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História Lobinho - Capítulo 1


Escrita por: fanfiqueiragrr

Notas do Autor


OIIIIII
FML ESSE SHIPP
ESSE HOT AQUI
CARAIIIII
calma calma, perdão
fala fml, tranquilo?
Então... KIRIDEKU PRA VOCÊS PORRAAA
Mais uma vez, sem idades definidas, então lê imaginando que eles são da escola ou que a U.A é uma faculdade, o jeito que você se sentir mais confortável.
sem mais enrolação, VAI CARAIII
p.s.: perdoa os erros se tiver algum 🙈

Capítulo 1 - Capítulo único


– RED RIOT, CUIDADO!

Mais uma batalha era travada entre sócios da liga dos vilões e herois. A liga tentava crescer e infelizmente estava conseguindo bem rápido. Quase todos os dias, era possível presenciar alguma movimentação suspeita nos becos da cidade ou até mesmo ao ar livre. Dessa vez não era diferente. Eram 18:47 da noite quando houve um chamado na U.A. Considerando a longa demora dos heróis mais antigos, os alunos também foram chamados para ajudar.

Os solicitados foram Kirishima, Midoriya e Todoroki, visto que não queriam encher o ambiente com tantas pessoas. Os heróis antigos que tomavam responsabilidade pelo local eram Aizawa como de costume e Present Mic.

– Relaxa bro, tá tranquilo! - repontou Kirishima ao seu amigo meio a meio, desviando de um ataque frontal que foi mirado em si.

– Não esse, atrás de v-

O seguinte acontecimento se passou em um estalar de dedos. Aizawa conseguiu apagar a individualidade do sujeito que atingiu Kirishima, mas não a tempo suficiente para evitar o ocorrido. Kirishima agora estava caído no chão.

Mic conseguiu capturar dois dos metidos a vilões com quem lutava. O sujeito que tentara acertar Kirishima frontalmente ficou impossibilitado de continuar a luta devido aos danos causados em si anteriormente por Kirishima.

– TODOROKI-KUN! - Midoriya chamou a atenção do amigo para que lhe ajudasse, visto que o último cidadão parecia ter ficado mais forte. Ambos se juntaram logo em seguida.

O cidadão começou a disparar raios estranhos incontrolavelmente, um deles também acertando Kirishima, já que este estava caído no chão e impossibilitado de se defender. Quando outro raio ía em direção à Aizawa, Todoroki conseguiu congelá-lo. Midoriya acertou um soco no vilão, que acabou por desmaiar com o golpe, dando espaço para a ação de Todoroki, que fez uma barreira em volta do cidadão. Como a polícia já estava chegando, não precisaria manter aquilo por muito tempo, então o vilão não congelaria ou morreria de frio.

A polícia chegou cerca de dois minutos depois, juntamente de uma ambulância para o vilão. Enquanto Todoroki ajudava os professores, Midoriya tentava acordar Kirishima, torcendo para que não houvesse necessidade de chamar outra ambulância.

– Midoriya? - o ruivo enfim acordou, respondendo aos chamados do menor com a voz fraca.

– Como você tá? Tá com alguma dor? Precisa ir ao hospital? Olha, tem uma ambulância só, mas eu chamo outra é só fa-

– Bro, relaxa, tá tudo bem - riu, achando a preocupação de Midoriya uma graça. Inesperadamente, pegou a mão do esverdeado, que antes estava em sua testa checando se estava com febre, e fez um carinho de leve com o polegar, dando um beijinho logo em seguida.

Kirishima gostava de ver como Midoriya ficava parecendo um tomate de tão vermelho. Também gostava de demonstrar afeto aos seus amigos, principalmente por ele. Não que gostasse dele ou algo do tipo, só achava ele fofo. Muito mesmo. Desde seu jeito de gaguejar quando ficava nervoso até as sardas que salpicavam sua pele. Também achava seu rosto fofo. Os olhos esmeralda grandes que transpareciam bondade. As bochechas grandes cheias de sardinhas. Os lábios... Ah sim, os lábios de Midoriya eram de outro mundo. Eram cheinhos e avermelhados, pareciam um convite para o paraíso. Mas não gostava do amigo, apenas o admirava como admirava qualquer outro. Achava que quem namorasse o menor teria muita sorte. Mas apenas isso.

– Eijirou Kirishima, como está se sentindo? Lembra do que aconteceu? - Aizawa se aproximou da dupla que estava no chão, preocupado com o que o falso ruivo poderia ter sofrido.

