História LonelySoulTale - Capítulo 32


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Drama, Lamentação, Levemente Triste, Plot Twist, Undertale, Universo Alternativo
Visualizações 6
Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então.
...
Então. Eu pretendo postar uns 4 capítulos nesse mês, terminando com um no True Lab no dia 31, dia do Halloween (ou Dia das Bruxas). Eu não posso falar muito sobre o que vai ser nos próximos capítulos, mas o final desse capítulo já meio que revela algo que vocês realmente vão ficar meio chateados/revoltados. Bem, fiquem com o capítulo de hoje!

Capítulo 32 - Na Casa da Undyne!


 

A criança ficou sentada no chão, pensando o que ainda lhe faltava fazer. 

...

Bem. 

A garota se lembrou de Undyne. Da outra vez, em sua outra rota, ela ficou triste e magoada.

... Ainda faltava fazer amizade com ela. 

 

Bem, Frisk então se levantou e começou a andar, fazendo seu caminho de volta para o Núcleo, e dessa vez, pegou o elevador para lá. Papyrus a ligou no caminho para o MTT Resort. Ele pediu para que ela o encontrasse nas Cachoeiras, e a aconselhou a ir pelo rio, com a ajuda de uma barqueira que vivia lá.

Bem, descendo ao caminho do rio, Frisk encontrou uma pessoa numa canoa, com um manto roxo que lhe cobria todo o corpo, e seu rosto ficava oculto por isso. Ela cantarolava baixo, com um remo em suas mãos. Sua canoa era de madeira, porém a ponta dela, parecia um cachorrinho.

MULHER DO RIO- Tralala... mm... -suas mãos eram negras, e o pouco que dava pra ver de seu rosto, também era- ... -ela percebe Frisk a olhando, então a observa calmamente- ... Quer passear?

Frisk fica indecisa por alguns segundos, porém aceita.

MULHER DO RIO- ... Para onde iremos hoje? -sua voz era tão calma... ela se levanta, colocando o remo dentro da água.

FRISK- ... Cachoeiras...

MULHER DO RIO- Hmm... Lugar calmo... tralala... suba, já vamos partir. -ela estende uma das mãos para a criança- Venha.

Claro, a menina fica com um pouco de medo, mas segura a mão da mulher. Sentindo bem, parecem ossos. Ela entra no barco, com jeitinho.

MULHER- ... Se sente aí. É melhor para você. -ela começa a remar o barco, tranquila. Elas logo se afastam da terra e entram num túnel, iluminado por algumas tochas, e pelas pedras brilhantes que lembravam estrelas.

Elas ficam quietas por um tempo, apenas com o som da água...

MULHER- Tralala... -respira fundo- Cuidado com o homem que gesticula demais enquanto fala.

FRISK- ... Por quee?...

MULHER- ... -ela ri suavemente- ... Ele é um incompetente...

FRISK- Osh.

 

Depois de um tempo, elas chegam nas Cachoeiras. A mulher ajuda a pequena a descer do barco, e apenas lhe dá um sorriso, antes de se sentar no barco e continuar cantarolando baixo.

A garota vai até o Save Point que existe ali, e salva seu progresso. Então, sobe até a casa de Undyne.

Papyrus está encostado na porta, esperando por Frisk.

PAPYRUS- Oh! Eae humana. Tudo pronto pra conversar com a Undy? Eu tenho um plano um pouco bobo, mas que pode ajudar vocês a se tornarem amigas.

FRISK- Acho que tô pronta...

PAPYRUS- Assim que se fala... Fica atrás de mim, beleza? -ele se vira para frente, e a olha com o canto da órbita- E vou falar pra ela que você trouxe isso pra ela -diz, mostrando um pequeno peixinho de pelúcia- Ela ama esses.

FRISK- ... tá bom... -ela se esconde atrás do Papyrus, mesmo que não tenha muito efeito.

Então, Papyrus bate à porta, que eram como dentes de peixe pontudos. (Autora: Não me lembro de ter descrito a casa da Undyne.. se alguém souber onde que tá, me avisa que eu edito isso) Reparando agora, a casa dela parecia um peixe, de duas cores. A expressão do peixe era algo normal de um peixe. Atrás da casa de Undyne, havia a continuação das águas das Cachoeiras, e lá longe, havia uma ilha, com uma árvore muito bonita.

