História Loba - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Kagura, Kikyou, Naraku, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru
Tags Felizaniversariosiljin, Karinasesshy, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 537
Palavras 1.815
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde ^^

Nem to demorando a atualizar, neh? 👀
Vantagem de postar a fanfic só depois dela estar finalizada 😅

Boa leitura a todos ^^

Capítulo 4 - Conversa de garotas


Fanfic / Fanfiction Loba - Capítulo 4 - Conversa de garotas

Capítulo Quatro

 

Conversa de garotas

 

Sinto beijos no meu pescoço e, aos poucos, vou acordando. Abro os olhos e lá está ele.

Sesshoumaru: Trouxe uma coisa pra você e gostaria que tomasse. – Confusa, sento na cama, sem me preocupar em tampar meus seios com o lençol; e o platinado me entrega uma cartela com remédio – É a pílula do dia seguinte. Não usamos camisinha, e pode ficar relaxada, pois não tenho doença alguma; sendo que não quero uma surpresa daqui a nove meses, então é melhor que tome.

Eu não tinha como explicar o fato que não iria engravidar, coisa e tal, então só concordei. Ele me deu um copo d'água e apenas fingi tomar a pílula. A deixei escondida na minha boca e cuspi na pia, quando fui usar o banheiro.

Sei que não vou engravidar mesmo, então não vou me preocupar com isso.

Fiz minhas higienes e tomei banho, sentindo meu corpo relaxar e retirando todo o suor da noite passada. Assim que sai do banheiro, vi que o Sesshoumaru foi cavalheiro e deixou minhas roupas na cama. Reparei que o lençol estava sujo de sangue e, sério, não consegui evitar a vergonha. Com que cara eu ia olhar pro Sesshoumaru? Resolvi deixar isso de lado e me vesti, em seguida fui até o local onde o cheiro dele estava mais forte; a cozinha.

Cheguei lá e o platinado estava sentado à mesa, bebendo um pouco de café. O cômodo era pequeno, um pouco bagunçado, mas aí me toquei que estava diante de um homem solteiro e que vive sozinho. É claro que a casa dele seria uma bagunça.

Sesshoumaru: Senta aqui. – Puxou uma cadeira ao seu lado e fiz o que me pediu

Tomamos café em silêncio e sim, posso comer comida humana. Adoro chocolate e coxinha, mas infelizmente só carne humana que satisfaz o apetite de um lobisomem.

Hum... Me deu uma vontade de comer carne agora. Acho que mais tarde vou sair pra fazer isso.

Sesshoumaru: Rin? – Sai de meu transe, ao ouvir sua voz

- Hum? – Olhei pra ele

Sesshoumaru: Quer uma carona até sua casa?

- Se não for incomodar... É que andar de salto deixaria meus pés doloridos e estou sem dinheiro algum.

Sesshoumaru: Não será incômodo. Preciso dar uma saída e levar você não irá me atrapalhar. – Concordei com a cabeça e terminamos a refeição

Ele me levou de moto e me deixou na calçada. Pude ouvir os passos e vozes da minha família dentro de casa e olhando pela janela, e é claro que meu pai reclamou por causa do Sesshoumaru ser humano.

Sesshoumaru: Então, é aqui que nos despedimos?! – Disse enquanto eu descia da moto

- Sim, é aqui. – Sorri – Adeus Sesshoumaru.

Acenei com a mão e lhe dei as costas, caminhando até a porta pelo caminho de pedras. Ouvi o barulho da moto sendo ligada e se afastando gradativamente. Não me importei, apenas entrei em casa, vendo minha mãe e irmãs, inclusive as mais velhas, me esperando pra contar sobre a noite que tive.

Elas me seguraram pela mão e me arrastaram escada a cima, mas minha mãe barrou as mais novas, dizendo que ainda não estava na hora de saberem. Entramos no quarto dos meus pais, que é aprova de som, e sentamos na cama.

Sara: Conta, Rin, como foi?

- Muito bom! – Digo sorrindo

Kikyou: Ele foi gentil?

Yura: Pelo jeitão dele, tenho certeza que não. – Sorriu travessa

- No início, sim. Contei que era minha primeira vez e ele foi carinhoso, sendo que depois... Nossa! – Elas soltaram gritinhos alegres e rimos

Kikyou: Ele é bem dotado?

