História Loches - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Castiel, Charlotte, Debrah, Dimitry, Lysandre, Peggy, Rosalya
Tags Amor Doce, Minha Verda É Uma Mida, Vampiros
Visualizações 4
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo II


A manhã se iniciou em Loches, os curiosos observavam a perícia realizar seu trabalho no beco onde ocorreu o homicídio. Entre os curiosos estavam os fofoqueiros e jornalistas, em especial Lauri com seus cabelos castanhos como o tronco das árvores e olhos roxos como tulipas. Segurava uma câmera e tentava capturar a imagem do corpo enquanto sua parceira tentava conseguir informações com os policiais. Apenas conseguiu o nome da morta, Nina, apenas isso era o suficiente para a dupla. E em menos de minutos já estava na capa do jornal estampado sobre a nova vítima do Assassino Vampiresco, como era chamado desde seus incontáveis assassinatos pela Europa. As vítimas variavam de homens e mulheres, a idade era constante, com isso a polícia não encontrava uma ligação entre os crimes, mas sabia que era feito por uma só pessoa. Alguém alto e forte.

A dupla foi a um café próximo para compensar as horas que perdidas de sono pelo trabalho. Lauri estava lá com sua colega desde o colégio Peggy e falaram sobre diversos assuntos (política, esportes, educação). Lauri pensou em quem seria o Assassino Vampiresco. Seria um louco que se acha vampiro? Ou apenas uma pessoa doente? Esses pensamentos percorriam a mente dela, mas foram interrompidos pela sua amiga estalando os dedos em frente ao seu rosto dizendo “Terra chamando Lauri? Alôô?” Piscou algumas vezes como se estivesse acabado de acordar de um sonho.

— Estava viajando pensando em que? A bezerra já tá morta e enterrada. Peggy revirou os olhos ao mesmo tempo curiosa sobre o que sua parceira pensava. Deu uma golada no café morno a sua frente sentindo a cafeína percorrendo suas veias.

— Só estava pensando sobre o tal vampiro. Deu de ombros fazendo o mesmo gesto que sua colega.

— Ah, vamos descobrir quem é e depois quero saber das façanhas políticas nesta cidadezinha. Disse com total desdém o nome da pacata cidade já dando para notar o rancor incompreensível por Loches. Lauri riu enquanto seu celular recebia milhares de mensagens do namorado que perguntava constantemente onde ela estava e se estava disponível para hoje à noite. Aquela relação de quase dois anos estava um saco, entediante e muito sufocada. Suspirou irritada desligando o celular.

— É ele de novo? A jovem a sua frente perguntou vendo-a desligar o celular e terminar suspirando. — Cara, já pensou em terminar? Sugeriu terminando o café.

— Já, mas... Sei lá! Não tenho coragem de terminar com ele. Deu de ombros revirando os olhos.

— É só falar que não quer mais nada com ele, cara. A encarou sem entender essa falta de coragem.

— Adoraria continuar nosso papo, mas preciso buscar minha mãe. Arrumaram as bolsas pagando os cafés e se retirando do estabelecimento. As amigas se despediram com beijos nas bochechas e seguiram seus caminhos. Lauri passou por diversas casas tradicionais, que pareciam de brinquedos, e atravessou o mercado, vários queijos, legumes, frutas, flores e afins estavam em bancas expostas na rua. Mesmo os preços estando favoráveis não comprou nada e seguiu rumo ao Aeroporto.

E parada vestindo uma camisa de listras branca e azul, usando uma calça jeans estava a sra. Blanche ou sra. Lucia.

­­­— Achei que havia se esquecido de mim. Comentou a senhora fingindo estar irritada e revirando os olhos.

— Mais que drama, hein mãe! Riu a abraçando. — E aí, como foi lá na Argentina? Lauri perguntou curiosa a mãe querendo saber da nova viagem feito.

— Ah, foi ótimo tirando meu “maravilhoso” espanhol. Respondeu dando uma ênfase sarcástica. — Vamos logo para casa porque estou morrendo de fome! Puxou a filha pelo braço e saíram do local pondo os assuntos em dia. As duas andaram e andaram até chegarem onde queriam. Lauri procurou as chaves e abriu a casa enquanto Lucia tateava os sapatos no tapete em frente a porta.

— Então, como vão as coisas com o seu namorado?

— Tão... indo bem. A garota lambeu os lábios de nervoso indo à cozinha pegar algum lanche para ambas.

— Lauri, você vive comigo a quase 28 anos e ainda mente para mim? Arqueia as sobrancelhas conhecendo aquelas ações da filha. Sentou-se no sofá cruzando as pernas e apoiando os braços nos joelhos — Comece a contar tudo. - Ordena dando tapinhas no espaço ao seu lado.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...