História Loba - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Kagura, Kikyou, Naraku, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru
Tags Felizaniversariosiljin, Karinasesshy, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 700
Palavras 2.980
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia ^^

Chegou o capítulo \o/

Boa leitura :)

Capítulo 7 - Nada além de sexo


Fanfic / Fanfiction Loba - Capítulo 7 - Nada além de sexo

Capítulo Sete

 

Nada além de sexo

 

Sesshoumaru: O que está fazendo aqui, Rin? – Me segurou pelo pulso e me levou até uma área onde o som estava mais baixo

- Acredito que minha vida não é da sua conta. – Puxei meu braço e quis sair dali, mas ele não deixou

Sesshoumaru: Quem te trouxe aqui? – Perguntou sério

- Isso também não é da sua conta. – Novamente tentei sair, mas ele me colocou contra a parede, colocando seus braços cada um de um lado da minha cabeça

Sesshoumaru: Não estou com humor pra essas criancices.

- Não é criancice, Sesshoumaru, é a verdade. Minha vida não lhe diz respeito, você não tem direitos sobre mim, então não tem porque ficar me questionando sobre nada. Agora, com sua licença... – O empurrei pro lado e tentei voltar pra sala, onde todos dançavam, mas sinto meu braço ser segurado novamente

Olha, é sério, eu estava prestes a esbravejar e socar o Sesshoumaru, mas quando virei percebi que não era ele; então relaxei.

Souta: Achei você. – Disse sorrindo – Vem dançar comigo. – Retribuo seu sorriso e vamos fazer o que ele sugeriu

Ao longe eu conseguia ver o Sesshoumaru me olhando de cara de feia, mas pra mim cara feia é significado de fome, então não me importei. Continuei dançando com aquele garoto fofo que, durante a dança, me segurou pela cintura e colou meu corpo ao seu. Circulei meus braços em seu pescoço e sinto uma de suas mãos deslizar ousadamente pelo meu corpo.

Uma hora seu toque estava lá, mas na outra não estava. Surpresos, olhamos e vemos o Sesshoumaru segurando fortemente a mão do Souta. O rapaz fazia uma careta de dor e fiquei com pena dele.

Sesshoumaru: Se afaste, Rin. – Não desgrudou o olhar de seu "oponente"

- Não! Por que eu deveria? Quem você pensa que é? – O vejo arqueando a sobrancelha e me encolho, diante do seu olhar de raiva direcionado a mim

Sesshoumaru: Eu mandei se afastar. – Diz entre dentes e obedeci – Escuta aqui, moleque. Eu só não mato você em respeito a minha cunhada, mas escute bem. Nunca mais se aproxime da Rin.

Se não fosse pela minha audição apurada, eu com certeza não teria ouvido, graças a música alta que tocava.

Souta: Tudo bem... – Respondeu com medo e logo se afastou

Sesshoumaru: A senhorita vai dançar comigo. – Me puxou pra perto, colando nossos corpos e me segurando pelas nádegas

- Sesshoumaru... – Fui impedida de falar, pois seus lábios estavam contra os meus

Nos beijamos no meio da "pista de dança", enquanto eu me derretia um pouco mais em seus braços. Seus lábios vão até o meu pescoço, me fazendo suspirar alto.

Sesshoumaru: Vamos dar uma escapada... Subir e ir até um dos quartos... – Disse de forma rouca e sensual ao pé do meu ouvido

- Você está falando sério? – Ele não disse nada, apenas sorriu e começou a me guiar pela casa – Você parece conhecer muito bem o lugar. – Estávamos no andar de cima, onde ficam os quartos

Era uma casa grande e várias portas estavam com gravatas na maçaneta, indicando que estava ocupado. Eu podia ouvir os gemidos e ruídos vindos lá de dentro, mas apenas ignorei. No final do corredor, achamos um local vago e, assim que entramos, o homem platinado tratou de colocar uma gravada pendurada do lado de fora; logo trancando a porta.

