História Lobinho corrompido - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaemin, Jisung
Tags Chenle!flex, Chensung, Chensungmin, Especial Halloween, Jaele, Jaemintop, Jaesung, Jisung!bottom
Visualizações 372
Palavras 3.444
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


este é o meu especial de halloween, decidi que faria uma coisa diferente do que eu costumo fazer. saí do fluffy/comédia para pwp (?). se saiu ruim é pq é falta de experiência.

eu amei essa one pq pra mim ela tá divina, então. me inspirei naquele episódio de save dream que eles são vampiros e lobos (kkk)

boa leitura.

Capítulo 1 - Porque você é nosso bebê



Devil tocava no andar de baixo, enquanto ao de cima era bem ouvida, só que um pouco abafada. Jisung pensou se não estivesse ali, com certeza estaria na pista de dança enquanto fritava ao som daquela belezura, mas ele estava ali.


Zhong Chenle tinha a cabeça enfiada em seu pescoço enquanto as mãos menores lhe envolviam os cabelos ou às vezes até suas orelhas de lobo falsificadas. Não conseguia segurar os arfares altos quando sentia os beijos molhados naquela área, não por ser sensível somente ali, mas era tanto castigo.


O corpo do loiro preensava o dele na parede da cabine e tinha uma das pernas no meio das suas, roçando seu pau coberto pela roupa.


Zhong só parou com aquilo quando viu pelo reflexo do olho as mãos grandes do castanho rodear seu pescoço e o puxar para olhar-lhe nos olhos, estes que estavam vermelhos pelas lentes.


─ Você não acha melhor voltarmos? O hyung pode sentir nossa falta... ─ ele disse baixo.


─ Quem? Jaemin hyung? Não se preocupa com ele. ─ deu um selinho demorado na boca carnuda gostosa, quase se xingando por não querer se separar daquela perfeição.


Três batidas seguidas foram dadas na porta onde estavam, assustando o Park e fazendo o chinês sorrir de lado.


Chenle abriu a porta, se desprendendo do Park. Jaemin estava ali, com as mãos nos bolsos, o sorriso brincando nos lábios enquanto os olhava como se fossem arrancar pedaço. Ele entrou e encarou Jisung, que se intimidou pelo olhar, logo puxando o loiro para um beijo selvagem.


Jisung ficou observando, com as mãos entrelaçadas e suadas, como Jaemin puxava os fios do menor e a cintura, quase arrancando sua boca quando mordia e depois voltava a beijá-lo com a língua rosa e gostosa.


E era assim, sempre foi assim, desde o ano passado. Na Jaemin, o cara do terceiro semestre de faculdade que namorava Mina a mais de quatro anos e pretendiam se casar; Zhong Chenle que estava no segundo semestre e tinha um emprego fixo na galeria de artes do seu pai, também namorava, só que um garoto, porém o relacionamento era aberto e Chenle apenas se importava com ele ─ ou lembrava que tinha um namorado ─ quando Jisung, ou Jaemin, deixavam de ser infantis e resolviam dar um basta naquela tripla relação, mas poucos dias voltavam; já Park Jisung, com certeza o mais bajulado por todos entre o grupo de amigos, tinha terminado o colegial recentemente e trabalhava com a mãe, não namorava ninguém, porque, segundo seus cálculos, os mais velhos tinham ciúmes. Todo mundo acreditava que ele era uma espécie de criatura inocente, mal sabiam que estavam enganados, porque quem se engasgava no pau de Chenle as quintas e quicava em Jaemin enquanto pedia por mais manhosamente possível, era ele.


E naquela festa de noite de Halloween, concluído por uma aposta entre os sete patetas, que três tinham que ir com a fantasia de lobo sensual que Donghyuck tinha feito. Era um conjunto péssimo. E quem ganhou foi Jisung, Mark e Jeno.


Ele suspirou alto quando ouviu o gemido agudo e afobado de Chenle, sua boca estava vermelha e os cabelos, tentava arrumá-los.


─ Vai ficar aí olhando, gatinho? ─ perguntou Jaemin se aproximando e roubando, também, um selinho.


─ Eu... eu..


Chenle bufou.


─ Já disse que não precisa ficar tímido na nossa frente, Ji. ─ exclamou o loiro. ─ Não vamos fazer nada de mau a você.


Ele sabia disso, mas mesmo depois de tanto tempo não sabia como reagir quando os dois resolviam se pegar na sua frente quando não estava de pau duro.


Ele nunca iria tomar a iniciativa.


