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História Loba Do Luar - Capítulo 8


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Notas do Autor


O que acham dessa capa?
Procurei tanto que vi essas fotos de Jason Momoa é ele e bem parecido com o que eu imagino em Maycon.
Principalmente a cara de mal...
E no meio Ayla ❤❤❤ AMOOO
Provavelmente ela vai ser a capa da história, o que acham?
Infelizmente não vou poder publicar dois capítulos hoje... mas amanhã tem!

Capítulo 8 - Capítulo VII - Maycon Amari


Fanfic / Fanfiction Loba Do Luar - Capítulo 8 - Capítulo VII - Maycon Amari

Leiam As Notas Iniciais ⛔


  CAPÍTULO VII – MAYCON AMARI


A temos que eu a procuro, procurei por ela por toda a minha aldeia. Eu a desejei como nunca, eu desejei ela perto de mim, desejei formar uma família. E quando descobri que não seria possível, eu quis e desejei Lindsay, a irmã de Brandon. Me envolvi com ela sem ter nenhum relacionamento sério, até que eu e os outros decidimos perguntar aos nossos Anciões; se era possível tomar mulheres pra ser nossas esposas.

Eles ficaram meio preocupados e decidimos que iríamos até os primos Quileutes. Segundo, os anciões, os primos Quileutes tinha resposta pra nossas dúvidas.

Mas, velho, jamais imaginei que ao pisar nessa terra iria conhecer duas Lobas e uma delas ser a minha escolhida. E a minha escolhida é a Loba Do Luar; a Loba mais “famosa" entre os Lobos.

Mesmo me relacionado com Lindsay quase todos os dias, eu senti uma solidão agonizante em meu peito. Não sou um homem que demonstra fraqueza, mas eu a tenho, eu tenho sentimentos assim como todos os outros, nos só preferimos esconder. Ou pelo fato de acharmos que isso é coisa de garotas ou porquê vivemos em um mundo onde homem não pode demonstra sentimentos. Temos que mostra que somos Machos que não tem sentimentos.

Palhaçada....

E a solidão é um mal da alma para quem quer alguma coisa que as vezes nem sabemos o que é. A solidão é uma escuridão... Era na verdade.

Desde que vi Ayla meu peito apertou-se não por um sentimento vago é sim por um sentimento maior que eu possa demonstra por ela.

Mas, ela ainda não precisa saber...!

– Responda, mocinha.

Cruzei os braços no peito, meus bíceps ficaram tão definidos que eu fui capaz de ouvir seu ofegar baixinho.

– Eu pensei que não podia ficar depois do que eu tinha que fazer por aqui.

Sua presença, seus aromas, seu jeitinho me deixava louco.

– Você pode ficar? – fez um bico fofo que eu quis beijar.

– Parece que sim.

Ela parecia nervosa com alguma coisa.

– Você iria embora caso precisasse?

– Iria.

Colocou o cabelo atrás da orelha, aquele gesto de fato e um símbolo de nervosismo.

– Mas, parece que minha mãe já imaginava que isso aconteceria é tirou uma das minhas preocupações em relação à minha alcateia.

– Então você é toda minha. – sorri cafajeste.

Ayla saiu de perto do meu corpo e foi até a cama e sentou.

– O que você quer dizer com isso?

– Que jamais a deixarei, que cuidarei de você como uma rainha, farei você se sentir única é a mulher mais preciosa dessa terra...

– Para. Não prometa nada... apenas faça seu melhor assim como eu também farei.

– Por que não posso lhe prometer o mundo, Ayla?

– Você jamais me dará o mundo! – será que ela seria tudo aquilo que eu nunca pensei que seria? – Não me prometa nada, apenas de o seu melhor e já vai estar ótimo.

Ela bocejou e deitou na cama.

– Estou surpreso, mocinha.

– Não sou criança, sei como as coisas acontecem.

Agachei no chão, ela porém afastou o corpo até a parede me tanto espaço pra deitar.

– Parece cansada.

