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História Lollipop - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Piru(lito) na boca.


Fanfic / Fanfiction Lollipop - Capítulo 1 - Piru(lito) na boca.

Meus amigos resolveram jogar verdade ou consequência. E que horário melhor do que no final do nosso almoço? Faltava meia hora para termos que voltar para a aula, então a gente correu para o lugar mais longe possível da escola, dentro daquele internato para garotos e quase perto da floresta, eles se sentaram em roda.

Enquanto eu e Donghyuck andávamos um pouco mais atrás, ele falava dos seus sonhos eróticos com o namorado e dizia que eu tinha que encontrar alguém para me foder tão bem quanto eu possa imaginar. Já disse para ele que não gosto de garotos.

— Aí eu levantei e ele estava lá, nu, com uma capa de super-herói dizendo que ia salvar a cidade de um monstro privada — ditou rindo, 'o que você esta vendo antes de ir dormir Donghyuck?', pensei olhando o garoto com uma cara confusa.

— Só os seus sonhos Hyuck... — ditei jogando meu olhar para outro lugar.

Ele riu mais um pouco e então paramos de andar, os garotos sentados em roda conversavam entre si. Não queria participar, eu era o mais novo da rodinha, tanto em tempo de participação quanto em idade. A pessoa que mais conheço dali é o Haechan, tirando ele, ninguém era tão próximo de mim.

Fiquei em pé com as mãos nos bolsos da minha calça, olhando o céu e as árvores da floresta. Até meu olhar cair sobre uma grande e linda árvore próxima da gente, 'que linda', pensei olhando para cima, seus galhos iam longe.

— Park Jisung senta essa bunda aí — Haechan mandou, do outro lado da roda, apontando para o chão.

— Mas... eu não quero participar — sabia que meus 'desafios' seriam como pular num pé só até algum lugar, dar uma cambalhota para trás ou correr de alguém, sempre desafios idiotas.

— Eu mandei sentar — resmungou e Jeno puxou meu braço para baixo, claramente fui junto.

Não disse nada e cruzei minhas pernas e meus braços. Donghyuck havia tirado uma garrafa do rabo, não tinha visto aquilo na mão dele antes. Na roda haviam poucas pessoas, considerando que Donghyuck conhecia a escola inteira. Era eu, o babaca do meu amigo Haechan, Jeno, Renjun, Chenle, um tal de Mark que acho que ele era o namorado do Donghyuck e um novato na escola, não lembro seu nome.

Eles começaram a brincar e numa hora caiu em mim e Chenle que estava na minha frente, pedi verdade e ele perguntou se era verdade que eu conhecia Haechan desde que nasci, respondi que sim e foi isso, voltaram a brincar. Odeio jogar isso com pessoas que não conheço, são sempre desafios idiotas e verdades idiotas. Esse jogo é idiota se não estiver com as pessoas certas.

Do meio daquele mato, digo, floresta, saiu um garoto. Um garoto de cabelos azuis. Faltava uns quinze minutos para termos que voltar para a aula. Ninguém queria voltar por que era física, todos odeiam física. Enquanto Jeno pagava sua prenda do meu lado, fazendo sei lá o que com Renjun, eu percebi que Donghyuck notou o garoto de fios azuis. Ele andava com um pirulito na boca, o uniforme normal do internato, suas mãos estavam nos bolsos da calça e ele olhava curioso para a nossa roda, com seus óculos redondos. Seus passos eram calmos e despreocupados.

Todos pararam o que estavam fazendo para olhar ele passando. Quando estava um pouco mais afastado, Donghyuck disse

— Ele não é o piru na boca? — questionou como se fosse a pergunta mais óbvia do mundo

— Piru na boca? — falei baixo e ninguém me ouviu.

— O garoto que vive com um pirulito na boca? — questionou Chenle

— Deve ser ele — Mark deu de ombros

— Qual o nome dele? Quero chamar ele pra brincar — Donghyuck comentou olhando para o garoto se afastando lentamente da gente.

— Eu conheço só como piru na boca — os outros quatro disseram a mesma coisa, já eu, só fui saber da existência do garoto naquele momento.

Argh, inúteis — Haechan revirou os olhos e se levantou —, como que eu vou chamar ele? — colocou suas mãos na sua cintura olhando o garoto de fios azulados se afastando da roda.

Mark se levantou e saiu correndo atrás do garoto. Parou ele e então falou algo. O olhar tedioso do garoto era perturbador. Ele deu de ombros e voltou com Mark.

— Gente esse é o Na Jaemin — ditou apresentando o 'piru na boca' pra gente.

Os garotos o cumprimentaram e ele se abaixou quase que do meu lado. Não se sentou, ficou apenas abaixado, com uma cara de tédio. Seu braço apoiados nos seus joelho e sua cabeça deitada na sua mão. 'Não dói ficar nessa posição, não?', pensei brevemente olhando o garoto. Talvez ele tenha notado já que tirou o pirulito da boca e me olhou de canto.