- Sim. – Me abano, só em lembrar, e elas riem novamente

Yura: Ele te fez gozar, ou pensou só nele?

- Ah ele me fez gozar sim! Fez isso três vezes e com louvor.

Sara: Uau! Três vezes? – Até minhas irmãs estavam boquiabertas – Pra um humano, ele foi muito bem.

- É, acho que sim. – Digo sorrindo – Mas o que vocês duas estão fazendo aqui?

Yura: O que você acha? Viemos assim que soubemos que você havia saído. Queríamos estar aqui pra ver a hora que você chegaria.

- Poderiam ter vindo pra minha saída.

Kikyou: Desculpe-nos, Rin, mas estávamos jantando. – Lambeu os lábios

Acho que não contei, mas as duas moram juntas em um apartamento lá no centro. Kikyou é secretária e Yura modelo. Como muitos paparazzi vão atrás dela, as duas se aproveitam da situação e vez ou outra devoram um deles.

- Falando nisso, eu não comi nada, só comida humana. Estou faminta, manas. – Fiz beicinho e os olhos de cachorro que acabou de cair da mudança

Kikyou: Vamos te levar pra comer. – Piscou

Yura: Arrume-se e esteja arrasadora.

Sara: Mas não agora. Rin, conte mais sobre a sua noite. – Disse mega animada

- Ah! Eu não sei ao certo o que falar... – Disse meio sem jeito e coçando a nuca

Kikyou: Ele é mais bonito nu? Porque se vestido já é daquele jeito, nu deve ser...

- Uma obra de arte. – Completei sua frase e todas riram novamente

Yura: Você, maninha, deu muita sorte. Eu me arrependo de ter devorado o cara que saciou o meu cio. Era um vampiro, mas era gostosinho, e posso afirmar isso nos dois sentidos. – Todas nós caímos na gargalhada – Nunca tinha imaginado a possibilidade de um vampiro ser tão bom de cama. Ele, obviamente, sabia que era minha primeira vez e mesmo assim não teve pena. Eu não me arrependo, porque ele me colocou em cada posição deliciosa...

- Sesshoumaru também mudava nossa posição, mas acredito que sua noite foi mais intensa do que a minha.

Kikyou: Conta as posições que ele te colocou. – Disse pra mim

Sara: E não precisa pegar leve na narração.

Yura: É, pois nós gostamos de uma safadeza. – Sorriu de lado e vejo as outras duas rindo

- Hã... Bom... Na hora da penetração foi aquela clássica que, de acordo com vocês, leva o nome de "papai e mamãe".

Sara: É, essa é bem clássica mesmo. Mas os clássicos também são bons e igualmente satisfatórios, só precisam ser bem feitos.

Kikyou: Pelo visto o papai adora um clássico. – Fez "aquela carinha" e todas riram

Sara: Às vezes, mas ele prefere me colocar de quatro.

Yura: Affs! – Revirou os olhos – Detesto essa. Eu me sinto uma cachorra.

Kikyou: E é exatamente isso que você é. – Mostrou a língua pra minha irmã, que rosnou

Sara: Parem com isso, meninas! Sem discussão, pois a Rin ainda precisa terminar seu relato. Continue, querida.

- Ok... Quando fiquei mais acostumada com a invasão, ele sentou na cama e me deixou cavalgar nele.

Yura: Essa aí é a minha preferida.

- Xiu! – Minha mãe e Kikyou fazem esse som ao mesmo tempo, enquanto olhavam de cara feia pra morena com corte chanel, e de olhos castanhos rosado

- Ah! – Chamei atenção pra mim novamente – Esqueci de falar que ele tem uma bunda linda. É forte, macia e adorei apertá-la. – Soltei um baixo gemido, ao lembrar

Kikyou: Adoro apertar bunda de homem. Será que isso é doença?

Sara: Se for, eu pretendo continuar doente. – Todas riram

- O Sesshoumaru me mandou virar, enquanto eu ainda estava em seu colo, e me fez sentar de uma vez nele.

Kikyou: Oh maravilha! – A morena de longos cabelos negros, olhos castanhos escuros e pele branca como a neve, se abanou

- Aí já ficou mais fácil pra logo em seguida me colocar de quatro. – Vejo a Yura revirar os olhos – E foi isso.