Logo, Undyne abre a porta. Ela está vestindo uma camiseta preta, combinando com uma bermuda azul escuro. O tapa-olho que estava usando tem um coração estampado. E lá estava aquele lenço turquesa claro em seu pescoço.

 

UNDYNE- Ah oi Papyrus! -ela parece ficar nervosa- Não esperava te ver aqui hoje! Quer continuar aquele treinamento?

PAPYRUS- Claro, se é pra melhorarmos nossas habilidades de culinária juntos, que seja! -ele sorri, parece alegre junto com a Undyne.

UNDYNE- Hehe, você tá mais alegre que o normal... m-muito mais alegre que o normal.

PAPYRUS- É que eu troouxe... -ele sai da frente de Frisk, estendendo seus braços para mostrá-la à amiga- Uma amiguinha!

... Silêncio. Undyne parece se desesperar.

UNDYNE- ... Por que vocês... não entram?... -diz, dando passagem para que ambos passassem. Papyrus pegou a mão da garota e adentrou a casa, puxando-a junto.

Undyne fecha a porta atrás deles, ela parece desconfortável com a situação. 

PAPYRUS- Ah, Dy! A humana te trouxe um presente, soziinha! -diz, dando a pequena pelúcia de peixe para Undyne.

UNDYNE- ... Obrigada. Vou... Pôr com os outros. -ela vai até seu quarto, dava pra ver uma prateleira cheia de pelúcias de peixes, mas de cores diferentes. Havia uma com tapa-olho. Ela logo retorna à cozinha/sala de estar- Então, estamos prontos pra começar?...

PAPYRUS- Claro, só um problema. Eu tenho que ir no banheiro. Se divirtam! -o maluco corre na direção da janela, pulando nela e quebrando-a.

Undyne permanece quieta por alguns segundos, até que ela respira fundo.

UNDYNE- Por que você tá aqui? Pra jogar na minha cara tudo que eu fiz?? É pra isso????

FRISK- ... N...não...

UNDYNE- ... Então por que tá aqui? -ela respira fundo- Acha que nós podemos ser amigas? Que nós vamos sair saltitando alegremente por campos floridos cheios de borboletas?? 

FRISK- ... Eu acho...

UNDYNE- ... Uau. Eu só não posso te matar agora porque você é minha visita no momento. Mas você continua sendo a inimiga de todos os sonhos e esperanças desses monstros. -ela parece irritada, mas Frisk não tem certeza do que ela poderia estar sentindo.- Eu nunca vou ser sua amiga.

De repente, Papyrus retorna, colocando a cabeça na janela.

PAPYRUS- Ah poxa que droga... Achei que a Undyne poderia ser sua amiga. Mas acho que ela não aguenta o desafio. -ele some de novo.

UNDYNE- D...Desafio?!... P-PAPY PERA AÍ!... -é, ele se foi.- ... Ele acha que eu não posso ser amiga de alguém como você?? Que piada... Eu posso fazer amizade com quem eu quiser. Escuta bem, garota. Não vamos ser 'amigas', vamos ser 'melhores amigas'. Mas não de verdade. Minha melhor amiga DE VERDADE ficaria magoada comigo. -respira fundo- Por que não se senta? 

FRISK- ... Posso ver o seu quarto?

UNDYNE- Nah, não. Só amigos próximos. Tipo, a Alphys, o Cabeça-de-Osso e o Ossinho.

FRISK- ... Que?...

UNDYNE- ... Paps e Sans.

FRISK- Ah faz mais sentido assim... -a criança se senta numa das cadeiras da mesa. Olhando em volta, tem uma guitarra, uma geladeira, um fogão, prateleiras com enfeites delicados... 

UNDYNE- Eu vou pegar... alguma coisa pra você beber, tá bom? -diz, se aproximando da geladeira, ela parece bem relaxada. Ela pega todas as bebidas da geladeira e coloca na bancada- O que gostaria?...

FRISK- ... Eu... -ela se vira para o lado, para se levantar, mas Undyne chama sua atenção.

UNDYNE- Hey hey! Não precisa se levantar! Você é visita! Uh... -ela invoca uma lança, e a coloca sobre a mesa- Aqui, pode usar a minha lança pra apontar o que você quer... 

A criança aponta para a geladeira.

UNDYNE- Você quer a GELADEIRA INTEIRA?! N-não, eu não posso te dar isso, você vai passar mal... 