Sesshoumaru: Meu irmão mais novo divide a casa com a noiva e o cunhado, que é o seu amiguinho Souta. Me diga, Rin, como se conheceram?

- Por que se importa? – Cruzei os braços

Sesshoumaru: Não te quero com outros. – Se aproximou e me segurou pela cintura – Eu tirei sua virgindade, algo que deveria ter sido marcante pra você, mas na realidade foi pra mim. Você foi a primeira virgem que comi e meu corpo ficou viciado no seu. Eu te quero, Rin!

Fiquei totalmente muda e reação, mediante aquelas palavras.

O platinado retirou minhas roupas, me deixando apenas de calcinha e sutiã. Ele me ergue e me leva até a cama, onde me jogou sem um pingo de carinho. Em câmera lenta, o vejo retirando as próprias roupas, ficando apenas com sua cueca. Ele fica por cima de mim, enquanto nossos olhares não desgrudavam um do outro.

Sesshoumaru: Você me dispensar daquela forma, quando te levei até em casa, feriu os meus sentimentos. – Ele morde e puxa meu lábio inferior – Acho que você merece ser castigada, Rin. – Sinto um tapa na minha coxa

- Sesshoumaru, eu... – Novamente fui impedida de falar, pois ele começa a me beijar

Eu queria rejeitar aquilo, queria ter sido forte pra fazer isso, mas não consegui. O Sesshoumaru me atraiu desde o primeiro momento em que nossos olhares se cruzaram. É impossível negar que ele possui um certo tipo de poder sobre mim, já que sempre estou rendida aos seus pés. Ele me quer e eu também o quero, não posso mais negar.

Sesshoumaru me vira de bruços e logo sinto um forte tapa na minha nádega esquerda. Abafei o gemido/grito afundando meu rosto no travesseiro.

Recebo uma sessão de palmadas e, mesmo já estando um pouco dolorido e ardido, eu deixo que ele continue. Sinto minha calcinha ser puxada brutalmente e ouço o barulho do tecido se rasgando. Dois dedos são introduzidos em mim, me fazendo gemer de novo; sendo que, infelizmente, quando eu já estava perto o platinado não me deixou gozar. Bufei e soltei um resmungo de desaprovação.

Sesshoumaru: Eu disse que vou te castigar, Rin, então não reclame por não gozar. – Sinto o peso de seu corpo por cima do meu e sua boca fica próxima a minha orelha – Ainda... – E então ele morde meu pescoço – Te deixarei marcada, assim os homens saberão que você já tem dono.

- Você não é meu dono. – Digo baixo, mas ele ouve, então recebo um forte tapa na bunda

Sesshoumaru: Eu sou sim. – Ele me agarra pelos cabelos e me faz olhá-lo – Não tente negar, pequena. Nós dois temos uma química muito forte, e eu sei que você também reparou nisso.

Por estar em cima de mim, consigo sentir o seu membro, já duro, cutucando a minha bunda.

- É claro que reparei. – Admito – Mas eu não quero um relacionamento, não agora. Eu quero curtir a minha vida enquanto posso.

Sesshoumaru: Quem disse que eu quero um relacionamento? – Sorriu – O lance entre a gente será apenas sexo, Rin, e nada além disso. Não sou o tipo de cara que fica preso a uma única mulher.

- Então você quer transar comigo e com várias outras? – Revirei os olhos – Bem que minha mãe sempre disse que os homens são todos iguais.

Sesshoumaru: Bom... Você estará me dando sexo, então pra que procurar outras se estarei tendo isso com você? – Roça o nariz na minha bochecha – Você pode ser a primeira com quem tenho um lance mais duradouro. – Morde minha orelha e suspiro – E quer saber de uma coisa? Depois da nossa noite juntos, eu não consegui transar com mais ninguém. Nenhuma mulher me atraía e só você vinha a minha mente. Sabe o quanto é humilhante ter que ficar batendo punheta, ao invés de estar comendo uma gostosa? – Diz entre dentes e recebo outro tapa – Tudo culpa sua, Rin, que me viciou nessa delícia. – Toca o meu clitóris e gemo – Você está bem ansiosa. – Não vejo, mas sei que ele está sorrindo

O peso de seu corpo some de cima do meu e então ouço um barulho, olho em direção a ele e vejo o Sesshoumaru pegando camisinhas do bolso de sua calça jeans.

