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História Livin' On A Player - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi meus dengos da Tia Sol, tudo bem? Qual a boa?
Meus puddins, muito obrigada por tudo, pelos comentários, favoritos, listas de leituras e até mesmo se você é leitor fantasma, guardo tudo no coração. Muito obrigada mesmo por gostarem dessa fanfic muito sem noção.
E sim, é o penúltimo capítulo. Tô chorando por minha bebê.
Porém, tem um projeto Ereri vindo ai, vou logo avisando que não vai ter comédia, somente um drama do drama.
Vamos ler bebês?

Capítulo 4 - O nosso sono é mais importante


Algumas horas antes daquele dia: 


Ymir e História só queriam dormir na sua cama bem sossegadas de conchinha, vendo uma série qualquer na Netflix e falando mal da vida dos seus amigos, sem eles saberem. Contudo, por causa de uma certa aposta, o plano das duas foi pro ralo. Fazia três dias que elas não dormiam direito, sim, o celular delas não parava de tocar com as mensagens de ameaças de morte entre Mikasa e Annie, sem falar das diversas vezes em plena madrugada que Armin ligava para o casal para falar de um certo plano. 


Antes Ymir tinha o seu interesse em participar, não queria saber de quem se pegava, pois isso não a interessava merda nenhuma para ela, é sim a grana que poderia ganhar. Porém quando isso começou afetar o seu sono sagrado, juntamente com o de Historia mandou essa aposta para casa do caralho. 


Era quatro horas da madrugada quando o celular da Reiss tocava, com muita vontade de jogar o aparelho contra a parede, a loira o pegou e vendo de quem se tratava, era Mikasa. 


— O que é caralho? Sabe que horas são?! — reclamou a ômega. 


— Historia, me ajuda! — escutou a súplica da morena. 


A ômega bufou com tudo aquilo. Esse povo não tinha o que fazer, não? Ela só quer dormir, é pedir muito?


— Eu só não mato ninguém! 


— A Annie me mandou um nude, o que eu faço? 


A Reiss passou as suas mãos sobre os seus fios loiros, a sua vontade era de mandar Mikasa, Annie e aquela tesão sexual das duas se fuderem. Por que elas não se fodem de vez, ao invés de foder o seu sono? Historia ia se pronunciar, quando sentiu o seu celular ser tomado de forma bruta. 


— Mikasa! Falando de alfa para alfa: se peguem logo de uma vez! A chame para sua casa, ou vai para a casa dela e se resolvam logo, porra! Eu não sou obrigada a ficar acordando em plena madrugada para ficar ouvindo os seus lamentos. Obrigada, de nada. — Ymir desligou na cara da outra. 


Se fosse em outra ocasião, Historia tinha repreendido a companheira, mas como não estavam, a loira simplesmente agradeceu a namorada por isso. Afinal o sono delas era bem sagrado. Ambas duas estavam se arrumando na cama para voltar à dormir — novamente — quando o celular de Ymir começou a tocar. 


— É hoje que eu vou presa por matar alguém! — rosnou irritada. 


Historia vendo tudo aquilo somente pegou o celular da alfa e jogou contra a parede, fazendo o aparelho ficar em mil pedaços. 


— E eu não quero ir na prisão para visitar você. 


— Já disse que te acho sexy quando fica brava, Historia? — Ymir sorriu de forma maliciosa para a ômega. 


Em tom de provocação a loira passou a sua língua sobre os seus lábios rosados, as orbes da alfa ficaram nubladas de luxúria. Ymir puxou o corpo de baixa estrutura para se sentar em colo, quando as suas mãos seguravam a cintura da ômega fortemente. A alfa foi logo tomando os lábios rosados da outra, de forma afoita, necessitada e faminta. 


A loira rebolou sobre a intimidade da outra, Ymir se separou dos lábios da sua amada, olhou para o rosto da garotos, a saliva escorrendo por sua boca, o rosto corado, os cabelos bagunçados, os gemidos baixos que ela emitia, o cheiro delicioso dos seus feromônios que mostrava como a ômega a queria e, foi logo se livrando da camisola vermelha que História trajava, mostrando o seu corpo desnudo. 


Ah, como ela amava aquela visão do paraíso. 


Não perdendo a tempo, abocanhou o seio esquerdo da amada e se contemplando os gemidos de Historia. 


— Y-mir… Ah… — gemeu a ômega, puxando os cabelos castanhos da alfa. 


Contudo, as duas não perceberam quando uma certa alfa entrou no quarto delas. 


