História Long Forgotten Sons - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Tags Conceitos, Histórias, Rascunhos
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Palavras 3.205
Terminada Não
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ok. Ok.
Esse aqui realmente não faz sentido se eu não explicar-lhes que é basicamente uma transcrição de um RPG de mesa que um colega meu maestrou.

Capítulo 5 - Arquivo Número 31.3.C


?? - Abram a porta!
Sra. Sweet - se escondam, vou leva-los para longe, então vocês fogem.
Nos escondemos debaixo de nossas camas, soldados dos deuses entraram. A Sra. Sweet foi levando eles para a cozinha. Ela deu um olhar desesperado de "fujam". Saímos correndo.
Yamato - A gente deveria voltar pra ajudar ela.
Eu - Sem chance, é morte certa!
Yamato olhou para trás, de repente seu rosto ficou pálido.
Eu - O que houve?
Yamato - Ela... - Começa a chorar.
Eu - Merda!
Continuamos correndo, até que achamos uma entrada de esgoto, com guardas demônios guardando a entrada. Eles nos ajudaram a entrar.
?? - O que eles estão fazendo aqui?
Guarda - Encontramos eles fugindo para cá.
?? - Garotos, como vocês vieram parar aqui?
Reika - Nós fugimos de um orfanato quando os deuses invadiram ele.
Estranho, Reika raramente falava.
?? - Bom, de qualquer maneira, bem vindos ao posto de comando Narthy, eu sou o comandante desse batalhão.
Eu - Obrigado.
Comandante - Bom, preciso de gente na linha de frente, entrem nessa sala e escolham suas armas.
Entramos na sala, havia mais de dez prateleiras de armas, desde adagas à lança - mísseis. Yamato pegou um rifle de assalto, Reika pegou duas adagas, eu peguei uma katana. Saímos da sala.
Comandante - Boa escolha! Agora vão!
Saímos em direção do campo de batalha, havia vários soldados lutando entre sí, mas ninguém vencia ninguém, mas no alto de uma torre de um forte, havia um franco - atirador.
Reika - Yamato, me dá cobertura! Eu vou matar aquele cara! - apontou para a torre.
Eu fui ajudar os soldados, enquanto Yamato ajudava Reika. Eles eram fortes, mas eu consegui derrubar dois antes de termos que recuar um pouco.
Enquanto Yamato recuava, ele foi atingido pelo franco - atirador na perna.
Eu - Calma cara,eu te ajudo.
Yamato - não era para a Reika matar ele?
Eu - Era.
Olhamos para a torre, os soldados obrigaram Reika a se render. Yamato tentou correr para lá, mas caiu. Arrastei ele para a base.
Médico - Vou ajudar ele, pode descansar, soldado. - Começa a tratar Yamato.
Guarda - Ei, o comandante quer te ver.
Ele me levou até a sala.
Comandante - Nós lutamos bem, soldado, mas perdemos aquela batalha.
Eu - E Reika foi capturada.
Comandante - É por isso que te chamei aqui, amanhã de noite, você e Yamato entrarão naquele forte e resgatarão ela.
Eu - Mas...
Comandante - Eu se que é o seu primeiro dia, mas vocês três tem um enorme potencial. Pense sobre isso enquanto descansa.
Eu - Mas, nós só precisamos entrar lá, resgatar ela e sair.
Comandante - É uma estratégia, nós faremos a ofensiva meia hora depois de vocês entrarem, vocês saem, acabam com eles pelas costas, e nós tomamos o lugar. Falhar não é uma opção. Pense sobre isso enquanto descansa.
Eu - Tudo bem, então.
Saí da sala e fui em direção ao dormitório, lá estava Yamato.
Eu - Como você melhorou tão rápido?
Yamato - Eles não são médicos de hospital público, cara. 
Contei a ele sobre a missão.
Yamato - Cara, se é pra salvar a Reika, eu vou, ela cresceu com a gente!
Ele se virou e caiu no sono.
Não consegui dormir aquela noite, estava muito ocupado pensando em como seria amanhã.
Na hora do café da manhã, nos sentamos em uma mesa e comemos. Não era bom como esperávamos, estávamos acostumados com comida saborosa, mas alí, não tinha gosto de nada.
