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História Look After You - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


🍁 Olá pessoas, Como vocês estão?

Aqui é a Hearther ❣

Olha quem tá aqui? Ihihi🌟

Como prometido está aqui o primeiro capítulo que irei postar Hoje 😁 está vindo o capítulo 11 meus amores 🔱.

Aproveitem bastante 💜

Pegam café, leite, refrigerante ou chá e se sentem em um lugar de sua preferência

Ótima leitura 🔥

Capítulo 12 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Look After You - Capítulo 12 - Capítulo 10

Eu te amo Byuli! 

Eu também te amo Jina!

Eu queria que você fosse minha outra mamãe.

Se você quiser que eu seja, eu posso ser.

Jura? Eu quero! Agora eu tenho mamãe Yongsun e a mamãe Byuli. 

 

 

Sim, agora você tem!

Essa conversa estava presa em meu subconsciente, eu estava muito grogue com todos últimos acontecimentos, a quantidade de remédios nas minhas veias também não ajudava, então demorei para entender que eu não tinha sonhado.

Jina realmente chamou a Moonbyul de mãe!

Abri os olhos com dificuldade, ainda estava sonolenta. Pisquei um pouco e vi que Jina estava dormindo do meu lado, sua mão segurava minha camisola do hospital.

— Ela acabou de dormir — wheein falou, ela estava sentada do meu lado — Você deu um susto em nós.

— Acredite, não foi minha intenção — me mexi um pouco, mas com cuidado para não acordar minha filhote — Onde está Moonbyul?

— Ela saiu, está com Hyejin e a seulgi, e os outros.

— Ela foi...

— Você sabe que sim — ela disse se aproximando — Que Deus tenha pena da alma imunda que te machucou, porque Moonbyul-yl não terá. 

Engoli em seco, eu não estava com dó de Kinsun, que ele apodrecesse no inferno! Só era difícil assimilar que tudo aquilo acontecia por minha causa.

— Moonbyul é tão gentil, as vezes me esqueço que ela é uma Lúpus Puro — falei — Não consigo imaginar ela fazendo essas coisas. 

— Torturar alguém? — wheein tinha um sorriso divertido no rosto — Moonbyul é gentil e carinhosa com você, talvez comigo e as minhas alfas e, definitivamente, ela ama a Jina, agora o resto do mundo? — ela riu alto — Byuli é o tipo de alfa que ou você saí do seu caminho, ou ela te atropela. Qualquer um que mexa com quem ela ama está ferrado, muito ferrado! Quer ouvir uma história de uma vez que ela pirou? — ela perguntou animada.

— Quero — aquilo saiu mais como uma pergunta do que como uma afirmação. 

— Uma vez surgiu um cara, Chee alguma coisa, não é importante. Ele queria ser um tipo de "Rei do Crime", queria tomar o lugar da Moonbyul, essas coisas. Então ele começou a falar coisas, espalhar boatos e gritava aos quatro ventos como Moonbyul era uma covarde e que ele, Chee, vencia a Moonbyul facilmente em uma briga. Até começou a pegar os ômegas que a Byuli se envolvia, tinha uma loira que a Moonbyul passava os rut, eu detestava ela, até ela o Chee pegou e desfilava com ela como se fosse um troféu — ela fez careta.

— E a Moonbyul?

— Ria, ela não estava nem aí. Ignorava tudo, um dia Moonbyul teve a cara de pau de invadir o clube do Chee, ir até o camarote onde o cara estava só para rir na cara dele e falar: - Cada um se vangloria do que tem de melhor, se o seu melhor é pegar as minhas sobras, parabéns! — Wheein começou a rir e eu a acompanhei na risada. 

— Mas por que a Moonbyul "pirou"? — nessa hora o sorriso de whenie morreu.