— YMIR! A SUA CACHORRA MAL AMADA! POR QUE CARALHOS VOCÊ NÃO ME ATENDE… MAS QUE PORRA É ESSA?! — As duas ficaram surpresas quando Annie entrou no cômodo. 


Era uma cena muito corregedora: Ymir com a boca no seio de Historia — literalmente —, a loira corada até o último fio de cabelo loiro e querendo morrer de vergonha e uma Annie não sabendo onde se meter. 


SAI DAQUI! — Ymir rosnou enfurecida para a Annie que simplesmente saiu do quarto. 


— Que vergonha, senhor. — Historia pegou um lençol e foi logo cobrindo o seu corpo. 


Naquele momento, Ymir poderia matar qualquer um que pudesse atravessar o seu caminho, aquela aposta já tinha indo longe demais. Primeiro, as duas nem poderiam dormir direito com as brigas sem sentido dos amigos e agora não pode nem transar? Ah, aquilo não ia ficar assim, não mesmo! 


— Melhor você ver o que ela quer. — disse Historia, que na altura do campeonato já estava vestida — E pelo amor a Dua Lipa, não mate ninguém! 


Ymir nada disse simplesmente saiu pisando durante, os seus feromônios estavam agressivos, o seu lobo queria brigar e mostrar que aquele era o seu território, porém quando chegou na sala, não tinha um sinal de Annie, apenas uma porta no chão que ela tinha arrombado, na base do chute. 


— Ymir você não pode deixar a Historia viúva, lembre-se, assassinato ainda é crime… — rosnou. 


[...] 


Naquela manhã, o casal não aparentava estava de bom humor, ao contrário as duas poderiam simplesmente jogar qualquer pela janela. De mãos dadas elas caminhavam pelos corredores da faculdade, usavam óculos escuros para esconder as orelheiras da noite mal dormida, que elas nem sequer dormiram. Historia avistou os amigos que se encontravam sentados em uma mesa vazia do refeitório da faculdade. 


— Bom dia. — anunciou Armin. 


— Péssimo dia. — respondeu Ymir. Ela tinha os seus olhos marcados em Mikasa e Annie. 


A loira parecia nem notar a presença da outra — por mais que os feromônios da alfa estejam hostis — Annie só queria apagar aquela visão do inferno. 


— Sinto muito Ymir. — disse Annie, encarando a morena. 


— Ô seu caralho, eu não sei você sabe, mas não se pode visitar alguém em plena madrugada e, ainda arrombar a minha porta, porra! — rosnou enfurecida. 


— Juro que eu não queria ver você com a boca… — Annie tomou cuidado com as suas palavras, sabia muito bem como Ymir era muito ciumenta quando se tratava da ômega. — Você sabe aonde, sobre a sua porta: eu bati nelas duas vezes, não tenho culpa se ela 'tá velha e acabada. 


— Eu troquei ela semana passada. 


Ops.


— Tudo bem, eu exagerei na força, foi mal. Eu pago pela porta. — deu por fim. 


— Controle essa sua força de titã fêmea, sua loira do banheiro! — todos se surpreenderam com o tom que Historia usava para a alfa. 


A baixinha também estava muito irritada. 


— Vou deixar um recado: Dá próxima vez que fomos interrompidas, quem vai ser presa vai se eu, e não a Ymir. — Historia ameaçou todos da mesa que ficaram assustados com ela falava. — Vamos Ymir, temos uma aposta para ganhar, pois a gasolina está o olho da cara. 


A loira saiu puxando a sua companheira. Os amigos voltaram a suspirar de forma aliviada, a Reiss era um doce, porém não provoque a fúria da loirinha, caso queira conhecer uma divindade pessoalmente. 


— O que uma falta de sexo não faz. — falou Jean, ganhando vários olhares sobre si. 


— Mas Annie, como você arrombou a porta da casa delas? — perguntou Connie. 


Com isso, todos eles só balançaram a cabeça e se levantaram da mesa, deixando Connie e Sasha sozinhos no local. 


— O que foi que eu pedir? — com a boca cheia de comida, Sasha perguntou. Quando finalmente ela se deu conta que tinha outras pessoas na mesa, invés dela e seu bolo de chocolate.


[...] 


Historia e Ymir estavam próximas da mesa, onde Eren e Levi se encontravam. O casal de alfas pareciam estar bem animados de manhã cedo. 


— Eles estão bem animados, Ymir — comentou a Reiss. A alfa só deu os ombros com tudo aquilo. 