Deitei do seu lado, apoiei minha cabeça com o braço direito e vedei o teto.

Ayla, Ayla, Ayla....

Algo me diz que vou me surpreender com essa Loba.

– Já faz dias que não durmo direito. – virou de lado me olhado.

Seus olhos piscaram rapidamente, se encontrava pequenos.

– Durma – puxei a coberta da ponta da cama e a cobri. – Estarei aqui ao amanhecer.

Ela pegou a ponta da coberta e jogou em cima de mim.

– Durma também, Lobinho.

Não responde, esperei paciente que ela dormisse. Quando aconteceu, tentei levantar pra desligar a luz, é ela me segurou. Fiquei encurralado sobre seu aperto forte e quente.

Procurei algum objeto e ataquei no interruptor. A escuridão apareceu e porventura apenas a lua iluminava o breu. – virei de lado, encostado nossos rostos.

– Logo você vai descobrir que não tem nada de Lobinho em mim, Mocinha.

[...]

Acordei praticamente em cima de Maycon. Sua respiração batia nos meus cabelos. Formando um vento quente e refrescantes. Ao perceber que estava quase totalmente em cima de Maycon. Tirei minhas pernas da cintura dele, ao sentir seu abdômen sarado; Acabei ficando constrangida e as coloquei de volta no colchão. Porém, continuei com a cabeça entre seu Peitoral e braço direito.

Eu imaginei que ele teria indo embora ainda ao anoitecer ou na madrugada. E acabei me surpreendendo em sentir ele entre meu corpo.

Por ser quem eu sou, jamais em toda minha vida. Achei que eu ia encontrar ele. Não porque eu achava que seria impossível, mas pelas minhas responsabilidades, não só com meu povo, mas com uma nação inteira de lobos. Meu dever não era comigo, não era com amor. Era com meu povo, com os outros Lobos, com a natureza e com todos os seres viventes neste mundo que eu tenho que proteger. Mesmo que isso custe a minha vida, mas não tem uma pessoa além de mim. Que sabe como me matar e não se engane não é de qualquer jeito.

E agora eu estou aqui. Colada em seu corpo como se não tivesse amanhã; Ou uma vida em frente.

Contudo, o que mais me fazia pensar naquele momento era – Será que vai ser assim para sempre? Essa paz? Ou vou ter alguma barreira pela frente?

Suspirei confusa em relação à isso...

Coloquei a mão esquerda na barriga dele e fechei os olhos. Uma mão parou em cima dos meus cabelos e comecei a sentir um carinho.

– O que foi, mocinha? – sua voz estava mais rouca do que o normal.

– Nada. – Esfreguei o rosto nele.

– Está tensa demais... seu corpo ficou pesado desse que acordou.

Levantei a cabeça e apoiei no meu braço e fiquei observado ele.

– Seja o que for, podemos resolver.

Sua mão veio direto em meu rosto fazendo carinho.

– Você me aceitou muito rápido.

– Você vê um problema nisso?

– Não vejo, só queria saber o conceito disso. – não foi uma pergunta, foi mas um pensamento que passava em sua mente.

– O meu conceito e fazer isso funcionar – sentei na cama. – É o seu conceito? – fez o mesmo que eu.

– Eu quero o mesmo, mas eu só sou uma garota ferrada procurando paz de espírito. E não tenho certeza do que eu posso oferecer a você...

– Como você disse ontem, não quero promessa, eu quero fazer dar certo e dar o meu melhor a você.

– É eu a você, Lobinho.

Maycon lembrou do que disse a ela, quando a mesma dormia. E sentiu uma vontade tremenda de mostra que não tinha nada de Inho em si...

Ela que me aguarde!

Eles começaram a se olhar até que duas gargalhadas se formaram no ar.

Um sorriso verdadeiro é aquele que vem do coração e desperta a mesma reação nas outras pessoas, isto é, um sorriso direcionado a alguém faz com que a pessoa abra um sorriso também – mesmo que sem perceber! Ah… Sorrir é realmente contagiante!

