História Lonely Night - Norminah G!P - Capítulo 8


Escrita por: e babynorminah

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton, Norminah
Visualizações 248
Palavras 3.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Lonely Night - Norminah G!P - Capítulo 8 - Capítulo 8

Depois do jantar, Normani e eu seguimos para seu carro alugado. Antes de entrar, parei por um instante.

– Se eu voltar para o hotel agora, você vai ter que me levar para o apartamento de Drake quando ele sair do restaurante.

Normani descansou o braço na porta aberta do carro.

– Você não vai passar a noite comigo? Queria que passasse.

Eu também queria. Uma vez, havia muito tempo, largara tudo por Normani e acabara ficando magoada com ela por causa disso. Podia não ter aprendido a ficar longe dela, mas agora sabia uma coisa ou outra sobre manter uma relação mais saudável.

– Vim para cá para passar um tempo com meu irmão.

Ela estufou o peito e expirou profundamente.

– Justo. Pode reservar uma hora para ficar comigo?

Estávamos muito próximas uma da outra, espremidas no espaço entre o carro e a porta, mas era como se houvesse um abismo entre nós. Fora eu quem criara aquilo, mas ainda desejava que ele não existisse.

– O que você tem em mente?

– Qualquer noite durante a semana e, com certeza, o fim de semana que vem.

Assenti, então entrei no carro. Normani bateu a porta e contornou o carro pela traseira, dando-me um tempo para conjecturar como o restante da noite ia transcorrer. Mais sexo. Mais Normani. Ansiava pelos dois, mas seria bom não ter tantas dúvidas e reservas. Sentia falta de como éramos descontraídas. Mas acho que era uma ilusão minha. Normani sabia que ia acabar desde o início.

Ela entrou no carro e fechou a porta, mas não deu a partida de imediato.

– Escute – começou – você deve saber que isso também é difícil para mim.

– Mas você sabe o que está acontecendo – argumentei, calmamente. – Eu não tenho ideia.

Normani virou-se em seu assento e estendeu o braço, segurando-me pela nuca e me puxando na sua direção. Fechei os olhos, antecipando o momento em que seus lábios entreabertos tocariam os meus. Sua língua delineou o contorno da minha boca, uma carícia demorada que fez eu me aproximar dela em busca de mais.

– Tão doce – murmurou Normani. – Vou colocar você na cama e lamber seu corpo dos pés à cabeça.

– Você é boa nisso – respondi, ofegante, sentindo um tremor de ansiedade varar meu corpo.

Normani se afastou, como que para ligar o carro, então voltou na minha direção, tomando meus lábios num beijo ardente, molhado e voraz. Ela me comeu com a boca, a língua movendo-se fundo e veloz dentro da minha. Estava tão sedenta quanto ela, a mão deslizando entre seu cabelo, segurando os fios pela raiz à medida que a saboreava num frenesi. Ela envolveu um de meus seios com a mão, apertando-o, envolvendo o mamilo dolorido com o polegar e o indicador e puxando-o ritmicamente. Soltei um gemido, excitada e faminta.

– Nossa – murmurou ela, soltando-me e voltando bruscamente para o assento. – Quero você aqui. Agora.

Fiquei mais do que tentada pela ideia. Se estivéssemos em qualquer outro lugar que não fosse o Hansen’s, talvez tivesse subido em cima dela e concretizado sua vontade.

– Pisa fundo nesse acelerador – falei para ela.

Normani soltou uma risada rouca e deitou a cabeça no encosto do banco para olhar para mim.

– Tudo bem. Mas, quando estivermos na cama, vou bem devagar.

[...]

– Mani! – Com as mãos agarradas aos lençóis, eu tinha o corpo arqueado, tentando escapar da tortura de sua boca, embora quisesse mais. Havia esquecido o que ela podia fazer comigo, como me despia para chegar ao fundo, como seu controle completo de meu corpo me deixava disposta a fazer ou dizer qualquer coisa em troca do prazer que ela podia proporcionar.