As duas começaram a conversar e fazerem o seu desjejum, antes de irem para a sala de aula, ambam duas cursavam letras, o mesmo curso que Eren fazia, sendo um ano na frente do moreno. Estava tudo indo bem, até escutarem algo.


— VOCÊ É UM IDIOTA, LEVI ACKERMAN! — As pessoas que estavam no refeitório ficaram chocadas quando Eren se levantou da cadeira muito enfurecido. 


— Espera, Eren! — pediu o alfa. 


— VOLTE PARA A SUA VIDA DE SOLTEIRO, SE É ISSO QUE VOCÊ QUER, BABACA! 


Com um celular em mãos, Historia filmava a treta toda, até no momento que Eren jogou um livro grosso na cara do alfa. O moreno das orbes esmeraldinas saiu pisando duro, os seus feromônios estavam irritados, fazendo qualquer um recuar. Por conta de ser uma alfa, Ymir quis brigar com o outro, caso fosse uma ameaça para a sua ômega. 


— Vão cuidar da vida de vocês, seus bando de merda! — emitindo uma presença muito ameaçadora, todos se afastaram de Levi. 


Os alfas rosnaram para o Ackerman que só aumentou ainda mais a sua presença, Ymir também rosnou para o moreno, ela sentia que ele poderia fazer mal para a Reiss — mesmo sendo marcada por ela. Os ômegas sentiram as pernas ficarem bambas e os betas fingiram que nada aconteceu. Contudo, Levi foi para a sua sala de aula, deixando-o assim o ar menos tenso. As pessoas só tinham pena de quem estudava com o alfa. Que Deus tenha misericórdia para essas pobres almas que tenha que aturar esse demônio em forma de alfa. 


[...] 


A Universidade Federal de Paradise é um local muito amplo, longo e aberto. Fazendo com que os alunos pudessem sentir o ar puro da floresta, afinal a instituição ficava dentro de uma mata. Nas janelas das salas de aula; você podia ver um galho de árvore bater contra o vidro, folhas dentro da sala e até mesmo animais que ficavam passeando pelo campus. A ala do curso de letras ficava de frente para uma grande mata, você saia da sala e batia de frente com várias árvores, arbustos e flores. Um pouco mais à frente tinha um banco de concreto, onde os alunos ficavam para estudar, conversar ou namorar. 


E, nesses bancos se encontrava Ymir e Historia. As duas estavam com as pernas cruzadas em posição de lótus, enquanto olhavam atentamente para a sala de um certo alfa. 


— Será que ele vai sair? — perguntou Historia, loira tirou  um pirulito da sua boca, fazendo a alfa não ter pensamentos nada castos.


— Creio que sim. — disse.


A Reiss deitou no colo da alfa, ela só queria dormir, é pedir muito? A moça sentiu as suas pálpebras ficarem pesadas, e Ymir ainda fazia uns cafuné em seus cabelos loiros. Todavia, quando a ômega ia se entregar de vez para o seu sono sagrada, o sinal tocou anunciando o intervalo. Devido o susto a moça acabou caindo no chão em uma queda de um metro e meio ao piso duro. 


— Historia! — Ymir foi em socorro à ômega. 


Ela tinha beijado o chão, literalmente. A alfa ajudou a namorada se sentar no chão, a loira sentiu a sua testa arder, até ver sangue sair por ela. 


— YMIR! ISSO É SANGUE! CARALHO, EU VOU MORRER DE HEMORRAGIA! — choramingou a baixinha. 


Sim, a ômega tinha um pavor de sangue, mesmo o corte em sua testa sendo um arranhão de nada. 


— Calma, Historia. Foi quase nada, vamos para enfermeira…


— TEU PAU QUE É! EU 'TÔ SANGRANDO YMIR! EU VOU MORRER SEM ME FORMAR NESSE INFERNO, SENDO QUE EU SOFRIR NESSA BAGAÇA! CARALHO, EU SÓ QUERIA TERMINAR O FINAL DA MINHA FANFIC E IR NO SHOW DA DUA LIPA! YMIR, ME DESCULPA POR NÃO LHE DAR UM FILHOTE! VOCÊ ME AMA, NÃO É? ENTÃO, NEM PENSE EM CASAR COM UMA VADIA! SE VOCÊ, SE CASAR DE NOVO, EU SAIO DO TÚMULO E VOU LHE ASSOMBRAR! — berrou a ômega. 


Todos olhavam de modo estranho para o teatro da moça, com certeza era do curso de filosofia. Porque era cada peça que saía de lá. 