O comandante se aproximou de nós e colocou uma faca na mesa.
Comandante - Yamato, você não vai poder atirar lá dentro, então usa essa faca.
O comandante se senta.
Comandante - Então, nós recebemos uma informação que revela os horários de partrulha deles, vocês vão invadir entre as seis e as sete da noite. Nós saíremos daqui as sete e meia. Entendido?
Eu - Sim!
Yamato - E o que iremos fazer depois de achar ela?
Comandante - Aí é com vocês, não temos muita informação de dentro.
Fomos para a sala de treinamento. Chegando lá, um soldado veio em nossa direção.
Soldado - São vocês que vão invadir o forte?
Yamato - Sim, porque?
Soldado - Vou dar algo para vocês. - Entrega uma granada para Yamato. - Só tenho uma, então usem com sabedoria.
Treinamos bastante durante a manhã, passamos a tarde pensando em estratégias para invadir o forte.
Dois soldados entram na sala.
Soldados - Nós viemos escoltar vocês até a saída, se arrumem.
Nos arrumamos e fomos com os dois para a saída. Eles abriram os portões e nós saímos. Estavamos por nós mesmos, precisáriamos chegar até o forte. 

Yamato - Então, vamos seguir reto, não tem patrulha.
Eu - Mas tem os caras em cima da torre.
Yamato - Verdade. Olha, tem uma plantação de trigo. - aponta para a esquerda - A gente pode ir por alí.
Eu - Boa idéia.
Fomos em direção da plantação e a atravessamos. Foi um caminho fácil, apenas tinhámos que tomar cuidado com o barulho.
Eu - Alí tem um guarda. - apontei para o portão do forte.
Yamato - Vamos flanquear ele.
Eu - Desde quando você conhece esses termos?
Yamato - Eu não sei.
Chegamos atrás do guarda, Yamato foi derruba - lo, ele se virou.
Guarda - Os humanos... - Não conseguiu terminar a frase, Yamato o matou.
Eu - São todos otários! - Completei, tentando imitar a voz do guarda.
Tive a impressão de ouvir um "Eu concordo!" vindo da torre.
Pegamos a chave dele e escondemos o corpo. Entramos, por sorte, não havia nenhum guarda por alí.
De repente, ouvimos várias portas abrindo e guardas gritando "Comida!" ou "É hora da janta!". Rapidamente nos escondemos atrás dos pilares que ficavam na entrada.
Yamato - Olha lá! - aponta para a direita - "Sala de tortura", ela provavelmente tá lá.
Esperamos o momento certo e corremos para a porta.
Eu - Pronto?
Yamato - Pronto!
Abri a porta com cuidado, nos escondemos atrás de uma mesa.
?? - Pela última vez, onde será o ataque?
Reika - Será no seu exército.
?? - Eu sei disso! Eu quero saber a localização!
Reika - A localização é onde o seu exército tá.
?? - Temos exércitos no reino humano inteiro, dê uma localização mais precisa.
Reika - Eu tenho cara de GPS?
?? - Ah! Essa garota tá me deixando muito nervoso, vamos dar um intervalo no interrogatório.
Ele sai da sala, estava tão nervoso que nem consegui nos ver.
Eu - No três.
Yamato - Um.
Eu - Dois.
Yamato - Três.
Levantamos e matamos o guarda, desamarramos Reika.
Na porta de entrada, apareceram dois guardas e começaram a gritar por ajuda.
Yamato - Tem uma porta aqui, "Cavaleiro de Aço" - leu - Hã? Vamos sair por essa porta.
Entramos e fechamos a porta. Os guardas começaram a gritar "Tranquem a porta!". Eles trancaram a porta.
A sala era um grande corredor escuro, apenas com um lustre, com uma porta no final, provavelmente era uma saída secreta.
De repende, saiu das sombras um grande cavaleiro, com uma armadura de aço e uma espada gigante.
Ele avançou na nossa direção, mas nós conseguimos desviar dele. Yamato deu um tiro nele, mas não aconteceu nada.
Reika - Como a gente mata esse cara?
Eu - Não sei!
Reika pega a faca de Yamato e sai correndo na direção do cavaleiro.
Yamato - O que você tá fazendo?