Normani me segurava pelas coxas, a boca colada em meu sexo pulsante, a língua brincando comigo. As carícias aveludadas em meu clitóris eram de tirar o fôlego, e a necessidade de alcançar o clímax era tão violenta que eu estava empapada em suor, as pernas tremendo pelo esforço.

– Por favor – implorei, rouca, apertando os seios. Os mamilos estavam inchados e sensíveis pelos longos minutos que Normani passara se dedicando a eles com puxões lentos e calculados da boca.

Podia sentir seu cabelo cacheado roçando minha pele. Ela ergueu a cabeça.

– Por favor o quê?

– Eu quero gozar.

– Só mais um pouquinho.

– Por favor! – Enfiei a mão entre as pernas, desesperada para chegar ao alívio.

Normani mordiscou meus dedos, e eu gritei, ofegante.

Com a cabeça baixa, sua língua traçava caminhos por minha pele inchada. Ela circulou meu clitóris, então brincou junto à entrada mais abaixo.

Agarrei sua cabeça, segurando-a perto de mim e me esforçando para erguer os quadris contra sua boca. Mas Normani era muito forte e me imobilizou com facilidade, o hálito quente junto à minha pele sensível. Ela sugava com carinho, movendo-se com vagar ao longo de minha abertura e fazendo a pressão exata para me enlouquecer.

– Me deixa virar – arfei. – Me deixa chupar você.

Sua risada soou tão divertida que me deixou arrepiada.

Então ela enfiou a língua dentro de mim.

– Mani!

Ela segurou minha bunda e me levantou, inclinando-me em sua boca incansável. Sua língua me fodia depressa, os mergulhos rasos em meu sexo trêmulo me conduzindo direto ao orgasmo. Seu rosnado vibrou junto ao meu clitóris, seu prazer alimentando o meu.

Agarrei seu cabelo, gemendo, cravando meus calcanhares no colchão para me mover contra seus lábios.

– Não pare – arfei, tão perto agora, todo o meu corpo formigando.

Normani ficou de joelhos, erguendo-me. Minhas pernas estavam arreganhadas, dando-lhe acesso ilimitado. Normani me devorou, faminta e gananciosa. O prazer não me deixava respirar. As lambidas frenéticas contra os tecidos sensíveis inundaram meus sentidos. Eu fiquei observando, exatamente como ela queria que eu fizesse. A visão de sua cabeça e de seus cabelos escuros entre as minhas coxas, as investidas rápidas de sua língua... era tudo insuportavelmente erótico.

Normani era linda. Tudo o que sempre quis. E a necessidade feroz estampada em seu rosto me avisava que ela ia me conduzir ao meu limite antes de chegar ao fim.

Outro gemido irrompeu de minha garganta seca.

– Ah, Normani… Vou gozar.

– Espera – ordenou ela. – Quero que goze com meu pau dentro de você.

Soltei um grito frustrado por entre os dentes enquanto ela me colocava de volta na cama e se afastava para pegar um preservativo. Um segundo depois, já estava de camisinha, montando em mim, mas demorou demais. Eu estava sem paciência. Agarrei-a entre os braços e as pernas e a puxei na minha direção, erguendo-me para ela.

Normani me deixou trazê-la para junto de mim, mantendo as mãos espalmadas na cama ao lado de meus ombros. Então colocou uma das mãos entre nós, para segurar o pênis e acariciar minha pele escorregadia. Engoli em seco. Seus olhos escureceram, as bochechas corando à medida que abria minha entrada sedenta.

– Mani – rosnei.

Ela desceu com força, entrando fundo num único movimento, fazendo-me gritar ao ser dominada pelo orgasmo. Com o pescoço arqueado e os olhos apertados, permaneci rígida, sentindo o prazer correr por meu corpo, meu âmago se tensionando com aquele pau grosso e poderoso dentro de mim.

– Assim – gemeu ela, cerrando os punhos junto aos lençóis e impulsionando o membro rijo e comprido em meu corpo trêmulo. O clímax se intensificou, exacerbado pelas investidas rítmicas de suas pélvis contra meu clitóris… a sensação de sua ereção pulsando implacável.