— Historia! — Ymir tentou repreender a ômega. 


— SABE O QUE É O PIOR? EU NÃO VOU GANHAR A APOSTAR! POXA, EU SÓ QUERIA SABER QUEM ERA O ATIVO DA RELAÇÃO, MAS EU ACHO QUE É O EREN! AQUELE TROUXA, NEM SONHA QUE A GENTE FEZ UMA APOSTA DA RELAÇÃO DELE COM LEVI. EU TE AMO, YMIR!...


— Como é? — As duas olharam assustadas para uma figura de olhos verdes que estava de frente das duas. 


Sim, Eren Jarger, olhava seriamente para as duas, enquanto tinha as suas duas mãos na sua cintura.


— Eren! Meu amigo! Tudo bem? Então, a gente 'tava falando de uma série que saiu na Netflix. — disse Historia, visualmente nervosa. 


— Historia, eu só quero saber dessa história de aposta sobre o meu relacionamento. 


— Ymir, eu tentei. Caso a gente não sobreviva, saiba que eu não paguei a Netflix esse mês, gastei o dinheiro comprando umas pantufas para o nosso gato.


Os dois alfas olharam para a ômega de modo estranho. 


[...] 


Eren ouvia toda a história abismado, ele não acreditava que os seus melhores amigos fizeram uma aposta idiota sobre o seu relacionamento. Ymir decidiu abrir o bico, porque devido a situação de mais cedo, ela queria que todo mundo fosse para a casa do caralho. 


O alfa queria dar uns cascudos — no caso pegar a frigideira de Armin e jogar nos seus amigos — e, depois pegar o dinheiro e, quem sabe, os perdoar. 


— Mais isso não vai ficar assim. — disse com um sorriso zombeteiro nos lábios. 


— Tanto faz o que você vai fazer, eu só queria dormir à noite toda e não ter a minha porta derrubada por uma brutamontes, metida a projeto de titã, de farmácia. — resmungou Ymir. 


— O que você vai fazer, Eren? — perguntou Historia.


— Vocês vão ver, mas obrigado por falarem. — sorriu, mas os seus olhos brilhavam como nunca. 


Ambos duas deram os seus ombros com tudo aquilo, não disseram mais nada apenas saíram da sala. Sim, elas iam para a casa, tinha um sono para colocar em dia. Ficando sozinho na sala, Eren pode enfim pensar sobre aqueles dias, agora ele entendia o motivo de Mikasa e Annie terem se aproximando, aquela farsa da Ackerman. Pois Levi chegou a comentar consigo que era estranho a moreno chorar, a sua prima fazia as pessoas chorarem e não ela. 


Se sentiu um idiota por não ter desconfiado de tudo aquilo, os seus amigos sempre andavam cochichando pelos cantos e quando ele aproximava, mudavam de assunto, ou simplesmente saiam. Com certeza se Levi soubesse ia querer a cabeça de cada um deles. 


Ah Levi, se sentiu um estúpido por brigar com seu alfa, mas ele não tinha culpa se aquele filhote de cruz credo deu em cima do seu homem na sua frente. Ele é ciumento quando se trata de Levi Ackerman, um pouco possessivo e terrorista, afinal é um alfa, normal de sua natureza. Porém ele queria trabalhar melhor isso, não queria ser esses alfas do século passado. Eles novo nesse negócio de relacionamento, aos poucos eles iam acertar os pontos que precisavam. Sem falar que é muito impulsivo, cabeça dura e, um pouco esquentando, só um pouco mesmo. 


Como diria Levi: um pirralho, ou melhor, seu pirralho. 


Se perdeu em seus pensamentos, quando foi despertado por eles, quando notou os seus colegas de sala voltando para o local. Se sentou em seu lugar e colocou em prática do que faria com os seus amigos. 


[...]


O alfa estava sozinho em seu sala de aula, ainda não tinha terminado o seu plano e também Levi mandou uma mensagem para si, dizendo que precisava falar consigo, e ele também precisava. Batucava os seus dedos sobre a mesa, quando sentiu a presença do outro entrar no espaço. 


— Eren? — O chamou-o. O moreno sentia o quanto o alfa estava retraído. 


— Ah, oi Levi. — sorriu. — Senta aqui ao meu lado, a gente precisa conversar. 


Quando o Ackerman ouvir a palavra: a gente precisa conversar, a sua mente pensou em várias possibilidades. 


— Eren, antes de você querer terminar comigo, por favor, tenta me escutar, eu… 


O Jarger começou a rir no nervosismo do namorado. 