Sesshoumaru: O que foi? – Sorriu sacana, ao me ver olhando – Sou um homem prevenido. Nunca se sabe quando vai rolar, neh? – Volta a ficar por cima de mim, colocando os preservativos na mesinha de cabeceira – Me diga uma coisa, querida Rin. – Me puxa pelos cabelos novamente, me forçando a olhá-lo – Você transou com alguém, durante a semana que se passou?

- Não. – Ele arqueia a sobrancelha – Eu juro, não fiquei com ninguém mesmo.

Sesshoumaru: Mas bem que tentou, não é? O Souta é um ótimo exemplo. – Puxou meus fios castanhos com força

- Estou dizendo que nunca aconteceu nada, nem mesmo beijo.

Sesshoumaru: Hum... – Cheirou meu cangote – Então você continua sendo somente minha. Perfeito! Ou eu teria que caçar e matar o desgraçado que ousou te tocar. – Sua boca começa a beijar e mordiscar minhas costas, me fazendo suspirar – Não pense que esqueci de hoje mais cedo, quando você me deixou duro e sozinho naquela cabine. – Recebo outra palmada e mordo os lábios, pra abafar meu gemido – Eu farei com que pague bem caro por aquilo.

Em um piscar de olhos ele vira o meu corpo e o vejo sorrindo, enquanto separa minhas pernas e senta entre elas.

Sesshoumaru: Se toque pra mim. – Fico o olhando, confusa – Isso é uma ordem e é melhor me obedecer, ou vou te bater novamente. – Sorriu de forma sádica e então respiro fundo

Muito bem, Rin, vamos lá! Você já fez isso antes. Ok, nunca na frente de alguém, mas você já se tocou, então é só fazer de novo.

Sob aquele olhar dourado cheio de expectativa, levei dois dedos até o meu clitóris e comecei a me estimular. Sesshoumaru não desgrudava o olhar de mim, reparando em cada reação minha. Fechei os olhos e fiquei apreciando o meu momento, até que finalmente gozei. Suspirei e então sinto a língua do Sesshoumaru aproveitando da minha essência.

Sesshoumaru: Agora você sabe o que eu tive que passar. – Fica por cima de mim e roça os lábios nos meus – Como já pagou pelo o que me fez, podemos começar a nossa diversão. – Morde meu lábio e puxa

Acabo rosnando e inverto as posições, sentando em cima do platinado. Chegou minha vez de marcar seu pescoço com beijos e chupões, enquanto arranhava seu corpo e rebolava na sua masculinidade. Meu sutiã foi retirado do meu corpo e rosno novamente, então acabo rasgando sua cueca.

- Estamos quites agora, Maru. – O vejo sorrindo e faço o mesmo

Pego uma camisinha e a coloco em seu membro. Estando devidamente protegido, eu me encaixo nele. Gememos juntos e começo a me mover em cima dele, enquanto suas mãos me exploravam e apertavam.

Sesshoumaru tentou mudar a posição, mas por ser mais forte eu não deixei e continuei a comandar. Às vezes ia rápido, outras ia devagar e sensual, enquanto isso via o platinado revirar os olhos e gemer meu nome. Decidi virar e, de acordo com o gemido do Sesshoumaru, ele estava tendo a visão do paraíso. Suas mãos apertam minhas nádegas fortemente, enquanto eu continuava a subir e descer em seu membro.

Sesshoumaru: Rin... Fica de quatro pra mim... – Pediu rouco e decidi atender

Assim que fiquei na posição desejada, o sinto entrando em mim até o fundo. Acabo gemendo alto, sem me importar se seríamos ouvidos ou não. Sesshoumaru começa a se mover de forma rápida, e até afoita, o que ocasionou em muitos ruídos constrangedores de nossos corpos.

