História Lonely Again - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Tags Bts, Deepblood, Drama, Hentai, Hot, Jeon Jungkook, Jungkook, Lonely Again, One-shot, Sozinho Novamente
Visualizações 189
Palavras 2.400
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Outro repost.

Aos que ainda não leram: espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Único


E no final do dia, eu me sinto quebrado

Porque já faz uns dias desde que nos falamos

Eu não sei por que, mas eu daria minha vida por você

– Lonely Again (Gnash)

 

 

 

 

Escorei meu braço na janela de meu quarto, observando o calmo movimento da rua enquanto, vez ou outra, libando a bebida alcoólica presente em meu copo. Estava esperando por ele e, novamente, vou ficar plantada. Há semanas que Jungkook, meu marido, apareceu por aqui, a última vez foi quando nós tivemos uma discussão por conta de sua falta de amorosidade. Ele foi embora extremamente raivoso, com os cabelos bagunçados e roupa amassada e bateu a porta com força assim que saiu. Essa cena se fez presente em minha mente desde então, e não consegui pensar em outra coisa sequer, apenas nisso.

Olhava para aquela rua, torcendo com todas as forças para que o visse voltando para casa, mas nada de ele dar sinal de vida. Já liguei para seu telefone, todos os dias eu ligo, mas ele nunca atende. Preocupação é o que mais sinto no momento, além de solidão. Viver sozinha numa casa agora silenciosa, onde antes era ocupada pelo barulho de nossas risadas e palavras amorosas, me deixava ainda mais deprimida. Sinceramente, não aguentava mais viver nessa situação.

Talvez o seu amor por mim tenha morrido, talvez ele tenha se cansado de viver comigo, se vendo obrigado a me abandonar, mesmo fazendo inúmeras promessas que iria estar sempre ao meu lado. Não sei por que ainda me surpreendo, sendo que, quando se trata de mim, as pessoas não pensam duas vezes antes de simplesmente me deixar pra lá. Eu mesma estou me colocando de lado, me afundando na bebida diariamente e enchendo a cabeça com problemas que, provavelmente, não irei resolver. Minha vida é um saco!

Me afastei da janela e caminhei em até a sala em passos lentos, procurando sempre manter a calma para não surtar ali. Agora estava diante da estante que estava cheia de porta-retratos, com fotos minhas, do Jungkook e de alguns amigos e familiares nossos. Respirei fundo ao passar os olhos pela foto que Jungkook e eu tiramos no dia de nosso casamento, estávamos felizes nesse dia, pelo menos eu estava.

Eu realmente não sabia o porquê de Jeon ter se casado comigo, se agora, tudo o que ele faz é me tratar como uma das meretrizes que ele já se envolveu antes de nos tornarmos marido e mulher, se é que ele já não se envolveu com uma depois disso.

Saí de meus devaneios após ouvir a porta ser destrancada. Dei um passo para trás, meio insegura de quem poderia ser, mas, mesmo após de tudo, desejava que fosse Jeon, apenas para ter a certeza de que ele estava vivo e bem. E realmente era ele, com as mesmas roupas que havia saído daqui. Encarei sua situação completamente deprimente e soltei um suspiro de satisfação ao saber que ele havia voltado, mesmo não sabendo o real motivo para isso. Continuava o encarando, procurando coragem para quebrar o silencio ensurdecedor que tinha se estabelecido entre nós.

– Por onde esteve? – perguntei num fio de voz. Ele nada respondeu, apenas continuou a me olhar fixamente, como se quisesse ver minha alma. – Com quem esteve?

O vi iniciar uma caminhada até mim, me deixando apreensiva. Por mais que já estivéssemos um bom tempo casados, ainda não fazia ideia do que Jungkook era capaz de fazer, principalmente após ter dormido fora por conta de uma briga nossa. Ele apenas passou por mim e se dirigiu ao seu quarto, me deixando completamente perdida na sala. Depois de semanas fora de casa, ao invés de vir conversar comigo, ele simplesmente me ignora como se nada tivesse acontecido.

