História Loco por ti - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Sou Luna
Visualizações 154
Palavras 1.884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá 😊
Deveria ter atualizado antes mas a criatividade sumiu e ver meu Simbar naquelas situações tirava ainda mais minha criatividade.
Vou tentar postar mais um capítulo hoje. Possivelmente será menor que esse, mas vou tentar.

Avisos:
*Os garotos não moram na mansão
*A Emma não chegou, nem o Michel
*A Juliana não foi embora
*A Ámbar e o Benicio não namoram
*Tentarei responder os comentários

Capítulo 2 - Fuck Feelings


Fanfic / Fanfiction Loco por ti - Capítulo 2 - Fuck Feelings

"I don't wanna fall for you now

But it already happened, don't know how

Now I gotta ghost on you, 'cause I can't keep too close to you

And I'm not trying to fall for you now

I know we've been left us all alone

I've been loosing all my self control

Now I gotta runaway, before I say what you won't say

'Cause I can't handle you and me alone"

Fuck Feelings - Olivia O'Brien



Ámbar 

Tinha a impressão que esse dia durava uma eternidade. Cada minuto parecia ser uma hora. Minha única vontade era de voltar para casa e me trancar em meu quarto, sem ter que olhar na cara de ninguém. Colocar meus fones e ignorar tudo, pena que não é tão simples assim.

Para ser mais exata o relógio marcava 18:58, o Roller fechava às 19:00, porém eu ainda teria que ficar por aproximadamente uma hora, para conferir tudo.

- Nico, você pode chamar o Pedro o Simón? Quero conversar com os três. - digo ainda concentrada no computador, apenas levanto a cabeça para receber sua confirmação antes de sair para chamar os outros.

Depois de um pequeno espaço tempo todos estavam a minha frente.

- O que quer falar conosco? - pergunta Pedro.

- Teremos novos horários e divisões de turnos, que amanhã mesmo vão começar a valer.

- Como assim?

- Aqui está a folha com as divisões de turnos, para vocês entenderem melhor. Essa primeira semana será uma semana de teste, verei se isso dará certo, se não tentarei de outro jatrapalhdntrego uma folha a cada um - E como podem ver nessa semana abriremos o Roller meia hora antes, para que eu possa terminar de organizar algumas coisas, mas logo após voltará ao horário de sempre.

- Mais alguma cosia? - diz Simón olhando fixamente pra mim.

- Sim. Em vez de ficar os três depois do horário vai ficar apenas um, além de mim, é claro, e a cada dia vão mudando. Entenderam? - todos assentem  - Hoje vocês podem escolher qual de vocês vai ficar, e qualquer coisa me avisem, vou ficar ali resolvendo uns assuntos. - volto a me sentar e a verificar a papelada a minha frente.

- Hoje eu ficarei, amanhã será o Pedro e depois o Nico. - fala o mexicano se sentando ao meu lado.

- Okey, e diz a eles que já podem ir embora e volte para me ajudar.

- Eles já foram, e deixaram a chave do Roller comigo. - balança a chave - No que você precisa de ajuda?

- Verifique o estoque de alimento, e anote o que está em falta e o que está quase acabando, para que possamos pedir mais.

- Eu ainda preciso conversar com você, Ámbar. - diz seriamente.

- Depois Simón, depois. Agora temos cosias mais importantes para resolver. - volto minha atenção para o computador, ignorando a presença do mexicano, que logo saiu.

Cerca de meia hora depois ele voltou com uma lista em suas mãos. Já eram 19:42, e ainda faltava algumas coisas a serem feitas.

- Mais alguma coisa, Ámbar?

- Olhe os patins, vê se algum tem concertar e se todos estão em seus lugares. Eu tenho que terminar de olhar os gastos do Roller e as contas. E assim que terminar com os patins pode ir embora, pode deixar que eu me encarrego de fechar o Roller.

Mal nos falamos, tinha muita coisa para fazer e não tinha tempo para nada, principalmente para assuntos sem a mínima importância. Acabei terminando meus afazeres antes dele, e como estava exalsta achei melhor voltar para casa, então avisei a Simón e fui embora.

