História Loba - Capítulo 5


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Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Kagura, Kikyou, Naraku, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru
Tags Felizaniversariosiljin, Karinasesshy, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 642
Palavras 1.985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde e boa leitura 💙

Só pra deixar uma coisa clara: Sesshoumaru é HUMANO (Coloquei em maiúsculo pra chamar atenção 🙃)

Capítulo 5 - Alimentação


Fanfic / Fanfiction Loba - Capítulo 5 - Alimentação

Capítulo Cinco

 

Alimentação

 

Umas três horas depois, mais ou menos, eu estava pronta. Usava um vestido preto, de renda e saia rodada. As mangas eram curtas e o decote arredondado, valorizando meus seios. Decidi usar uma maquiagem pesada nos olhos, enquanto nos lábios usava apenas um batom nude. Optei por uma bolsinha, que estava levando pra carregar o meu celular, pra combinar com minhas unhas.

Melhor isso do que na mão, neh? Eu sei, poderia colocar o aparelho entre os seios, mas aí ficaria marcado ou um volume estranho. A bolsinha é a melhor opção.

As horas que se passaram não foram em vão, pois eu estava configurando meu celular, tirando selfie, salvando algumas músicas que gosto e criando whatsapp. Já até fui adicionada ao grupo da família. Fazer o que neh? Só aceitei que isso acontecesse.

Minhas irmãs também já estavam prontas, mas o look delas era mais ousado que o meu. Vestidos curtos e colados ao corpo, batom forte, cabelos soltos e esvoaçantes, enquanto o meu estava preso em uma trança.

Kikyou: Rin, você está parecendo uma menininha. É melhor irmos as comprar depois, pois agora você é uma mulher.

Yura: E precisa se vestir como tal.

- Se eu falar, prometem não me levar a mal? – Elas concordaram – Vocês estão parecendo prostitutas. – As duas ficaram boquiabertas – Desculpa, eu só disse o que acho.

Yura: Tudo bem, não estamos ofendidas. Nós não ligamos pra isso, maninha. – Piscou – Mas vamos logo. Como ainda está de dia, temos que agir com cuidado e precisão.

Bankotsu: Tomem cuidado, meninas. Domingo é um dia que os desordeiros ficam na rua.

Kikyou: Esse é o nosso tipo preferido. – Sorriu e meu pai revirou os olhos

Bankotsu: Que seja! Apenas tomem cuidado, ok?

- Pode deixar, papai. Vou colocar juízo na cabeça delas.

Yura: Como se isso fosse possível. – Revirou os olhos também

- Apenas vamos logo. – Comecei a empurrar as duas porta a fora

Entramos no carro da Kikyou, que começou a dirigir meio que sem rumo pela cidade. Paramos em uma espécie de periferia, pelo menos parece ser uma. Deixamos o carro em um estacionamento que é pago por hora e começamos a andar. Eu usava cinta-liga, o que deixava minhas pernas ainda mais atraentes; e botinhas de salto, que me davam um ar elegante.

Todos, sem exceção, nos olhavam. Éramos "o trio maravilha", forma que ouvi um homem cochichar com outro. Eu me sentia o máximo, estava com meu ego lá em cima, estava me sentindo; até notar aquele cheiro.

Olhei em volta e não demorou muito até ver o Sesshoumaru sentado no capô de um carro, fumando um cigarro. Ele estava acompanhado de outros homens e um deles me chamou a atenção, por ser baixinho e ter cabelo verde.

Com certeza ele pintou e ficou estranho, pois está parecendo o Coringa.

Kikyou: Rin, não é o cara que você passou a noite?

- É, mas é melhor fingirmos que não o vimos.

Yura: Podemos até fingir isso, mas ele te viu e está te olhando. – Disfarçadamente, olhei pro Sesshoumaru e vi que era verdade

Ignorei e continuei andando com as minhas irmãs. Poucos metros à frente, vindo na direção contrária que a nossa, vinha um homem bonitinho. Alto, forte, pele morena, cabelo curto, meio crespo e escuro, assim como seus olhos. Ele sorria pra gente e sorrimos de volta, afinal de contas precisamos atrair alguém.

- Desculpe chegar assim e perguntar... – Se aproximou e ficou olhando sem parar pra Kikyou – Mas você faz programa?

Aquela pergunta nos pegou super desprevenidas, mas fizemos cara de paisagem e deixamos nossa irmã responder; afinal a pergunta foi pra ela.