─ Hm, você tá tão lindo, meu Deus!


Chenle assentiu, sorrindo e analisando o Park dos pés a cabeça.


─ Valeu.


Jaemin voltou a falar.


─ Está muito fofo. ─ apertou as bochechas rosadas.


─ Está muito sexy, eu hein! ─ Chenle retrucou.


Se fossem discutir o que realmente achassem de Jisung todas as vezes que o vissem a conclusão era: sexy, Chenle e fofo, Jaemin.


─ Já entendi. ─ ele abraçou os próprios braços e olhou ao redor.


Jaemin pegou seu celular que havia chegado uma mensagem e o guardou de volta no bolso.


─ Vamos, consegui um quarto.


Ele pegou as mãos dos mais novos e os arrastaram para fora do banheiro, duas portas dali, entraram no quarto do que parecia ser do Hyuck. Antes que Jisung reclamasse por aquilo ─ pois conscientemente, se Donghyuck emprestou o quarto dele para eles foderem, é porque havia algo de errado ─ Chenle o empurrou na cama de casal, e o Na trancou a porta.


De novo, Chenle o beijava pelo pescoço, logo subindo até sua boca e finalmente o beijando, com voracidade, como se estivesse realmente sentindo fome daquele lobo. Se encaixou entre suas pernas e prendeu suas mãos acima da cabeça, o máximo que conseguia. Parou para o olhar e viu Jaemin os olhando em uma certa distância.


Ele sorriu de lado e retirou o paletó vermelho vinho jogando na poltrona que havia no quarto.


─ Iremos ficar aqui? ─ perguntou o Park, empurrado o corpo de Chenle de cima do seu e sentando na cama.


─ Sim, gatinho. Há opção melhor?


─ Não... mas o Donghyuck é tão... perverso, vai que ele tem uma câmera escondida por aí. Não confio nele.


Jaemin sentou-se ao seu lado e segurou sua mão dando lhe um beijinho nela.


─ Não vai ter, relaxe ─ falou no ouvido dele. ─ e observe.


O Na se afastou dele se aproximando de Chenle que também tirava seu paletó da mesma cor que o mais velho. Ele puxou seus fios loiros o fazendo lhe encarar, conversando com o olhar eles se beijaram, só que o beijo foi cessado rapidamente.


Jaemin puxou o chinês para a cama e o deitou, tirou suas peças uma por uma até ele estar apenas de cueca. Aquilo fez o Park vibrar e tirar os sapatos com os pés para ver. Amava observar.


O corpo de Chenle foi virado brutalmente na cama, o fazendo sorrir para Jisung, que sorriu de volta com aqueles olhinhos como se estivesse vendo a melhor coisa do mundo, e realmente estava. A bunda de Chenle com a cueca do Homem-aranha. Jaemin tirou aquela peça devagarinho e jogou no Park que a agarrou.


Ele rodeou as mãos sobre a carne fofa das nádegas, e deu um tapa na direita. Pediu silenciosamente para Chenle se empinar para ele.


Deu beijinhos na bunda dele antes de ir á entrada que se contraia em atenção, beijou ela também antes de passar a sugá-la. Chenle gemeu, e Jisung o acompanhou. A língua de Jaemin no interior de Zhong o fazia enlouquecer, bem... na primeira vez que haviam tentado aquilo foi tão constrangedor, definitivamente ele disse "eu vou sentar na sua cara" e o Na o revidou "senta na minha cara, Zhong Chenle". Foi realmente uma vergonha, porém uma vergonha tão gostosa de se sentir.


Jaemin subiu sua mão para as costas de Chenle lhe arranhando, e novamente desceu passando entre suas pernas e sentindo seu pau já vivo e duro. Lentamente o alisou recebendo um gemido manhosinho do loiro.


─ Ah, não vejo a hora do hyung foder esse teu rabo.


Jisung puxou uma camisinha do bolso e a jogou para Jaemin. Chenle o olhou com aquele sorriso de "garoto, eu te ensinei muito bem".


Jaemin abaixou sua calça e logo a tirou, acariciou o próprio pênis por cima daquela peça que estava em seu corpo e percebeu que ele já estava duro a um tempo.


O libertou e rasgou o saco da camisinha e vestiu seu pau com aquilo.


Mesmo sem pedir, Jisung lhe deu também um pote de lubrificante. Aquilo só indicava que ele andava preparado e também não queria que seu hyung machucasse Chenle, sabendo que ele era o ativo da relação que tinha com o namorado.