Virei-me em sua direção e dei passos largos e pesados em direção ao cômodo que havia entrado, abrindo a porta com força e o vendo escorado na janela, assim como eu estava há alguns minutos. Fechei a porta e cruzei os braços.

– Por que não me responde? – ele não disse nada, apenas continuou olhando para o lado de fora. – A rua está mais interessante que eu? É isso? Ou não está me ouvindo?

Ele respirou fundo e virou em minha direção. Seu olhar era vazio, sombrio e indecifrável.

– Por que quer tanto saber? – falou. Pela primeira vez durante dias, pude ouvir sua voz. Mesmo estando rouca, ainda podia sentir a suavidade dela.

– Eu passei três semanas preocupada com você, bebendo para tentar amenizar essa porcaria de preocupação e sentimento de culpa. – falei, elevando o tom de voz. – Você não faz ideia do quanto fiquei me culpando por sua ida repentina, e então, quando você finalmente volta, me pergunta o porquê de me importar?! Eu te amo, seu idiota! É por isso que quero saber, saber se está bem.

Me sentei na cama e passei as mãos na testa, tentando afastar os fios de cabelo que haviam grudado ali graças ao suor. Esperei e esperei para que ele falasse algo, mas nada. Esse silêncio estava me deixando completamente angustiada, precisava ouvir algo sair de sua boca, qualquer coisa. Senti a cama afundar e deduzi que ele havia se sentando também.

– Me desculpa por ser tão impulsiva. – disse. Não deveria me desculpar, mas era preciso. – Talvez... Aish! Por que tudo na minha vida tem que ser tão complicado?

Senti braços rodearem minha cintura e meu corpo se arrepiou.

– Eu quem devo desculpas aqui, querida. – beijou meu ombro. – Te fiz sofrer por causa de minha imaturidade, não deveria fazer isso. Me desculpa por ter abandonado temporariamente.

Sorri com suas palavras. Queria mais que tudo que elas fossem sinceras. Me aconcheguei nos braços de Jungkook, me sentia segura quando estava com ele, mesmo que ele me deixasse triste às vezes.

– Por onde esteve? – refiz a pergunta de mais cedo.

– Na casa de meu irmão. Fiquei lá por um tempo, ele me ouviu e me acolheu. – deu de ombros e passou a massagear meus cabelos.

– Jungkook. – o chamei. – Tenho medo.

– De quê, meu bem?

– De não ter mais o teu amor. – confessei. – Sabe, nós estamos brigando cada vez mais, tanto que na última delas você acabou saindo de casa por um tempo indeterminado. Cheguei a pensar que só está comigo por causa do matrimônio ou por pena mesmo. Talvez seja isso.

– Ei. – puxou meu queixo gentilmente, me fazendo encará-lo com meus olhos já avermelhados. Não estava chorando e nem queria chorar na frente dele, mas estava segurando as lágrimas com todas as minhas forças. – Nunca duvide que meu amor por ti, ok? Eu te amo hoje e vou te amar amanhã, mesmo não demonstrando isso com muita frequência. – falou e senti meu interior se esquentar. Havia tempo que alguém havia me dito que me amava.

Encostei minha cabeça em seu peito e sorri involuntariamente, sentindo minhas bochechas esquentarem e provavelmente ganharem um tom rosado. Me sentia uma completa adolescente quando Jungkook me falava palavras gentis e bonitas, isso não posso negar.

– Eu te amo. – disse e ouvi sua risada gostosa. Ah! Como sentia falta de ouvir esse som maravilhoso saindo de sua boca. – Vamos tomar banho, huh? – sugeri e o maior assentiu.

Como era bom tê-lo de volta, poder tocá-lo e beijá-lo, lhe fazer e receber carinho, poder lhe dizer o quão belo era... Talvez eu realmente fosse uma adolescente ao seu lado.