Kikyou: Sim, eu faço sim. – Disse sorrindo

Yura: Às vezes é necessário entrar na onda. – Sussurrou só para que eu ouvisse

- Então eu gostaria de contratar os seus serviços. Sei que deve ser meio incomum, ainda mais assim durante o dia, mas é que a mina me deu um bolo ontem à noite e to morto de tesão. – Quase ri, ao ouvi-lo usar o termo "morto"

Ah queridinho! Tudo dando certo, você estará morto logo, logo.

Kikyou: Podemos ir agora mesmo pra sua casa, garotão. – Sorriu e tocou o braço dele

- Eu moro logo ali. Sai pra dar uma volta e acabei vendo vocês. Não quero desmerecer as outras meninas, mas você é um pedaço de mau caminho. – Olhou pra minha irmã de cima a baixo, enquanto mordia o lábio

Yura e eu trocamos um olhar cúmplice, percebendo que aquele seria o alvo perfeito.

Kikyou: Então vamos logo pra sua casa. – Enlaçou o braço com o dele – Será inesquecível. – O homem sorriu e começou a guiá-la até o local

Yura e eu os seguimos a uma distância considerável, enquanto ouvíamos o cara conversando com nossa irmã. Ele perguntava sobre o valor, dizia o que gostava de fazer... Essas coisas. Eu já estava ficando enjoada de ouvir tudo isso.

Os dois dobraram a esquina e entraram no segundo prédio a direita. Minha irmã e eu decidimos ficar do outro lado da rua, esperando pelo sinal da Kikyou. A morena de corte chanel estava sentada nos degraus de um prédio e eu estava em pé ao seu lado. A ouvia reclamar sobre os saltos machucarem seus pés e eu concordava com aquilo, afinal os meus também estavam doloridos.

Sinto meu braço ser puxado com violência e me surpreendo ao ver o Sesshoumaru. Na verdade, o que mais me surpreendeu foi o fato de eu não ter percebido sua aproximação.

Acho que a fome está atingindo meus sentidos. Eu preciso me alimentar logo.

Sesshoumaru: O que está fazendo aqui? – Pergunta sério

- Nada que seja da sua conta. – Puxo meu braço – O que você quer?

Sesshoumaru: Não quero você aqui, Rin. É perigoso.

- Sei me cuidar, obrigada pela preocupação. – Ele me olhava de cima, já que é mais alto, e isso era um pouco intimidador

Sesshoumaru: Volte pra casa. – Disse de forma autoritária

- Não! Você não é meu dono, não é nada meu, então não manda em mim e nas minhas decisões. – Já estava me estressando com tudo aquilo

Sesshoumaru: Eu só quero proteger você. Vai por mim. Ficar aqui não é seguro, não agora.

- Já agradeci pela preocupação, mas realmente não vou embora.

Em um movimento rápido, sou jogada contra a parede. Minha perna direita é levantada e colocada em sua cintura, enquanto seus dedos invadiam o tecido da minha calcinha e começavam a me explorar. Automaticamente já comecei a ficar molhada e passei a amaldiçoar esse homem, por causa de todo o efeito que ele tem sobre meu corpo.

Sesshoumaru: Faremos um acordo, Rin. – Disse ao pé do meu ouvido, de forma sensual – Eu te faço gozar e você vai embora. – Penetrou um dedo na minha cavidade e segurei forte em seus tríceps

- Maru... – Digo com manha, totalmente rendida a ele

Maldito homem! Não me faça perder toda a minha sanidade.

Sesshoumaru: Você aceita a minha proposta ou não, pequena? – Morde minha orelha, enquanto seu polegar brincava com meu clitóris e eu suspirava

Fiquei tentada a aceitar, fiquei mesmo, mas aí lembrei da Kikyou. Ela está se passando por algo que não é apenas pra conseguir a nossa refeição. Ela está se sacrificando e eu não posso deixá-la na mão, não mesmo. Somos sangue do mesmo sangue e uma irmã de verdade nunca faria isso com a outra.

- Não aceito. – Digo firme e então ele se afasta de mim. Foi tão rápido e repentino, que na mesma hora senti falta do calor de seu corpo junto ao meu

Sesshoumaru: Se acontecer alguma coisa, depois não diga que não avisei, Rin. – Ele se foi, me fazendo suspirar

Yura: Uau! Isso que é homem! – Olho pra minha irmã e a mesma estava se abanando

Até esqueci que ela estava aqui vendo e ouvindo tudo.