Eles giraram mais algumas vezes, até cair em Mark e Jaemin.

— Verdade — ditou com pouco caso, chupando seu pirulito.

Hm... — pensou um pouco antes de dizer tal estultícia — é verdade que seu apelido é piru na boca por que você vive com um pirulito na boca?

— Hm, não só pirulito, mas... é sim — deu de ombros, como se aquilo fosse a pergunta mais comum do mundo.

Os garotos se mantiveram em silêncio, eu senti uma premonição, uma premonição de que aquilo daria em algo bem ruim. Mark tossiu uma vez e a garrafa foi girada. Os olhos de Donghyuck seguiam a garrafa de uma maneira perturbadora.

Mais uma vez Jeno do meu lado teve que pagar uma prenda que Chenle deu para ele. Depois Mark foi desafiado a beijar Donghyuck na nossa frente, foi uma coisa bem estranha. 'Porque eu me senti bem vendo dois homens se beijando?', pensei com um nó na garganta.

Tudo estava indo bem, até a garrafa parar em Jaemin e Donghyuck. Não havia notado a probabilidade daquela merda acontecer.

— Verdade ou consequência, Jaemin? — questionou com um brilho perverso nos olhos.

— Verdade — respondeu com uma voz tediosa.

Hm... Não te conhecemos então pode ser consequência? Não sabemos se você vai estar mentindo — fez um drama e notei o garoto bufando do meu lado.

— Tudo bem, quero então consequência — colocou seu pirulito na boca novamente, 'isso não acaba?', pensei olhando ele de canto novamente.

— Ótimo — bateu palminhas e seu drama foi deixado de lado —, te desafio a pagar um boquete pro Park Jisung — falou aquilo com uma precisão impecável.

Fechei meus olhos brevemente e os abri tentando raciocinar se eu ouvi o que ouvi ou se foi a minha cabeça me pregando uma grande e babaca de uma peça. Os garotos disseram um 'oh' seguido de risadas.

— Só isso? — retrucou, senti a afronta na sua frase. 'Mas 'pera, eu sou o Park Jisung'. — Quem é Jisung? — enfiou o pirulito na boca e sua mão caiu sobre seu joelho.

— Esse aí do teu lado — apontou para mim e eu gelei.

Sua cabeça se virou para mim, seus olhos me analisaram minuciosamente, até eu notar que ele estava olhando muito para as minhas áreas baixas. Cobri com a mão sentindo meu rosto queimando e ele subiu o olhar, sobre os óculos e me olhou nos olhos.

— Tá né —  se levantou esticando suas pernas.

— Não precisa fazer se não quiser — Mark tentou falar entre uma risada e outra.

— Não é tão difícil, ora essa, é só chupar — deu de ombros e andou pela roda, parando do lado de Hyuck. —, segura meu pirulito. — ditou chupando ele uma última vez, fazendo um barulho estranho com a boca e se afastando para detrás daquela árvore. — Você não vem? — questionou alto — Ou quer que eu faça isso na frente deles?

Jeno me deu uma cotovelada, me fazendo levantar.

— E - eu já vou... — falei, claramente ele não ouviu, falei baixo demais.

Donghyuck deu uma risada entre os dentes e enfiou o pirulito do garoto na boca.

— Ele vive com o pirulito na boca, qual vai ser a diferença de tirar o lito e enfiar só o piru? — falou o babaca do meu amigo, fazendo os outros da roda rirem.

'Eu nunca mais jogo, verdade ou consequência', pensei andando até aquela árvore. 'Por que eu só não recusei?', pensei já do lado da grande árvore, 'eu vou recusar', fui dar meia volta, mas o garoto me puxou pelo ombro me prendendo contra aquele grande tronco de uma linda e velha árvore.

— Já recebeu um boquete antes, Jisung? — segurava meus ombros me olhando com aqueles olhos sobre o óculos.

Ah... Não — me encolhi com um sorriso forçado, 'por que parece que ele sabe completamente o que está fazendo?'.

— Tudo bem, só não geme alto pra não me arranjar problemas. — se ajoelhou instantâneamente na minha frente. — A, nem perguntei — tirou seus óculos e guardou no bolso do uniforme — quer ficar em pé ou sentado?

Hm? — olhei ele sentado sobre suas coxas abaixo de mim.

— Tá, faço isso com você de pé mesmo — seus olhos reviraram com um tédio.

Suas mãos se levantaram do chão, bateram uma na outra e então ele pegou dois dedos, acariciando onde meu pênis que se encontrava levemente eriçado. Aquilo fez sentir meu corpo entrar em choque.

Ele se aproximou e abriu meu zíper, puxando minhas calças para baixo como se não fossem nada.