— Do que você está rindo, Jarger? — perguntou Levi. O alfa arqueou a suas sobrancelhas, aquele idiota estava rindo dele?


— Levi, eu não quero terminar com você, seu bobo. Eu queria pedir desculpas pela situação de mais cedo, fui muito idiota com você. E, também fui muito infantil. — desviou as suas jades para o chão.


— Ei pirralho, saiba que ninguém me interessa, além de você. Eu trocaria toda essas festas e farras, somente para ver um sorriso seu. Você é meu mundo Eren. — aquele era um Levi carinhoso que somente o Jarger conhecia, e mais ninguém.


Com um sorriso abobalhado em seus lábios, Eren decidiu fazer algo.


— … Eu conheço uma Galáxia e posso te levar para dar uma volta… — cantou uma música. 


Levi riu com aquilo, era a bendita música que tocava quando eles conheceram em uma social da faculdade.


— … Eu tive uma premonição de que entramos em um ritmo. Onde a música não para jamais… — continuou. 


— … Te peguei, luar, você é minha luz das estrelas. Eu preciso de você, a noite toda, Vamos, dance comigo— com isso, Eren pulou no colo do namorado.


Entrelaçou os seus braços no pescoço alheio e ficando com os rostos próximos, o alfa das orbes esmeraldinas deixou um selinho demorado nos lábios de Levi. Sentiu o outro segura na sua cintura e começar a beijar, morder e chegar o seu pescoço. Eren era somente dele! 


— Eu amo o seu cheiro, Jarger. — disse. Eren sentia arrepios e ondas de prazer passar por seu corpo. 


— Levi, os nossos amigos fizeram uma aposta sobre a nossa relação… — sussurrou no ouvido do alfa.


Eren sentiu se afastado pelo namorado. 


— Que porra é essa, Eren? — Levi travou o seu maxilar. 


— Eles querem saber quem é o ativo da relação, sendo que a gente ainda nem transou. — riu no colo do outro.


— Era só o que me faltava, a minha vida sexual ser uma aposta. Eren, eu posso fatiar os seus amigos? — As orbes acinzentadas do alfa brilhavam com a idéia. 


— Não, Levi! Eu tenho uma melhor. 


Ah, Levi amava como o seu pirralho tinha idéias fabulosas para derrubar alguém sem sujar as suas mãos. 


— Conte-me. — pediu. 


— Será assim…


[...]


O casal aguardava no momento que Sasha e Connie apareciam na sala. Sentado no colo do namorado, ambos dois estavam sem camisa. Era uma tentação do inferno ver aquele corpo trincado e não deixar algumas marcas, pensou Eren. 


Sabendo que a amiga não sabia muito bem controlar a sua presença, não demorou muito para eles sentirem que eles dois estavam bem pertos. Com isso, Eren puxou Levi para um beijo de luxúria pecaminosa. Enquanto se beijavam, ambos escutaram a porta se aberta de forma bruta e veloz.


Revelando: uma Sasha caída no chão, um Connie de frente a porta e eles dois sorrindo maliciosamente por uma parte do plano ter dado certo. Em um baixo Eren sussurrou para algo que somente Levi poderia ouvir. 


Eu sou pior do que você possa imaginar


Notas Finais


E as coisas estão bem séries para um certo pessoal aí... rapaz... Socorro KKKKK.
Sim, eu sou muito fã da Dua Lipa, porém bem cadelinha da Lana Del Rey.

Os meus dedos estão doendo, passei duas horas seguidas só escrevendo. Então não revisei os erros, desculpa por isso. Depois eu mexo.

Sobre o meu projeto Ereri; Sim, quando eu terminar de escrever os três capítulos, pois ela só terá três capítulos, eu posto ela. No momento, ainda estou no primeiro capítulo, mas ele tem mais de 5k. Vai ser um drama do drama. Se vocês riem aqui, lá vocês vão chorar, porém ela vai contar diversos temas sociais. A short foi toda inspirada no álbum da Lana Del Rey, Ultraviolence, escolhi três músicas que contam uma história, então já viu.

A música cantada por eles, pois eu acho a cara deles
https://youtu.be/q4az-Q9k4-E

A frase que Eren usou, que é um spoiler do próximo capítulo e último, quero chorar
https://youtu.be/NvGrDbNREgg

Na verdade coloquei ela porque tava ouvindo a música no momento.

Muito obrigada meus doces, um beijão, abraços, se cuidem em relação ao corona, até mais meus piticos.


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