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História Lonely - Capítulo 2


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Notas do Autor


Este capítulo é um pouco pesado.
Espero que vocês gostem.

Capítulo 2 - Who?


Adrien on

O sinal tocou e eu acordei.

Não era suposto ter adormecido, ou seja, fiz merda. Se a professora conta pro meu pai ele me mata na hora.

Me levantei. Ainda era a primeira aula do dia, ainda teria pelo menos mais umas 3. Sinceramente, vontade de ficar aqui é zero, mas enfim, tem de ser.

Peguei na minha bolsa, ajeitei meu moletom e me dirigi até a porta. Nino me segurou no braço me puxando e me impedindo de sair.

- Ei! - disse Nino.

- Aí caralho que susto. - disse.

- Ei Adrien, precisamos de conversar com você. Vamos lá embaixo, nos bancos.- disse Alya saindo da sala.

Nos sentamos. Pelo olhar deles, eles pareciam preocupados.

- Porque me chamaram aqui? - perguntei.

- Adrien você está muito estranho cara! A gente está preocupado com você. - disse Nino.

- É verdade Adrien. Você dantes transportava tanta leveza em você, e agora você tem uma energia tão negativa. Nos conta Adrien, a gente quer ajudar você. - disse Alya agarrando a mão de Nino.

- Eu simplesmente não sei o que se passa comigo ok? Também gostava de saber, mas eu não sei, ok?

- Adrien... Você tem certeza disso? Você sabe que se você precisar tem eu, a Alya e a Mari pra falar com você.

Meu coração parou quando ele disse Mari.

- Sim tenho certeza. Agora posso ir no banheiro? É que tou precisando.

- Vai lá. - disse Alya.

Fui no banheiro. Eu nem queria ir, mas se eles continuassem com as perguntas eu iria chorar, pois não aguento mais esconder isto para mim.

-----

O sinal tocou. Finalmente hora de ir para casa e não ver mais Marinette e Luka juntos.

Cheguei em casa. Fui almoçar. Comi feijoada. Não comi muito, pois o apetite não era grande.

- Adrien, você não vai comer mais? - perguntou Nathalie.

- Não Nathalie, obrigada. Estava ótimo.

Sai de lá e fui até ao meu quarto. Deixei tudo em cima da cama. Pequei num pijama quente, em roupa interior e fui tomar banho.

Decidi pegar nela. Algo que já não usava desde que minha mãe desapareceu. A lâmina. Eu queria sentir a dor. Prefiro dor física do que dor psicológica. Perfurei a pele sem dó. O sangue escorria. Já não fazia isto à muito tempo. Doía, e não era pouco. A água já estava vermelha de tanto sangue que já havia deitado. Isto me lembrou de quando minha mãe sumiu, e eu sem saber como, pois meu pai nunca me contou. A última vez que me cortei foi com 12 anos, por causa disso. Depois fiz um pacto comigo mesmo de nunca mais me cortar. Mas eu não aguentava mais. Cortar me ajudava, ou pelo menos é isso que eu penso, mesmo apesar de doer imenso.

Já estava quase chorando de dor e decidi parar. Fiz cerca de 9 cortes em cada braço. Lavei a lâmina e a escondi no mesmo local de onde ela estava.

Sai do banho. Peguei em duas toalhas brancas e as coloquei em volta dos meus braços cortados. Ardiam.

Peguei noutra toalha e me enxaguei. Vesti o pijama e sai do banheiro.

Liguei a TV. Ladybug????

- Meu deus do céu caralho - disse

- Adrien vamos lá ajudar ela pelo amor do meu camembert.

- PLAGG TRANSFORMA ME.

Saí pelas ruas de Paris. Lá estava ela. Há pelo menos uma semana que não a via.

- Eae chat, vai me ajudar ou vai ficar olhando?

- Desculpa minha Lady.- disse - CATACLISMOO!

- Boa chat! Distrai ele e e eu vou tentar tirar o Akuma. Acho que está na pulseira dele.

- Deixa comigo Lady.

- bye bye pequeno akuma. MIRACULOUS LADYBUG.

- Boa!- disse.

- Bom trabalho gatinho. Já tinha saudades de você.

- Também eu Lady.

- Bem tenho de ir antes que você descubra minha identidade, coisa que ambos não queremos.

- Eu quero.

- Mas você sabe que não podemos gatinho. Até uma próxima chat.

- Adeus Ladybug.

Voltei para casa

Mari on

Fui para casa e arranjei qualquer desculpa pra minha mãe.

- Oi filha! Porque demorou tanto?

- oi mãe. Desculpa ter demorado, fui almoçar com Luka e depois fomos num parque. Não avisei porque meu celular ficou sem bateria.

- ah tudo bom filha.

- mãe eu vou pra casa ok?

- ok filha, eu e seu pai já vamos, vamos terminar umas encomendas.

- ok mãe.

Subi para casa. Fui colocar minha bolsa no quarto e fui buscar algo fresco para comer na cozinha. Decidi comer açaí. Peguei num pote grande, coloquei um pouco de açaí, coloquei uma banana e uma espécie de granola de aveia. Peguei meu computador e fui até a minha varanda. Decidi ver uma série. Esta é a melhor rotina do verão que alguém pode ter.

A série terminou. Peguei meu celular para checar se tinha alguma mensagem. E sim, tinha. O estranho é que era de um número que não conhecia:

" esteja atenta a todos os sinais. "



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