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História Look alfa you . - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Capitulo 12


Pov, lauren 

Os gritos do alfa

a minha frente eram até divertidos, eu sinceramente esperava mais do Alfa que se atreveu a me roubar.

— Cale a boca, Austin — Mani o chutou no rosto — Alfa dearaque — Kordei resmungou tirando o cigarro de trás da orelha e o ascendendo.

— Jauregui, é sério, eu não posso morrer — o alfa a minha frente implorava pela minha misericórdia, pena para ele que eu nunca tive isso — eu tenho família, minha ômega depende de mim. Eu tenho uma filhote de apenas quatro anos, praticamente um bebê! Por favor, pense neles!

— Cinco anos, seu burro! — Normani gritou, chutando a perna quebrada do alfa caído no chão, que grunhia de dor — Olívia tem cinco anos, está prestes a fazer seis! Não sabe a idade da própria filhote e quer usar ela de desculpa?

— Não é isso. . . Você não entende. . . — não é patético como esse alfa choramingava pela vida? Já tinha perdido a graça e estava me entediando.

— Lolo, você consegue imaginar o que Dinah faria comigo se eu esquecesse a idade exata do nosso filhote? — Normani me perguntou — Ela já implica por causa daquele maldito gato.

— Dinah te arrancaria o couro — eu ri imaginando a cena — mas Ally daria um jeito de te lembrar antes, evitando a guerra.

— Por isso que eu amo aquela smurf — Normani sorriu, usando a cabeça de Austin para apagar o cigarro que fumava, óbvio que o alfa loiro gritou, mas quem se importa?

— Sabia que ela é romântica? Ontem a noite ela fez um jantar para Dinah e eu, foi a luz de velas e tudo.

— Quem diria que a Momy Brooke é toda romântica? — eu ri.

— Momy? — Normani riu maliciosamente — é exatamente assim que Dinah e eu chamamos o Ally na cama.

— Eeeww — eu fiz careta — informações demais!

— O que são informações demais?— Ally perguntou entrando na sala, ela segurava uma prancheta e uma pasta — Vocês já começaram a torturar o tal do Mahone? — ele perguntou e Normani e eu demos risadas de culpados — Eu não disse para me esperarem?

— Desculpe momy — Normani sussurrou no ouvido de Ally, que deu um sorriso muito malicioso para a esposa. Revirei os olhos, elas são sempre assim, quando Dinah está junto é pior ainda

— Ok, vamos lá — Ally me entregou a pasta e saiu arrastando a única cadeira do local até Austin, sentando exatamente a sua frente — Vamos confirmar só algumas informações, seu nome é Austin Carter Mahone, nasceu na região de Havana, seu pai é amigo pessoal de representantes políticos da ilha de Cojímar em cuba, ele mesmo tendo sido político, tem dois irmãos mais velhos, ambos advogados e sua mãe é uma socialite. Você não tem emprego fixo a mais de três anos, nenhum registro de atividades financeiras, tem uma casa e um carro no seu nome. Casado com Karla Camila Cabello Estrabão, sua esposa tem uma filha registrada como Olívia Grace Cabello, apesar do nascimento ser depois do casamento, ela não está registrada no seu nome. Você confirma todas essas informações ?

Camila, eu repeti esse nome na minha mente, até murmurei sem fazer som algum. Eu gostei muito do nome, era gostoso de falar e de ouvir.

Camila Cabello é um nome bonito, não é?

Eu achei lindo!

Abri a pasta que Ally me deu, eram vários documentos, tudo o que comprovava cada coisa que ela tinha acabado de perguntar para tal Austin e muito mais. Até às provas de que ele tinha me roubado estavam lá.

Mas também tinham fotos, várias dele, mas algumas era de uma ômega, bem mais baixo que eu. Cabelos castanhos claro, pele levemente bronzeada e olhos castanhos e traços latinos.Ela carregava no colo uma menina, devia ser a sua filha, cabelos escuros compridos e olhos verdes, como os meus.