A criança aponta a lança para Undyne, com um sorriso amável.

UNDYNE- ... Não.

FRISK- ... Eu queria um abraço...

UNDYNE- Eu falei que não.

FRISK- ... Mas é só um abraço. (Frisk: :( )

UNDYNE- Não, sem abraço. Escolhe algo pra beber, não pra abraçar.

FRISK- ... A poxa. -a criança aponta para o refrigerante, um refrigerante incolor.

UNDYNE- ... Eu vou te avisando, é horrível... E você não tem que pegar o refrigerante, você não parece muito feliz com ele... Eu acho uma porcaria... Apodrece os dentes, tem muito gás... e o gosto é uma porcaria.

FRISK- ... Então por que você tem?

UNDYNE- ... O Papyrus... ama isso... Parece que não dá nada quando ele bebe, ele fica até mais...m-mais alegre.

FRISK- ... Acho...que vou querer o chá... 

UNDYNE- Já já fica pronto... -ela coloca água num bule, e o coloca no fogão. Ambas esperam a água ferver. Quando ferve, Undyne pega uma xícara, com formato de peixe, e coloca a água quente nela. Depois, põe o saquinho de chá dentro da xícara, e coloca açúcar. Mexe um pouco, e depois de alguns segundos, retira o saquinho de chá- Espero que esteja bom...

Ela coloca a xícara na frente de Frisk, com cuidado para não derrubar. Ela se senta numa outra cadeira, ao lado de Frisk.

UNDYNE- Só tome cuidado, que tá quente... não tão quente, mas é bom tomar cuidado. 

A criança bebe um golinho, com cuidado para não se queimar. Está bem quente, mas o gosto é muito bom.

UNDYNE- É gostoso, né? -ela respira fundo, se debruçando na mesa- ... É estranho sabe, você escolher logo... Esse chá. Chá de flor dourada... É o chá favorito do Asgore. Na verdade, pensando aqui... Você me lembra dele... Ele é bem gentil, também. Só que ele tem uma diferença... É bem bravo... 

A garota continua bebendo, olhando a Undyne.

UNDYNE- ... Sabe... Quando eu era mais criança, eu era... Bem judiada na escola. Me xingavam muito porque eu era gentil demais com os outros... E eu quis lutar com Asgore, pra provar pra eles que eu era forte, que eles não podiam mexer comigo desse jeito. E bem, eu fui derrotada bem facilmente... porque eu não conseguia acertá-lo. E ele se recusava a me machucar. Eu me senti... Ainda mais humilhada, sabe? -suas brânquias externas abaixam um pouco, ela parece triste- Ele perguntou se eu queria ajuda para que os valentões parassem de me provocar... E eu aceitei. Logo ele me deixou ir à casa dele... Eu treinei com ele, e a filha deles sempre me motivou a continuar tentando, mesmo que eu errasse. Ela era super gentil comigo, mas lógico, ela aumentava a dificuldade pra mim às vezes... Quando eu derrubei Asgore num treinamento, eu me... me senti tão horrível... mas ele, ele tava sorrindo...

Frisk escutava a história atentamente.

UNDYNE- ... E ele continuou me treinando, até que ele me nomeou a Líder da Guarda Real...Embora eu devesse ser feliz com isso, eu só conseguia me sentir mal... Porque eu nunca quis machucar as pessoas. Eu só queria saber me proteger. Pra proteger os outros que eu amo. -ela respira fundo- ... E eu sou obrigada a treinar o Papyrus.. Pra ser honesta... Eu... Não quero colocá-lo na Guarda Real. Eu acho que se colocarmos ele na Guarda Real, ele vai matar todos os humanos que vierem... M-mas eu não concordo com isso... S-se matarmos todos os que não concordam ou que são criminosos para nós, vão surgir mais criminosos que não concordam, e vamos ter que matar eles, também... E-eu não gosto disso...P-por favor, não diz isso pra ele...

FRISK- ... Táá...

UNDYNE- Isso faz parte do porque de eu estar ajudando ele a melhorar a culinária... Ele cozinha bem, e se ele cozinhar melhor, ele vai conseguir fazer alguma outra coisa com a vida dele... Que não o ponha em risco... M-me desculpa, falei demais... Vou pegar mais chá pra você...

 

Undyne se levanta, e vai buscar o chá.

 

...

