História Long Flight - Imagine Taeyong - Capítulo 2


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Johnny, Mark, Personagens Originais, Taeyong, Ten
Tags A Cinco Passos De Você, Asia, China, Coréia, Coréia Do Sul, Elleonor, Haechan, Japao, Johnny, Kpop, Mark, Nct, Nct127, Nctdream, Nctu, Nctvision, Romance, Stella, Taeyong, Tailandia, Ten, Wayv
Visualizações 9
Palavras 1.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei galera. Eae, saudade?
Não, eu seikkkkkkkkk
Ent gente, que equivale a (0) pessoas, tenham uma boa leitura.

Capítulo 2 - "Cloud 9"


Fanfic / Fanfiction Long Flight - Imagine Taeyong - Capítulo 2 - "Cloud 9"

Após beber uns 5 ou 6 copos, na verdade não parei para contar, seria controlador e doentio. Talvez a bebida tivesse feito o efeito muito rápido, pois até esquecer que estava junto de outras pessoas eu esqueci. 

— Então… — Levo um susto ao ver um garoto ao meu lado. Ele era lindo, loiro com os cabelos levemente ondulados, seu olhar era penetrante mesmo sendo apenas duas bolinhas negras que se formavam em formato de meia-lua quando seu sorriso largo preenchia seu rosto, aparentava possuir 1,78 de altura, porém parecia minúsculo com seu moletom gigantesco e suas perninhas fininhas. Estava estranho, eu observava ele de cima a baixo, e só notei isso quando ele engole seco enquanto os amigos deles me encaram de longe, rindo de deboche, é claro. -- O que está fazendo sozinha aqui?

— Por acaso, tem algum problema eu estar sozinha? — Meu lado rude aparece como defesa, tenho costume de ser grossa quando estou tímida, e isso não é nada bom. — Me perdoe… Como se chama?

— Mark, Mark Lee. Como é seu nome? — Eu estava falando coreano sem nenhuma falha, uma das vantagens de tomar alguns copos de cerveja. 

— Meu nome é Elleonor. — Digo olhando para os dois garotos na mesa de trás. — Quem são? 

— Aquele ali é o Johnny. — Diz ele apontando para o maior que estava com as bochechas levementes rubras. — E o outro é o Taeyong. — Bom, o tal de Taeyong evita olhar para cá, enquanto Johnny nos chama para sentarmos juntos a eles. — Bom, você aceita sentar com a gente?

Apenas balanço a cabeça como resposta. Me levanto de minha cadeira e pego minha bolsa, sigo o Mark até a mesa onde possui perfeitamente 4 assentos. Johnny e Taeyong se levantam e fazem referência a mim, Mark faz o mesmo já que tinha esquecido dessa parte tão importante. 

Percebi o quão os três eram lindos, não era aquele trio de garotos populares de uma escola clichê, mas eram lindos. Não pareciam serem feitos uns para os outros.

A beleza de Johnny era a que mais me chamou atenção. Ele era muito diferente, simpático, engraçado e transmitia tranquilidade em seu olhar. Quando sorria, formava-se uma pequena covinha apenas no seu lado esquerdo, o que pra mim era extremamente fofo. Deve ter 1,84 só de perfeição. Ok, meus pensamentos são estranhos.

Taeyong? Eu não tenho muito o que falar dele. Ele era simples demais, quieto demais, tímido demais. O que me agonia em ver ele com os olhos sempre direcionados ao chão, suas mãos mexendo freneticamente e seus pés balançando. Ele aparentava ter o mesmo tamanho que Mark. Possuía um corte de cabelo que combinava com sua aparência e a cor acinzentada o deixava extremamente bonito. Suas sobrancelhas grossas, uma pinta localizada em seu lábio inferior… Oh, céus. Eu estou secando o garoto a um bom tempo. O que é isso Elleonor?                  Vejo um pequeno sorriso se formar em sua boca, e assim, Taeyong, pela primeira vez, levanta seu olhar para mim, e que olhar.

— Vocês são daqui? — Pergunto um pouco tensa.