Eu me contorci, perdida, completamente entregue a ela, lutando para me segurar, apesar de querer me render.

– Isso. – Os lábios de Normani estavam junto da minha orelha, sua respiração quente e acelerada. – Enterra os dedos em mim.

Minhas unhas agarravam suas costas molhadas de suor, sentindo os músculos se flexionarem à medida que seu corpo trabalhava para satisfazer o meu. Seu quadril se enrijecia e relaxava, suas pernas tensionavam e intensificavam o movimento.

Ela enfiou os dentes no lóbulo da minha orelha e gemeu, seu abdome trabalhado contra meu estômago, o suor dela e o meu grudando-nos.

– Os barulhos que você faz – arfou Normani. – Deixam meu pau ainda mais duro.

E seu membro estava duro. Feito pedra.

– É tão bom. – Tentei engolir, com a garganta completamente seca. – Normani… é bom demais.

– Você foi feita para mim – disse ela, intensamente. – Ninguém mais, Di. Você é minha.

E a cada investida ela provava seu ponto, devorando-me tão completamente que eu não podia pensar em mais nada além da necessidade de gozar mais uma vez.

Meu corpo já não me pertencia.

Normani era a única capaz de fazer aquilo comigo… tirar-me do sério… virar um bicho. Na cama com ela, não era eu mesma, era dela. Pronta e disposta a fazer tudo o que ela quisesse, a aceitar qualquer coisa que me oferecesse, sabendo que me faria gozar de novo e de novo…

Gemi baixinho, sentindo-a aumentar seu aperto, os músculos enrijecendo à medida que o prazer aumentava.

Normani baixou o rosto úmido contra o meu.

– Tão quente e apertadinha… Di.

Percebi que estava se agarrando a mim tão desesperadamente quanto eu a ela, aquela urgência contagiando cada fôlego e cada toque. Normani estava me comendo como se fosse morrer se tivesse que parar, como se fosse possível me foder forte o suficiente para mergulhar ainda mais fundo em mim.

Quando o orgasmo me atingiu, meus olhos encheram-se de lágrimas, deixando-me sem fôlego e embaçando minha visão. Um ruído grave que eu era incapaz de reconhecer como meu escapou.

– Ah, linda. – Ela me beijou, absorvendo o som, desacelerando seus movimentos até estar apenas movendo os quadris, mexendo a ereção pulsante dentro de mim. – Adoro o som que você faz quando goza. Assim sei o quanto você gosta, o quanto ama meu pau… minha boca… minhas mãos.

Eu a amava muito.

Estava esparramada sob seu corpo, arreganhada e possuída, e Normani parecia um sonho. Algo que eu havia conjurado.

– Sinta meu corpo – sussurrou ela, erguendo o tronco para olhar para mim. Seus olhos estavam escuros, o rosto corado, a pele tensionada pela luxúria, os ângulos esculpidos de seu rosto. – Dentro de você… – Ela moveu o quadril. Em seguida, pegou minha mão e a levou até seu seio molhado: – E você dentro de mim.

– Mani…

Ela tomou minha boca, beijando-me intensamente, a língua se esfregando na minha. Seus quadris moviam-se devagar, o que me permitia sentir cada centímetro pulsante de seu corpo. A carícia tranquila e deliberada sobre os nervos sensíveis me mantinha excitada e ansiosa. Ela se lembrava muito bem do meu corpo, sabia exatamente como me manter em ponto de bala.

– Senti saudade, Di – sussurrou ela, em meio ao beijo. – Você também sentiu minha falta?

Quando não respondi, Normani ajeitou os fios molhados do meu cabelo e me examinou em busca de uma resposta.

Meu sexo latejava ao longo de seu membro. Com os olhos fechados e os lábios entreabertos, Normani tensionou o corpo.

– Ainda não. Não vou gozar agora.

– Por favor… – Eu estava implorando e não ligava a mínima. Só queria que ela gozasse. Queria isso mais do que qualquer coisa.