Reika - Ele tem que ter uma fraqueza!
Saímos correndo na direção dele também.
O cavaleiro ataca Yamato, ele tenta defender com a arma, ele consegue, mas cai.
Reika acerta o calcanhar do cavaleiro, ele se desequilibra e cai.
Reika - Corta o calcanhar dele!
Corri e cortei o calcanhar, mas não era sangue... era... verde?
Yamato - O sangue dele é venenoso, ouvi isso nas histórias que meu pai me contava!
Eu - Yamato! Atira na perna dele.
Eu e Reika nos afastamos, Yamato começa a metralhar o que sobrou na perna dele, sortudo, não voou nem uma gota de sangue nele.
Sentimos o forte inteiro tremer, um pedaço do teto cai em cima do cavaleiro.
Yamato - Abre a porta!
Saímos do forte correndo, a batalha já estava acontecendo.
Haviam mais demônios e humanos do que anjos, mas o franco - atirador estava lá.
Yamato - Vou me vingar desse desgraçado.
Eu - Vamos!
Começamos a atacar os anjos, Yamato se concentrou e acertou um tiro bem na cabeça do franco - atirador.
Yamato - Vão, eu vou dar cobertura!
Corremos para a batalha, o segundo em comando começou a lutar comigo.
Segundo em comando - Você nunca vai ganhar de mim! - desfere um ataque.
Eu - Ah é? - bloqueio. - Você pode até me derrotar, mas vai acabar com um tiro na cara!
Segundo em comando - Quê?! - Yamato o acerta.
Os reforços dos humanos chegam. Tanques e helicópteros começam a atacar.
Anjo - Retirada! Eu disse: RETIRADA!
O exercito dos anjos consegue fugir.
Comandante - Bom trabalho, garotos, nada seria possível sem vocês.
Yamato - Mas a gente só matou dois caras.
Comandante - Mas era o comandante e o segundo no comando. Mas enfim, vamos voltar para a base. Me encontrem na minha sala às nove horas.
Voltamos para a base e fomos para o nosso quarto.
Yamato - Por que eles guardavam o Cavaleiro de Aço lá?
Eu - É sério que isso é uma lenda?
Yamato - Sim, mas na lenda ele capturado e jogado em um vulcão.
Reika - Já deu nove horas. - olhando para o relógio - Vamos lá.
Fomos para a sala do comandante.
Comandante - Eu, oficialmente os promovo para sargento. Venham, peguem suas armaduras e suas armas.
Entramos em outra sala, havia menos armas, mas elas pareciam ser mais fortes.
Comandante - Vamos, escolham suas armas.
Peguei uma espada média, assim que segurei a segurei, ela mudou de cor para preto.
Comandante - Uma espada de arcanjo, nem sabia que tinhámos uma dessa.
Eu - Mas porque ela mudou de cor?
Comandante - Depende de quem segura ela, se fosse um anjo, a espada teria outra cor.
Yamato pegou uma L115, Reika pegou uma adaga.
Yamato - Você gosta de adagas, hein.
Reika - E você de armas.
Comandante - Bom, todos já escolheram, só faltam as armaduras. E então, Reika, leve, média ou pesada?
Reika - Leve.
De repente, surgiu uma armadura na mão dele, ele a entregou para Reika.
Reika - Como você fez isso?
Comandante - Magia.
Eu - Vou querer uma média.
Yamato - Eu também.
Ele entregou duas armaduras para nós.
Comandante - Capas?
Nós - Sim.
Ele entregou nossas capas.
Comandante - Agora que vocês já estão equipados, vou mandar vocês para uma missão.
Eu - E qual é a missão?
Comandante - Vocês irão para o templo do destino, que fica em Salyth.
Yamato - Mas é mais de trezentos quilômetros a pé!
Comandante - Eu sei, mas é necessário, vocês são grandes guerreiros, então precisam saber o destino de vocês, além do mais, vocês ficarão mais fortes até chegar lá.
Yamato - Tudo bem, quando nós saimos?
Comandante - Amanhã de manhã.
Eu - Ok.
Comandante - Agora vão descansar, vocês precisarão estar cheios de energia pra viajar.
Voltamos para o quarto.