— Chee percebeu que não ia conseguir atingir Moonbyul diretamente, por isso ele armou uma emboscada, causou um acidente grave e quase matou a seulgi — era nítido como aquilo mexia com wheein — Seulgi ficou presa entre as ferragens, Hyejin e Moonbyul quebraram a carcaça do carro com as próprias mãos, minha alfa teve um corte severo e precisou de vários pontos. Seulgi ficou em coma induzido por três dias, porque seu cérebro inchou com a batida e os médicos a sedaram para esperar desinchar e ver quais seriam as sequelas. Por Deus, minha alfa é uma cabeça dura tão teimosa, que isso a protegeu, agora ela está bem, eu sempre disse que aquele cabeção serviria para algo. Acho que a é quantidade de laquê e pomada para o cabelo que ela passa, devem ter formado um capacete de proteção — ela falou pensativa. 

— Whenie, e o resto da história?

— Ah, sim. Durante esses três dias nós não sabíamos o que ia acontecer. Hyejin e eu ficamos plantadas aqui esperando por respostas, Moonbyul estava conosco, quieta demais, ninguém deu muita atenção, afinal ou eu estava chorando sendo consolada pela Hyejin, ou era eu consolando ou a Hye porque ela estava chorando. Então no meio de tudo isso, Moonbyul simplesmente sumiu. Sem avisar ninguém, ela só saiu.

— Onde ela foi?

— Quando demos conta do sumiço dela, Hyejin ligou para Namjoon e o Yixing, que conseguiram rastrear o celular dela e foram atrás, com vários dos nossos, porque todo mundo sabia que ia dar merda. Só que quando chegaram na casa, Moonbyul já estava lá, sozinha e sem colete a prova de balas, tinha invadido a casa do tal Chee, nocauteou os seguranças dele e deu a escolha para os outros de abaixarem as armas e saírem do seu caminho ou morrerem junto com o patrão deles, a maioria obedeceu ela, claro. Aí ela achou o Chee, quebrou ele inteiro na porrada, o arrastou até a parte externa da casa, onde estava cheia de gente, tanto os nossos como os dele, e o matou na frente de todo mundo, para mostrar o que acontece com quem mexe com a família dela.

Wow

A Moonbyul nunca tinha erguido a voz para mim e ainda pediu desculpas quando eu me senti ofendida por ela me chamar de ômega, sendo que eu sou uma ômega e ela não sabia que poderia me ofender.

— Ela nunca fez nada para me assustar ou algo do tipo, na verdade ela sempre falou que não era para eu ter medo dela.

— Porque ela quer você — wheein falou como se fosse óbvio — Mas o alfa que invadiu a sua casa ontem, quebrou a principal regra da Moon "nunca mexa com quem eu amo", agora ele vai pagar por isso.

— Não é exagero me incluir nisso? Porque eu não tenho nada a oferecer. 

— Sun — wheein disse abismada — você realmente acredita nisso? Por Deus, ainda bem que Dong-il já está morto ou eu mesmo o matava! Como você, justo você, pode acreditar que não é digna de algo?

— Mas...

— Mas nada! Eu poderia citar os vários motivos porque você merece tudo isso, mas é o dever da Moonbyul, já que é ela que está apaixonada — meu rosto corou violentamente — Ah, qual é? Vai dizer que não sabia que a Byuli está apaixonada? 

— wheein, fazem poucos dias que nos conhecemos, não é possível. 

— Querida, Moonbyul é uma Alfa Lúpus! — ela falou como se isso explicasse algo, mas não explicava, então ela bufou impaciente — O que você sabe sobre eles?

— Que são os mais fortes, rápidos e considerados perigosos? — de novo saiu como uma pergunta.