– Não vou apressar. – Ela levou a mão às costas para pegar meu pulso e estendeu meu braço direito. Com a outra mão, apertou minha bunda, erguendo-me num impulso suave e fácil. – Humm… perfeita. Sempre foi perfeita.

Eu queria provocá-la, jogar o jogo com tanta frieza quanto ela, mas não era capaz.

– Pare de pensar e sinta – murmurou Normani, mordiscando o canto da minha boca. – Me deixa fazer você se sentir bem. É tudo o que quero. Fazer você se sentir bem.

Virando a cabeça, mordi seus lábios e deixei que ela fizesse o que queria.

[...]

Drake me observou enquanto eu me acomodava num dos bancos do bar do Hansen’s depois do expediente, e eu tinha certeza de que notara que estava sem maquiagem, o que traía a chuveirada que havia tomado meia hora antes. Meu irmão estava limpando o bar, mas parou e pegou uma garrafa de cerveja, abrindo-a antes de deslizá-la para mim.

– Tinha esquecido como gosto de Normani – ele disse, puxando conversa.

Concordei com a cabeça. Também gostava de Normani. O problema era que não sabia qual Normani era a verdadeira.

– Vocês voltaram?

– Não, é temporário. Mas, desta vez, sei as regras do jogo.

– Talvez não goste tanto dela assim. – Drake abriu outra garrafa e deu um longo gole. – Ela está apaixonada por você, sabia?

– Ela sente tesão por mim – corrigi, secamente, descascando o rótulo da garrafa. – E, por mim, tudo bem, posso viver com isso. Minha dificuldade é lidar com as outras coisas: o jeito como ela fala comigo às vezes, como se fosse mais do que isso, e a piração na minha cabeça sobre por que foi embora e agora voltou.

– Minha oferta de dar uma surra na sujeita para ver se ela cria juízo ainda está de pé.

Sorri.

– Talvez fosse mais fácil e eficaz fazer com que eu criasse um pouco de juízo.

– Também posso fazer isso. – Drake bateu sua garrafa contra a minha, num brinde. – Mas você já é muito ajuizada. Sabe o que está fazendo. Só queria não estar fazendo. Ela obviamente não tem ideia, pois se tivesse não correria o risco de deixar você escapar. Nunca vai encontrar alguém melhor que você.

– Ah, por favor, não venha com esse papo para cima de mim. Não vou aguentar. – Não era brincadeira. Estava me sentindo chorosa e sentimental.

Sexo com Normani me deixava assim.

Drake sorriu.

– Tudo bem. Levanta essa bunda da cadeira e me ajuda a limpar este lugar pra gente poder sair logo daqui.

Desci do banco com um suspiro.

– Droga. Devia ter aceitado o papinho.

[...]

No domingo de manhã, acordei com uma batida insistente na porta. Rolei para fora do sofá com um palavrão e tropecei, decidida a praguejar contra quem fosse.

Ao usar o olho mágico, no entanto, o que vi foram rostos queridos.

Soltei a corrente de segurança e girei a maçaneta para abrir a porta para meus irmãos e Allyson.

– O que aconteceu? – resmunguei.

– Pois é. O que aconteceu? – Drake surgiu do quarto vestindo uma calça de moletom que mal se segurava na cintura dele. Irmão ou não, eu sabia que ele era muito bonito. – Vocês sabem que horas são?

Thomas foi o primeiro a entrar.

– Hora de acordar.

Seth veio logo atrás de Allyson, segurando sua mão.

– Você deixou Dinah dormir no sofá? Sério?

– Eu ofereci a cama. – Drake cruzou os braços. – Ela não quis.

– Mais que compreensível – disse Thomas. – Se aquela cama falasse, teria o próprio reality show.

– Deixe de ser ciumento – retrucou Drake. – Tenho certeza de que sua cama um dia vai ver algum tipo de ação. Apesar de tudo, você ainda é um Hansen.