Fazia dois meses que não se viam, e aquilo era sinal de: Jisung não beijava ou fodia a dois meses, Chenle estava a dois meses sem dar o rabo e Jaemin se segurando porque queria demais aqueles dois.


O mais velho puxou Chenle para que ele ficasse de joelhos na cama com o rabo para cima para despejar em seu pau coberto e em sua bunda aquele líquido.


Não o invadiu de imediato, primeiro apenas o encaixou a cabecinha e aos poucos o adentrou, fazendo ele arquear as costas e tentar se acostumar com o pau de Jaemin. Suas mãos pequenas seguraram o tecido da cama grande e ele se permitiu reprimir os gemidos que com certeza seriam altos. O outro não se permitia ser delicado naqueles momentos, ele era bem violento ao contrário da personalidade de amor e softdade. Pelos exatos minutos Jaemin o fodeu tão forte e sem piedade que o fez choramingar e implorar, socando seu ponto com tanto tesão que o fazia quase se desmanchar na cama.


Jisung os observava, com a cueca de Chenle na boca sendo mordida, estava sentado sobre os calcanhares e ora ou outra soltava uns gemidos baixinhos e xingamentos mais baixos ainda, quando seus hyungs estavam ali fodendo. Ele via as expressões deles e também via Chenle ficar molinho quando Jaemin sussurrava algo em seu ouvido.


Não era de se negar, podia ser o passivo, mas amava ver Chenle ser fodido pelo Na.


Seu pau naquela calça apertada já o estava incomodando, e sua entrada piscava com aquele plug.


─ A-ai caralho... eu vou... ─ as palavras de Chenle saíam tão arrastadas que eram mal interpretadas. ─ Gozar...


─ Goza gostosinho, hyung! ─ Jisung disse, e Jaemin o olhou ofegante avisando que ele seria o próximo, o fazendo engolir em seco.


─ É, Chenle, goza gostosinho. ─ Jaemin disse com certo sarcasmo.


Mesmo com as palavras de incentivo, o chinês demorou um pouco para vir, e depois dele veio Jaemin. Ele caiu exausto na cama, respirando longamente.


─ Por que você é sempre difícil de gozar, hein? ─ perguntou o mais novo tirando suas meias e aquele cinto como suspensórios que estava amarrado a sua camisa. ─ Por que eu venho tão rápido, então? Por acaso você usa aqueles tipos de produtos que aparecem nos pornôs... algo como use e tenha três horas de sexo?!


Ouviu as risadas afobadas dos dois.


─ Por acaso você ainda assiste pornô, Park Jisung? ─ Jaemin disse entrando no banheiro do quarto.


─ Não sei, talvez porque você seja sensível demais? Veja bem, você fica duro assistindo pornô e com apenas um beijo. ─ argumentou Chenle, já recuperado.


Jisung fez bico.


Chenle o olhou sério enquanto se sentava com calma na poltrona amarela perto da cama.


─ Você realmente tá muito sexy com essas orelhas, acho que tenho fetiche nisso. ─ ele chamou Jisung com dois dedos, ele foi saltitando e sentou com as pernas em cada lado do corpo do chinês, encaixando seu traseiro em seu pau. ─ Quero foder você, mas minha bunda tá doendo.


Ele sorriu baixo e rebolou devagarinho.


─ Estou com um plug desde cedo, tá me matando de tesão.


Chenle o beijou calmo, agarrando sua cintura suavemente porque ainda sentia um choque.


Beijar Jisung era a melhor coisa do mundo, ele se entregava até a alma apenas com aquele ato, era tão apaixonado, e melhor que aquilo era apenas fodê-lo o ouvindo gemer tão manhoso e necessitado.


O menor sentiu outras mãos além das de Chenle, em suas costas e em seus cabelos, logo elas abriram os botões de sua camiseta e a tirou.


─ A hora do gatinho chegou. ─ Jaemin sussurrou em seu ouvido, o fazendo se estremecer sobre o beijo, que foi separado.


Chenle se levantou o carregando no colo até a cama, onde o jogou com tudo.


Aquelas calças negras não faziam mais parte do seu corpo, porque foram tiradas, e... ele estava sem cueca. Os dois mais velho receberam uma risadinha sacana dele por causa disso.


Ele engatinhou e acabou ficando de quatro empinando seu rabo para eles a qual mostrava claramente aquele objeto enfiado ali. Aquilo secou a boca de Chenle.


─ Ora, ora, falsamente inocente eu digo, e você Chenle? ─ Jaemin o encarou.