 

UNDYNE- ... Pera aí.  Papyrus... A aula de culinária... ELE DEVERIA ESTAR TENDO ELA AGORA!!! -ela põe as mãos na cabeça, parece nervosa- NÃO ACREDITO QUE ELE FUGIU!! M-mas já que ele não tá aqui pra ter essa aula, VOCÊ vai ter no lugar dele! -a Undyne pega todas as coisas da bancada e as põe na mesa- Nada fez com que eu e Papyrus ficássemos mais próximos do que cozinhar! Nós podemos ficar bem próximas, também! -ela parece empolgada.

 

Undyne chega perto de Frisk e a pega no colo, e a coloca perto da bancada. Ela está sorrindo, parece alegre com a ideia.

UNDYNE- Ok, vamos começar com o molho. -ela coloca alguns tomates sobre a bancada, e dá uma faca à Frisk- Corte-os com cuidado, tendeu?

A criança quis ser um pouco desobediente. Então, ela basicamente esfaqueou um tomate, espirrando o suco dele tanto em Undyne quanto nela mesma. A parede também foi atingida

UNDYNE- N-não, não assim! -ela pega a faca da mão de Frisk- É assim, olha! -ela gentilmente corta um outro tomate, com cuidado para não espirrar tanto suco.- ... N-nós colocamos isso num pote depois...

FRISK- ... Tááá.

UNDYNE- Mas agora nós fazemos o macarrão! -ela coloca uma panela no fogão, tirando o bule de lá. Undyne usa a água do bule para colocar na panela, embora a água tenha esfriado um pouco.- Coloca o macarrão aí, com cuidado pra não espatifar tudo no chão.

... Frisk joga o macarrão na panela, o que faz com que o macarrão literalmente se espatifa no chão. Alguns macarrões acabam quebrando. 

UNDYNE- ... P-pelo menos caiu mais dentro do que fora... O-ok! Agora temos que mexer, tendeu? Mexe com cuidado pra não cair água quente.

E a garota faz exatamente o contrário. A água não está tão quente, Frisk mexe bem rápido.

UNDYNE- V-vai encharcar todo o chããoo...! T-tá legal, de qualquer jeito, agora só aumenta a temperatura do fogo. Não deixa muito quente, e a temperatura do fogão só aumenta, então cuidado.

... E a Frisk vira três vezes o botão para a direita. E as chamas ficam enormes.

UNDYNE- A-AI MEU DEUS! 

O fogo começa a se espalhar pela casa. Logo, o lugar todo está em chamas, ainda é possível permanecerem lá dentro, embora esteja meio quente. 

UNDYNE- ... Ah...

FRISK- ...Me desculpa pela sua casa... -agora reparou o quão idiota foi, e parece nervosa.

UNDYNE- ... É só uma casa... Mas e agora? Fazemos o que? Pulseiras da amizade? Vemos algum desenho? -ela está forçando um sorriso, mas logo desiste de fingir que está tudo bem- ... Quem eu tô enganando... Eu ferrei com tudo... Eu não posso te forçar a gostar de mim, garota. Algumas pessoas só não se dão bem...

E bem, na verdade, Frisk gostou desse lado de Undyne, é o que parece mais real.

UNDYNE- Eu entendo se você se sentir assim sobre mim. -ela parece estar se contendo- Se não... não pudermos ser amigas... Tá tudo okay. Porque se não formos amigas... -seus olhos começam a lacrimejar- Significa que posso te matar sem me arrepender por isso.

FRISK- É O QUE?!?

Undyne ataca!

A Líder da Guarda Real invoca uma de suas lanças, segurando-a com firmeza, Frisk se afasta dela, assustada.

UNDYNE- Eu falhei com tudo que eu devia ser, eu não devia ser assim, eu não devia nem ter tentado ser sua amiga. É isso. E-eu não ligo se você é minha visita ou não, eu preciso acabar com isso! É o único de jeito de ficar tudo bem! -é bem claro que ela realmente não quer lutar, mas faz isso pelo status.- VAI! ME ATAQUE COM TUDO QUE TEM!

Undyne está deixando que Frisk a ataque primeiro.

FRISK- ... -ela chega perto de Undyne e dá um soco, extremamente leve, na sua perna. Dano de 0.

UNDYNE- ... -ela parece ficar tão confusa- ... É só isso?... V-você não quer mesmo me machucar??? M-mesmo depois das merdas que eu fiz pra você?? -ela está praticamente chorando.

