História Look At Me- Norminah G!P - Capítulo 35


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Norminah
Visualizações 63
Palavras 761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - 35: I hate u, I love u


I hate u, I love u - Gnash

"Feeling used, but I'm still missing you and I can't see the end of this. Just wanna feel your kiss against my lips and now all this time is passing by. But I still can't seem to tell you why it hurts me every time I see you, realize how much I need you. I hate you I love you, I hate that I love you; don't want to, but I can't put nobody else above you."

"Me sentindo usada, mas ainda estou sentindo sua falta. E eu não consigo ver o fim disso, apenas quero sentir o seu beijo contra os meus lábios. E agora o tempo está passando, mas eu ainda não consigo te dizer porquê me machuca toda vez que te vejo, perceber o quanto preciso de você. Eu te odeio, eu te amo, eu odeio te amar. Não quero, mas não posso colocar mais ninguém acima de você."



           Lauren Point Of View.

- Laur! - Ouvi um sussurro e quando me virei, Ally me encarava com uma expressão de poucos amigos, deixando-me assustada. Eu havia me perdido completamente naquelas lembranças e agora ela estava bem ali na minha frente.

- O que foi? - Dei um passo em sua direção, levando minha mão até os cabelos longos para deslizar uma mecha por meus dedos, enrolando-a. Seu cabelo era tão macio e cheiroso.

- Por que você não me responde? - Ally fazendo bico daquele jeito, tornava-se uma criança. Nem de longe me lembrava a mulher que eu conheci algumas noites atrás em minha cama.

- Porque você está maluca, Ally. A gente não pode fazer isso. - Eu a vi revirar os olhos mais uma vez, e, sem ter a menor ideia de onde surgira aquela vontade e aquela coragem, respirei fundo e dei uma olhada ao nosso redor. As pessoas pareciam entretidas o suficiente. Minha mãe conversava com Andrea, mãe de Normani, que inclusive... Onde estava Normani? Hum, onde estava Dinah? Não pude conter minha risada ao constatar que as duas haviam sumido juntas.

- O que foi? - Ally perguntou, parecendo um pouco confusa com a minha repentina troca de humor. Eu não a respondi, ao invés disso, segurei-a pelas mãos e a puxei comigo para longe dali. Naquele momento, não me importava onde estávamos, não me importava quem éramos, eu queria estar com ela mais do que qualquer coisa, mesmo que eu ainda não entendesse exatamente o que estava acontecendo dentro de mim.

Ouvi um de seus gritinhos agudos quando encontrei uma porta aparentemente segura e me enfiei com ela lá dentro. Estava escuro, completamente escuro. Eu mal conseguia enxergar seu nariz ou o meu, e era apertado, extremamente apertado, o que fazia com que sobrasse muito pouco espaço para compartilhar com Ally. No fundo, eu gostava muto deste detalhe.

Eu não tinha certeza do que estava sentindo, mas meu coração batia tão depressa, que eu seria incapaz de contar as batidas por segundos. Minhas mãos estavam um pouco trêmulas quando envolvi seus cabelos para trazê-la para mais perto de mim. Eu não conseguia enxergar, mas eu sabia que Ally estava sorrindo. E por alguma razão também desconhecida, pensar em seu sorriso enviava-me um sopro de calmaria, fazendo com que minhas mãos parassem de tremer e finalmente se firmassem em seus fios compridos, unindo nossas bocas em mais um daqueles beijos eufóricos.

- Eu te odeio. - Sussurrei contra seus lábios, fazendo-a rir abertamente contra minha boca. Ela me apertou mais forte contra a parede, descendo a boca para minha garganta e mordendo-me. Gemi satisfeita. Suas mãos se delinearam por minha cintura e as minhas foram para sua bunda, puxando-a com firmeza para mim.

Ally não protestou em nenhum momento por eu estar tomando "o controle" daquela situação. Nós duas estávamos com saudade e sabíamos disso, não perderíamos aquele tempo discutindo qualquer outra coisa, se podíamos nos tocar, nos beijar, sentir o cheiro, o calor, o gosto uma da outra tão próximo. Nossos gemidos eram de satisfação, nossos toques eram delicados, mas explorávamos com agilidade e vontade cada detalhe dos quais sentimos mais falta. Sua boca era doce, quente, macia, levava-me à outra dimensão em questão de segundos. Eu definitivamente estava perdida. Perdida porque não fazia ideia do que estava acontecendo ali, ou talvez perdida porque eu sabia exatamente o que estava acontecendo ali.

Os dois lados existentes em mim brigavam. Minha razão dizia que não, meu coração já havia permitido. Enquanto Ally me beijava, me apertava contra aquela parede gelada e fazia-me arfar, eu não tinha mais dúvidas de que estava apaixonada.

Apaixonada por Ally Brooke.



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