— Sim, tudo isso. Mas também os Lúpus só amam uma vez. Eles encontram a pessoa destinada a eles e meio que já sabem que é ela. Quando eu conheci a Hyejin, ele já namorava a seulgi, por mais que eu tenha me encantada com as duas, nunca achei que houvessem chances, mas acabamos nos envolvendo. Eu sofri no começo porque sabia que Hye amava seulgi e a seulgi a amava, achei que não haveria espaço para mim e que eu era só uma distração para sair da rotina. Então Moonbyul me explicou que Lúpus só amam uma única vez na vida e se Hyejin tinha dito que me amava, era porque era verdade. Depois eu entendi que Hye me ama na mesma intensidade que ama a Seulgi. Para sempre, seremos nós três — ela finalizou tocando suas marcas. 

Eu sempre imaginei ter um amor desses, forte e inquebrável, daqueles que te faz suspirar e dá borboletas no estômago. Amar, casar, ter uma família e envelhecer juntos. Mas esse sonho foi tirado de mim e eu achei que nunca teria a chance de viver isso. 

— Jina tem razão, suas marcas são lindas — falei para wheein, que sorria.

— Bitch, please — ela revirou os olhos teatralmente — Já viu as minhas Alfas? Elas são quase deusas! E se você acha que minhas marcas são, é porque você não viu a Buc...

— WHEEIN!! — eu exclamei revoltada, enquanto ela ria. Sorte que Eun Jina não acordou!

— Falando sério, Sun, eu também acho as minhas marcas lindas, adoro exibi-las. Logo você também terá uma, dessa vez será uma marca de verdade e, dessa vez, tudo vai valer a pena!

 

🍁

— Oi — Moonbyul disse timidamente — posso entrar? 

— Claro — eu sorri, aliviada por vê-la bem.

Moonbyul tinha tomado banho, seus cabelos estavam úmidos, também estava com roupas diferentes. Nas suas mãos tinha um ursinho colorido com uma fita no pescoço. 

— Para você — ela me deu o urso e eu sorri ainda mais. 

— Obrigado, é lindo! — Moonbyul sorriu para mim — Sabe, uma vez eu vi que se você ganhar um ursinho de pelúcia e se você o batizar com o nome da que o deu, vocês estarão sempre ligados — ela se sentou do meu lado na maca, prestando atenção em cada palavra minha — acho que vou batizar o ursinho de  Byul Yi!

A Alfa sorriu abertamente, seus dentes da frente se destacaram e eu senti vontade de apertar suas bochechas.

— Você quer ter uma ligação comigo para sempre? — ela perguntou feliz.

— Acho que já temos — dei de ombros, sorrindo e ela me abraçou com força. Foi fofo e até engraçado, mas aí ela me apertou demais — Uh, Moonbyul

— Perdão! Eu me empolguei — ela riu, me soltando — Seu médico disse que você já está de alta, vim te levar para casa.

— Sim, acabei de fazer o último exame, não estava aguentando mais ficar aqui — bufei.

— Onde estão wheein e Jina?

— Foram na lanchonete, passaram a tarde comigo sem comer nada, se bem que eu tenho certeza que wheein tomou meu suco. Enfim, eu ia aproveitar para me arrumar, mas estou com um probleminha — a última parte eu disse um pouco envergonhada.

— O quê? Você precisa de algo? Eu posso ir buscar agora — eu mostrei o meu braço imobilizado e depois apontei para a minha camisola de hospital. Vi a compreensão tomando seus olhos e ela engoliu em seco.

— Eu consegui colocar minha calça, mas não consigo fechar e estou com problemas para trocar essa camisola pela minha camiseta — tentei me justificar.

— Ah...Eu...Te ajudo! — ela disse hesitante.

— Não precisa, eu espero whenie voltar, não quero te incomodar.

— Sunn, você nunca me incomoda — ela falou revoltada, se levantando da maca e me levantando com ela.

— É que você não parecia se sentir confortável com isso.

— O problema não era esse, pelo contrário — ela sorriu de canto. Moonbyul parou na minha frente, bem próximo de mim, ainda sorrindo de canto, e colocou as mãos na barra da roupa hospitalar — Vou tirar a sua camisola, ok? 

