História Lokoverso - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Tags Mundo Alternativo
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Palavras 1.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


1° Capítulo da semana.

Capítulo 9 - Cuidado com o vento


Matoso estava viajando pelo vento junto de sua brisa mágica, a base dos mocinhos estava ficando mais próxima.

[Matoso]

-Finalmente vou poder me vingar deles! Eles vão pagar o que fizeram com Noel, irei honrar meus esforços e assim dar a cabeça de cada um para mestre Monster.

Matoso diminuiu a altitude e foi para o chão, agora se esgueirava entre as árvores e os arbustos.

[Matoso]

-Agora só tenho que esperar a hora certa -agachado atrás de uma moita.

Os mocinhos estavam dentro da base, na sala, sentados no sofá circular, com janelas de vidro bem grandes que até pareceria que não tinha parede alguma.

[Andressa]

-Eu fiz brigadeiro gente, alguém quer? -veio com uma bandeja.

[Henrique]

-Eu! Ó eu aqui! -ele pegou três logo.

[Andressa]

-Calma! Eles não vão correr -sorrindo.

[Afonso]

-Alfred depois vai fazer um jantar para nós -mexendo em uns circuitos.

[Andressa]

-É mesmo! Eu vi ele na cozinha, parece que vai algo bem grande pela quantidade de ingredientes.

[Afonso]

-Alfred fez curso de culinária de mais vinte tipos de países, sabe como cozinhar, confiem em mim.

[Luiz]

-Parando de falar agora de comida, por que a gente não dá uma olhada no livro que Celine nos deu? 

[Afonso]

-É mesmo, dê uma olhada aí vá -deu o livro para Luiz.

[Luiz]

-Vai todo mundo ler -se sentou no meio de todos- se junta aí.

Todos estavam observando o livro, Luiz abriu e folheou as páginas, parando logo depois da dedicatória em um aviso.

[Luiz]

-Tá falando aqui que é necessário um código do próprio livro para entender algumas informações. O código fica na capa -voltou as páginas até a capa- que código deve ser?

[Henrique]

-Quem sabe seja esse daqui que está incrustado na capa -ele apontou onde havia uma sequência- né não?

[Luiz]

-Deve ser, mas pera -acompanhou com os olhos aonde o código se estendia- eita poxa! É a capa inteira!

[Andressa]

-Está espalhado na capa inteira? Que merda.

[Afonso]

-Depois eu passo o scanner e decoramos o código. O que tem de interessante nesse livro por enquanto? 

[Luiz]

-Fórmulas mágicas de efeitos variados, localizações de itens, construções, monstros, magias épicas e por aí vai.

[Afonso]

-Interessante, gostei do livro, acho que podemos transformar ele em mídia digital.

[Henrique]

-Vai querer fazer podcast também? -debochando.

[Afonso]

-Não é uma má ideia -coçando o queixo.

[Luiz]

-O que importa é o conteúdo disso, bora ler logo e ver o que tem de importante.

Na mesma hora que ele falou, uma brisa de vento quebrou todo os vidros da base e surpreendeu a todos.

[Afonso]

-Desgraça! Os vidros era Gorilla Glass 20! Não era para quebrar tão fácil! -sacou uma pistola de raio laser- quem foi o otário?! 

Quando foram perceber, Matoso já estava dentro da base de pé em cima da mesa de centro.

[Matoso]

-Estou de volta baby! 

[Luiz]

-Matoso! Impossível, te vencemos junto com Papai Noel! Era para você estar selado no norte!

[Matoso]

-Sempre dou o meu jeito, o movimento da liga ainda não acabou! Me desculpem, seus vidros quebraram tão fácil, espero que tenha uma seguradora para pagar.

[Afonso]

-Eu sou minha própria seguradora! Você vai precisar de uma para o seu traseiro depois que a gente chutar ele!

[Matoso]

-Isso é o que vamos ver -ele pegou uma pequena sacola- espero que o que Calango me deu tenha alguma utilidade.

Ele jogou a sacola no chão. A sacola se rasgou e de lá surgiram seis seres reptiliano com escamas verdes.

[Henrique]

-Que diabo é isso?! -pegando o arco e flecha.

[Matoso]

-São os sauroclones, feitos do mesmo DNA do Calango, só que sem inteligência própria e obedientes a mim.

[Afonso]

-Agora eu tenho dois motivos para te matar: um, por ter quebrado minha vidraça, dois, por fazer uma merda com DNA de répteis! 

[Matoso]

-Venham! Hehe! Sauroclones, atacar! 

