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História Long Fic Jungkook - Paper Hearts - Capítulo 124


Escrita por:


Notas do Autor


Hello People... ^^

Eu cheguei...

Alguém ai gosta de tretas e tensão?
por que nesse capitulo temos kkkkk

aproveitem a leitura ><

Capítulo 124 - Até nunca mais...


Fanfic / Fanfiction Long Fic Jungkook - Paper Hearts - Capítulo 124 - Até nunca mais...

Jungkook POV’s

O que foi que eu fiz?

Jungkook se movia de modo automático no palco, música após música, cantando suas linhas e executando seus movimentos, pensando se deveria largar tudo ali e correr atrás de Valéria. Ele próprio não conseguia correr de seus pensamentos sombrios.

O que havia feito foi inimaginável. Fizera algo que prometera a si mesmo não fazer. Magoara a namorada, quando sua obrigação era protegê-la e cuidar dela. E no entanto, ele deixou-se dominar pelo ciúme e não conseguiu se controlar, falando coisas que não deveria.

Não importava que Valéria o tivesse desafiado e se exaltado. Nada importava exceto que ele havia exagerado. Não importava como ele olhava, ele estava errado.

Olhou pela multidão em busca do rosto dela, mas não a encontrou.

O que ela estaria pensando? Como esta se sentindo?

Depois de todos os bons momentos que haviam tido desde aquela manhã, os momentos que compartilharam durante a festa, e agora, haviam dito coisas horríveis um para o outro.

O que foi que eu fiz?

A pergunta se repetia em sua cabeça constantemente. Ele precisava consertar aquilo, acertar as coisas e se desculpar.

Assim que a ultima música programada terminou, o maknae saiu do palco as pressas, seus hyungs poderiam cuidar da contagem regressiva. Naquele momento ele precisava encontrar sua namorada.

 

Valéria POV’s

As palavras de Jungkook giravam ao meu redor e me deixavam tonta. Era difícil assimilar aquela briga. Fora tão ridículo. Estava confusa, e não sabia o que fazer ou pensar.

Está claro que Jungkook está tão cansado de tudo isso quanto eu, mas mesmo assim, o modo como falou comigo, foi absolutamente revoltante. Será que teremos um relacionamento normal um dia? Sem precisar enfrentar brigas, escândalos, ameaças? É tudo tão cansativo.

Depois de um tempo em meio a pensamentos intensos, levanto-me do local onde estava sentada e saio do banheiro, decidindo caminhar para pegar um ar. Abro a pesada porta de metal e caminho até a balaustrada.

O céu noturno estava limpo e gelado e o ar gelado imediatamente fez os pelos do meu corpo se eriçarem, mas não me incomodei. Me debrucei sobre a amurada para observar as luzes cintilantes de Seul. O metal estava gelado e escorregadio por conta da neve recente.

Enquanto os ouvia performando eu tinha vontade de correr até lá, subir naquele palco, pedir desculpas por tudo e fazer com que ele se desculpasse. Eu sabia que deveria voltar lá pra baixo, mas simplesmente não conseguia. Não podia voltar pra lá e ser o alvo do olhar constante de todas aquelas pessoas avidas para me julgar. Reviro os olhos. É tudo tão complicado.

Dali consigo ouvir o que eles estão dizendo no palco. Eles estão iniciando a contagem regressiva.

- Dez... Nove... Oito... Sete... Seis... – É possível ouvir as vozes de todos os convidados contando animadamente. – Cinco... Quatro... Três... Dois... Um... Feliz ano novo!!!

Perfeitamente cronometrado, quando a contagem chega ao fim, os primeiros dois foguetes se projetam o ar explodindo num grande estrondo e iluminando tudo em uma enorme e deslumbrante combinação de cores e luzes cintilantes, que viram uma chuva de fagulhas brilhantes diante dos olhos. Mais e mais foguetes se lançam no ar e explodem numa grandiosa confusão de cores.

- Feliz ano novo... – murmurei sozinha. Minha voz não passava de um sussurro vazio e sem emoção.

Toda a queima de fogos durara vários minutos, no qual se fez no céu um grande espetáculo de cores e luzes. Quando a chuva de cores se encerra a multidão lá em baixo explode em aplausos frenéticos e entusiasmados, saudando o ano que se iniciara.

Havia sido impressionante, no entanto, eu não consegui apreciar a beleza do show. Com um suspiro profundo e um ultimo olhar para as luzes de Seul se alongando diante dos meus olhos, decido voltar para dentro, pois estava muito frio, sinto meu celular vibrando dentro da pequena bolsa, peguei o aparelho, esperando que fosse Jungkook, porém era Vinicius, meu irmão. Pigarreio antes de atender.

- Alô? – Fico feliz que minha voz soa normal, e não como a de alguém que estava chorando a poucos minutos atrás.

 

Jungkook POV’s

A queima de fogos que saudava o novo ano se iniciou, chegou ao fim e Jungkook ainda não havia encontrado Valéria. Tentou ligar para o celular dela diversas vezes, mas continuava dando ocupado. Com um arrepio de apreensão, entrou em contato com Yoo Si Jin para que ele e sua equipe procurassem por ela também.

Jungkook não era supersticioso, dificilmente acreditava em coisa como sexto sentido ou intuição, no entanto, naquele momento tinha um pressentimento ruim que lhe oprimia o peito e embrulhava o estomago, por isso ele se apressou para procurar nos outros andares do prédio.