Ali, olhando aquelas fotos eu entendi, eu tinha que protegê-las!

Normani já tinha me dito que as duas, Camila e Olívia, eram inocentes, que detestavam Austin e que Camila deu a entender que não se importava se algo acontecesse ao alfa. Dinah já veio dizendo que tinha se encantado por Liv e que eu precisava conhecer Camila, porque aquela ômega me faria esquecer do meu passado. Naquele dia eu ri, porque achei que era só um exagero absurdo.

A vida dá voltas, não é mesmo?

— Você vai o quê? — Ally perguntou.

— Vou agir como o Código de Conduta dos Alfas diz, vou matar aquele homem e tomar a família dele para mim — respondi dando de ombros.

Estávamos no meu escritório, Ally e eu estávamos de pé, apoiados na mesa. Normani estava sentada no sofá, com sua cara de entediada de sempre e Dinah deitada com a cabeça no seu colo.

— Nós podemos dar uma boa indenização para a ômega — Ally sugeriu.

— allycat, você também é uma Lúpus, sabe que não é assim que funciona — falei.

— Até porque se vocês fossem dar indenização para a família de todos que matam, ia dar prejuízo — Dinah cantarolou. Normani e eu rimos, Ally revirou os olhos — Ally, deixe Lauren ir conhecer a Liv e a Camila, tenho certeza que depois que você os conhecer, também vai querer ficar por perto.

— Como se eu pudesse mudar a cabeça dessa aí — Ally bufou e eu ri. Antes mesmo de começar essa discussão, já sabíamos que eu tinha vencido.

— Lauren, posso falar com você? — Dinah disse entrando no lavatório, eu lavava minhas mãos do sangue de Austin. O alfa ainda respirava, mas eu tinha certeza que ele não aguentaria a próxima sessão, pelo menos ele já tinha me entregado quase tudo o que eu queria saber.

— Claro, aconteceu algo?

— Lembra o que você me falou quando eu comecei a namorar Normani e a Ally e eu estava insegura por elas serem Alfas e a Ally ser uma Lúpus?

— Que Lúpus amam uma vez só durante a vida inteira, então se Ally dizia que te amava, era porque era a mais pura verdade? — perguntei.

— Sim, exatamente isso — ela sorriu — Você já amou alguém desse jeito? Até mesmo Xander, Taylor ou. . . Alexia?— ela sussurrou o nome da última, porque sabia como eu ficava. Eu ainda tremia de raiva só de lembrar dela.

— Não, você sabe que não — acabei sendo ríspida, mas sabia que Dinah entenderia — Por que a pergunta?

— Eu só queria me certificar — ela disse dando de ombros — Sabe, Normani me disse que Austin não aguenta até amanhã, por isso logo você irá atrás da Camila, não é?

— Sim, por que? — perguntei desconfiada.

— Nada não, só te peço que mantenha o coração e a mente aberta quando falar com ela. Eu tenho um bom pressentimento sobre ela!

 

 

Quando eu fui até aquela casa, eu realmente pensei que só ia conversar com aquelela ômega sobre o Código de Conduta dos Alfas, apenas isso.

Allyson tinha se proposto a ir no meu lugar, mas eu queria resolver isso eu mesma, afinal, quem tinha matado Austin fui eu, literalmente fui eu. 

Sim, eu já tinha visto fotos delas, tanto de Camila como de Olívia, já tinha mapeado toda a vida delas e sabia dizer onde cada uma estava nesse exato momento, mas ainda assim, eu nunca tinha pensado que eu realmente teria um interesse nela.vvgtt

Nunca matamos alguém inocente, eles sempre fizeram algo contra nós, nos levaram financeiramente ou fisicamente, por isso raramente temos que lidar com as famílias. Normalmente éuma mãe chorando por causa do filho ou, as vezes, filhos que ficaram sem paz. Mas há uma espécie de padrão, nenhum filho ou pai responsável se mete nesse mundo, principalmente quando é para tentar me prejudicar.