[...]

Alfredo, assim como Mônica, ficaram me enchendo o saco o jantar inteiro com perguntas sobre "meu novo emprego", e eu apenas respondia com sim, não ou é. E Luna ficou com cara de bosta, me olhando como se eu estivesse armando alguma coisa. Eu tinha duas opções, ou eu ignorava o Unicórnio Ambulante, ou eu dava na cara dela, mas como não quero sujar minhas mãos com quem não merece prefiri a primeira opção.

Assim que entrei no meu quarto a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama. Aquele povo estava me dando dor de cabeça. Acredito que fiquei assim por um bom tempo, e antes que eu dormisse um barulho vindo da sacada me atrapalhou.

Rapidamente me levanto e pego meu abajur  e vou me aproximando devagar até a porta de vidro, que estava fechada. Havia alguém atrás dela tentando a abrir. Quando essa pessoa consegue abrir a porta jogo o objeto em minha mãos nela, causando um grande estrondo.

- Ai! - fico paralisada ao ver quem tinha entrado em meu quarto.

- O que você tá fazendo aqui, Simón? - digo tentando manter a calma - Você é um idiota mesmo! Entra no meu quarto no meio da noite, ou melhor, você  invadiu meu quarto!

- Eu falei pra você que tínhamos que conversar, e não ia deixar de falar com você.

Em sua testa tinha um pequeno corte, devido ao choque com o abajur. O ferimento não era muito grave mas mesmo assim estava sangrando.

- Senta ai na cama que eu vou pegar um curativo pra você. Tente fazer o máximo de silêncio possível, não quero que ninguém venha até aqui, muito menos sua amiguinha, já tive que aturar ela por tempo demais hoje.

Saio do quarto antes mesmo que ele possa responder, já seria muita coisa ter que dar explicações pelos barulhos vindos de meu quarto.

Na cozinha não se encontrava ninguém, o que foi um grande alívio, todos devem estar em seus quartos. Começo a mexer nos armários em busca de curativos. Mesmo morando na Mansão a muitos anos nunca fiz questão em decorar o lugar de cada utensílio. Quando encontro o que procurava volto o mais rápido possível para meu quarto, antes que alguém conseguisse me ver.

- Seu quarto está diferente da última vez que eu estive aqui. - Simón andava pelo meu quarto absorvendo cada novo detalhe, como se nunca mais fosse voltar aqui. E não vai mesmo.

- Jura?! Nem tinha notado. - reviro os olhos e vou em sua direção - Aqui está os curativos. Acho que você consegue colocar sozinho. - entrego a pequena caixa a ele e volto a me sentar em minha cama.

- Até que você não é totalmente má, apesar de ter jogado o abajur na minha cabeça. - um pequeno sorriso forma em sue rosto. Por que é tão impossível sentir ódio desse sorriso?

- Não duvide de mim, Simón. Quando eu sou boa sou ótima, mas quando sou má sou ainda melhor. - pisco.

- E eu devo ter medo disso?

- E por acaso consegue ter medo de mim? - aproximo meu rosto do seu, sua respiração ficou acelerada e seus olhos encaravam fixamente os meus - E o que você queira falar comigo? - me distancio.

- É... Eu queria falar sobre você ter começado a trabalhar no Roller....

- E eu achando que era um assunto realmente relevante, mas vejo que será o único assunto que você e seus amiguinhos terão comigo durante a semana. - reviro os olhos e me levanto da cama.

- É que foi uma grande surpresa para todos, você não é do tipo de garota que trabalha.

- Não se faça de idiota, Simón! Eu sei muito bem o que você quer falar... Que vocês acham que vou tornar a vida vocês uma desgraça... Mas posso te dizer uma coisa? Não me importo com o que vocês pensam.

- Ámbar, eu não sou meus amigos. Eles pensam assim por um motivo, você mesma fez eles pensarem assim. - suspira - Eles acreditam que você vai nos demitir e até proibir nossa entrada... Mas eu não penso assim.