Reika - Quanto tempo vocês acham que vai demorar essa viagem?
Eu - De carro, a ida mais a volta dá mais um dia.
Yamato - Imagina a pé.
Reika - É melhor a gente dormir.
Eu - É verdade.
Assim que consegui pegar no sono, me senti em outro lugar.
?? - Então você virá para Salyth, não é?
Eu - O quê?! Quem é você?
??  - Meu nome não importa, mas eu estou te avisando que não vai ser fácil, você terá que atravessar uma base imensa dos anjos no meio do caminho, e chegar antes do outro.
Eu - Outro?
?? - Não há tempo para explicar, estou ficando fraco, não vou conseguir me comunicar com você, adeus.
Acordei, mas achei estranho o fato de alguém falar comigo por um sonho.
Yamato - Ah, bom dia, cara.
Eu - Bom dia.
Yamato - A Reika não quer acordar.
Reika - Quem disse que eu tava dormindo? Vamos logo!
Reika - Como a gente chega até Salyth?
Yamato - A gente passa por Savonlin, Matrda, passar pelo estreito de Stenn, e... não sei o resto do caminho.
Eu - Tá, e como a gente chega em Savonlin?
Yamato - Dizem que tem que passar pela floresta.
Reika - Bom, tem uma floresta aqui perto.
Eu - Então vamos lá.
Entramos na floresta, havia uma trilha, seguimos ela até chegar em uma casa velha.
Reika - Será que tem alguém nessa casa?
Yamato - Provavelmente não, a casa tá caindo aos pedaços.
?? - Claro que tem sim... jovem.
Um velho saiu da casa.
?? - Por qual razão vós viestes, crianças?
Eu - Hã... apenas seguimos a trilha, e viemos parar aqui.
?? - Faz muito tempo que ninguém vem até aqui, o meu nome é... Hrodgaud.
Reika - Prazer em conhecê-lo, senhor.
Hrodgaud - Então, vós não sabeis porque estais aqui. Deve haver alguma razão...
Eu - Então, você sabe como chegar em Savonlin?
Hrodgaud - É só seguir em frente.
Agradecemos e seguimos em frente. Avistamos a distância uma patrulha dos anjos.
Yamato - E agora, a gente atira neles ou se esconde?
Reika - Alí - aponta para uma caverna - A gente pode se esconder lá!
Corremos para dentro da caverna.
Yamato - Reika, como você consegue ser tão esperta?
Reika - Não sei.
A caverna começa a tremer, pedras caem e bloqueiam a saída.
Eu - Droga, e agora?
Reika - Calma, eu tenho um isqueiro, pelo menos dá pra enxergar alguma coisa. - acende o isqueiro - Aqui, uma tocha - pega e acende a tocha.
A caverna foi iluminada, havia duas portas.
Eu - E agora, esquerda ou direita?
Yamato - A cara, como eu odeio esse negócio de duas possibilidades.
Reika - Calma, vamos na esquerda, depois na direita.
Andamos até a porta da esquerda, Yamato a abre.
Yamato - Eu entro primeiro.
Reika - Ok.
Yamato - Tem um... ovo?
Reika - É grande?
Yamato - Um pouco. - sai da sala com o ovo na mão.
Eu - Só tinha isso?
Yamato afirma.
Reika - Vamos na porta da direita.
Yamato - Eu vou na frente.
Eu - Você tá metido a corajoso, hein.
Entramos, era um corredor estreito e escuro, havia uma porta no final.
Reika - Espera. - pega uma pedra do chão e joga na porta.
Ouvimos um resmungo.
Reika - O que é isso?
Yamato - Ah, não é nada, vamos em frente.
Chegamos no final do corredor e abrimos a porta.
?? - Quem são vocês?
Yamato - Somos humanos, quem é você? Não consigo te enxergar!
As tochas se acendem.
?? - Olá, garotos, eu me chamo Reh'thak.
Eu - Você é um...
Reh'thak - Um dragão? Sim. E vejo que estão com o meu ovo.
Yamato - Esse ovo é seu?
Reh'thak - Sim, os humanos me aprisionaram aqui e levaram meu ovo para longe.
Reika - Você é aquele dragão que... - estava com tanto medo que não conseguiu falar.