Sara: Ok, espera. Ele te colocou de quatro normal, ou fez com que você ficasse inclinada?

- Eu fiquei com o rosto apoiado no colchão.

Kikyou: Temos um homem que gosta de ir fundo na área. – Foi impossível não gargalhar – O meu primeiro cio foi com um lobisomem, e nossa! – Fechou os olhos ao lembrar – Como foi gostoso! – Tornou a abri-los e percebemos que minha irmã começou a ficar excitada

Yura: É sempre assim, toda vez que ela lembra do Naraku. – Revirou os olhos

Kikyou: Posso contar um segredo? Nem você sabe disso, mãe, só a Yura. Mas ela mora comigo, então já dava pra imaginar que ela soubesse.

Sara: Aí! Então conta logo! – Perguntou ansiosa

Kikyou: Às vezes eu ainda encontro com o Naraku e passamos um final de semana juntos.

Yura: E eu preciso sair de casa, ou não conseguiria aguentar os gemidos desses dois. – Revirou os olhos e ri da cara da minha irmã

Sara: Querida, por que não nos contou antes? Seu pai faria muito gosto de casar você com o Naraku.

Kikyou: Aí não, mãe! – Revirou os olhos – É por isso que não tinha contado pra você ainda. O lance entre a gente é só sexo. Quero que continue assim, pois não quero filhos.

Sara: Vai ter filhos, sim. – Disse séria – Temos que ter herdeiros.

Kikyou: A senhora tem mais quatro filhas pra isso.

Yura: Três, porque eu também to fora disso. Casar e me prender a um homem só pra que, se existem tantos homens maravilhosos pelo mundo? – Vejo a mãe revirar os olhos

Sara: Se ainda morassem aqui, o pai de vocês forçaria o casamento.

Kikyou: Por isso sai na primeira oportunidade que tive.

Yura: Eu idem. E se você não quiser, Rin, é melhor se juntar ao lado negro da força. – Todas me olharam e vi muita expectativa nos olhos da mamãe

- Bom... Eu pretendo ter filhos um dia, só que não agora. Ganhei minha liberdade ontem, acho que mereço um tempo pra mim. Quando eu estiver preparada pra ser mãe, ficarei feliz em permitir que o papai arranje alguém pra mim. Isso, é claro, se até lá eu já não tiver encontrado alguém. – Dei de ombros

Sara: Sabia que você não iria me decepcionar, querida. – Me abraçou e vejo minhas irmãs revirarem os olhos

Kikyou: Ok, acho que já podemos ir. A fome da Rin deve estar gigantesca agora, de tanto que conversamos.

Sara: Tudo bem, você tem razão. Mas antes de ir, Rin, tenho algo pra lhe dar. – Foi até o closet e voltou com um embrulho. Ao abrir, fiquei surpresa

- Meu próprio celular e notebook? Pela deusa! Que máximo! Obrigada, mãe. – A abracei fortemente

Sara: Agora que já é de maior, pode ter essas coisas só pra si. E vai querer ficar aqui em casa mesmo?

Kikyou: Você é bem vinda em nosso apartamento.

- Obrigada pela oferta, irmã, mas realmente acho melhor passar um tempo por aqui, primeiro. Pretendo ir conhecendo o mundo aos poucos e aí vou vendo o que realmente quero pra mim. Ser mãe é uma certeza, só não vejo em um futuro próximo.

Sara: É sempre bem vinda a ficar conosco. Não estou preparada pra perder mais uma filha, não agora. – Me abraçou forte e sorri

- Bom... Agora vou me arrumar pra comer com minhas queridas irmãs. – Animada, sigo para o meu quarto, enquanto segurava meus presentes 


Notas Finais


"Sesshoumaru: Então, é aqui que nos despedimos?!
Rin: Sim, é aqui. Adeus Sesshoumaru."

Traduzindo a fala da Rin: "Até logo, até mais ver, bon voyage, arrivederci, até mais, adeus, boa viagem, vá em paz, que a porta bata onde o sol não bate, não volte mais aqui, hasta la vista baby, escafeda-se, e saia logo daqui"
😂😂😂😂😂😂😂😂
Eu to rindo, mas sei que a @Siljin vai me fazer pagar por isso no fututo
😂😂😂😂😂😂 *Rindo de nervoso* 😂😂😂😂😂


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