FRISK- ... Você lembra o Asgore, também. É fofucha que nem ele.

UNDYNE- ... Sabe... -a lança desaparece de suas mãos, e ela seca algumas lágrimas do rosto- ... Eu nunca quis te machucar de verdade... Eu sou meio que obrigada a te machucar, mas eu não quero... Você tem um grande coração... -ela respira fundo, seus olhos ainda estão lacrimejando- ... Humana... Você e Asgore estão destinados a lutarem. Mas eu conheço ele... Ele não quer fazer isso. Conversa com ele... Ele vai te deixar ir pra casa, ou você pode até morar com ele...Eventualmente algum outro humano vai cair aqui, e a gente vai ter que pegar a alma dele no lugar da sua... 

FRISK- ... Eu não vou machucar ele, tá? Eu prometo...

UNDYNE- ... Se você fizer isso, eu cruzo a barreira só pra te bater, tendeu? Amigas fazem isso, né? -ela ri baixo- ... Vem cá. -diz, pegando Frisk no colo e a abraçando- ... Vamos sair dessa casa flamejante... 

Ambas saem da casa, com calma, já que o fogo coincidentemente não estava na porta. 

UNDYNE- Foi legal, né? Só precisa maneirar no calor... -ri- Temos que fazer isso outras vezes... Mas em outro lugar. Enquanto isso, eu vou ter que ficar na casa da minha melhor amiga...

FRISK- Queeem? Seu melhor amigo não é o Papyrus? 

UNDYNE- ...S-s-sim ele é, m-mas eu vou ficar na casa da Alphys... E-eu e ela somos grandes amigas... Se precisar de mim, v-vai lá no Laboratório dela... Ou liga pra ela, que eu vou estar lá pra falar contigo. -ela coloca Frisk no chão, e lhe faz carinho- Te vejo por aí, fofuchinha. 

A Líder da Guarda Real - ou a Peixinha, como Frisk começa a chamá-la mentalmente - vai embora calmamente, ela parece bem feliz.

 

A Frisk fica sozinha de novo, mas parece feliz dessa vez. Ela observa a casa em chamas, e observa a árvore ao longe...

... Há algo lá. Algo que não estava lá antes. Parecia... Alguém. Frisk tenta reconhecer aquela pessoa, tentando pensar se a havia visto antes, porém aquilo desaparece.

...Frisk fica mais assustada. De novo, sempre quando não há ninguém mais junto a ela.

...

A criança tenta relaxar um pouco, e bem, ela volta a canoa da mulher do rio. Ao entrar na canoa, recebeu uma ligação de Alphys.

ALPHYS- Olá humana, aqui é a Alphys e...

UNDYNE- EAE HUMANINHA!!

ALPHYS- Ugh, Undyne, te acalma, ô empolgada... Vai estourar os tímpanos da menina...

UNDYNE- hehehe desculpinha, Al!

FRISK- Hooi!

ALPHYS- Então, a Undyne chegou agora a pouco, tipo... Uns 20 segundos atrás. E ela quer te pedir um negócio.

UNDYNE- ... E-então humana, é que eu queria que você entregasse um negócio pra mim... 

FRISK- HMMM NEGÓCIOS NEGÓCIOS, QUE NEGÓCIO? -a criança parecia animadinha.

UNDYNE- N-nhaag, n-não é nada demais...!! É só uma carta...

ALPHYS- Hehehe, claro, só uma carta...

UNDYNE- A-ALPHYS É SÓ UMA CARTA, POXA!!

ALPHYS- Claro, continua que eu posso acreditar daqui uns anos... 

 

-Continua.

(Cês vão ficar revoltados comigo AHUAHAUHAU)


Notas Finais


Então gente... O aviso de heterossexualidade não tá lá por acaso... Desculpa, de verdade, mas eu sempre quis pelo menos que a minha AU tivesse Papyrus x Undyne, então é, esse é um dos shipps canon na MINHA AU.

Peço desculpas pra quem queria Alphyne, mas bem, tem uma explicação pra não termos Alphyne e, em vez de namoradas, as duas serem melhores amigas. De verdade, me desculpem. Eu sei também que minha fanfic anda tendo poucas visualizações, mas como eu demorei muito pra começar isso, eu não vou encerrar a fic por isso.

Tenham um bom dia, uma boa tarde e uma boa noite, dependendo do horário em que estiverem lendo isso <3


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