso!

— Foi mal. — Falei levantando as mãos em rendição. — Mas não te aconselho a fazer isso aqui.

— Por quê? — Perguntou me encarando.

— Existem dois loiros tarados que moram nessa casa, não sei se você lembra disso.

— Nem vem. Duff e Steven me ajudaram pra caramba desde que vim pra cá com o bebê, ao contrário de você que só sabe reclamar!

— Eu reclamando? Me fala de uma coisa que eu reclamei!

— Axl, você reclama de tudo! Você reclama até por você ter nascido quando as coisas não saem do seu jeito!

— Claro. Todo mundo reclama quando as coisas não saem como querem.

— Mas você é de 5 em 5 minutos. Nunca vi um cara tão irritante.

— Aaaah, me poupe, loira. Vai cuidar do seu filho que você ganha mais. — Falei me levantando.

— Tá vendo. Ficou nervosinha. — Ela disse se divertindo.

— Vai se fuder. — Falei indo em direção a cozinha.

— Não fala palavrões na frente do meu filho. — Slash falou da cozinha.

— Quando aquele moleque fazer 15 anos, eu vou levar ele no puteiro comigo. — Falei pegando uma cerveja da geladeira. — Ele vai virar um homem de verdade igual ao padrinho.

— Sai fora, Axl. Até parece que vou deixar meu filho andar com um filho da puta igual a você. Eu não tenho coragem de deixar ele nem com o Izzy, ainda mais com você.

— Obrigado, Slash. — Izzy disse irônico acendendo um cigarro sentado à mesa da cozinha.

— De nada.

— Besteira. — Falei me sentando de frente para Izzy. — Você nem sabe transar direito, como vai ensinar as coisas para o seu filho?

— Quê? — Izzy perguntou rindo.

— Lembra daquela garota que andava com a gente? — Perguntei para o Izzy. — Uma gostosa que todo mundo queria pegar e só o Slash conseguiu?

— Milla? — Izzy perguntou.

— É, essa piranha mesmo!

— Cala a boca, Axl. — Slash falou.

— Não, agora me conta! — Izzy falou animado.

— Então, uns dias depois de ela ficar com o Slash, eu a encontrei no bar e ela veio falar comigo. — Eu contava rindo.

— Você é muito filho da puta. — Slash disse revirando os olhos.

— Ela me contou que enquanto ela chupava ele, ele dormiu. — Falei rindo e Izzy começou a rir. — E depois ele mijou na boca dela.

— Caralho, Slash. — Izzy gargalhou.

— Vão se fuder os dois. — Slash falou irritado e saiu da cozinha.

— Eu adoro essas histórias. — Falei tentando recuperar o fôlego.

— Isso é verdade mesmo? — Izzy perguntava rindo.

— Claro que é. Depois eu comi a... — Parei e encarei o Izzy. — Qual o nome dela mesmo?

— Milla. — Revirou os olhos.

— Isso. Espera... — Falei pensativo. — FOI A MILLA MESMO, SLASH?

VAI TOMAR NO CU. — Ele gritou da sala.

— Então foi ela mesmo. — Confirmei.

— Por isso que você gostava de sair com o Slash, seu filho da puta. — Izzy riu.

— Claro. Toda vez que eu saia com você, eu só pegava as minhas. Quando eu saia com Slash, pegava as minhas e as dele. — Ri.

— Você vai pro inferno, cara.

— Eu vou e vocês também. Ninguém dessa banda vai ser salvo, vamos todos para o inferno.

— Nossa... — Emma falou entrando na cozinha. — Você tem orgulho em dizer que vai para o inferno?

— Você também vai.

— Eu não. — Falou se sentando ao lado do Izzy.

— Ah não, vai me dizer que a madame nunca fez nada de errado? — Perguntei.

— Bom, erros todos cometem.

— Me fala um podre seu, Emma?

— Não.

— Ah, eu também quero saber. — Izzy falou curioso.

— Eu não tenho podres. — Ela falou cruzando os braços.

— Todos já fizemos alguma merda na vida, ou mais de uma. Pode falar, Izzy não vai terminar com você. — Falei sorrindo.

— Vou contar uma coisa então. — Ela começou. — Eu já fiz uma cirurgia estética.

— Meu Deus, você tinha um pinto? — Perguntei surpreso. — Bem que eu sempre achei estranho esse volume que você tem no pescoço.

— O quê? — Ela perguntou alterada colocando a mão no pescoço. — Não, Axl! Que nojento você!

— Deixa de ser idiota. — Izzy falou segurando o riso. 

— Eu fiz lipo.

— Sério? — Perguntei erguendo as sobrancelhas. — Não parece.

— Eu era um pouco gordinha.

— Realmente, não parece. — Izzy concordou.

— Eu me arrependi, eu tinha 19 anos e estava agoniada com meu corpo. Se fosse hoje, eu não teria feito.

— Eu não consigo te ver gorda. E mesmo se fosse, te amaria do mesmo jeito. — Izzy falou e deu um beijo nela.

— Ai que nojo. — Falei revirando os olhos.

— Já foi a merda hoje? — Ela perguntou me encarando.

— É, todo mundo já mandou. — Revirei os olhos.

— Eu nem vim aqui conversar com vocês, eu vim aqui falar com a Amber. — Emma disse se levantando.

— Eu não vi a Amber hoje. — Izzy falou. — Estranho, ela vem aqui todo dia.

— Verdade. — Comentei. — Deve está dando pra alguém. — Dei de ombros.

— Que horror. — Emma falou me encarando.

— Você acha que não? — Perguntei cruzando os braços e a encarei.