Eu já podia sentir a exaustão de nossos corpos, mas não queríamos acabar com o momento. Ele dava puxões no meu cabelo, mais alguns tapas nas minhas nádegas, chupões no pescoço e costas... Contrai fortemente, fazendo o Sesshoumaru xingar de tão bom que estava, e gozei logo em seguida. Mais algumas estocadas e então ele goza também, e ficamos naquela posição por alguns segundos; apenas recuperando os sentidos, por causa do momento que tivemos.

Deitamos na cama e fiquei de costas pro Sesshoumaru, logo o sentindo deslizar suas mãos pelo meu corpo. Seus lábios tocam minha pele e sorrio, enquanto ele me dava carinho.

Sesshoumaru: Você está cheia de marcas. – Tenho certeza absoluta que ele está sorrindo – Você não acha que acabou, não é mesmo, Rin? – Logo sinto seu membro, já sem a camisinha, cutucar a minha bunda

- Você já quer mais? – Pergunto surpresa

Sesshoumaru: Claro que quero! – Beija meu pescoço – Não estava brincando quando disse que estou viciado em você.

Ainda de lado, ele separou um pouco as minhas pernas e se esticou para pegar uma nova camisinha. Eu quis olhar, mas ele me mandou ficar parada e obedeci, completamente em expectativa. Sinto a penetração tendo início e suspiro, por causa da nova posição em que estávamos.

Começamos a transar novamente; porém, depois de alguns minutos, ele simples parou. Fico confusa e aí o vejo sentando na cama, então automaticamente vou até ele. Pretendia sentar em seu colo, entretanto sou impedida.

Sesshoumaru: Eu quero gozar junto com você, Rin. Vamos fazer um 69. – Concordo sorrindo e ele logo retira o preservativo – Eu quero sentir essa sua linda boquinha em mim, sem empecilhos. – Sorriu sacana

O platinado deita na cama e me chama com o dedo, para que eu me posiciona-se em cima dele. Assim o fiz e lambi os lábios, por ficar cara a cara com aquela delícia. Sou puxada pelas pernas e então o Sesshoumaru 'cai de boca' em mim. Gemo, mas não deixo isso tirar minha concentração. Timidamente, já que é minha primeira vez, começo a chupar o Sesshoumaru.

Muito bem, Rin, nada de nervosismo. Você só precisa seguir os conselhos da Yura. Nada de usar os dentes, chupe com vontade, use as mãos se não conseguir engolir tudo, e faça massagem nas bolas do homem também.

Eu tentava me concentrar nisso tudo, mas poxa! O Sesshoumaru me chupava tão gostoso... Ele me segurava forte pelas coxas, mas às vezes suas mãos iam até minhas nádegas; as apertando e até separando, para lhe dar mais acesso durante o oral.

Concentre-se Rin! Sinta prazer e dê também.

Chupo com um pouco mais de vontade, ouvindo o homem que estava comigo gemer. Uso todas as dicas da minha irmã e o Sesshoumaru rosna contra a minha intimidade. Ele também intensifica o oral e chegamos ao clímax juntos. Um pouco surpresa, engulo tudo enquanto o platinado fazia o mesmo.

Sesshoumaru: Rin, vem aqui. – Diz rouco e me arrepio dos pés à cabeça

Esse homem é irresistível. Sempre que ele me chama com essa voz, eu obedeço na hora, como um cachorrinho. Ah deusa lua! Por que o colocou no meu caminho?

Ficamos cara a cara e então nos beijamos, embolando nossas línguas uma na outra e sentindo nossas essências se misturarem. Ele me apertava em seus braços, deixando nossos corpos bem grudados por conta do suor.

Nos afastamos com alguns selinhos e me aconchego ao seu lado, muito bem acolhida por seus braços protetores. Ele acariciava minhas costas distraidamente e eu o seu peito. O silêncio reinava entre nós, com exceção da música que continuava a tocar lá embaixo. Eu tinha uma pergunta muito importante a fazer, por isso não permiti que aquele silêncio durasse.