- Sério? Então você só veio aqui para me avisar o que seus amiguinhos pensam?

Antes que eu pudesse ouvir sua resposta duas batidas na porta nos atrapalharam. Era só o que me faltava. Solto um suspiro de frustração e cominho até a porta. Coloco a mão na maçaneta e respiro duas vezes antes de gira-la, me deparando com nada mais nada menos do que com a Unicórnio Ambulante.

- Oi, Luninha. Precisa de alguma coisa? - saio do quarto fechando a porta do meu quarto. Não queria dar satisfações a ela do por quê o Simón estava aqui.

- Eu vim falar com você. - diz como se fosse óbvio - Olha, eu nunca fiz isso com ninguém, mas se fosse você fizer alguma coisa contra os meus amigos ou contra o Roller, você vai se ver comigo.

- Luna, não me importo com o que vem de vocês. Vocês me odeiam e eu odeio vocês, o sentimento é reciproco. E antes de me fazer uma ameaça pense se é mesmo capaz de cumpri-la, não sou obrigada a ter que aturar seus surtos de menina má. Você sabe que não é e nunca vai ser, então volte para seu quarto e vá contar para seus amiguinhos o que eu falei, já que era isso que você ia fazer mesmo. - seu rosto demonstrava uma expressão assustada, não conseguia falar uma palavra se quer.

De dando por derrotada começou a se distanciar, mas antes que descesse as escadas eu a chamei.

- E outra coisa, não tenho tempo para fazer alguma cosia contra vocês. O mundo não gira em tordo de você e seus amiguinhos. - sorriso vitoriosa e volto para meu quarto, que por sorte (ou azar) já se encontra vazio.

[...]

Fui a primeira a chegar ao Roller, então aproveito para patinar. Era meio estranho ser a única pessoa aqui já que já havia me acostumado com os garotos. Cerca de meia vinte depois eles chegaram, mas apenas Nico veio falar comigo.

- Ámbar, já está tudo pronto. Precisa que fazemos alguma coisa? - pergunta simpático.

- Só me avise quando todo o pessoal chegar, tenho um assunto que interessa a todos.

- Posso saber o que?

- Agora não, mas depois vou precisar da sua ajuda .

- Você que sabe. - diz e sai, me deixando sozinha na pista.

Fico por mais meia hora na pista e volto para a lanchonete. Já havia uma quantidade significativa de pessoas nela, Pedro, Nico e Simón não ficavam parados.

Quando todos chegaram pedi para  que Nico os reunisse para o meu comunicado.

- Bom... Eu estou aqui para anunciar o novo Open. - em instantes todos já estavam com enormes sorrisos nos rostos e conversando com seus amigos -  Essa edição se chama Flash Open, será estilo das últimas décadas do século passado. Além disso o Open será realizado em duplas, serão feitos sorteios.

- Mas Ámbar, isso quer dizer que poderemos cantar com um dos lorsers? - pergunta Emília sem acreditar.

- O objetivo é misturar as duas equipes, mas pode ser que caiam com alguém da própria equipe.- suspiro - E como eu não tenho tempo para ouvir suas reclamações já vou indo. Vocês tem quatro dias para decidir se vão participar ou não, e se forem, conversem com Nico.

Saio antes que alguém comece a falar, não suporto reclamações. Porém alguém me segue e me impede de seguir meu caminho.

- Muito legal da sua parte. - diz Simón colocando as mãos no bolso.

- Agradeço. E me fala por que você foi embora ontem, ainda tinha que falar com você.

- Eu... Olha, eu não sou idiota a esse ponto. Você não gosta de mim nem dos meus amigos, então achei melhor não te perturbar.

- Eu não odeio você. - digo auto o suficiente para que ele possa ouvir.



Notas Finais


Sobre o capitulo de sexta:
BENICIO EDP, QUE VONTADE DE MATAR ELE, FEZ MINHA BB E O MEI BB CHORAREM 💔


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...