— Que coxas bonitas — ditou fazendo meu rosto queimar.

Sua mão foi posta sobre o meu pênis, acariciando toda sua extensão, mesmo com a cueca cobrindo ele.

— Espero não sujar minha roupa — resmungou sozinho, deslizando os dedos pelas laterais da minha cueca, a puxando para baixo rapidamente. Suas unhas arranharam minhas coxas, o que me fez arfar um pouco alto.

Os olhos do garoto subiram até o meu rosto.

— Você é bem sensível aos meus toques — ditou com uma ironia no meio — e eu só vou te pagar um boquete — deu uma risada entre os dentes, estralando o pescoço e pegando meu membro com uma mão sem me avisar.

Arfei baixo, mais uma vez, e forcei meus lábios para não emitir sons altos.

— Te aconselho a tapar a boca com a mão — ditou com a maior tranquilidade e clareza do mundo.

Sua mão masturbava meu pênis e eu sentia meu corpo estremecendo. 'Por que eu vou tapar minha boca com minha mão?', pensei. O garoto sugou a cabeça do meu membro, ali entendi o por que de tapar a minha boca com a mão.

Ele olhou com um sorriso travesso para mim, isso fez meu interior vibrar.

— Se gostar, pode estocar minha boca, Jisung — falou e então sua boca foi aberta, podia ver seus lábios úmidos brilhando com a luz do sol refletindo neles, um fio de baba ligando sua língua que estava para fora e seu lábio superior.

Enquanto ele me masturbava, sua mão fazia movimentos precisos e necessitados, ele sabia quando parar ou continuar, às vezes parava com a velocidade para 'alisar' com mais força. Aqueles toques estavam me fazendo ficar confuso sobre muitas coisas.

Senti a ponta da sua língua na minha glande, quando sua boca já havia engolido 'apenas a cabecinha' eu senti meu corpo estremecer. Tapei minha boca com a mão e forcei meus olhos quando ele soltou sua mão e usou só a boca.

Ele foi e veio algumas vezes com a cabeça, antes de se afastar e voltar a usar a mão. Sua boca passou pelo meu membro enquanto sua mão trabalhava, sua língua estava brincando de zig zag pela minha extensão.

Ele estava completamente calmo com aquilo, diferente de mim que estava sentindo vários sentimentos e sensações estranhas pelo meu corpo.

Algo saiu, era pouco, porém senti saindo.

— Pré-gozo, hm? — se afastou e se ajeitou sobre as suas coxas, continuando com sua mão. — Já vai gozar Jisung? — deu uma risada entre os dentes. — Tudo bem então — deu de ombros e sem me avisar se levantou rapidamente engolindo meu membro de uma vez, sua cabeça ia e vinha rapidamente, eu acabei gritando com aquilo e cobrindo minha boca depois.

Meu corpo estava tremendo todo, sentia todo o interior da sua boca e aquilo estava me fazendo delirar. Acabei pegando sua cabeça e segurando seus fios com força, colocando mais contra meu pênis. Nisso senti sua garganta, ali explodi dentro da sua boca, tapando a minha com a força de três rinocerontes.

— Ai meu cabelo Jisung! — resmungou se levantando, com porra pela sua boca e escorrendo pelos cantos dela.

Notei ele com um cenho franzido e um nariz arrebitado. Ele saiu andando e eu ia atrás, porém subi minha cueca e minhas calças antes. Andei meio atordoado, minhas pernas estavam um pouco trêmulas e assim que cheguei na roda, Donghyuck falou merda.

— Devia ter feito aqui mesmo — tirou o pirulito da boca —, não sabemos se você realmente pagou um boquete pra ele ou só fez ele gritar pra fingir que estava fazendo algo — rodou o cabo do doce na ponta dos dedos.

Ele colocou seu óculos e abriu sua boca, não havia engolido tudo que havia saído de mim. Além de escorrer pela sua língua, escorria pelos cantos da boca. Antes que a gravidade fizesse algo cair, ele fechou a boca e foi pegar seu pirulito da mão de Haechan.

— Bom jogo para vocês — deu as costas para a roda e enfiou o pirulito na boca.

— Gosto de morango e Jisung na boca, delícia — Jeno ditou, fazendo os outros rirem.

— Pirulito sabor créme de lá pênis — Mark falou fazendo eles rirem mais.

— Credo, que garoto estranho — ditou Donghyuck —, adorei ele.

— Espera, se ele fez isso com tranquilidade, então quer dizer que aquele pirulito poderia ter mais porra de outros caras? — ditou Renjun

— E o Donghyuck colocou na boca sem mais nem menos — o garoto que não sabia o nome quase gritou, rindo e se deitando na grama.

— O quê? Não! — Donghyuck não queria aceitar aquela pequena possibilidade.

— Eu falei para não colocar o piru dele na boca — Mark brincou.