- Sesshoumaru, o que nós somos agora? Namorados? Ficantes? Ou alguma outra coisa?

Sesshoumaru: Rotular pra que? Eu já disse que o nosso lance é só sexo, não precisamos dar um nome, mas, se você ficar mais confortável com isso... O que acha de dizermos que você é minha mulher e eu sou o seu homem? – Nos olhávamos penetrantemente e sorri

- Isso já me alegra. Não temos um lance sério, mas pelo menos sei que você não está com outras. Ficaria incomodada com isso, sentiria que não sou mulher suficiente pra segurar um homem. – Faço bico e o vejo sorrindo, enquanto deslizava o polegar pelos meus lábios

Sesshoumaru: Acredite, você é mulher suficiente sim. E não se preocupe, ficarei só com você. Não sou o tipo de cara que engana as mulheres. Se, e apenas se, um dia eu me cansar de você, pode ter certeza que iremos conversar e parar de nos encontrar. Espero que faça o mesmo por mim, caso se canse dessa delícia toda. – Sorriu vitorioso e acabei rindo

- Tão convencido, Sesshy.

Sesshoumaru: "Sesshy"? – Fez careta

- Não gostou? – Fiz bico novamente – Achei tão fofo.

Sesshoumaru: É um apelido gay, Rin. Prefiro que me chame só de "Maru".

- Ok. – Um pouco triste, deitei a cabeça em seu peito e ele suspira

Sesshoumaru: Me chame de "Sesshy" apenas quando estivermos completamente sozinhos e nunca, nunca mesmo, durante o sexo. Nesse momento pode continuar me chamando de "Maru", como você tem feito.

Sorrindo abertamente, volto a beijo. O clima já estava esquentando novamente, quando ouvimos batidas na porta.

Sesshoumaru: Vá embora! Não percebeu que o local está ocupado? – Diz de forma grossa, por ter sido interrompido

- Sesshoumaru? – O cara do outro lado da porta, diz

Sesshoumaru: InuYasha?

Rapidamente o platinado levanta da cama, pega um travesseiro e coloca na frente do corpo, enquanto mandava que eu me enrolasse nos lençóis; então obedeci. Ao abrir a porta, vejo um homem um pouco mais novo que o Sesshoumaru e com as mesmas características que a dele; longos cabelos prata, olhos dourados, pele clara e forte. Lembrei das palavras do Sesshoumaru, dizendo que aquela casa é do irmão dele, então deduzi que era aquele ser na porta.

O tal olha pra dentro do cômodo, me vendo toda encolhida no canto da cama.

InuYasha: Mande a sua putinha ir embora agora, pois a festa já acabou. – Diz olhando pro Sesshoumaru, que fez uma cara de dar medo

Sesshoumaru: Mais respeito com a Rin, irmão. De agora em diante você a verá muito. – O mais novo arqueia a sobrancelha – Ela é a minha mulher, e exijo respeito com ela.

InuYasha: QUE? Isso é sério? – Ele estava muito surpreso

Sesshoumaru: Muito sério. Agora, se nos dá licença, vamos voltar a nos divertir. – Sorri e fecha a porta, voltando a trancá-la

- Não precisava ter falado com seu irmão daquele jeito. E eu posso ir embora, sem problemas.

Sesshoumaru: Você não irá. – Joga o travesseiro em um canto qualquer e vem pra cima de mim – Nós dois vamos transar até de manhã.

E foi exatamente o que fizemos. Já passava das 7h quando finalmente deitamos para dormir. Eu estava exausta, mas ao mesmo tempo feliz.


Notas Finais


Espero que tenham gostado =3
@Siljin, eu disse que o Sesshoumaru iria se vingar da Rin.
Minha bunda ainda ta ardida de tantas palmadas ¬¬
Nem sentar direito eu to conseguindo u.u


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