 

Valéria POV’s

Minha conversa com meu irmão estava sendo mais longa do que o habitual, mas fiquei sabendo sobre minha família, e que ele e todos estavam bem.

- Espero que esteja tudo bem entre você e o Jungkook. – diz ele como quem não quer nada, no entanto sei que ele está se fingindo de bobo para obter mais informações. Ele podia não ter certeza, mas pressentia que havia algo de errado comigo.

- Nós estamos bem... – Menti. Só acabamos de ter uma briga ridícula e estamos com raiva um do outro, mas estamos bem. – Preciso ir Vinie. Amo você.

Sinto um nó em minha garganta.

- Também amo você chorona.

Desligo e checo as horas. 00h43m. Caramba! Havia ficado conversando com ele mais tempo do que havia imaginado. Melhor voltar para o salão.

Me afasto da amurada e desço a escada que leva de volta ao prédio. Estou prestes a entrar no elevador quando alguém me agarra por trás.

Tento gritar, mas uma mão cobre minha boca e sei que é uma mão masculina pois ela cobre toda a parte inferior do meu rosto. Me debato, mas os braços que me seguram são fortes demais, mordo os dedos com força.

- Ai. – Geme a voz masculina.

- Não grite, e a mantenha de boca fechada também. – A segunda voz é firme, aguda e extremamente fria.

Min Ha Ri.

Ela surge rapidamente na minha frente, rindo debochada antes de colocar uma venda de veludo negro nos meus olhos.

Sinto as mãos do homem que me segurava prender meus pulsos num aperto de aço, que machucava minha pele, a mão dela, substitui a dele, cobrindo minha boca para impedir que eu gritasse e logo os sinto me arrastando para trás. Meu coração está batendo loucamente, sinto meu peito doer enquanto me debato loucamente, mas não sou páreo para a força daquele homem.

- Qual será o som que faz uma vadia ao implorar por piedade? – Min Ha Ri diz pra si mesma soltando uma risadinha fria e calculada. – Vamos descobrir?

Ela estava enganadíssima se achava que eu iria implorar.

Ouço uma pesada porta de ferro se abrindo, e logo eles estão me arrastando escada acima. Estão me levanto de volta para o terraço. Sinto meus lábios tremendo sob a palma da mão dela enquanto reprimo um grito de pavor. Ela está me levando para o terraço, sei o que ela pretende fazer comigo.

O ar gelado bate em meu rosto, cerro os dentes para não gritar.

- Levante-a! – a voz dela ordena, autoritária.

Eu luto e me debato, o aperto firme me arranhava a pele e eu me sentia impotente. O primeiro grito escapa, mas sei que ninguém poderá me ouvir gritar aqui em cima. Ela ri novamente.

Respiro com dificuldade, sentindo enquanto o homem me levanta. Algo duro e frio bate nas minhas costas e o terror me domina, sei que é a grade da amurada, que naquele momento é a única coisa que impede minha queda de oito andares. O homem está tentando me forçar por cima da grade. Sinto meus pés se levantarem do chão e me debato com mais força, tentando me libertar, o aperto afrouxa e consigo me arrastar para o chão.

Sinto um braço passando próximo da minha boca, então mordo com o máximo de força que consigo, sentindo gosto de sangue e com satisfação escuto o grito de dor da sasaeng.

Algo duro acerta a minha cabeça, um calor aquece a lateral do meu rosto e sei que estou sangrando, mas a sensação de perigo e a adrenalina não me deixam registrar a dor. Sou atingida novamente com um golpe na lateral do corpo, provavelmente um chute, que me expulsa todo o ar dos pulmões, caio no chão, tossindo e arquejando.

Desnorteada tento tirar a venda, mas meus braços são segurados novamente e sou forçada a ficar de pé. Sinto uma mão agarrar meu pescoço com força, e sei que é a dela, pois suas unhas perfuram minha pele. Meus pulmões pedem desesperadamente por ar. Sinto que estou sendo levantada de novo e o homem está me segurando sob a amurada. Tento chutá-lo, mas minhas pernas atingem o vazio.

Sinto a venda ser removida. Pisco os olhos, a vista estava embaçada, o mundo girando fora de foco. O homem que me segurava estava com uma toca ninja e Min Ha Ri esta me encarando com um sorriso cruel.

- Até nunca mais Valéria. – Ela diz sorrindo friamente e então o homem me solta.

 

Jungkook POV’s

 

Jungkook deixava o sétimo andar com o pressentimento cada vez mais forte. Valéria não estava em nenhum lugar. Será que havia ido para casa sozinha?

Depois de todo aquele desentendimento entre eles, ele não se surpreenderia se ela tivesse feito isso.

Mas enquanto procurava, outra coisa chamou sua atenção. Algo que fez o sangue gelar em suas veias. Quando atravessava o corredor em direção as escadas para o ultimo andar, notou algo dentro do elevador. Ele possuía estrutura de vidro e através do material transparente era possível ver Min Ha Ri descendo do andar para onde ele ia... e estava com um sorriso satisfeito e cruel em seu rosto.

De repente, Jungkook não estava mais com medo de que Valéria tivesse ido pra casa sozinha.

Agora temia que ela tivesse ficado ali.


Notas Finais


É isso pessoas

Mais alguém ai está tenso? pois eu estou haha

espero que tenham gostado!
Digam-me o que estão achando, a opinião de vocês é muito importante!!!

Logo posto mais... um beijo na teta esquerda S2


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