─ Eu vou acabar com esse garoto. ─ ele disse e deu um tapa em Jisung, que riu.


─ Faça isso.


O Na ficou em pé à beira da cama e chamou Jisung para o chupar, o que ele fez sem nem protestar. Segurou com uma das mãos o pau e passou a dar-lhe lambidas quentes por toda a extensão antes de o adentrar em sua boca, fazendo aqueles movimentos de vai e vem. Jaemin tirou os fios que caiam em seu rosto e os prendeu para trás com sua destra, o incentivando. Seu gatinho era tão lindo, principalmente com aquelas orelhas e as lentes cinzas, e principalmente ainda com aquele rabo no ar chupando seu pau.


Olhou para Chenle que estava atrás de Jisung, brincando de castigar ele.


Ele puxou o plug, fazendo a entrada se abrir, aquilo era uma cena dos céus. Ele adentrou de novo o objeto, depois pegou o lubrificante jogado no chão e colocou um pouco em seus dedos, os melando.


Meteu um dedo nele, fazendo ele se contrair, depois outro. Beijou sua bunda e deu uma mordidinha tênue.


O vai e vem na entradinha passou a ser rápidos, trazendo choques por todo o corpo de Jisung. Ele gemeu no pau do Na e impulsionou seu quadril para a mão de Chenle que riu. Deu lhe um tapa na nádega e murmurou que não deveria ser muito apressado. Ele continuou com os dedos e quando estava bom o suficiente para ele, adentrou o lobinho que precisou de tempo para se acostumar com o pau do chinês no seu rabo. As primeiras investidas foram devagares por saber que o seu menino precisaria daquilo, porém  depois não teve piedade, ele agarrara o quadril definido e impulsionava Jisung para trás, enquanto este já era preenchido pelo caralho de Jaemin que fez questão de o fazer engolir tudo.


O mais velho, depois de se recuperar, aproximou-se de Jisung novamente, só que dessa vez pegando seu membro na mão e o masturbando, o deixando mais molinho e o fazendo choramingar baixinho.


─ Isso, bebê. Não é isso que você quer?


Jisung tentou o respondeu, mas não conseguiu, ao invés disso grunhiu alto e a música do andar debaixo mudara.


─ Por que você tem que ser tão sensível, Park Jisung? ─ questionou Jaemin, já sentado na cama.


─ Eu...


─ Shhh... não precisa falar, meu amor. ─ Jaemin o calou com um beijo, ouvindo seus grunhidos e gemidos.


Chenle o fodia forte, aquele som indecentes das peles se chocando, ecoava pelo ambiente.


Jisung apoiou-se em Jaemin de um jeito desajeitado quando jorrou sua porra, ele gemeu arrastado e até levou rajada na bunda e um tapa de brinde.


Chenle, sorrindo e ofegante, saiu de dentro do lobinho. Já Jaemin o deixou na cama e o esperou se acalmar, acariciando seus cabelos castanhos.


─ Agora sim devemos aproveitar a festa.


O chinês, se vestiu e fora até Jisung para dar-lhe um beijinho na testa.


─ Levanta, amor, você não queria dançar?


Ele assentiu, e respirou fundo.


Estava esgotado com tão pouco.


─ Não... consigo me levantar. ─ Jisung fez beicinho, e abraçou Jaemin meio desajeitado.


Tsc tsc vamos ter que arranjar um namorado pra você. ─ o chinês se sentara na cama e acariciou as pernas do mais novo.


Ele levantou a cabeça para o encarar, solene.


─ Me deixariam ter?


Não era uma questão de deixar, ele não precisava de permissão para aquele tipo de coisa. Só que, eles tinha um relacionamento. Estranho, mas era um.


Chenle olhou para Jaemin, que também o olhou, e logo sorriram negando com a cabeça.


─ Não, não. Melhor não.


─ Prometemos nos ver mais vezes.


Jisung, deu de ombros.


Ótimo. Eles tinham namorados e ele não. Por que ele não tinha?


─ Se eu quiser, eu posso ter.


Ele se levantou e arrumou as orelhinhas, buscou sua calça no chão e se vestiu. Fez uma careta, mas tentou não se importar tanto com a dor. Pegou sua camiseta e logo depois o cinto. No fim, estava pronto e sorriu para os dois ali que até então apenas o observava.


─ Que foi?


─ Por que essa audácia de repente? ─ o loiro cruzou os braços, e trincou o maxilar.


─ Também quero saber.


Jisung sorriu soprado.


─ Ah, não posso ter um namorado ou uma namorada? E por que vocês podem?


