História Long Imagine Jay Park - Implicit - Capítulo 1


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Categorias Jay Park
Personagens Jay Park, Personagens Originais
Tags Aomg, Drama, Fannymeii, Imagine, Implicit, Jay Park, Kpop, Long, Long Imagine, Park Jaebum, Suspense
Visualizações 27
Palavras 783
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SE FLOPAR EU DELETO E FINGIMOS Q NADA ACONTECEU

Brinks huashusa

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Long Imagine Jay Park - Implicit - Capítulo 1 - Prólogo

 

A minha casa estava coberta de pacotes, fazia pouco tempo que a transportadora trouxe móveis novos. Recentemente, passei por um término de namoro e, como morávamos juntos, a casa estava no seu nome e tive de me mudar. A minha faculdade era perto da residência antiga em Incheon, agora, deveria me deslocar de Daegu para lá.

Os meus custos seriam muito mais altos, porém viveria em paz e sem nenhuma preocupação em relação ao meu ex. O nosso relacionamento era bastante abusivo, tanto psicologicamente quanto fisicamente. Ainda havia alguns hematomas no meu corpo, felizmente os hematomas no rosto haviam desaparecido. E, mesmo ele tendo de ficar longe de mim até 1km de distância pela justiça, ainda sentia medo.

As caixas estavam amontoadas na sala, uma nova TV que aproveitei na promoção e outros eletrodomésticos para casa. Uma pequena mesa montável para a sala de jantar, um candelabro e um lustre simples. As outras estavam encima da cama, de longe dava para sentir o cheiro amadeirado de prateleiras. Também continuam itens de decoração.

Desembalava uma poltrona dos sacos-bolhas, o cheiro de novo impregnava o ambiente. Até então, retirava os lacres manualmente e estava conseguindo surpreendentemente com quase todos. De repente, a fita isolante não estava querendo sair nem com toda a força do mundo.

Utilizei a ponta afiada do meu brinco, as minhas unhas e uma faca pouco afiada e nada adiantava.

— Puta merda — encarei a minha situação com extrema raiva e respirei fundo.

 A maldita caixa não abria. Não queria pedir ajuda para ninguém às nove horas da noite e, surpreendentemente, cheguei ontem e não queria fazer contato com ninguém. Não gostava de iniciar conversas, não por ser tímida, porém tinha certo receio de não gostarem de mim.

Evitando estresses, deixei para resolver no dia seguinte e fui para o banheiro tomar banho. Demorei cerca de 5 minutos no banho quente, o espelho estava coberto de vapor e vi apenas minha figura embaçada. Segurei a toalha, precisava atravessar a sala para chegar ao meu quarto.

— AAAH, DESCULPA! — Olhei para o lado.

Um homem estava segurando uma caixa de papelão, a porta da saída estava aberta e os seus olhos se arregalaram ao me ver de toalha. E ele não foi o único surpreso. Quando entendi o que estava acontecendo, quase dei um pulo que poderia ter deixado a toalha cair.

— O-O que você e-está fa-fazendo a-aqui? — Tremia de frio e de medo.

Os seus olhos eram penetrantes, boa estrutura física e alto, fazia o meu tipo. Em outras palavras, ele era lindo e parecia aqueles garotos Tumbrl’s ou de revista. Mas a sua presença me dava medo, incomodava e eu não estava bem-vestida.

— D-Desculpa! Essa caixa foi entregue em minha casa e fui ver de quem era... — Colocou a caixa encima do sofá e se virou de costas. — Desculpa, eu vi a porta levemente aberta e coloquei aqui.

— Era só o que me faltava. — Apertei o nó da toalha contra o meu corpo, mesmo o homem estando de costas. — Espere aqui, já volto...

Normalmente, eu xingaria tanto ele que nunca mais ousaria olhar no meu rosto. Entretanto, percebi o quão envergonhado, bochechas roseadas e tímido, permaneceu. Podia jurar que avistei um rápido brilho nos seus olhos, era engraçado ver um homem sem jeito por causa de mim.

O ‘’já volto’’ se virou ‘’até nunca’’ sem eu perceber, sabia que era pela beleza do moço que estava me esperando. Eu era extremamente louca, porém tive de trancar a porta para ter certeza que não se tratava de um maníaco. 

Eu tentei agilizar, mas toda hora tinha boas ideias para um estilo bonito sem ser muito trabalhado. Revirei o guarda-roupa, encontrei um vestido de floral — que eu achava muito brega e tradicional, e percebi que o decote V era extremamente exagerado. Revirei. Achei uma blusa colorida escrito ‘’PRIDE’’ e um short de pijama.

Era brega? Sim, porém eu iria dormir do mesmo jeito e não fez muita diferença. Sequei o meu cabelo com a toalha que me cobri, arrumando-o com o creme do cotidiano e passando um leve batom-claro. Assim, chequei toda a minha produção no espelho, não estava tão bela... mas não parecia doente. Pelo menos.

 

***

— Ué... — olhei para todos os cantos da sala, o moço havia sumido. — Sunbaenim, invasor, cadê você?! — Gritei que nem uma louca, abrindo a porta de diversos cômodos.

Até que achei uma carta encima da caixa que o mesmo havia ‘’resgatado’’ para mim:

Alguém está querendo te matar. Provavelmente, você nunca saberá quem é... porém eu não vou declarar que a culpa não é toda minha. Bom, espero que compre uma arma, deixe de ser boba, aprenda a se defender.

Alguém está querendo te matar? Mate-o (a)!

JP


Notas Finais


NÃO ME MATEM, OKAY? Vou continuar logo dips das provas. Bjs.


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