– Tudo bem, sensei - sentou-se - Lembro que fui atingido por alguma coisa duas vezes, consegui sentir apesar de estar desacordado. Mas não sinto nada diferente.

– Vamos voltar pra U.A e lá nós decidimos o que vamos fazer, não adianta te levar pro hospital nesse caso.

- - - - - - -

– Não tem nada de anormal nos exames, não tem muito o que fazer. O melhor seria manter ele sob vigilância. - Recovery girl se posicionou após concluir os exames necessários.

– Shouta, vamos pegar as informações dos caras que acertaram o aluninho e ver o que conseguimos com a ajuda do conselho. - Mic sugeriu

– Tá, mas ainda é preciso que alguém fique de olho nele

– Eu posso ficar, Aizawa sensei - Midoriya se ofereceu. Acreditava que se alguma coisa de anormal acontecesse, poderia correr mais rápido para chamar ajuda e aquietar Kirishima se fosse necessário. Apenas por isso, é claro.

– Tem certeza disso? 

– Absoluta

– Muito bem, vou confiar. Lembrando que você deve evitar machucar seu colega e fazer isso apenas se for necessário, e se precisar, não deve exitar em chamar ajuda. Já que não dá pra saber o que aconteceu, manter ele nos dormitórios com tantos quartos aos lados seria perigoso. Tem um quarto extra no último andar que é usado em caso de necessidade. Vou te dar a chave e vocês devem ficar lá. Aliás, precisa que seu colega Shoto fique junto?

– Ah, tudo bem. E não, não precisa. Apenas uma pessoa em risco já é suficiente - Midoriya concordou, feliz por ter conseguido não corar.

Aizawa entregou a chave do quarto, explicando onde ficava e mandando que não saíssem de lá a menos que fosse necessário, por conta dos riscos com Kirishima. Também os deixou separar roupas para tomar um banho e algumas guloseimas.

– Estaremos na sala de reunião, não exite em chamar se precisar.

– Pode deixar!

A dupla finalmente deixou Aizawa e rumou ao último andar. Estavam em total silêncio por conta da vergonha. Claro que não tinha nada a ver com ambos se sentirem estranhos perto um do outro, afinal, todo mundo se sentia assim quando precisava dormir com um amigo, certo?

– U

– AU

O quarto era enorme. Além de ser uma suíte, também tinha uma parede de vidro fumê que dava vista para a cidade inteira e um ar condicionado enorme. O quarto tinha paredes a prova de som e, além de outras coisas, tinha uma cama king enorme.

Aliás, tinha esse detalhe também. Só tinha uma cama. Os dois perceberam isso, mas optaram por não falar nada.

– Kirishima kun, eu vou tomar banho primeiro, se sentir algo diferente, bom... Eu espero que não sinta até eu acabar - brincou

– Ah sim, vou tentar - riu de volta, já indo em direção à cama.

No banheiro (que por sinal era incrivelmente grande), Midoriya pensava em Kirishima. O que poderia ser aquela individualidade? Vilões não atingiram alguém com algo que não fosse nada. Seria uma individualidade que deixa a pessoa feia? Não, não funcionaria para Kirishima, era impossível o falso ruivo ficar feio. Da cabeça aos pés, por dentro e por fora, ele era incrível. Era sempre gentil, engraçado e é claro, paciente, visto que era melhor amigo de Bakugou. Além do mais, ele sempre sabia como lhe deixar com vergonha. Não esquecera da vez em que estava chateado por ter tantas cicatrizes pelo corpo e o falso ruivo disse que era másculo e que de qualquer forma ele era... lindo. Lindo, Kirishima nunca deve ter se olhado no espelho, pensava. Os músculos definidos, o cabelo macio quando ele não penteava da forma espetada (não que ele não ficasse lindo também), aqueles dentinhos pontudos... Sempre pensava em como seria uma mordida do falso ruivo. Será que machucaria? No pescoço, por exemplo, deixaria marcas? E em outros lugares? Se virassem mordidas leves e fossem descendo, virando chupões marcando todo o corpo e...

– Bro, tá tudo bem? Não é te apressando, mas você já tá aí dentro há 40 minutos - chamou Kirishima, preocupado com o amigo e com ele mesmo, já que estava se sentindo diferente, mas não queria preocupá-lo ainda.

– A-ah, e-eu, Kirishima... já tô saindo! - desligou o chuveiro, enrolando-se na toalha - Droga, o que eu estava pensando? - murmurou, terminando o que tinha que fazer.