Reh'thak - Que destruiu a Antiga Salyth, dois mil anos atrás, sim, mas não tenham medo de mim, eu já me arrependi de ter feito aquilo, eu só quero o meu ovo.
Eu - Dá ovo pra ele, cara.
Yamato coloca ovo do lado de Reh'thak.
Reh'thak - Obrigado, a saída está aqui do lado.
Fomos abrir a porta.
Reh'thak - Vocês podem, por favor, me soltar daqui? Só precisam destruir o teto.
Reika - Vamos tentar.
Saímos da caverna, ao longe, conseguíamos ver Savonlin, mas havia alguma coisa estranha na montanha ao lado.
Reika - O que é aquilo? - aponta para a montanha.
Yamato - Não sei, mas é melhor passarmos na cidade primeiro.
Chegamos na frente da cidade, mas não conseguíamos entrar.
Yamato - Ué, porque a gente não consegue entrar?
Guarda - Aquele cara aprisionou essa cidade - aponta para a montanha - O único jeito de libertar a cidade é matando ele.
Reika - A gente vai matar ele, guarda.
Guarda - Boa sorte.
Andamos até parar no começo da montanha.
Yamato - Como a gente mata ele?
Reika - A gente pode levar ele até o dragão, se ele for muito forte.
Eu - Boa.
Subimos a montanha.
?? - Por que estão aqui? Querem morrer?
Eu - Tem certeza que quer nos matar?
?? - Vocês me perturbaram, isso é suficiente!
Ele se levantou, e nós corremos montanha abaixo, com ele atrás de nós.
Reika - Será que aquela porta tá aberta?
Eu - Provavelmente.
Corremos até a caverna, a porta estava aberta.
Reika - Yamato, fica atrás da porta, quando ele entrar, você fecha.
Yamato - Ok!
Corremos até o final da sala.
Reh'Thak - Por que vocês estão correndo?
Eu - Tem um cara vindo matar a gente.
Reh'Thak - Então, vou ter a chance de retribuir o favor que vocês me fizeram.
O homem entrou na caverna correndo, Yamato fechou a porta atrás dele.
Reh'Thak - Distraiam ele, eu preciso me lembrar como cuspir fogo.
Reika - Tá.
Começamos a lutar contra o homem.
Yamato - Eu acho que não vou aguentar muito tempo aqui!
Reh'Thak - Quando eu gritar shul, vocês se afastam dele.
Eu - Ok!
Reh'Thak - Yol.
O homem dá um golpe de espada em Reika.
Yamato - Reika!
Eu - Arrasta ela daí, eu vou segurar ele!
Yamato começa a arrastar Reika.
Reh'Thak - Toor.
Ele dá um ataque, eu desvio.
Reh'Thak - Shul!
Uma rajada de fogo sai da boca do dragão, eu rapidamente saio correndo. O homem começa a pegar fogo.
Reh'Thak - Finalmente! Eu lembrei como cuspir fogo!
Eu - A Reika tá bem?
Reika - Ele nem me acertou, eu só tropecei.
?? - Droga! Uma lenda botou fogo em mim! - queima até morrer.
Reh'Thak - Lendas não queimam pessoas.
Yamato - Ué, ele não tinha uma espada. - aponta para uma espada no chão.
Eu - É verdade. - pego a espada, mas ela se desintegra na minha mão.
Reh'Thak - Será essa aquela espada...
Eu - Que?
Reh'Thak - Tenta gritar Zahkrii!
Eu - Zahkrii!
De repente, uma espada atravessa o teto da caverna, fazendo ele abrir.
Reh'Thak - É a segunda vez que eu vejo uma dessas.
Eu - Como isso aconteceu?
Reh'Thak - Não é uma espada, é uma magia, quando você grita Zahkrii, ela cai na sua frente.
Eu - E ela cai do céu, por isso que acertou o teto, né?
Reh'Thak - Sim.
Eu - Então, nós acabamos de te libertar.
Reh'Thak - É verdade. - começa a bater as asas - Se precisarem de ajuda, é só gritar o meu nome, adeus!
Reh'Thak sai voando para longe.
Yamato - Então, vamos pra cidade?
Reika - É o que a gente tava tentando fazer desde o começo.
 



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