— Eita que alguém fica na seca pela próxima semana — Jeno deu risada enquanto dizia.

— Vai a merda Lee Jeno! — ele começou a cuspir na grama, só faltava vomitar mesmo.

Eu estava em pé, no meio da roda ainda. Sentia meu corpo estranho sobre muitas coisas.

— E - eu vou pra aula de física — ditei e comecei a correr para longe daquela roda, precisava distrair minha cabeça com algo para não pensar mais naquilo.

— Ei! Espera a gente — eles foram se levantando e vindo andando na mesma direção que eu estava correndo. O garoto dos cabelo azul só sumiu da minha visão quando entrou no prédio da escola.

No meio da aula de física, comecei a ter recaída de sono, estava quase pescando o Titanic no meio da explicação do professor sobre o uso de uma fórmula sem pé nem cabeça para uma prova que iríamos fazer na próxima semana.

Donghyuck estava de dupla comigo e eu havia pedido para ele me acordar caso eu apagasse, mas ele não fez isso. Pisquei em falso e bum, apaguei.

Acordei com uma cotovelada no meu peito, era de Donghyuck. Abri os olhos e me afastei da minha mão, onde estava apoiado. Ele, Jeno e Mark, a dupla da frente, estavam me olhando. Senti baba escorrendo pelo canto da minha boca e pisquei algumas vezes, forçando meus olhos a se manterem abertos.

Jisung! — falou como uma bronca — Você estava balbuciando o nome do Jaemin!

— Correção, gemendo — Mark ditou com um sorriso babaca.

Fala mais baixo animal! Quer que a sala toda ouça você? — Jeno bateu no peito dele, que soltou um 'uh' e riu.

Foi tão bom assim? — Donghyuck subiu sua mão pela minha coxa e me acariciou, bati na sua mão e tirei daquele lugar — Você está duro por ele Jisung!? — sua pergunta me deixou confuso

Ele tá duro? — Jeno questionou olhando Haechan

Por que você estava tocando ele Donghyuck? — Mark advertiu.

Eu só queria confirmar a minha suposição — cruzou seus braços.

Parem de falar sobre mim na minha frente como se eu não estivesse escutando vocês! — reclamei.

O sinal do final da aula tocou, como as aulas de física eram as últimas do dia, assim que o sinal tocou os alunos se levantaram com suas coisas e foram saindo um por um. Eu teria levantado e saído se Donghyuck não tivesse batido no meu peito me mandando sentar.

Espera todos saíram, o barraca armada — cruzou seus braços.

Assim que até o professor saiu, Donghyuck me puxou da minha cadeira, me fazendo ficar de pé, de frente para os três.

— Não era ele o hétero? — Mark questionou e tomou uma cotovelada de Jeno.

— Jisung você tá duro pelo piru na boca? — Donghyuck riu feito um babaca e quase caiu no chão de tanto rir.

— Isso significa que realmente aconteceu — Jeno comentou olhando os dois — e pelo jeito alguém gostou bastante — me olhou e senti meu rosto queimar.

Peguei um livro que estava na mesa de Hyuck e coloquei encima da minha ereção. Peguei minha mochila e enfiei meu estojo dentro dela, saindo da sala sem seguida.

— Ei, onde vai? — Hyuck me seguiu até a porta da sala

— Estudar no nosso quarto, preciso ir bem nessa prova — comentei, mentindo, e sumi pelos corredores do internato.

Enquanto andava por um corredor, virei muito rápido para um lado e acabei batendo de ombro com alguém. Meu rosto estava abaixado, uma mão segurando uma das alças da minha mochila no meu ombro e a outra segurando um livro sobre a minha ereção.

De todas as pessoas que poderiam ser, me apareceu o garoto de fios azuis.

Ele parou, virou e me olhou de cima a baixo, segurando o cabo de um pirulito na boca. Deve ter notado a minha situação, já que sorriu e piscou para mim, chupando seu pirulito na minha frente fazendo aquele barulho estranho com a boca.

Ele deu as costas e voltou a andar. Eu engoli um seco e corri para o meu quarto. Entrei batendo a porta atrás de mim, minha respiração estava toda coisada, falha o certo, eu joguei minha mochila na minha cama, joguei o livro de Hyuck na sua cama e me enfiei no banheiro.

Fechei a porta atrás de mim e me sentei na privada. Já havia feito aquilo antes, não ia ser a primeira vez. Arreganhei minhas calças e minha cueca foi junto, mordi meu lábio inferior quando consegui ver a minha ereção quase pulsando, segurei meu membro e fechei meus olhos, lembrando da sensação da boca quente de Jaemin. Tapei minha boca com a minha mão livre e fiquei masturbando meu membro com a outra, sentia meu corpo quente, quente demais.

Havia gostado da boca de Jaemin, não tem como negar isso. E quero mais.



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