Ouço meu celular tocar e agradeço a lua por isso. Vejo que era uma mensagem da Kikyou, avisando que poderíamos ir e nos falando qual era o andar e o apartamento.

Minha irmã e eu entramos no prédio e vemos que não tem elevador, só escadas. Reviramos os olhos e fomos até o sétimo andar. Nossos pés, que já estavam doloridos, ficaram mais ainda.

Entramos no minúsculo apartamento indicado e vimos o rapaz desmaiado no chão. Sua camisa estava em um canto qualquer daquela sala/quarto e suas calças estavam arriadas. Kikyou afirma que nem ao menos o beijou. Enquanto ele retirava as roupas, ela o acertou pelas costas e eu apenas dei de ombros.

Minhas irmãs detestam matar a vítima, pois enquanto comem elas gostam de sentir o sangue correndo pelas veias. Eu acho isso preocupante, pois se o sujeito acordar na hora, estamos ferradas.

Kikyou: Rin, querida, lhe daremos a honra de ser a primeira.

Yura: Não se preocupe. Se ele acordar, eu tampo a boca dele pra abafar os gritos. – Piscou pra mim e lambi os lábios, pois estava morta de fome

Em questão de segundos, tiros começaram a ser ouvidos. Nós três nos abaixamos no chão e na hora as palavras do Sesshoumaru rodaram minha cabeça.

Será que ele sabia que isso aconteceria? Ele está envolvido nisso?

Yura: Não poderia ter vindo em momento melhor. O barulho do tiroteio vai abafar os gritos dele. – Kikyou concordou e então eu ataquei

Segurei um dos braços do homem e comecei a me alimentar. Yura pegou o outro braço e Kikyou atacou logo a barriga, pois ela gosta das tripas; enquanto eu sinto nojo. O tal realmente acordou e minha irmã fez exatamente o que havia dito, tapou a boca dele para abafar os gritos.

Podíamos sentir sua vida esvaindo de seu corpo e não nos importamos, apenas continuamos com a refeição até estarmos satisfeitas.

O chão estava totalmente encharcado de sangue, os tiros já tinham parado uns trinta minutos atrás, e eu estava roendo o osso de uma costela, enquanto a Kikyou comia as tripas que tanto gosta e a Yura foi logo no coração. Sem querer eu acabei arrotando, o que foi motivo de risada entre a gente.

Yura: Como vamos nos livrar desse corpo, Kik? – Lambia os dedos

Kikyou: O mesmo de sempre. – Deu de ombros – Ligamos pro Naraku e pedimos a ajuda dele.

Yura: Por isso que é bom ter lobos trabalhando na polícia. – Piscou pra mim

- Não, isso não é bom. – As duas me olharam confusas – O bom é ter uma irmã que transa com um dos lobos da polícia. – Rimos novamente e a Kikyou foi lavar as mãos, pra poder ligar pro namoradinho

Enquanto o tal de Naraku não chegava, Yura e eu lavamos as mãos e a boca, aproveitamos e demos uma retocada na maquiagem também. Quando o lobisomem favorito da minha irmã mais velha chegou, vi o clima entre eles.

Os dois formam um belo casal e teriam filhos lindos, pena que ela não quer isso.

Naraku, um lobisomem de pele bem branca, longos cabelos negros e cacheados, olhos castanhos avermelhados, alto, forte e um pouco intimidador, mas no fundo um cara bem legal; nos liberou para ir embora. Disse que não precisávamos nos preocupar, pois ele cuidaria de tudo. Eu que não ia questionar, só sai dali o mais rápido possível.

Minutos depois, já em casa, contamos aos nossos pais sobre nossa tarde e minhas irmãs queriam me levar pra fazer compras, mas eu deixei pra um próximo dia. Já estava anoitecendo, eu estava cansada e completamente cheia, então fui pro meu quarto. Tomei banho, pra tirar o cheiro de sangue e morte do meu corpo, coloquei uma roupa confortável e resolvi deitar pra dormir; ou pelo menos essa era a intenção.

Acabei pensando no Sesshoumaru e esses pensamentos me fizeram ficar rolando na cama até altas horas da noite. Eu não esperava encontrá-lo, muito menos ter aquele "momento" com ele.

Argh! Ele me deixou tão excitada. Isso foi muita maldade e espero ter a chance de me vingar um dia.


Notas Finais


Teremos putaria, meninas. Aguardarem o capítulo 7 com paciência 👀👌 @Siljin, eu disse --> Paciência <--- Então tenta segurar essa ansiedade.

Será que a Rin se vinga do Sesshoumaru? 👀


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