Todos os lacaios atacaram os mocinhos. Afonso atirou no sauro clone e o mesmo caiu mas logo outro veio o atacar. Luiz tentava apunhalar com a adaga mas o reptiliano era rápido. Henrique aleijou dois, mandando uma flecha diretamente nos joelhos. Andressa acabava de ter um plano.

[Andressa]

-Juntem todos eles em um lugar só!

[Luiz]

-Vai ser difícil mas tá ok! -em um acesso de força, pegou o sauroclone e o jogou contra a parede- naquele canto gente! 

Henrique usando uma flecha de repulsão, mandou os dois adversários para a parede. Afonso decidiu por socar a cara de um, fazendo ele voar até a parede, e arrastar a cara do outro no chão, fazendo o deslizar até a parede.

[Afonso]

-Faz o que você quer fazer Andressa!

Andressa deu uma soprada de fogo em todos os répteis. Todos agonizaram de dor e foram desfalecendo.

[Afonso]

-Boa Andressa! Reptilianos expostos a calor extremo passam mal!

[Matoso]

-Desgraçados! Não deixarei tão barato!

Matoso fez com que vinhas crescessem prendendo todo mundo.

[Matoso]

-Mestre Monster me dará recompensas pelas cabeças de vocês!

[Afonso]

-Ele é um tirano! Vai te dar é uma jaula para você ficar até seu esquecimento.

Enquanto Afonso distraía Matoso, Luiz acaba de cortar as vinhas que o prendia e passa a lâmina para Henrique, que se desamarra e se prepara.

[Matoso]

-Cale a boca! Monster trará a nova era mundial!

[Afonso]

-Você é burro ou o que? -ele estoura as vinhas com a força e tenta agarrar Matoso mas não consegue- ele é um tirano!

No meio da conversa, Henrique é rápido o suficiente e dispara uma flecha perfurando o ombro do capanga. Andressa queima todas as vinhas que prendiam todo mundo com seu sopro de fogo. Luiz pega sua adaga e fica preparado para o combate. Afonso se aproxima de Matoso.

[Afonso]

-Que tal darmos um passeio? -Afonso colocou a mão sobre o ombro do rapaz- será bem agradável.

A mochila de Afonso liberou duas asas e uma turbina fazendo ele decolar com Matoso.

[Henrique]

-Mochila Jetpack?

[Luiz]

-Uhum.

[Andressa]

-Afonso não muda mesmo.

Afonso e Matoso já estavam extrapolando a estratosfera, com Matoso já com a pele pálida e as plantas que o circundava morrendo.

[Matoso]

-C-Como… como você a-ainda está v-v-vivo?..

[Afonso]

-Eu superoxigenei o meu sangue… só preciso manter o fôlego que não vou morrer.

Afonso soltou Matoso e deu um soco em sua barriga, fazendo o mesmo cair em uma velocidade de aproximadamente 400km/h. Depois de um tempo, o corpo de Matoso caiu na terra e formou uma cratera, todos estavam do lado de fora observando e Afonso estava pousando suavemente com sua mochila foguete.

[Andressa]

-Coitado do menino, ele é do mal mas precisava levar para o espaço?

[Afonso]

-É para aprender respeitar os Vingadores.. cof cof.. quero dizer a Alfa!

[Matoso]

-Monster vai acabar com você… ahh… você nem perde por esperar…

[Henrique]

-O que você quer dizer com isso? -com uma flecha preparada.

[Afonso]

-Fale logo!

Nesse mesmo instante, Isis aparece provocando um clarão e pousando entre os mocinhos.

[Henrique]

-Isis?

[Isis]

-Sim Henrique, eu mesma.

[Luiz]

-Por que demorou tanto de chegar?

[Isis]

-Foi mal, estava arrumando o reino, não é fácil viver em uma sociedade de humanos e gatos com aspectos Vikings, eles estavam pensando que se eu sair iria acontecer o Ragnarok, então tive que dar uma tapeada bem legal lá -balançando a cabeça.

[Henrique]

-Se foi assim tá bom.

[Afonso]

-Ok meu povo, é legal te ver de novo Isis, mas agora temos que cuidar do nosso amiguinho aqui.

Quando Afonso olha para a cratera não havia nenhum sinal que Matoso esteve por alí.

[Afonso]

-Que merda! Ele fujiu!

[Andressa]

-Calma Afonso, pelo menos Isis está com a gente agora, a força da natureza fará a gente ganhar.

[Afonso]

-Espero que sim… por que se não ganharmos… temo pela vida do planeta, mas temo mais pela vida de vocês -ele olhou para os seus amigos com tristeza e receio.



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