– O que estão fazendo aqui? – interrompi. Estava feliz de vê-los. Ter minha família ao redor trazia de volta um pouco da normalidade que perdera na última noite na cama de Normani. Estava me sentindo como Dinah Hansen de novo — sem acreditar que era a mulher se contorcendo, gemendo e unhando que gozara meia dúzia de vezes em uma questão de horas. Era como se eu fosse duas pessoas diferentes.

E você está com raiva de Normani por ter duas caras…

– Estamos esperando vocês se vestirem pra gente ir tomar café – respondeu Allyson. Seu cabelo estava preso em duas trancinhas que emolduravam seu rosto branco. O batom combinava com o tom de rosa do cabelo, fazendo-a parecer algum tipo de heroína de mangá. – Estou morrendo de fome.

– Vocês têm problemas – murmurou Drake. – É cedo demais para comer ou fazer qualquer coisa.

– São nove horas – observou Thomas.

Drake me lançou um olhar e falou com a voz arrastada:

– Então.

[...]

Ao meio-dia, já tínhamos comido e estávamos na quadra de basquete do condomínio. Modéstia à parte, eu era muito boa — tanto que tinha conseguido uma bolsa parcial na Universidade de Nevada-Las Vegas. Claro que tudo o que sabia havia aprendido com meus irmãos.

Tinha acabado de fazer uma cesta de três pontos e estava dispensando as provocações e as zombarias com um aceno de mão quando avistei Normani caminhando na nossa direção. Parei onde estava, admirando sua barriga exposta pelo cropped e a calça jeans. Estava de óculos escuros e girava as chaves do carro no dedo. Quando Drake jogou a bola para ela, Normani pegou-a e me presenteou com seu sorriso e suas covinhas.

– Oi – disse, aproximando-se de mim e pressionando os lábios contra minha testa corada.

– Você nos achou. – Uma onda quente de prazer passou por mim. Ela havia me pegado e me deixado no Hansen’s, portanto, encontrar o condomínio de Drake havia exigido iniciativa e empenho.

– Senti falta de acordar do seu lado – ela sussurrou contra minha pele.

Os óculos de sol tornavam impossível ler seu olhar. Peguei a bola e andei com ela, para recuperar o fôlego.

– Hamilton – Seth cumprimentou, irritado.

– Segura a onda, nervosinho – advertiu Allyson, levantando da cadeira que seu marido tinha arrastado da área da piscina. – Oi, sou Allyson. Mulher do Seth.

Normani apertou a mão dela.

– Prazer.

– Ouvi muito a seu respeito – comentou minha cunhada. – Só coisa ruim. Espero que mostre que eles estavam errados.

Normani me fitou de sobrancelhas arqueadas.

– Ah, ela não fala uma vírgula sobre você – continuou Allyson, fazendo-me sorrir. Ela sabia dar suas alfinetadas.

Thomas e Seth apertaram relutantes a mão de Normani. E então Thomas perguntou:

– A gente vai jogar ou o quê?

– Eu entro quando der – disse Normani, surpreendendo-me.

Drake passou a mão na cabeça.

– Entre no meu lugar, no time da Dinah. Estou exausto, graças a umas visitas que resolveram aparecer cedo demais.

– Viadinho – murmurou Seth.

– A gente estava destruindo vocês.

– Porque a gente estava pegando leve – respondeu Thomas, segurando a bola que arremessei na direção dele. – Já que ninguém aguenta ouvir sua ladainha.

– Vocês não precisavam ouvir nada, era só ter ficado em casa.

– Já chega – exclamei. – Vamos jogar.

– Assim que eu gosto – disse Normani com um sorriso.

Recomeçamos o jogo. E Normani era boa. Muito boa.

Jogava basquete de vez em quando. Não como você. Nunca me dediquei muito.

Lembrei-me das palavras que dissera um dia, sussurradas junto ao meu ouvido depois do sexo, enquanto ficávamos abraçadas. Ela obviamente havia treinado desde que nos separáramos.

Será que fora por minha causa? Ou será que era viagem minha?

Normani passou a bola, e eu fiz a cesta.

Se ao menos compreendê-la fosse assim tão fácil.


Notas Finais


Até logo!


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