— Axl, você às vezes é um pouco escroto com a Amber. — Ela falou.

— Sempre foi. — Naomi disse entrando na cozinha.

— Pronto, as madames vão ficar contra mim agora? — Perguntei encarando as duas.

— Não é isso querido, é que as vezes você pega um pouco pesado com ela. — Naomi falou. — Acha que ela merece?

— Acho. — Falei me levantando. — Amber é uma vadia, vadias devem ser tratadas como vadias.

Sai da cozinha sentindo os olhares de reprovação das duas. Eu sei que essas coisas que falo da Amber é pesado, mas isso é pra ninguém saber que eu ainda sinto algo por ela. Não quero que ninguém saiba disso.

POV Off

— Grosso. — Naomi falou revirando os olhos.

— Sabe onde ela está? — Emma perguntou a encarando.

— Não. Não a vi hoje. — Respondeu indo até a geladeira. — Já foi na casa dela?

— Sim.

— Já perceberam que a Amber sempre tem mania de sumir? — Izzy perguntou.

— Verdade. — Naomi perguntou pegando uma garrafinha de água. — Mas ela sempre está bem, então não há com o que se preocupar, daqui a pouco ela aparece.

— Tudo bem então. Vai sair hoje? — Emma perguntou ao Izzy.

— Acho que não. Quer fazer alguma coisa?

— Bom, eu gostaria de ver um filme e comer besteiras. — Ela disse sorrindo, voltando a se sentar ao seu lado.

— Ótima ideia. — Sorriu.

— Melosos. — Naomi falou revirando os olhos.

— Olha quem fala! — Izzy rebateu.

— Naomi, ele vomitou em mim! Socorro! — Slash falava desesperado da sala.

— Que homem fresco! — Naomi disse revirando os olhos e foi para a sala.

Emma e Izzy riram deles.

[...]

POV Axl

Já era 17:20 da tarde. Amber ficou o dia todo sem dar as caras. Emma e Izzy sumiram, devem estar transando em algum lugar. Slash e Naomi estavam dormindo com Paul.

Steven e Duff estavam no quarto fumando maconha. Eu entrei lá e os dois começaram a rir do nada, sinceramente, queria estar que nem eles, mas resolvi fazer isso mais tarde.

Eu já ia sair de casa, quando o telefone começou a tocar e eu atendi.

— Quê?

Boa tarde. Com quem eu falo? — Um homem perguntou.

— Axl Rose. O que quer?

Eu gostaria de saber se o senhor conhece alguma Amber? 

— Conheço. Por quê?

Aqui é da delegacia de Los Angeles.

— Ah... — Suspirei revirando os olhos. — O que essa maluca aprontou agora?

Eu acho melhor o senhor vir aqui.

— Por quê? O que ela fez?

Por favor, senhor Rose, é um assunto sério.

— Tudo bem. Eu já chego aí.

Desliguei o telefone e fui em direção à delegacia.

[...]

Chegando lá, eu entrei e dei de cara com o policial.

— Você deve ser o Axl. — Ele falou.

— Sou. Cadê a Amber?

— Eu realmente espero que o senhor consi... — Eu o ignorei e comecei a andar pela delegacia atrás dela.

Esse suspense todo estava me dando nos nervos. Quando eu olhei para o lado, eu a vi sentada em um banco, abraçada com as pernas e a cabeça baixa. Percebi que havia alguns hematomas em seus braços e aquilo me assustou.

— Amber... — Eu falei e ela levantou o rosto.

Senti meu coração falhar quando vi seu rosto totalmente machucado. Os olhos e nariz roxo, lábio cortado e vi que suas mãos estava tremendo.

Me aproximei dela, ajoelhei para ficar à sua altura e a encarei.

— O que houve com você? — Perguntei preocupado.

Ela não respondeu, apenas desviou o olhar e encarou o nada.

— Ela não fala. — O policial atrás de mim comentou.

Me levantei e fui até ele.

— O que houve com ela? — Perguntei começando a ficar irritado.

Ver Amber daquela maneira me deixava muito puto.

— Não sabemos. Alguns moradores nos ligaram informando que havia uma moça toda machucada perto da casa deles. Ela não quis ir ao hospital então a trouxemos pra cá, ela não quis falar o nome, nem queria que chamássemos alguém, então olhamos sua bolsa e encontramos os documentos e a agenda com alguns números. O número que te liguei era o primeiro da lista. — Ele explicou.

— O que você acha que foi? — Perguntei para ele, encarando Amber que parecia perdida em seus pensamentos.

— Eu não sei. Pensei em assalto, mas não levaram a bolsa, pode ter sido estupro... — Ouvir aquilo fez meu sangue ferver. — Mas só vamos saber quando ela falar.

Me aproximei dela novamente e a encarei.

— Ei... — Sussurrei passando a mão em seu rosto. — Olha pra mim.

Ela me encarou por alguns segundos e vi em seus olhos que ela estava muito triste e parecia que sentia dor.

— Me tira daqui. — Ela falou com a voz falha.

— Tá... — Falei afirmando com a cabeça. — Eu vou te levar pra casa.

Eu a ajudei a se levantar do banco em que ela estava sentada e caminhei até o balcão para pegar sua bolsa.

— Eu volto assim que souber de alguma coisa. — Falei com o policial.

— Ok. — Ele afirmou.

Ajudei Amber a entrar no meu carro, dei a volta e entrei logo em seguida, coloquei a bolsa dela no banco de trás e a encarei. Ela estava encarando a sua janela e parecia distante.

A única coisa que eu queria naquele momento era matar quem havia feito isso com ela.


Notas Finais


Quem vocês acham que fez isso? *0*


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