Entrei no banheiro sendo seguida por ele. Joguei minha toalha sobre a tampa do vaso sanitário e me virei para olhá-lo. Sorri e o vi sorrir também, um sorriso doce e fofo.

– Estou tão feliz por você ter voltado. – segredei e lhe abracei, inalando seu cheiro.

– Eu também estou. – falou e mais uma vez senti meu interior esquentar.

É incrível como Jeon conseguia fazer meu humor mudar de forma repentina: uma hora estou triste e preocupada, mas basta conversar civilizadamente com ele que fico igual uma boba apaixonada – que na verdade é o que sou.

Me soltei do abraço e puxei o rosto de Jungkook em minha direção, fazendo nossos lábios se unirem, iniciando um beijo calmo e gostoso. Coloquei meus braços ao redor de seu pescoço e passei a puxar seus fios de cabelo levemente. Fui imprensada na parede do cubículo e arfei contra sua boca. As mãos de Kook foram até minha cintura, apertando-a e alisando.

– Jungkook-ah! – gemi baixinho logo depois de Kook empurrar seu membro contra minha intimidade, nos causando uma sensação boa e um tanto prazerosa. Agarrei em seus cabelos e novamente unimos nossos lábios, porém, com determinação e fervor.

Agarrei a barra de sua blusa e a puxei para cima, a retirando de seu corpo e jogando-a em qualquer canto daquele banheiro. Passei minhas unhas levemente por seu abdômen definido o sentindo se arrepiar e sorrir entre o beijo. Retirei também minha blusa com a ajuda dele e fui levantada e colocada em cima da pia. Logo abri a pernas e Kook se encaixou ali, atritando nossos sexos e acariciando meu rosto.

– Senti tanta falta desse teu beijo. – falou ele rente a minha boca e mordi os lábios.

– Vamos matar essa saudade, então. – sugeri e fui surpreendida por ele, que apertou minha coxa com certa força. – Jungkook... – arfei e voltei a puxá-lo em minha direção.

Nossas línguas funcionavam em sincronia, dançando algo agitado e caloroso, nos efervescendo cada vez mais. As mãos de meu marido foram parar em meus seios ainda cobertos pelo sutiã, os apertando e massageando de forma um tanto bruta, me fazendo gemer e contorcer-me um pouco. Desci os beijos por seu pescoço, lambendo, mordiscando e deixando chupões.

– Vai ficar a marca depois, sabia? – disse em meu ouvido.

– Sim, e é por isso que faço. – sorri a passei a mão pelo seu peitoral e continuei descendo os beijos, indo até o cós de sua calça e a desabotoando. – Por que não me ajuda a tirar isso?

Suas mãos foram até sua vestimenta, a tirando e jogando no chão do banheiro. Passei a mão em cima de seu falo extremamente duro, o ouvindo gemer baixinho e murmurar algo que não pude ouvir. Desci sua cueca box e saí de cima da pia, me ajoelhando em sua frente e masturbando seu pênis rapidamente com a mão direita, enquanto a outra arranhava sua coxa.

– Quer que eu coloque minha boca aqui? – perguntei e passei a língua por sua glande melada por seu pré-gozo. Diminui a velocidade de minha mão, ouvindo seus resmungos.

– Sim, eu quero. – respondeu-me e sorri satisfeita. Coloquei uma mexa de cabelo atrás da orelha e pus minha boca em seu membro, sentindo meu cabelo ser segurado por Jungkook. – Ah... Tua boca é muito maravilhosa!

As palavras sujas e indecentes que ele soltava me incentivavam a ir cada vez mais rápido. Coloquei metade de seu membro em minha boca e o tirei lentamente, raspando os dentes por todo o falo. Subi e selei nossos lábios, ainda masturbando seu membro com uma das mãos.