[...]

Um Pouco Mais Tarde.

Maycon e Ayla resolveram ir até o centro da cidade, é acabaram arrastado os outros Lobos juntos. Menos Mattewn e Leah que desapareceram desde da noite passada. Ninguém sabia onde eles estavam. Mas, todos sabiam que estava dentro da Reserva.

No centro, os Quileutes se separaram, Maycon, Ayla, Tom, Michael e Brandon foram pra outro lado. Ao contrário dos garotos Ayla observava cada lugar. Tanto que viu uma livraria indígena.

– Já volto!

Ela os deixou lá e foi onde queria.

Ao entrar ali viu que o lugar era meio escuro e adorou. Era reprendo de livros e um cheiro de lavanda corria por ali.

– Olá, boa tarde. – sorriu gentilmente ao atendente.

– Boa tarde, como posso ajuda-la?

Ele certamente pertencia a tribo dos Quileutes, só que Ayla nunca o viu por lá.

– O senhor teria algum livro sobre Guardiãs? – ele pensou um pouco antes de falar.

– Tenho sim, vou pega-lo pra você. – Deu uma saída e logo retornou com um livro de capa verde em mãos. – Aqui! – passou pra ela.

A capa tinha uma árvore com flores vermelhas e no meio delas uma Luz esverdeada.

            GUARDAR & PROTEGER

      O TRABALHO DAS GUARDIÃS

– Quanto é?

– 11 dólares.

Paguei o dinheiro na minha bolsa e entreguei pra ele.

– Obrigada. – pegou o dinheiro.

Ele embrulhou o livro e eu saí da loja agradecendo ele.

Do lado de fora só encontrei Maycon me esperando.

– Cadê os outros?

Maycon passou o braço na minha cintura e começamos a andar.

– Foram dar uma volta.

Seu braço era tão forte que eu acabei me agarrado ainda mais nele.

– Por que você é tão grande desse jeito? – quando recebi seu olhar, meu rosto esquentou e eu sabia que estava corada.

                            ....

Ayla ficou tão corada que eu achei que iria explodir a qualquer hora.

– É genética, meu pai era tão grande quando eu... contudo, depois que eu me transformei fiquei maior ainda.

Ela desviou os olhos e tentou se soltar de mim. Segurei ela e paramos de andar.

– Não fique envergonhada.

– Como não?

Rindo, beijei seu rosto.

– Isso vai acontecer muito, Ayla... perguntar dúvidas sobre mim não deve lhe deixar envergonhada.

– Eu só… – comecei a falar, e então olhei para baixo. Pressionei minha mão aberta em seu peito largo. Sua blusa cinza era incrivelmente macia. E deixava ele perfeitamente irresistíveis. Caxemira, pensei. O jeans era escuro, desgastado e alguns rasgos nos joelhos, o envolvia perfeitamente. Os tênis pretos não tinham um arranhão. Tudo nele era meticuloso.

– Não queria que pensasse que eu sou atirada. – parecia uma boa explicação para a tremedeira em minha mão.

– Isso jamais passou em minha mente, Mocinha.

Um silêncio se alastrou, Ayla chegou mais perto, tão perto que eu sentia sua respiração em meu rosto. Ela com certeza não tinha ideia do quanto é linda e perfeito aos meus olhos.

Mas, então, estiquei o braço, agarrei seu pescoço e a puxei para mim. Ela acompanhou o movimento e sorriu tímida, antes de nossos lábios se encontrarem. O beijo foi a combinação perfeita entre suavidade e firmeza, com o sabor de menta esquentando seus lábios contra os meus. Ela gemeu um pouco quando abri a boca e o deixei entrar, e a vibração ateou fogo em mim. Eu queria sentir todos os seus sons.

Oh, oh meu amor
Oh minha querida
Eu estive faminto pelo seu toque
Um longo e solitário tempo


E o tempo passou tão devagar

E o tempo pode fazer tanto...



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