— Eu nasci em Toronto… 

— Toronto? Canadá? Eu sou de Vancouver! — Interrompo o Mark na mesma hora em que ele solta a cidade que eu sempre gostei de visitar. Acho que só faltou o Mark se levantar e me abraçar enquanto dava pequenos pulinhos. Ele ficou animado e muito fofo. 

O silêncio paira sobre o local e isso me deixava super nervosa, pois, eu não sabia se falava, ou se eu me mexia ou se respirava. Estava completamente perdida até que BOOM. Um grande e luminoso raio corta os céus de Seul. Nós quatro nos assustamos na hora e começamos a rir, até o Taeyong.

-- A CARA  DO JOHNNY-- Mark não conseguia se controlar, ele ria mais do que falava. Johnny apenas deu uma cotovelada de leve em Mark, como se estivesse dizendo “Pare com isso, por favor”. 

Assim como o raio que surgiu no céu cinzento, a chuva começou a escorrer pela janela, gotinha por gotinha. E eu me vi ali, no reflexo da janela, olhando cada gotinha que escorria até perdê-las de vista. Era uma paisagem linda. O conjunto de edifícios, jogos de luzes espalhados pela rua e os meninos. Meninos? Eu nem sei o que estou fazendo aqui. Simplesmente apareci, apareci em Seul ao lado de três garotos muito simpáticos, isso sem contar que parecia uma amizade de anos de convivência. Nós estamos a um bom tempo conversando, mesmo que o Taeyong não tenha dito nada até agora, apenas concorda com a cabeça. “Uhum”, talvez seja a única palavra em seu vocabulário, ou ele é muito tímido, tímido ao extremo. Ou, a última opção, eu sou um incômodo e ele não foi com a minha cara.

Vejo Taeyong olhar o relógio pendurado no bar, o que me fez, automaticamente, fazer o mesmo. Meu Deus são sete horas da noite. Eu preciso ir embora. Como passou tão rápido? 

— Garotos, a tarde foi maravilhosa mas eu preciso ir... — Digo abrindo minha bolsa e procuro meu celular.

  Merda. Onde eu coloquei meu celular? Eu juro que eu trouxe ele… Foi aí que o flashback veio a tona me fazendo lembrar que eu esqueci meu celular na cama após a discussão com minha mãe. Como eu vou embora com essa tempestade horrível? 

— Quer que eu te leve para casa? — Johnny diz e eu apenas solto “hm”, por acaso ele leu minha mente.

— Eu iria pedir um táxi porém acho que esqueci meu celular em casa. — Digo cabisbaixa.

Johnny apenas levanta acompanhado com os meninos e pede para irmos logo. Passamos pela chuva, o que me deixou totalmente encharcada, até chegarmos no carro. O carro era lindo, limpo e confortavelmente caro. Johnny realmente aparentava ter uma belezinha dessas.

— Podes me dizer onde fica sua casa? — Johnny pede e eu começo a orientar ele como se fosse um gps. Mark, ao lado do banco do motorista, estava cochilando. Enquanto isso Taeyong olhava algo pela janela do carro em movimento. Após explicar onde fica “minha casa”, ele pergunta algo novamente. — Ok, entendi. E qual é seu número?

De primeira, eu pensei que ele estava falando sobre o número da casa. Mas eu pensei um pouco, e percebi do que tratava. Não vi isso com maus olhos, porém, Mark, o mesmo que estava cochilando, e Taeyong arregalaram os olhos, Taeyong encarava Johnny e Mark estava com uma expressão estranha, ele tinha meio que um sorriso diabólico em direção ao Johnny, era uma cena muito engraçada. Johnny pediu para Mark salvar meu número no celular dele e Mark aproveitou para salvar no dele também. Já Taeyong, pouco se importou e voltou a olhar para a janela.

Chegando em frente ao hotel, respirei um pouco depois de dar tchau a todos, porque eu iria enfrentar chuva forte e gelada. Que legal. O cavalheirismo falou mais forte, então, Taeyong, o quieto, abriu a sua porta e tirou o casaco. Foi até a minha porta, me tirou de dentro do carro com seu moletom por cima da minha cabeça, me levou até a porta de entrada do hotel.

— Obrigada. — Digo sorrindo de orelha a orelha e ele apenas retribuiu o sorriso.

 



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