– Pode ir agora! Foi mal a demora - sorriu, dando espaço para o colega de quarto entrar

– Tá tranquilo! - entrou apressado, tirando as próprias roupas e indo imediatamente para o chuveiro. Se sentia estranho, estava com um calor anormal. Também sentia que algo havia mudado em seu corpo, mas não sabia o que era. Queria tentar apenas tomar um banho e dormir.

É claro que não foi o que aconteceu. Kirishima sentiu-se zonzo e percebeu algo em sua cabeça. Pareciam... Orelhas de lobo? Seu olfato também parecia estar mais apurado.

Após longos minutos, conseguiu concluir seu banho. Enrolou a toalha na cintura e se olhou no espelho. Se assustou com a cor de seus olhos: estavam com um tom de vermelho bem vivo, pareciam quase brilhar. De fato, virara um híbrido.

Pensou em avisar Izuku, mas uma forte tontura o atingiu. Parecia não ter controle do próprio corpo, sua pele branca estava corada, e mais: a gota d'água. O cheiro de Midoriya preencheu suas narinas quando o menor bateu na porta para perguntar se estava tudo bem.

–... pergunto por causa do que acontecAAAAAHH!! - assustou-se quando percebeu que Kirishima só tinha uma toalha para "se cobrir" - A-ah, quer dizer, você pr-precisa de mais tempo? Espera, o que-

Midoriya mal teve tempo para estranhar a coisa estranha que estava na cabeça do amigo quando esse se ficou na altura do pescoço de Midoriya e cheirou, lambendo logo em seguida.

– K-Kirishima kun?

– Midoriya, você tem um cheiro tão doce... - traçou um caminho com a língua de origem do pescoço à ponta da orelha do menor, sentindo a pele arrepiar - e um gosto tão bom... - marcou um chupão do outro lado do pescoço do menor, que acabou por ficar com as pernas trêmulas e desequilibrar.

– Kiri... - o menor não sabia como reagir. Aquilo era bom, mas o que exatamente estava acontecendo?

Kirishima pegou Midoriya no colo e o levou para a cama. Midoriya aproveitou para enlaçar as pernas na cintura do mais alto, para assim ter oportunidade de ver melhor as orelhas que surgiram no falso ruivo.

Kirishima lambia e dava chupões em Midoriya por todo o peitoral e pescoço, saboreando sua "presa" o quanto conseguia.

– Hmm, Kirishima... Vem aqui - Izuku chamou o falso ruivo em meio a gemidos para mais perto de seu rosto, tentando ter um último autocontrole para entender o que estava acontecendo

Kirishima encarava o menor, ambos estavam ofegantes.

Midoriya analisava as orelhas de Kirishima, concluindo que era da individualidade, mas não entendia porque ele agia como se estivesse no cio. Julgou ser resultado das duas individualidades.

– Mas porque não fez efeito an-

Não concluiu a fala, já que Kirishima lhe roubou um selinho.

– Eu quero beijar você - deu outro selinho no menor, que correspondeu - eu quero beijar de verdade - pressionou as bochechas de Midoriya com os dedos de forma que a boca do menor abrisse e, de surpresa, enfiou a língua.

Midoriya rebolava inconscientemente enquanto a língua de Kirishima brincava em sua boca, ao mesmo tempo que gemia abafado durante o beijo. Percebeu que a língua do falso ruivo parecia estar maior. Arranhava as costas do mais alto e apertava os lençóis, tentando descontar o prazer que sentia.

– Eu preciso de mais - Kirishima interrompeu o beijo, ainda estando ligado à Midoriya por um filete de saliva dando tempo apenas de recuperar o próprio fôlego, para então voltar a beija-lo.

Midoriya mal tinha se recuperado, mas retrubuiu o beijo, puxando a toalha que Kirishima usava na cintura e tentando tirar a própria bermuda, coisa que era complicada já que Kirishima o deixava praticamente espremido em baixo de si.

– Eu quero que você seja meu... só meu - Kirishima cessou o ósculo, rasgando a bermuda que Midoriya usava, querendo penetra-lo de uma vez

– Ei, calma aí! Assim não, vai doer - Midoriya alertou, parando Kirishima imediatamente. O falso ruivo baixou suas novas orelhas com o olhar triste

– Mas eu quero você, eu quero possuir cada parte de você - admirou o menor deitado à sua frente, deixando-o com vergonha - eu quero te devorar - sorriu, lambendo os lábios.