São pessoas que já não ligam para suas famílias, que não vivem com elas, são egoístas e não pensam nas pessoas ao seu redor, como esse Austin.

O irônico é que eles nunca se importam e desprezam as suas próprias famílias. Pais, cônjuges, filhos, sempre desmerecem esses, mas na hora que param nas minhas mãos, nasce um amor pela família gigante! Se tem filhos, então. . . Eles nunca param para pensar que sempre sabemos de tudo o que acontece e com a vida deles não é diferente?

A casa onde eu estava era bem simples, eu até diria deplorável, mas quem morava aqui fazia um enorme esforço para que ela ficasse o mais parecida com um lar.

Olhei a casa toda, menos no quarto da pequena, achei estranho que no outro quarto, o cheiro de Austin era o único presente, sendo que no resto da casa, o cheiro doce daquela ômega era forte.

Por acaso, um cheiro extremamente delicioso. Era doce, mas não enjoativo, era convidativo, como se fizesse você querer mais. Ele também me fazia relaxar, seria interessante sentiresse cheiro sempre, talvez antes de dormir.

A porta abriu e fiquei apenas observando, mesmo na escuridão, eu conseguia enxergar muito bem, afinal sou uma Lúpus. O pequeno ser cantaralova e fazia uma dancinha boba, mas ficou tão fofa, que me fez sorrir, foi quase um pecado interromper aquilo.

Nada, nada mesmo, me preparou para o que aconteceu quando olhei seu rosto pela primeira vez. Eu já tinha vistos fotos e até pequenas gravações, eu já sabia de sua vida inteira e duas das pessoas que mais confio na vida, já tinham me falado dela (inclusive aquela conversa estranha de Dinah), mas mesmo assim eu fui pego desprevenido. 

Ela não era linda, era mais do que isso e eu não conseguia encontrar palavras para descreve-la. E, mesmo com medo e sendo pega totalmente de surpresa nessa situação, ela ainda conseguia demonstrar sua personalidade, o que me fez sorrir. Por Zeus, como eu queria conhecê-la melhor!

Eu só me despedi dela, porque ela precisava descansar, tinha sido muita informação para pouco tempo. Literalmente invadi a sua vida e exigi a minha presença nela. Mas, Camila me perdoe, eu não iria mais para nenhum lugar.

— Michele , como foi? — Dinah veio correndo me perguntar, assim que entrei no nosso camarote da No Control.

— Você tinha razão — Dinah começou gritar e pular, rindo.

— Eu sabia! Como foi? Quero detalhes?

— Foi interessante e é só isso que eu vou falar — Dinah fez biquinho, o que me fez rir. A morena foi para o colo de Normani, provalvemente reclamando que eu sou má— Sandy, Josh, tenho um serviço amanhã cedo para vocês.

— Amanhã cedo? — Josh fez careta — Cedo que horas?

— Oito horas da manhã passo buscar vocês.

— Pare de frescura — Sandy deu um tapa em Josh, que fingia desmaiar — Chefe, a gente vai ter que perseguir alguém? Porque eu pretendo ficar bêbado hoje.

— Não, só vão trocar uma porta — eles me olharam sem entender, mas deram de ombros.

Passei pouco tempo na boate, apenas conversei um pouco com Ally e Normani, depois fui embora. Eu estava ansiosa para ver Camila de novo e para conhecer Liv.

Eu olhava para as fotos delas e só conseguia pensar que isso era ter uma família e foi isso que eu sempre quis.

 

 

Quando Ray me avisou que tinha algo de errado, eu estava no meu carro, tinha acabado de sair da Royalty, um dos meus clubes. Eu sempre tinha que passar nos meus negócios para verificar como as coisas estão. Na hora já fiz o retorno para voltar para casa de Camila, elas já deviam estar dormindo, mas eu precisava verificar se estavam bem.

Então meu telefone tocou, era o número da Camila, eu acelerei o meu carro, algo realmente devia estar errado.



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