Me despi por completo e voltei a me sentar sobre o lavatório do banheiro. Kook abriu minhas pernas e se pôs entre elas, pincelando seu pênis em minha entrada, nos arrancando gemidos arrastados. Senti sendo preenchida por ele e minhas paredes vaginais se apertarem.

– A-ah! Merda! – jogou a cabeça para trás e me puxou ainda mais para si.

Logo os movimentos lentos começaram, nos levando a loucura com aquela tortura. Passei as mãos cegamente por seus ombros e puxei seu pescoço, o deixando mais perto de mim. Colei nossos lábios, abafando os gemidos baixinhos e arranhei as costas de Kook quando ele deu uma estocada forte. Coloquei minhas pernas ao redor de sua cintura e me permiti dar algumas reboladas, para que Jungkook aumentasse a velocidade, e assim ele fez, pegando minha perna esquerda e colocando sobre seu ombro, enquanto a outra permanecia em sua cintura.

– Jungkook-ah... – gemi e apertei meu seio direito com força, descontando meu prazer ali. – Você é tão... – fui interrompida por outra estocada forte de meu marido, me fazendo gritar.

Sua mão livre percorreu por minhas curvas e parou na cintura, onde deixou um leve aperto ali. Tirou seu pênis de dentro de mim e se encostou na parede, tentando buscar o fôlego perdido enquanto alternava o olhar entre meus olhos e minha intimidade completamente exposta para ele. Desci da pia e segurei sua canhota, o puxando para dentro do box e o fechando, logo girando o registro. De imediato, ele atacou meus lábios e me imprensou na parede, ocasionando um gemido baixo. Senti sua mão esquerda descer até minha vagina e apertei os olhos, já esperando o que viria. Seus dedão acariciou meu clitóris e foi impossível segurar o gemido.

– Vire-se, meu bem. – deu um tapa em minha nádega e colocou um sorriso na face. Fiz o que ele me pediu e empinei bastante o bumbum. – Você é gostosa demais! – desferiu outro tapa, agora mais forte.

Prendeu minhas mãos acima de minha cabeça penetrou-me bem devagar, enquanto distribuía selares por meu pescoço e ombros. Empurrei um pouco meu corpo para trás e outro tapa foi dado em minha bunda. Gemi surpresa e escorei minha testa na parede do cubículo, sentindo Kook aumentar a velocidade das estocadas. Após um tempo, senti o membro de Jungkook engrossar em meu interior, fazendo minha parede vaginais o apertar mais.

– E-eu... – não pôde terminar, pois se desfez dentro de mim e gemeu alto, mas ainda continuou com as estocadas. Logo também gozei, melecando todo o seu pau.

Virei para ele e uni nossos lábios novamente, agora trocando carícias. Nos afastamos um pouco e agora tomamos nossos banho, sem malícia e sem mãos bobas. Saí do box e me enrolei na toalha, logo saindo também do banheiro que estava abafado. Caminhei até o guarda-roupa, o abri e retirei algumas peças simples, as vestindo em seguida. Vi que Jungkook já estava deitado, vestindo apenas uma cueca box azul. Sorri e fui ao seu encontro. Deitei-me ao seu lado na cama e o abracei, inalando seu cheiro natural e recebendo um carinho na cabeça.

– Eu te amo. – disse e fechei os olhos, procurando dormir. Kook pegou a coberta e nos cobriu.

– Eu também te amo, meu amor. – deu um beijo em minha testa e se aconchegou mais.

Embora nosso relacionamento seja complicado às vezes, eu ainda seria capaz de tudo por ele, apenas para o ver feliz ao meu lado. É isso que o amor faz conosco, afinal: nos deixa vulneráveis, mas ao mesmo tempo, fortes o suficientes para dar a vida ao parceiro.


Notas Finais


E aí? O que acharam? Espero que tenham gostado e desculpa pelos erros.
Beijos! <3

Perfil: @DeePBlooD


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