Mirou os mamilos enrijecidos de Midoriya, indo em direção a eles. Chupou cada um com força, arrancando gritos abafados do menor. Com cuidado, mordeu cada um, beijando logo em seguida.

Desceu pelo abdômen de Midoriya, realizando sempre a mesma ordem: mordia forte, chupava e beijava todo lugar que alcançava. Com pouco tempo de estímulo e mal tendo seu pau tocado, Midoriya acabou gozando.

– Agora eu posso? - Kirishima ajoelhou-se na frente do menor pediu com seu olhar mais apelativo. Seu pau expelia pré gozo como louco.

– Eu não estava falando disso, lobinho - explicou ofegante, logo em seguida sinalizando um "venha" com os dedos apontando para o chão - assim vai ficar mais claro

Com Kirishima em pé ao lado da cama, Midoriya se ajoelhou no chão para "explicar o que queria dizer". Lambeu todo o membro de Kirishima da base até o topo, chupando apenas a cabecinha na sequência. Não conseguiria engolir tudo, o pau do falso ruivo era grande demais para isso. Logo, engoliu o que conseguiu, masturbando aquilo que não conseguia.

– Isso é tão bom... - no ápice da perda de autocontrole, Kirishima agarrou o cabelo de Midoriya com uma das mãos e segurou seu queixo com firmeza com a outra, literalmente fodendo sua boca.

– Caralho... - Deku só teve tempo para relaxar a garganta, pois, em determinado momento, puxava e empurrava a cabeça do menor como se fosse um boneco até a base de seu membro. Gostava da vibração que sua garganta fazia quando estava prestes a engasgar.

– Eijirou, não sabe o que é alguém pedindo por ar? - puniu-o em meio a tosse. Estava com os olhos lacrimejando, e é claro, já estava duro feito pedra novamente.

– Desculpa, aqui é tão bom - passou o polegar no lábio inferior de Izuku, beijando-o na sequência.

– Deixa eu acabar logo com isso. - Inesperadamente, Midoriya começou a brincar com os testículos do falso ruivo enquanto masturbava seu membro por todo o comprimento. Lambia e chupava, tentando pôr tudo na boca. Os gemidos do mais alto eram estímulo para si. Logo, lambeu toda a extensão do pau de Kirishima novamente, deixando que o mais alto o controlasse.

Após alguns minutos, Kirishima se desfez na boca do mais baixo, este que engoliu tudo que lhe foi dado.

– Deu pra entender agora, apressadinho? - Midoriya brincou, limpando o sêmen que caíra em sua bochecha e chupando os próprios dedos

– Você vai ver se deu ou não - pegou Midoriya e jogou-o na cama novamente, abrindo suas pernas. Deixou uma trilha de chupões na parte interna de suas coxas, chegando ao seu membro.

Graças a individualidade misteriosa que estava em seu corpo, conseguiu engolir todo o membro de Midoriya sem dificuldades. Sentia o esverdeado vibrar sobre si.

Logo parou o que fazia e se direcionou para a entrada de Midoriya. Quando o mais baixo menos esperou, Kirishima enfiou a língua dentro de si, arrancando-lhe um grito. Movia o músculo, que realmente estava maior do que o normal dentro de si, tirando e colocando.

– Ki-Kiri... Shima... Chega... Ah!! - gemeu mais alto quando teve dois dedos enfiados dentro de si de uma só vez

– Fica quietinho, ainda não - Kirishima movia os dedos dentro de si procurando por um ponto específico, que não demorou muito para encontrar já que sentiu Midoriya apertar-se mais contra seus dedos

Sorriu satisfeito com as reações do menor. Penetrava-o rapidamente, tirando os dedos por completo e enfiando de uma vez, aproveitando uma das deixas para inserir um terceiro.

– Kirishima, por favor... Agora sou eu... quem precisa de mais...

– Seu desejo é uma ordem - Ficou sentado e deu tapinhas no próprio colo, indicando o que Midoriya deveria fazer.

Sem demora, o esverdeado ficou por cima de si e sentou em seu pau de uma vez. Esperou um pouco para tentar se acostumar, já estava lacrimejando. Apesar de ter sido bem preparado, o pau de Kirishima ainda era enorme.

– Relaxa, meu amor - Kirishima enxugou as lágrimas que escorreram despercebidas por Midoriya e o beijou, começando uma masturbação lenta no mais baixo.

Devagar, Izuku rebolou no pau do mais alto, logo começando a cavalgar.

Em pouco tempo, já tinha se acostumado completamente. Subia e descia com rapidez, o barulho do ato ecoava no quarto.