─ Porque você é nosso bebê, e isso vai além do que temos, é um ciclo da nossa amizade, não é qualquer um que pode namorar você, gatinho. ─ Jaemin o abraçou pela cintura e começou a andar ao seu lado rumo a porta. ─ E você nunca namorou, completou a maioridade recentemente, não podemos deixar.


─ Se eu quiser vocês não vão poder fazer nada. ─ ele insistiu naquilo. Amava ver Chenle nervosinho por ciúmes. Amava ver como o orgulho de Jaemin não ia levar eles a lugar nenhum.


─ Mas por que você tá falando isso tão do nada, Park Jisung? ─ Chenle os parou, encarando o mais novo com certa irritação. ─ Tá pensando em nos abandonar, é isto?


─ Quem está dizendo isso é você. Na verdade, eu só fico irritado com o fato de vocês me quererem só pra vocês e vocês terem namorados. Eu sou um caso à parte e não gosto disso. Estou cansado do simples fato de ter vocês só quando não estão com seus namorados, e eu nem falo isso por você, Chenle, falo por Jaemin. ─ ele se afastou com a mão no rosto. ─ Que está com aquela garota a sei lá quantos anos, seus pais já estão falando em casamento e se você realmente amasse ela, não estaria aqui. Comigo e com Chenle. O quê? Tá com medo do que eles vão pensar, ou quer ver eles felizes com a sua infelicidade? Por favor! E você Zhong Chenle, também não escapa, tão carente a ponto de ter um namorado só pra isso. Eu tô cansado.


Os dois estavam pasmo, aquela foi a vez que Jisung tinha dito uma sentença sem gaguejar e com tanta determinação.


─ Então... sobre a Mina, eu tava falando com Chenle esses dias e...


─ Eles se separaram na semana passada, idiota. ─ Chenle deu um tapinha na cabeça dele.


─ O quê? Sério? ─ Jaemin assentiu.


─ Não estava mais dando certo.


─ Definitivamente? Mesmo? Sem volta?


─ Definitivamente e sem volta.


Jisung o abraçou, comemorando tanto e os dois olharam para o chinês sério.


─ Tá, eu também posso me separar, não é nada tão sério como um namoro de quatro anos. ─ Se juntou aos dois, abraçando a cintura de Jaemin.


─ Não fica zombando.


Os três desceram para o primeiro andar, onde rolava toda a festa e perceberam que passaram muito tempo ausentes. Mark já estava tão bêbado que dançava na barra no centro da enorme sala, onde as pessoas gritavam e rugiam o incentivando àquela loucura.


Jaemin pediu duas doses de whisky no bar. Se sentaram nas cadeiras perto do balcão.


─ Hey, vampirinhos e lobinho. ─ ouviram em meio a bagunça o grito agudo de Donghyuck que esbarrava nas pessoas enquanto andava até eles com dois copos em mãos. ─ Onde estavam? E aliás, pra quê você pediu meu quarto emprestado, Jaemin?


O Na que engolia o líquido do copo que pegou, o respondeu com um sorriso sínico no rosto.


─ Chenle queria jogar o almoço fora e o banheiro do segundo andar estava cheio.


Donghyuck bêbado pareceu se convencer, então ele virou para Jisung.


─ E tu onde estava?


─ Eu? Eu... eu tava no jardim.


O Lee sorriu alto e abraçou o mais novo dando tapas fracos na sua bunda que o deixou carrancudo por alguns minutos.


─ Então, aproveitem a festa que eu vou das uns pega no Renjun, ou na Jiwoo. ─ se distanciou.


─ Ele não deixa de ser bisbilhoteiro nem bêbado. ─ Chenle.


Mark havia avistado Jisung e o havia chamado para dançar com ele, o que o acabou convencendo mesmo o outro estando louco.


─ Ele tá muito lindo, não acha? ─ Jaemin perguntou, virando outro copo, quando Jisung já estava longe.


Chenle assentiu, vendo o Park rindo de Mark rebolando e o chamando para fazer também.


─ Está fofo!


─ E sexy. ─ completou o Na.


Eles viram o exato momento que o canadense havia puxado Jisung pela gola da camisa e o puxado para um beijo de tirar o fôlego.


Os dois levantaram da cadeira alarmados.


─ Eu vou matar Lee Minhyung.


─ Eu ajudo a enterrar o corpo.


Notas Finais


talvez eu aceite fazer um bônus, não sei

ouçam easy da camila cabello pq tá maravigold


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