Minha vez de engolir em seco, apenas assenti com a cabeça.

Moonbyul puxou a camisola lentamente, as pontas dos seus dedos passando pela minha pele, me arrepiando inteiro. Seu olhar estava verde escuro, preso no meu. Ela teve cuidado passar a manga da roupa pelo meu braço. Ali estava eu, só usando calça jeans e que estava aberta, pendendo sobre os meus quadris.

Moon passou a mão delicadamente por cima de cada hematoma do meu abdômen, seu maxilar trincado, ela respirou, eu vi a raiva tomando conta dela.

— Eu estou bem — sussurrei — estou aqui, vivo, graças a você.

Byuli não respondeu, apenas concordou levemente. Ela passou a ponta da língua pelos lábios, os umedecendo, me fazendo acompanhar cada movimento. 

Ela desceu as mãos até o cós da minha calça, seus dedos tocava minha pele, me causando arrepios. Ela esbarrou na barra da minha calcinha, o que me fez prender a respiração. Moonbyul passou os dedos ali, entre a barra da calcinha e minha pele, numa longa carícia que mexeu com meu corpo inteiro.

— Algum dia...Logo... — ela sussurrou, então fechou a calça rapidamente, só então eu voltei a respirar. 

— Obrigado — falei em voz baixa, ainda tonto pelo o que tinha acontecido.

— Vou terminar de te vestir — ela me pegou pela cintura e me sentou na maca — e aí poderemos ir para casa.

Ela colocou a blusa em mim, de novo com delicadeza e tomando cuidado com meu braço. Depois ela se ajoelhou, calçou meias e meu tênis.

Wheein tinha levado essas roupas para mim, mas nenhuma delas fazia parte do meu guarda-roupa. 

A Alfa estava amarrando os cadarços do meu tênis. Eu nunca, na minha vida todinha, imaginei, que teria uma Alfa de verdade. Ainda mais uma Alfa Lúpus Puro ajoelhada na minha frente, me servindo. A maioria dos Alfas não se submeteriam a uma tarefa considerada submissa, como calçar o outro, isso era coisa de ômegas. Pelo menos foi o que eu ouvi a vida inteira. 

Moonbyul estava provando o contrário, que talvez o gênero não conte, o que importa é o que você sente pelo outro.

E isso era libertador.

Não é irônico ter quase que morrer, para começar a viver? 

— Tudo bem? — Moonbyul me perguntou. 

— Sim, só pensando em várias coisas — eu sorri para ela — não se preocupe, está tudo bem.

— Como se fosse possível não me preocupar com você — ela resmungou — pronto, podemos ir.

— Não pule, você ainda está se recuperando.

— Por favor — eu revirei os olhos — eu estou bem.

— Claro — eu ri, pulei da maca e Moonbyul me olhou feio.

— Não está não — ela retrucou.

— Byuli, eu estou bem. Só o meu braço que está imobilizado, de resto eu estou bem.

— Não está!

— Eu estou!

— Não, não está! E não adianta discutir comigo — ela falou antes que eu respondesse — Eu vou cuidar de você e não adianta reclamar. A senhorita vai ficar comigo, não vou desgrudar de você. Chegando em casa, você vai ficar deitada, descansando e me deixando cuidar de você, entendeu? 

— Sim — murmurei.

Moonbyul estava próxima demais.

Próxima demais, mesmo! 

— Mãe! — Jina entrou correndo no quarto, se jogando nos braços de Moonbyul, que a pegou no colo na hora — Eu cuidei da mamãe, você viu? 

— Sim — Ela concordou com Jina — eu vi que ela já está um pouco melhor.

— Eu fiz carinho nela e quando ela quase chorou dormindo, eu a abracei — ela contava orgulhosa — E quando ela começou a chamar por você, enquanto dormia, eu fiquei falando "Shiii, tudo bem, a mãe já volta!" 

Oh, Não! 