– Kirishima... - encarou o maior ofegante. A pele de ambos estava vermelha.

Midoriya diminuiu o ritmo da sentada e deu uma mordida forte do pescoço de Eijirou, este que apertou sua cintura de forma que com certeza deixaria marcas.

– Seja meu... Todo meu - Eijirou trocou as posições e agora estava por cima de Izuku, penetrando-o sem dó. O quarto estava tomado pelo som dos gemidos de ambos e de suas peles batendo uma com a outra. De fato, uma melodia perfeita.

– Você vai ser meu, Midoriya? - pela primeira vez, Eijirou tinha dito seu nome. Izuku percebeu também que as orelhas de lobo haviam sumido.

– Sim, todo seu, Eijirou... ah... ahh!! - Midoriya enfim chegou ao seu ápice, ao mesmo tempo que Kirishima, que acidentalmente se desfez dentro de si.

Kirishima simplesmente caiu na cama, imediatamente indo para um sono profundo. Midoriya, que também estava exausto não apenas pelo sexo, mas também porque já eram 3:30 da manhã, acabou por fazer o mesmo.

- - - - - - -

O Sol da manhã iluminava o quarto com a mais forte luz. Midoriya acordou completamente limpo, vestido e coberto. Aos poucos, as lembranças da noite passada foram voltando, e com elas o questionamento: onde estava Kirishima já que a cama estava vazia? Quando se levantou, deu de cara com a porta do banheiro se abrindo.

– Bom dia, bro...

O falso ruivo parecia tímido, o que já era de se esperar. Mas parecia bem: todos os sinais das individualidades pareciam ter passado, estava totalmente normal.

– Bom dia, Kirishima kun. Sabe da hora?

– São 10:47 agora, mas é sábado, então não tem aula

– Ah sim

Os dois ficaram em um silêncio desconfortável que logo foi quebrado por Midoriya

– Então, eu vou ver o Sensei e-

– Midoriya, espera... Eu queria te pedir desculpa

– Pelo que?

– Eu estava estranho ontem e... Acho que acabei me descontrolando. Acabei te machucando, e também não acho que você queria ter feito aquilo, estou totalmente disposto a receber as consequências caso você queira me jogar na cadeia ou algo assi-

Kirishima foi calado com um beijo de Midoriya, este que não estava aguentando ouvir seu "amigo" falar tanta merda

– Eu fiz tudo porque eu quis, eu poderia muito bem ter te atacado e chamado o Sensei, e bom... Eu gosto de você, Kirishima kun. Fiquei tão feliz quando você me pediu para ser seu... Eu sei que foi só durante o sexo, mas seria incrível se fosse para toda a vida... Enfim, não se culpe por nada

– Ei, espera. Aquilo era sério, Midoriya. Eu gosto muito de você. Muito mesmo. Você quer mesmo ficar comigo?

A resposta foi dada em um beijo carinhoso, que foi interrompido poe batidas na porta.

- - - - -

– Concluindo, uma das individualidades transformou o Kirishima no animal com quem o poder mais julgou-o parecido, dando a ele novas habilidades, mas também limitações, visto que ele poderia não ter conseguido controlar sua nova força, por exemplo. A outra era uma individualidade de luxúria resumidamente. Se não tratada, se transforma em uma dor imensa. Ambas não fizeram efeito imediato porque provavelmente se fundiram uma com a outra, estou certo sobre isso, não é? - concluiu Aizawa

– O que? Como assim? - Midoriya perguntou envergonhado

– Caso não tenham percebido, todas as paredes são a prova de som, mas na parede de vidro tem uma placa que... É autoexplicativa

Kirishima e Deku encararam a placa envergonhados. "Em adaptação. Processo: Antirruídos".

– Vocês são barulhentos demais, não foi nada confortável precisar ouvir o que eu e os outros professores ouviram. Enfim, é final de semana. Saiam e vão comer, eu preciso dormir.

– Sensei, eu não recomendo que durma aqui, sabe... - Eijirou parecia um pimentão de tão vermelho.

– Isso é óbvio. Vou mandar polir esse quarto. Kirishima, mais cuidado nos combates, você vai precisar de treino extra. Agora vazem, quero ir pra casa.

– Tchau sensei, ótimo fim de semana! - O novo casal se despediu, enfim saindo para dar início a uma vida totalmente nova cheia de boiolices e é claro, muita putaria.


Notas Finais


ok, ficou mt ruim? 🙈


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