Ela não fez isso!!

— Ela me chamou dormindo? — Moonbyul perguntou com aquele sorriso de canto estúpido na cara.

— Sim, várias vezes — Jina respondeu e eu não sabia onde enfiar a cara — Ela também fala dormindo, ela chamava você e falava que você era bonita e...

— Jina, já chega! — quase gritei. 

— Ah Sun, eu queria saber o resto — Moonbyul fez biquinho.

— Eu também! — whenie falou da porta do quarto.

— Não, nada disso! — neguei — E depois, mocinha, vamos ter uma conversinha sobre o que pode ou não contar para os outros.

Eun Jina fez cara de travessa, wheein ria e Moonbyul sorria. Fuzilei as três com os olhos, peguei meu ursinho e saí do quarto.

— Eu falei que você não estava bem — Moonbyul repetiu pela décima vez.

— Eu estou sim!

— Você está mancando. 

— É só um leve desconforto — tentei sorrir, mas Moonbyul não se enganou.

— Eu te levo — então ela me pegou no colo.

Nós estávamos na frente da casa dela, tínhamos acabado de descer do carro, mas ela não podia me deixar dar cinco passos, teve que me pegar no colo.

Aliás, casa era uma forma minimalista de falar, aquilo era grande! No mínimo cabia três casas minhas ali dentro. A parte externa era feita de pedra, o que realmente lembrava um…

— Castelo! — Jina falou espantada.

— Eu falei — Moonbyul piscou para ela e minha filhote começou a pular animada.

— Surpresa! — Hyejin e Seulgi, e vários outros, que eu não fazia a mínima ideia de quem eram, gritaram quando entramos. Haviam balões, muita comida, bebidas e uma enorme faixa escrito "Bem vinda Solar", embaixo tinha um papel colado onde alguém tinha escrito "Moonbyul fica um saco sem você". 

— Falei algo "pequeno e íntimo" — Moonbyul resmungou e Hyejin e Seulgi sorriram culpadas. 

— Eu gostei — eu disse em voz baixa, ainda maravilhada com tudo aquilo.

— Sério? — Moonbyul sorriu.

Quando ela sorria animada, parecia uma criança feliz. Ela ficava linda assim.

— Claro que sim — Hyejin respondeu por mim — Eu nunca erro! — ela fez uma falsa pose de arrogante, o que me fez rir e a Moonbyul revirar os olhos — Eu sei você queria íntimo, mas todos estavam bem curiosos sobre a Sun.

— Solar — Moonbyul a corrigiu. 

— E aí, Solar, como você está? — Seulgi me perguntou como se tudo estivesse normal e não comigo sendo carregada como uma noiva no meio de uma mansão que pertence a mulher mais perigosa da Coréia, sendo que é a própria que me carregava. Além do fato de que eu tinha acabado de sair do hospital depois que um Alfa mau invadiu a minha casa e tentou me estuprar e matar. 

— Me recuperando — dei de ombros.

— Olha mamãe — Jina exclamou animada — tem bolo de chocolate! 

— Você quer? — Moonbyul me perguntou — Vou te deixar no sofá e vou pegar bolo para você.

Ela me colocou no sofá, delicadamente, e foi pegar comida para mim. Jina sentou do meu lado, ficando grudada comigo. Os outros a nossa volta conversavam, mas eu via que a maioria queria falar comigo ou me observava, não me julgando, apenas curiosos.

— Aqui é grande e bonito, né? — Jina falou observando em volta, ainda contente.

Jina tinha razão, Tudo aquilo parecia um sonho, e eu estava disposta a vivê-lo!

🍁


Notas Finais


Bom foi isso🌟.

Espero que vocês tenham gostado, daqui a pouco posto o capítulo 11 meus amores 🍁.

Se cuidem, cuidado, ficam com muito amor💜💜💜💜

Muito obrigada 😃

Até a próxima 🍁


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